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Empresa Cetelem cobra juros num periodo em que Portugal está parado em Layoff - que é o meu caso
A empresa Cetelem enviou-me hoje este email, sem qualquer aviso nem qualquer proposta de negociaçao.Exigem um pagamento pornografico de juros, custos, etccEnvio o textoNº de Contrato: 42847653531100Caro(a) PAULO FERNANDES,Ao longo da duração do seu contrato de crédito poderão, eventualmente, existir imprevistos que dificultem, o pagamento das mensalidades do mesmo. Como tal, informamos que temos ao seu dispor um serviço gratuito, com técnicos especializados, para análise de possíveis soluções de pagamento/renegociação do seu contrato.Verificamos que, até à data não procedeu à regularização do montante em atraso referente ao contrato de crédito acima identificado, e informamos que, como tal, foi incluído no Procedimento PERSI: Procedimento Extrajudicial de Regularização de Situações de Incumprimento, conforme Decreto-Lei 227/2012 de 25 de outubro.A inclusão neste procedimento permite-nos avaliar a possibilidade de chegarmos a uma possível proposta de acordo, ou mesmo de renegociação da dívida, evitando assim transtornos judiciais. Para iniciarmos o processo, pedimos que nos envie, num prazo máximo de 10 dias, para o email solucoescliente@cetelem.pt (preferencialmente) ou para o Apartado 1124 EC Pedro Hispano, 4102-002 Porto, pedido acompanhado de fotocópia dos seguintes documentos:- Documento de identificação (BI ou CC)*- Comprovativo de rendimento: último recibo de vencimento ou declaração da reforma/baixa médica/ /desemprego ou último IRS (para trabalhadores independentes).Aguardamos o envio da documentação para, em conjunto, encontrarmos a melhor solução para o seu caso. Para proceder ao pagamento do montante em atraso através do Multibanco deverá utilizar os dados abaixo indicados.ENTIDADE: 20839REFERÊNCIA: 674 637 165MONTANTE DO SEU ATRASO: 212,96€MONTANTE VENCIDO EM: 07.04.2020CAPITAL: 118,96€ENCARGOS C/ MORA: 24,96€JUROS: 60,87€OUTROS**: 8,17€O incumprimento registado no seu contrato de crédito implicou a comunicação de mora no ficheiro de Centralização de Riscos de Crédito do Banco de Portugal bem como a outras instituições autorizadas à centralização de dados sobre clientes com incidentes de pagamento.Aproveitamos, desde já, para informar que por forma a evitar o sobre-endividamento do cliente, no caso de obter uma resposta positiva ao seu pedido, e caso seja aplicável, ao Banco reserva-se o direito de bloquear definitivamente as linhas de crédito do cliente.Informamos ainda que caso seja detentor de um cartão de crédito pelo Cetelem o mesmo se encontra temporariamente bloqueado.*Caso não pretenda disponibilizar cópia do seu documento de identificação (cartão de cidadão, bilhete de identidade, passaporte ou autorização de residência, no caso de ser um cidadão residente em Portugal) poderá em alternativa:Dirigir-se a uma agência do Banco, em Lisboa ou em Matosinhos, sitas nas moradas a seguir indicadas, onde lhe será solicitado que apresente o original do seu documento de identificação para que um colaborador faça a transcrição dos dados para uma declaração, que deverá ser assinada por ambos:Agência Lisboa: Rua Galileu Galilei, N.º 2G, Torre Ocidente, Centro Colombo, 1500-392 LisboaAgência Matosinhos: Urbo Business Center, Rua Henrique Pousão n.º 900, Piso 0, 4460-191 Senhora da Hora, MatosinhosEntregar uma declaração emitida por um notário, ou entidade habilitada para o efeito, com a transcrição dos dados do documento de identificação, assinada e reconhecida presencialmente, e enviar-nos o original por correio para a morada de Matosinhos acima indicada (poderá solicitar minuta para o efeito nas nossas agências, através de telefone ou do email solucoescliente@cetelem.pt).
Reembolso do seguro de saúde da Médis
Venho por este meio solicitar que me seja feito o reembolso da despesa de saúde, referente a armações e lentes, apresentada na aplicação da médis no dia 15 de Janeiro de 2020.A despesa foi introduzida no dia 15 de Janeiro (por erro meu não introduzi a receita).No dia 23 de Janeiro liguei para saber como estava a situação, uma vez que, não era habitual demorarem a reembolsar e desconhecia que me faltava a receita. Foi-me respondido que iam pedir celeridade.Dia 28 de Janeiro voltei a ligar, neste dia já me informaram que faltava a receita, mas já não era possível introduzi-la na aplicação. Foi-me então facultado o e_mail para onde devia enviar a receita, bem como a referência que deveria colocar no assunto. E no dia seguinte, 29 de Janeiro enviei para o e_mail indicado a receita.Depois de enviar por e-mail voltei a ligar nos dias 4, 6, 12 e 26 de Fevereiro. Umas vezes a resposta era que iam pedir celeridade, outras que não tinha a receita. Respondia que já a tinha enviado para o endereço indicado e s resposta já era que não tinham acesso ao e-mail, logo iam pôr uma nota de urgência no meu processo.Voltei a ligar ainda nos dias 5, 17 e 25 de Março sem resultados. No dia 17 de Março depois de telefonar voltei a reencaminhar o e-mail com a receita.Também pedi ajuda à minha entidade patronal, uma vez que é quem paga o seguro. Falaram com o gestor dos seguros, e sim têm todos os meus registos de chamadas ( era só o que faltava apagarem as chamadas). No dia 25 de Março, enviei reclamação escrita para o provedor da Ocidental (grupo a que pertence a Médis). Recebi resposta do provedor a dizer que a reclamação seguira para o departamento de reclamações da Médis, e que só após 20 dias, ou se não concordasse com a decisão, ele se poderia manifestar.Entretanto, na quinta feira passada, dia 2 de Abril recebi resposta da médis, e é aqui que começo nova batalha. A médis diz que não posso ser reembolsada porque tenho de apresentar uma receita médica, ou seja, de um oftalmologista. Eu apresentei a receita de um optometrista, que se a passa é porque é legal. E mais, sempre apresentei receita de optometrista e sempre me foi pago (a empresa já trabalhou com outras seguradoras). E como não sentir que há aqui uma descriminação, quando tenho colegas de trabalho que vão ao mesmo sítio que eu, já há vários anos, e nunca lhes negaram o pagamento com receita de optometrista.Já não sei onde recorrer, sinto-me enganada e descriminada.
atribuição pensão unificada ou pensão provisória
Agradecia ser exclarecidasobre qual é o motivo de não me ter sido ainda atribuída uma pensão provisória num período de confinamento por pandemia já que requeri uma pensão unificada em 02 de maio de 2018(quase 2 anos )Faço parte de um grupo de risco pela idade e por situação de doença crónica, sou divorciada,68anos,sem recurso de sobrevivência a não ser a ajuda familiar que neste momento difícil também está dificultada.Agradeço alguma informação sobre, pelo menos, qual é a situação do meu processo já que não me respondem aos e-mail enviados diretamente ou pela segurança social direta.CumprimentosOrlanda Pasulo dos Santos GouveiaNISS 11274039256
Devolução de valores debitados indevidamente
Venho por este meio comunicar a V. Exas que ao efetuar uma compra online no dia 23 de Março fui confrontada com um serviço de porso1euro, que conforme o nome indica, implicou o débito de 1 euro no cartão de crédito. Não me apercebi, tenho muitas dúvidas quanto à transparência da comunicação de se tratar de uma subscrição com uma mensalidade de 24,90€ e não dei autorização de débito para a mesma, para além do 1E já referido. Verifiquei nesta data, no extracto do cartão de crédito, os débitos deste serviço do qual não tenho sequer evidências de terem sido prestados: PORSO1EURO.COM 4305455*421023 MARETPARIS12Ocultar opciones25,90 €PORSO1EURO.COM 4305455*421001 ABRETPARIS12Ocultar opciones24,90 €Após pesquisa na net do que se tratava, encontrei o web site porso1euro no qual consta esta informação:Se subscrever a oferta de boas-vindas, autoriza PorSo1euro a cobrar 1€ para usufruir, por sua vez, da oferta, bem como de todo o acesso VIP por um período de teste de 72 horas. No fim desse período de teste, a sua subscrição será renovada a cada 30 dias, sendo-lhe cobrados 24.90€.A minha conta foi debitada não por um euro, mas sim por 25,90€ na mesma data, dia 23 de março.E novamente no dia 1 de abril, passados 8 dias.Não estou interessada, nem nunca estive neste serviço com uma subscrição de 24,90€ por mês.Não autorizei o débito destas mensalidades no meu cartão de crédito.Tentei anular a subscrição através do site, nesta data e não consigo sequer efectuar a recuperação da password.Assim, venho por este meio solicitar:1 - A anulação de qualquer subscrição que esteja ativa com o meu email: cmsoares77@gmail.com, associada a este site PorSo1euro2 - A restituição de 49,80€ debitados no meu cartão de crédito.Muito obrigada.
Pagamento por multibanco Não Recebido
Venho por este meio comunicar que a empresa 22bet alocado no site https://22bet8.org/pt/ (não legal em Portugal) não me colocou dinheiro (10€) na conta após um carregamento via multibanco. Contactei o live suporte desta empresa e disseram-me que demoraria 24horas. Esperei 24 horas e nada aconteceu. Entrei em contacto por email enviando-lhes o comprovativo da CGD de pagamento por multibanco. Os mesmos perguntaram se o erro já tinha passado, o que não tinha acontecido. Como tal não tinha acontecido enviei um email a constatar o facto de na minha conta ainda não ter o montante que paguei. Os mesmo pediram-me para enviar o comprovativo (que já tinha sido enviado) e uma cópia do cartão de cidadão (frente/verso). Obviamente eu não enviarei uma cópia do CC para uma empresa que 1º não me exigiu que colocasse cópia do cc para realizar o pagamento 2º não está legalizada em Portugal. Pedi-lhes um reembolso ou que me creditassem a conta e até agora nada.
Reembolso de contra-ordenação
No dia 5/10/2012, ao entrar em Caldas da Rainha, estacionei indevidamente (sem me aperceber) numa zona destinada a autocarros, a fim de me dirigir a um estabelecimento ali próximo para pedir uma informação sobre a farmácia de serviço (tinha sido acometido de fortes dores de estômago) e quando voltei, embora me tivesse demorado escassos minutos, estava um agente a multar os carros ali estacionados. Contestei a coima ao agente e, posteriormente, no posto da PSP de C.Rainha, mas acabei por ter de de pagar a coima (60€). A seguir - como descrito na Lei - escrevi à ANSR a contestar (fundamentando) esta coima e fique à espera da resposta. Como, passados 2 anos, não recebi qualquer resposta, creio estar no direito - como descrito na Lei - de ser ressarcido daquele valor. Foi isso que transmiti à ANSR em Novembro de 2014 (mais uma carta), mas uma vez mais sem qualquer resposta.Em 22/06/2019 enviei um Pedido de Reembolso à ANSR, que me respondeu automaticamente (por e-mail) no mesmo dia. Porém, até hoje nada mais me foi comunicado e continuo à espera do Reembolso.
Ordem de Arranjo 50-50 de culpa
Ex. Senhores,Venho por este meio apresentar a minha indignação perante a seguradora LibertySeguros.Passo então a relatar a minha reclamação.No dia 15 de Janeiro tive um acidente onde foi no dia efectuada a declaração amigável mas o interveniente B não se deu como culpado. Entretanto a minha viatura ficou impossibilitada de circular visto o toque ter sido na roda traseira e ter afectado a roda e o eixo traseiro, entretanto a minha viatura foi enviada para a oficina onde se encontra lá desde dia 15 de Janeiro de 2020. Entretanto já houve várias peritagens a Viatura e até mesmo ao local do acidente onde se deu o mesmo. Tenho fotos comprovativas em como existe distâncias de passagem para as mesmas viaturas na qual foram entregues também á seguradora e tiradas pelo perito no próprio local.Entretanto passado 1 mês (15 de Fevereiro) e sem qualquer tipo de indicação por parte da segurada eu mesmo faço uma reclamação online com a referência ( Liberty Online // Pedido 4130329) onde entraram em contacto comigo dizendo que ainda estava em averiguação pois a seguradora contrária não queria pagar o prejuízo e apenas dar como 50/50 da reparação. Visto isto e visto que não tive qualquer culpa no acidente pois a minha viatura estava imobilizada e completamente já desviada da faixa de circulação a viatura B com espaço veio embater na minha parte de traz, sendo então que não aceitei esta decisão por parte da seguradora. A mesma liberty seguros deu então a indicação que iria para o apoio jurídico pois eu não tive culpa no acidente e eles mesmo não aceitavam também os 50/50. Entretanto a data desta reclamação o meu carro encontra-se ainda na oficina e estou privado do mesmo a mais de 2 meses. E sem qualquer resposta por parte da seguradora até ao momento peço então ajuda para que me seja dada uma resposta tanto telefonicamente como escrita por parte da seguradora a informar me do que se está a passar. Não concordando com a decisão da seguradora pois não me está a defender como é suposto pois as imagens do acidente mostram bem as distâncias de passagem não intendo como podem culpar me de 50%.Aguardo ajuda
Cobrança não autorizada - Seguro Wizink
No inicio de Janeiro, recebi um telefonema da MetLife publicitando o produto Seguro Wizink Hospital Plus. Demonstrei interesse e pedi que me enviassem documentação para posterior consulta detalhada e esclarecimentos e, caso considerasse vantagem no produto, entraria em contacto para procedermos à celebração do contrato. Foi me dito que seria enviada a documentação assim como um contrato pré-preenchido e que nenhum montante seria cobrado até que confirmasse a minha intenção de adquirir o produto.O que se verificou foi o envio da documentação detalhada, tal como solicitei, assim como a celebração do contrato e a dedução da 1a mensalidade no dia 5 de Fevereiro, a qual só dei conta uns dias depois depois de receber o extracto digital do cartão Wizink (no dia 26 de Fevereiro 2020).Escrevi de imediato à Metlife a expor a situação e a pedir para cancelarem o contrato que foi activado sem eu dar autorização.No dia 2 de Março recebi um email da MetLife a dizer que o contrato se encontrava anulado, mas o email não tinha qualquer referência à devolução da mensalidade cobrada indevidamente. Voltei a escrever a solicitar a devolução da mensalidade, e no dia 12 de Março responderam dizendo que:Vimos por este meio informar, que o seu pedido foi encaminhado para o respectivo departamento, pelo que, daremos uma resposta tão breve quanto possível.Voltei a consultar o extracto digital do meu cartão wizink, e qual não é o meu espanto que tenho uma segunda mensalidade cobrada no dia 5 de Março.Escrevi de imediato, e continuo a aguardar resposta.O motivo da queixa - activação de um contrato de seguro durante um telefonema sem o meu consentimento. Mostrei interesse mas pedi documentação detalhada para analisar posteriormente. Foi-me dito que o contrato ficaria pré-preenchido e nenhum valor seria cobrado até eu confirmar o interesse de adquirir o seguro.As consequências - foram cobradas 2 mensalidades de um seguro que eu não pedi para activarem, no valor de 16.20euros cada.O que já fiz para resolver o problema - escrevi para o email de apoio a cliente apoiocliente@metlife.pt para apresentar reclamação. As respostas não foram propriamente céleres e, em parte, não foram objectivas no que toca à devolução das mensalidades. Solicitei que me dessem um telefone de contacto directo porque me encontro no estrangeiro e o número da linha de apoio ao cliente que têm não funciona a partir do estrangeiro - 808780818. Mencionei esse facto nos emails que enviei e não tive qualquer resposta objectiva.Aguardo o vosso melhor apoio de forma a recuprar os meus 32.40euros cobrados sem a minha autorização.Grata pela atenção,Rita Carvalho
Reembolso de IVA pago
Ex.mos SenhoresTendo já contactado a Linha de Apoio por diversas vezes sem ter conseguido resposta, venho solicitar deste modo, como cliente particular, o reembolso do IVA que tive de pagar à 5 Sites Cabanas para emissão das facturas (em anexo) relativas às reparações subsequentes ao sinistro declarado em Agosto de 2019.
PPR-Poupança reforma
Exmos Srs.Em setembro de 2019 solicitei à Lusitânia a abertura de um PPR e a transferência do saldo do meu PPR na Caixa Geral de Depósitos (através de carta que anexo), indicando explicitamente que pretendia manter a Apólice original, até por estar ligada ao meu cartão de crédito e programa de cash-back.Sem a minha autorização, a Caixa Geral de Depósitos e a Fidelidade cancelaram o meu PPR e cartão de crédito, que continuo a pagar.Apesar de ter feitos imensas reclamações por escrito e pessoalmente, aos balcões e nos sites da CGD, as respostas que obtenho são para ir abrir um novo PPR.Neste momento estou a pagar o cartão de crédito, através de um pacote mensal de despesas, e a perder o cashback há mais de 6 meses.
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