Reclamações públicas

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V. M.
04/04/2026

Reclamação relativa a pedido online e falta de reembolso

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma compra efetuada online no dia 22/03, referente a um sofá adquirido através do vosso site. Após a compra, decidi exercer o meu direito de livre resolução dentro do prazo legal e submeti o respetivo formulário de devolução, tendo igualmente enviado vários emails para os vossos serviços de apoio ao cliente a solicitar esclarecimentos sobre o cancelamento da encomenda e o respetivo reembolso. Até à presente data, não obtive qualquer resposta por parte da vossa empresa. Importa ainda referir que o sofá nunca chegou a estar na minha posse, encontrando-se ainda na loja para levantamento (pickup), ou seja, não houve sequer entrega do artigo. Face ao exposto, solicito com urgência: Confirmação do cancelamento da encomenda; Informação sobre o estado do processo; Reembolso do valor pago. Caso esta situação não seja resolvida com brevidade, verei necessidade de apresentar reclamação através do Livro de Reclamações Eletrónico e junto das entidades competentes de defesa do consumidor. Aguardo uma resposta urgente. Com os melhores cumprimentos, Vanessa Morgado Número da encomenda- 6251608100092873 vanessa_morgado1@hotmail.com

Encerrada
M. P.
03/04/2026

Portátil perdido

Comprei um portatil lenovo em maio de 2025. Em janeiro de 2026, o ecra tatil deixou de funcionar e estando ainda dentro da garantia, fui à worten resolve no dia 9/02/2026 para repararem o computador. Após os 30 dias indicados como periodo máximo de reparação, dirigi me à loja (porque não recebi nenhuma informação por parte da worten) e dizem me que o portatil está em parte incerta e podera ter sido extraviado no transporte para o local de reparação e que teria que aguardar que percebessem o que aconteceu. Após alguns dias voltei à loja e ainda não tinham novidades. O funcionario disse me que poderia pedir o dinheiro de volta e que poderia comprar o mesmo portatil, pelo mesmo preço (ja que na altura tinha comprado em promoção). Não havia stock em loja, portanto fiquei a aguardar que fossem contactadas outras lojas. Mas na verdade ja não ha stock do portatil em nenhuma loja, nem estão a produzir mais. Assim, vou ter que pagar mais 200€ para comprar um portatil da mesma gama, tudo porque a worten perdeu o meu portatil que deixei a seu cuidado e foi me dada a informação errada ao dizerem que poderia pedir o dinheiro de volta e comprar o mesmo portatil.

Encerrada

Compra cancelada duas vezes

Fim de semana passado a rádio popular teve a decorrer uma campanha de oferta do IVA. Por duas vezes, durante essa campanha, temtei comprar um portátil de diferentes modelos. Compras estas que, em ambas as situações, foram posteriormente canceladas alegando ser artigos de exposição que não possuíam condições de ser vendidos. Confesso que na primeira tentativa não me apercebi se estava mencionado que seria um artigo de exposição e tomei o assunto como um ato isolado. Indignado fiquei quando passadas umas horas a situação se repete, num artigo que eu tenho plena consciência que não estava identificado como artigo de exposição e um artigo que já voltei a ver a venda no decorrer desta semana. Na minha opinião está situação é lamentável e vergonhosa ainda mais para uma loja da dimensão da radio popular. Parece-me tratar-se claramente de publicidade enganosa, falta de honestidade ou má vontade para vender.

Encerrada
T. P.
03/04/2026

Danos causados pela assistência técnica

Comprei uma máquina da loiça a 31/12, que foi entregue a 6/1, com menos de 30 dias ela avariou, pedi então uma assistência técnica em casa, que identificou que tinha avaria de motor, no mesmo dia entrei em contacto com a LG para dizer que não queria reparação e sim a substituição do aparelho como é previsto na Lei. Foi um tormento pois queriam a todo custo reparar e nao substituir, até que disse que aceitaria a reparação se caso estendessem a garantia para 3 anos, visto ter sido comprada em NIF comercial e ter apenas 6 meses de garantia, com a condição de que queria algum comprovativo por escrito caso aceitassem. Eles aceitaram o acordo, dito pela assistência técnica, ao que estou à espera do comprovativo até a data de hoje 3/4/2026. O que ainda piora é que na reparação o técnico não teve o mínimo de cuidado, não tirou a porta do armário que é encastrado a máquina, deitou com a porta e partiu uma parte do perfil laminado em uma parte que leva sempre com água e pode estragar ainda mais a porta do armário, a assistência que por sinal é péssima, não assume as culpas do técnico, e a LG até hoje não me deu um retorno sobre como procederemos ao comprovativo de extensão de garantia e também sobre como resolveremos sobre a porta estragada!

Encerrada
B. F.
03/04/2026

Mandaram a encomenda errada

Encomendei uma máquina de soldar que me disseram que seria a laser e enviaram-me a máquina de soldar a vareta. Ainda falei com eles por telefone onde me confirmaram que seria a laser, ou seja, enganaram-me duas vezes. Colocam no site uma coisa e depois enviam outra.

Resolvida
J. S.
03/04/2026

Regularização indevida de saldo

Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma situação ocorrida na FNAC, associada à minha conta/cartão FNAC. No dia 31/03/2026, adquiri uma câmara, tendo sido posteriormente atribuído um saldo correspondente a 5% do valor da compra. Ao verificar que o valor atribuído era de aproximadamente 7€, considerei prudente esclarecer a situação antes de o utilizar, pelo que me desloquei à FNAC de Gaia. Fui informada por uma responsável/gerente de que o valor estava correto e que correspondia ao acumulado da compra efetuada. Importa referir que não me encontrava sozinha nesse momento, tendo uma pessoa comigo que pode comprovar a informação que me foi transmitida. Com base nessa confirmação, prestada por um elemento da vossa equipa, utilizei o saldo na compra de um cartão de memória, confiando plenamente na informação que me foi dada. No entanto, no dia seguinte, verifiquei que a FNAC procedeu unilateralmente à retirada de 5,80€ do meu cartão, deixando o saldo em negativo, alegando posteriormente que teria havido um erro na atribuição do valor. Não posso aceitar esta situação, uma vez que agi sempre de boa-fé, confirmei previamente a validade do saldo junto da vossa loja e utilizei o valor apenas após essa validação. Não tive qualquer responsabilidade no erro cometido, pelo que considero incorreto que me seja imputado qualquer prejuízo resultante de um erro interno da FNAC. Adicionalmente, verifico a existência de vários movimentos e débitos na minha conta que não me foram devidamente explicados, o que reforça a necessidade de um esclarecimento claro e transparente por parte da vossa entidade. Solicito, assim, a regularização imediata da situação, com a anulação do valor indevidamente retirado e a reposição do meu saldo, bem como um esclarecimento detalhado sobre os movimentos efetuados. Caso a situação não seja resolvida de forma célere e justa, não hesitarei em recorrer às entidades competentes de defesa do consumidor. Aguardo a vossa resposta com a maior brevidade. João Pedro Silva

Encerrada
I. T.
02/04/2026

Reembolso não efetuado

Exmos. Senhores, Não recomendo nada qualquer serviço ou contacto com esta empresa Smooth Saturday LDA, infelizmente não pude escolher no momento da compra online com a Ginova, que tinha esta transportadora como parceira. A compra foi feita no dia 12/11/2025, nunca recebi a encomenda e só consegui cancelar a mesma, após inúmeras tentativas de contacto telefónico e por email, no dia 30/12/2025, em que confirmam no email que a encomenda (nunca entregue) foi cancelada e que efetuariam o reembolso do valor pago. Começo por dizer que lamentavelmente desde o dia 26/01/2026 (última resposta de parte desta empresa e mais uma vez com respostas automáticas e sem qualquer tipo de resolução), que não tenho qualquer notificação referente ao reembolso de 161,03€ e friso que esta lamentável situação se arrasta há 3 meses praticamente. Cumprimentos.

Encerrada

Cancelamento unilateral de encomenda já confirmada e paga

No dia 29/03/2026 efetuei uma encomenda no website da Rádio Popular referente ao artigo CONSOLA PS5 PRO 2TB (ref. 1331619), com o nº de encomenda EE 0C/378935. No momento da compra o artigo encontrava-se indicado no site como “Disponível (entrega estimada em 30 dias úteis)”. Cronologia dos acontecimentos: 29/03/2026 – 17:20 
Recebi o email de confirmação da encomenda, onde constava que o artigo estava disponível e que seria expedido após confirmação do pagamento. 30/03/2026 – 08:35
 Recebi novo email da Rádio Popular com o assunto “Pagamento recebido – aguardar entrega do fornecedor”, informando que a encomenda possui artigos sujeitos a encomenda a fornecedor e que assim que o artigo desse entrada em armazém seria contactado para agendamento da entrega. Ou seja, foi confirmada a aceitação da encomenda e do pagamento, indicando apenas que o artigo seria obtido junto do fornecedor. Posteriormente recebi uma comunicação da empresa a informar que o artigo se encontrava esgotado e que a encomenda seria cancelada, alegando inexistência de reposição de stock num futuro próximo. Não concordo com o cancelamento unilateral da encomenda. No momento da compra o produto estava anunciado como disponível, a encomenda foi confirmada pela empresa e o pagamento foi aceite e confirmado. Além disso, a própria empresa informou posteriormente que o artigo seria encomendado ao fornecedor, não tendo sido indicado qualquer impedimento definitivo à entrega. Importa também salientar que não tenho qualquer urgência na entrega e estou disponível para aguardar a reposição de stock, mesmo que tal implique um prazo superior ao inicialmente indicado. No dia 31/03/2026 respondi à comunicação da empresa solicitando que a encomenda fosse mantida ativa e informando que estava disponível para aguardar reposição do produto. Até à presente data não obtive qualquer resposta. Acresce que o valor pago continua na posse da empresa e não houve qualquer contacto adicional para resolução da situação. Considero que esta situação constitui uma prática comercial inaceitável, uma vez que a empresa aceitou a encomenda e o pagamento e posteriormente pretende cancelar unilateralmente a compra, ignorando ainda o contacto do cliente que solicitou a manutenção da encomenda. Solicito assim a intervenção para que a encomenda seja mantida ativa, aguardando reposição de stock do produto. Caso tal não seja possível, deverá ser apresentada uma solução equivalente ou superior sem custos adicionais para o consumidor. Caso a empresa mantenha a intenção de cancelar unilateralmente a encomenda, considero que tal poderá configurar incumprimento das obrigações contratuais assumidas no momento da compra.

Em curso
M. L.
02/04/2026

Resposta de Reclamação ROR00000000045552987/33558361

Exmos senhores: Venho por este meio denunciar o incumprimento do prazo legal de reparação e a má fé na resposta da Samsung (Ref. ROR00000000045552987). Entreguei um Smartwatch para reparação a 24/02. No dia 06/03, em loja, na presença do funcionário confirmei que o equipamento continuava com problemas, neste caso que o problema anteriormente reportado persistia, pelo que o artigo não foi levantado. O prazo legal de 30 dias (Art. 18.º do DL 84/2021) terminou a 26/03. Após o prazo expirar, no dia 27/03, a Samsung enviou uma resposta padrão alegando “Anomalia nao verificada.” e ignorando o atraso legal. Refuto esta alegação, pois o defeito foi aceite e confirmado em loja a 06/03. Exijo a resolução do contrato e o reembolso total do valor, conforme o Art. 15.º do referido Decreto-Lei, uma vez que a confiança no equipamento e no serviço técnico prestado foi quebrada. No dia de hoje (02/04/2026), fui contactado telefonicamente pela Samsung, ao que a mesma alega não ter ultrapassado o prazo legal de reparação e que o equipamento não se verifica qualquer defeito de fabrico. Recusando-se a dar cumprimento ao por mim exigido, de livre resolução do contrato. Junto anexo Reclamação em livro físico, guias de reparação, complemento à queixa apresentada através de livro de reclamações on-line, resposta à reclamação e prova de compra.

Em curso
F. C.
02/04/2026

assedio

Ao longo do tempo, têm-se verificado situações recorrentes e preocupantes dentro da IKEA, que não podem continuar a ser ignoradas nem desvalorizadas. Apesar de a empresa afirmar publicamente que respeita a liberdade sindical, na prática existem fortes indícios de bloqueio à atividade sindical. Não há contacto efetivo entre o sindicato e a empresa, o acesso às instalações é impedido e não existe qualquer canal de comunicação funcional. Esta realidade levanta sérias dúvidas quanto ao cumprimento da legislação laboral aplicável. Para além disso, são relatadas atitudes por parte de direções e chefias que desvalorizam ou criticam abertamente os sindicatos e os trabalhadores sindicalizados. Colaboradores identificados como sindicalizados acabam por ser alvo de exclusão, isolamento e comentários depreciativos, o que pode configurar práticas de discriminação e perseguição. Existem também múltiplos relatos de assédio moral, abuso de poder e maus-tratos no local de trabalho, tanto entre chefias e subordinados como entre níveis hierárquicos semelhantes. Segundo estas denúncias, as situações tendem a ser desvalorizadas internamente, com proteção dos níveis superiores da estrutura, em detrimento dos trabalhadores afetados. Particularmente grave é a alegação de práticas de vigilância indevida, envolvendo responsáveis de segurança e de gestão de risco, com o objetivo de monitorizar colaboradores e procurar elementos que possam ser utilizados contra eles. A confirmar-se, este tipo de atuação poderá constituir uma violação séria da lei, nomeadamente em matéria de privacidade e proteção de dados. É ainda descrito um ambiente organizacional marcado por liderança autoritária, onde decisões são impostas sem transparência nem respeito pelos princípios básicos de dignidade no trabalho. Este tipo de cultura pode contribuir para um clima de pressão psicológica e degradação das condições laborais. Há também referências a saídas de colaboradores em diferentes departamentos, alegadamente acompanhadas de acordos de confidencialidade que impedem a divulgação dos motivos reais dessas saídas, o que levanta questões sobre a transparência dos processos internos. Um dos casos mais preocupantes mencionados é o de uma colaboradora da loja de Alfragide, identificada como Maria. Segundo o relato, esta trabalhadora terá sido alvo de um processo continuado de assédio grave, incluindo humilhação, difamação e pressão psicológica. É alegado que foi colocada numa posição de fragilidade e posteriormente pressionada a aceitar uma redução da sua categoria profissional através de um acordo considerado injusto. O envolvimento de vários níveis hierárquicos, bem como a insistência contínua para a assinatura desse acordo, reforça a perceção de um processo coercivo e profundamente lesivo da dignidade da trabalhadora. As pessoas envolvidas neste grave processo como Ivo coutinho; sergio Botelho; Barbara Graf; Lélia Pontes e o S.O. Da Ikea continuam sem serem responsabilizados. No seu conjunto, estes relatos apontam para um padrão consistente de práticas que, a confirmarem-se, representam situações de assédio moral, abuso de poder, perseguição e possíveis ilegalidades. A gravidade destas alegações exige atenção, investigação independente e, caso se comprovem, a devida responsabilização

Encerrada

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