Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
D. C.
26/10/2018

empresa nega-se a cancelar/reembolso do valor de compra

MOTIVOSA Viagogo nega-se a cumprir a lei portuguesa do consumidor e a permitir que 2h depois da compra este tenha o direito de pedir o cancelamento da mesma e o subseqüente reembolso. Tenho direito, ao abrigo da lei a 14 dias seguidos de trocar ou entregar o produto comprado e receber o devido reembolso sem justificações.2. A VIAGOGO cobra o dinheiro aos clientes ou compradores sem garantia de receção do produto em causa. A Viagogo tirou livremente 262,77€ da minha conta apenas se responsabilizando em entregar o produto/bilhetes uma semana antes do evento. Comprei um produto que não tenho garantias de receber e, se receber será após 8 meses. Sem nenhuma fatura ou recibo de compra válido.3. A Viagogo comete o crime de especulação, vendendo os preços a mais de 50% acima do preço praticado pelos vendedores oficiais. Sendo que paguei mais 30 € por bilhete que teria comprado se fosse num revendedor oficial e não tendo o produto em mão depois da compra.4. A Viagogo vende bilhetes falsos. A Viagogo não garante ao comprador estar a comprar um bilhete oficial para o evento. A Viagogo não garante a veracidade do seu produto e não tem políticas de devolução e reembolso se este for falso. A Viagogo não se responsabiliza pelo produto que vende.CONSEQUÊNCIASCorro o risco de perder 262,77 € o que significa que fui roubada.Tentei contactar a Viagogo 2H após ter percebido o que se estava a passar (2h após a compra) obtendo sempre as mesmas respostas:Não cancelamos compras nem fazemos reembolsos.Apenas entregamos os bilhetes 1 semana antes do concerto.

Encerrada
A. S.
17/10/2018

publicidade selvagem

Recebi um sms desta empresa com o seguinte texto : Noite de Familia no Teatro Politeama. 5a e 6afeira, 18 e 19/10 às 21h30 c/Marina Mota e Joao Baiao. 40% de desconto p/bilhete. Ligue ja: 213405700 Stop:969036.Nunca dei o meu contacto a este empresa e considero esta publicidade sem qualquer sentido uma vez que resido a 400km de Lisboa.

Resolvida
P. M.
10/10/2018

Problemas com as Reservas

Comprei, em fevereiro, um pack de talões de 9 noites por 32€, em estadias em hotéis selecionados à empresa Lugar ao Sol. Foi um colega de trabalho que me enviou por Instant Messenger que me disse que depois haveria lugar a mais algumas despesas de alimentação, mas que ficaria em conta.Como se pode ver no site da empresa http://www.lugaraosol.pt/hoteis são alguns hotéis com preços mais ou menos atrativos mas que não vendem em época alta ou datas festivas ou que obrigam a vender 3 dias ao fim de semana. Digamos que os preços ficariam, geralmente, ao mesmo preço duma compra normal, mas com uma refeição incluída (sem bebidas).Digo “os preços ficariam” porque foi-me impossível até à data fazer qualquer reserva. Numa primeira tentativa com dois hotéis disse ao que ia, ou seja, disse que queria reservar com o programa “Lugar ao Sol” e prontamente me disseram que não tinham vagas, isto terá sido em abril. Como na zona não havia mais hotéis de interesse pelo programa acabei por fazer uma compra normal noutro hotel na zona pretendida. Mais recentemente, em setembro, tentei reservar para dois hotéis de Trás-os-Montes, mas desta vez não disse ao que ia, ou seja, perguntei por vaga para quarto, ao que ambos me disseram que tinham disponibilidade para as datas pretendidas, mas quando referi que era para utilizar o pack talões “Lugar ao Sol” aí já não podiam reservar. O Hotel Convento Balsamão disse que estavam a rever o acordo com a empresa e que até lá não podiam aceitar reservas. O Grande Hotel Dom Dinis disse que para talonário não porque tinha um número limitado para o “Lugar ao Sol” e que já tinham vendido tudo, mas se quisesse podia fazer a reserva, mas sem o talonário.Solicitei o reembolso do valor pago à empresa, por total inutilidade do programa, ao que me responderam que “O reembolso só é possível ser feito nos primeiros 14 dias apos a compra segundo as normas legais em vigor.” e que iam apurar o que se terá passado.Em relação ao Hotel Balsamão, não apuraram nada e que no Hotel Dom Dinis “Na data pretendida, havia a reserva de 3 grupos que esgotava o restaurante. Ora como o nosso programa exige fazer a refeição no hotel já não haveria condições pra prestar um serviço de qualidade e rápido. Daí, o hotel ter disponibilizado a venda direta do quarto mas sem refeição ou seja, fora do âmbito dos talonários. Nestes casos, é importante sugerir outras datas porque pontualmente o hotel ou restaurante pode estar lotado.”, primeiro esta é outra versão de desculpa um pouco mais sofisticada, depois os hotéis só querem vender quando mais lhes convém e isso torna o sistema totalmente inútil. Então se não vendem quando posso e vendem quando não posso. É inútil.Respondi da seguinte forma, mas não obtive mais resposta: “Não foi essa informação que me foi transmitida como já vos tinha informado anteriormente. Relativamente ao Convento Balsamão, qual será a desculpa? A informação que me foi dada foi que o acordo ainda estava a ser revisto.Assim parece que os hotéis arranjarão sempre uma boa desculpa para não vender pelo talonário. Se as datas disponíveis não forem aquelas que tenho disponíveis para estadia e forem as da conveniência do hotel, nesse caso os talões não me servem de nada e por isso insisto no reembolso da importância paga por inutilidade dos talões.O reembolso no prazo dos 14 dias é válido por qualquer motivo e sem qualquer justificação, o chamado prazo de reflexão.Já se o bem em questão se revelar defeituoso ou não tiver a aparência ou funcionar como anunciado, um comerciante tem a obrigação de reparar ou substituir o bem adquirido ou de oferecer uma redução do preço ou o reembolso ao consumidor. Segundo a lei europeia.”

Resolvida
P. C.
27/09/2018

atraso no voo, perda de conexão

Caro senhor(a),No voo UX1156, dia 16 de setembro, à partida de Lisboa, o avião teve uma pane mecânica/eletrica, já na corrida para a descolagem. O avião foi rebocado para o terminal, pois não podia nem se movimentar sozinho.A empresa escolheu não nos desembarcar portanto ficamos dentro do avião por 3 horas sem nem água e informação.A chegada a Madri, meu voo UX3449, para Paris, já havia partido.Caso tivesse voltado ao terminal em Lisboa, poderiam ter me alocado num outro voo, seja para Madri, seja para meu destino final, porém foi escolha da empresa não fazer.Fui realocado num outro voo, para outro aeroporto, em outra companhia, para a manhã do dia seguinte.Era previsto chegar no aeroporto CDG dia 16 de setembro as 22:20, cheguei em ORY dia 17 às 9:20.Mostrei em Madri que havia um voo mais cedo, para CDG, mas não quiseram me colocar nesse voo.Como consequência, tive que pegar um uber para ir ao escritório e cheguei atrasado.Caso tivesse chegado na vespera, ou mesmo no voo anterior, teria pego o transporte publico, portanto esse foi um gasto desnecessário.Ao colocar-me numa outra empresa aérea, as milhas do voo não foram creditadas.Tive que dormir uma noite em Madri, e acordar antes das 5 da manhã para pegar o voo seguinte.As regras europeias 261/2004 são claras, mas a empresa não quer assumir a resposabilidade.Portanto não vejo outra forma que não seja procurar ajuda.

Encerrada

NÃO DEVOLUÇÃO DE CAUÇÃO DE COMBUSTIVEL

ESTA EMPRESA NÃO É DIGNA DE OPERAR NO MERCADO!No dia 1 de agosto levantei uma viatura, que tinha alugado e pago (via internet) à Rentalcar, no aeroporto de Las Palmas, Canárias -Espanha. Devido a informações menos abonatórias e problemas que li serem habituais surgirem com a GOLDCAR fiz, no escritório do aeroporto, um seguro opcional Mega Relax Cover tendo pago para além do aluguer e seguros que já tinha pago à Rentalcar, mais 243,27 euros, estando incluindo neste valor 114 euros respeitantes a uma caução para o combustível que a viatura levava (Full/Full) tendo sido informada pelo funcionário que a devolveriam na entrega da viatura, desde que a entregasse também com o depósito cheio. No dia 10, entreguei a viatura com o depósito cheio e perguntei como é que era para me devolverem os 114 euros da caução de combustível. Aí começaram os problemas... só devolveriam o valor 2 ou 3 dias depois e o valor seria creditado na conta do cartão. Perguntei se não me davam um documento de receção em ordem da viatura, tendo sido informada que não. Mas que estava tudo bem e o dinheiro (114 euros) iria ser-me devolvido por crédito na conta do cartão.Passados vários dias e não vendo o crédito dos 114 euros efetuado, contactei a Goldcar que me disse que não me tinham devolvido a caução porque eu não tinha entregue a viatura abastecida , (o que era falso), e que ainda me tinham cobrado, no cartão de crédito em 15 de agosto, mais 113,72 euros. Esta situação tirou-me imediatamente do sério e reclamei, enviando para info@goldcar.com, o documento de abastecimento nas bombas do aeroporto de Las Palmas (abastecimento de 45,09 litros de Gasolina sem chumbo no dia 10 de agosto pelas 13 horas e 46 minutos), provando que a viatura tinha sido totalmente abastecida próximo da hora de entrega e a 300 metros do ponto de entrega. Acabaram por me dar razão e, no dia 21 de agosto, devolveram-me na conta do cartão , os 113, 72 euros que me tinham abusivamente sacado a mais. Quanto ao valor de 114 euros da caução...nada ! Reclamei e disseram-me que já tinham devolvido o dinheiro. Expliquei-lhes pacientemente que me tinham devolvido o que tinham tirado a mais mas que a caução inicial de combustível , não havia ainda sido devolvida.E têm andado nisto, a empurrar de uns para os outros. Entretanto disseram-me para reclamar a situação para info@goldcar.com, o que fiz em 5 de setembro, não tendo ainda recebido qualquer resposta e hoje, dia 24, disseram-me por telefone que não tinham acesso ao processo e que deveria esperar resposta !Estou nisto há 2 meses. Para além de um aluguer de viatura por 9 dias passar de 104,99 euros para 234,54 euros ainda me fazem passar por todo este circo armado em que me tentam de toda a forma e feitio sacar mais algum usando para isso mentiras (afirmaram que tinha entregue a viatura por abastecer) até, já depois de assumir que tal efetivamente era falso, me reterem a caução de 114 euros cobrada inicialmente, para o caso de não entregar o carro abastecido.GOLDCAR nunca mais !

Encerrada
A. C.
14/09/2018

Fidelização no Ginásio BLIVE em Beja

Boa tarde. Chamo-me José e fui para a universidade de Beja este mês. Fui inscrever-me no BLIVE Ginásio, em Beja, no qual disseram que existia uma modalidade de inscrição de fidelização, a qual tinha um preço mais barato que a normal (sem fidelização), que obrigava ao pagamento de seis meses. Nisto, perguntei se, caso optasse por sair do ginásio antes, se tinha de continuar a pagar o ginásio, ao que eles responderam que sim, visto que eu era obrigado a dar a minha conta bancário, para eles descontarem directamente por débito directo. Visto que eu penso que poderei vir a ser lesado e porque considero que é proibido e ilegal esta prática, gostaria de expor esta situação.

Resolvida
A. C.
20/08/2018

Paguei para organizar uma festa

Pagamos quase 600 euros para a D. MAFALDA , para nos organizar uma festa de aniversario e batizado dos nossos meninos no passado 19 de agosto.Quando chegamos ao sitio da festa nada , mas nada estava como combinamos. Esta tudo escrito por email e mensagens por isso nao ha q enganar.Estavam mais de 30 graus à sombra e na mesa q puserem com as coisas, nem enfeitada estava, havia gelatina derretida mousse estragada....pao seco com fiambre estragado...queijo fundido todo derretido....So havia um garrafao de agua , e estava quente....havia apenas dois suminhos para mais de 40 pessoas.Nem figorifico tinham....Nao havia cadeiras ...meu deus...o q é isto.O meu marido é q foi comprar agua porque se nao tinhamos.morrido a sede....Nao havia nada decorado, nem.um balao havia.....Nao havia bolos de aniversario q encomendei, nao havia nada nada e nada....Pedi a minha fatura e a mafalda nao me deu. Disse q estava tudo bem e nao me passava fatura e tenho escrito por msg q me ia passar fatura e me traziano dia da festa.Foi uma vergonha....foi um roubo o q nos fizeram...estamos.muito envergonhados , zangados...Nada do q se combinou foi feito....e no fim ainda apareceu uma senhora para limpar, q me pareceu ser mae da organizadora, q nos chamou de porcos .Exijo o meu dinheiro de volta é inadmissivel.A sra Mafalda mandou me uma msg a acusar me de uma data de coisas q nao sao verdade, alias haviam muitas pessoas na festas q o podem.confirmar. Bloqueo me nas redes socias e nao me atende o telefone.Estas empresas q funcionam atraves do facebook teem.de deixar de enganar as pessoas....Podia alguem ter apanhado uma intoxicacao alimentar....Fiambre estragado???? Meu deus.

Resolvida

Via Verde

Alugamos uma viatura na GoldCar do Aeroporto de Faro, para a qual contratamos um dispositivo de via verde para evitar problemas de falta de pagamento nas antigas scuts. Pagamos o aluguer com um cartao de debito e nao foi colocado qualquer entrave a usar cartao de debito em detrimento de cartao de credito.Uma semana depois de entregar o carro verificamos que o valor que teríamos a pagar por passagens nas scut's, 17,90€, na A22, ainda nao foi debitado da conta. Ligamos com a Goldcar para saber qual o problema, informaram-nos que nao conseguiram debitar o valor da conta por termos usado um cartao de debito e que deveriamos ligar para a Via Verde. Ligamos com a Via Verde que disse nao podiam fazer nada, que teriamos de ligar com a Via Livre por serem portagens da A22. Ligamos com a Via Livre que nos reencaminharam novamente para a GoldCar por nao terem transaccoes pendentes. A unica coisa que queremos é conseguir pagar este valor, para não entrarmos em incumprimento e recebermos uma carta das financas daqui a 3 anos.

Encerrada

Não cumprimento de termos do contrato

No passado dia 22 de Janeiro celebrei contrato com o Solinca aderindo à Modalidade de 7x por semana em horário Parcial onde 50% da mensalidade era devolvida para o cartão continente.Segundo o ponto 1 alínea c) da secção 3 (direitos do Sócio) do contrato celebrado que diz: Ao carregamento de 50% do valor da quota mensal no Cartão Continente, no valor de 24,95€, no período inicial de vigência do presente contrato - 12 meses -, que será efetuado até ao 5º dia útil do mês seguinte ao do pagamento da quota.Pois bem, ao fim de 3 meses de contrato não houve ainda um único mês em que o reembolso fosse realmente feito até ao 5º dia útil, pelo contrário, vi-me obrigado em todos os meses a contactar o solinca para que a solução fosse resolvida. Este mês, até ao presente dia (14 de Abril, 10 dias úteis já passados) ainda não me foi creditada qualquer verba no cartão continente.

Resolvida

400 €

Exmos. Senhores,Gostaria de dar conhecimento, para já o que me resta pelos motivos que abaixo descreverei, do que me leva a escrever .Aluguei um automóvel Fiat Panda de 2017 através de um site especializado, Rentalcars, para dois dias (21 a 23 de Fevereiro de 2018). O valor proposto de 21,03 € pelos dois dias tornou uma mera hipótese de substituição do meu automóvel, que avariou, em algo possível de concretizar. Foi o que fiz. Aluguei o automóvel. Dirigi-me, então, à empresa seleccionada – Goldcar, situada no Aeroporto Francisco de Sá Carneiro (Porto) e pelas 22:00h levantei o carro.Os procedimentos foram os habituais. Não aceitei seguros adicionais (com evidente má postura do colaborador, no sentido pétainista do termo, da empresa em causa face à minha rejeição da proposta efectuada, já que triplicava o aluguer, e fiz a franquia que habitualmente é efectuada nestas situações – foi estabelecido um valor de 1.302,00 € (?!!!) para um automóvel da classe mais baixa. De facto, o automóvel serviria somente para me deslocar de casa para o trabalho e levar o meu filho à escola e regressar a casa. Aliás, o automóvel esteve estacionado 90 % do tempo (numa garagem coberta e parque de estacionamento da empresa onde trabalho). Desloquei-me com o carro cerca de 100 km.No momento do levantamento do carro, foram efectuados todos os requisitos. Com manifesta má vontade da colaboradora, efetuamos a habitual vistoria (quase sempre, como saberão, um pró-forma) com a habitual displicência. Minha e da colaboradora. Inúmeras marcas, danos e problemas dos carros ficam habitualmente fora do registo. São considerados não relevantes. Registou-se uma ou outra marca sem que se percebesse bem por que uma é assinalada e outra não o é. Enfim, o desleixo habitual nestas empresas de automóvel (posso concretizar que sou sempre colaborante – assinalando aqui e acolá eventuais danos que me mereçam registo). Refira-se que o que se regista é uma ínfima parte do que se vai verificando nos veículos que nos propõem. Aliás, a vistoria foi efectuada sobre condições de luminosidade (22:00h) fraquíssimas e a uma velocidade suficiente para não vistoriarmos nada (demorou cerca de 1 minuto, não mais de dois). Após a “vistoria” (escrevo agora com aspas pelos motivos atrás expostos) saí com o automóvel. Os dois dias do aluguer correram sem sobressalto e preparei-me para entregar o carro (gastei 12 € de gasolina para repor o depósito, cerca de 8 litros) e, no momento da entrega do veículo, percebi que a vistoria só tinha um propósito, activar a franquia. De facto, unilateralmente, a colaboradora indicou que o vidro do pára-brisas apresentava duas ligeiríssimas “marcas” que não foram registadas na “vistoria” inicial (enorme estupefacção minha como devem imaginar) e, como tal, sentença imediata: 400,00 €. Interroguei-me sobre como é que eu e a colaboradora inicial não tínhamos assinalado tal dano dois dias antes. Achamos, então, que não eram relevantes. Interroguei-me também como formou o preço para aqueles pretensos danos – não me foi apresentado nenhum orçamento. Somente uma afirmação lapidar: “são 400 €”. Acrescente-se que era um dano que, caso tivesse sido cometido durante a utilização do veiculo – o que não foi o caso – nem me poderia ser imputado dado que aquele tipo de danos resultam de projecções de pequenas pedras por um veículo terceiro. Sem qualquer hipótese de contestação e sem qualquer prova, quer da “vistoria” inicial, quer da final (não me foi dada qualquer cópia das pretensas “vistorias”) fiquei estupefacto. Percebi pela postura dos colaboradores que se tratava de uma prática concertada pela empresa, gestor e funcionários. Para ser mais claro, percebi imediatamente que os colaboradores receberiam a respectiva comissão de eficazes profissionais como são na extorsão de dinheiro. A Máfia que se cuide!Ainda tentei questionar a Sr.ª Colaboradora “Diana Qualquer-Coisa”, que não estava devidamente identificada no seu uniforme de trabalho com o seu apelido, sobre como formou o preço para o dano. Além disso, foi-lhe pedido que facultasse uma cópia do contrato que rege as condições que estavam a ser aplicadas e a mesma funcionária afirmou que a informação estava on-line. Depois da insistência, e já com todos os funcionários dentro da loja, que a funcionária chamou disfarçadamente, quatro homens que me rodearam, literalmente, a mim e à minha mulher enquanto realizávamos o preenchimento da devida reclamação, foi imprimido e entregue o documento do contrato. Os funcionários foram ainda questionados sobre se seria possível falar com a funcionária que fez a entrega do carro. Como é evidente, mesmo que a senhora se encontrasse no local de trabalho, a resposta que foi dada, perceptivelmente concertada entre todos os “colaboradores”, foi “não se encontra”. Percebi mais tarde, a partir das denúncias no Portal da Queixa, que a situação que descrevo é um método comum e habitual de burla na empresa em causa: 2 marcas, 3 marcas – 400 €, conforme se pode confirmar no seguinte endereço, https://portaldaqueixa.com/mercado-automovel/goldcar-cobranca-indevida-7. Isto configura um “método científico” de definição de preço. Acrescente-se que efectuei uma consulta e rapidamente me disseram que esses danos são reparados por 50 € e, no limite, a substituição do vidro, em caso de dano relevante, no máximo, seriam 250 €. Claro que a resposta, se vier, dirá que o consumidor terá de contar com as famosas “despesas administrativas” – é um cliché habitual dos medíocres. Aliás, o supremo provincianismo vem das respostas dadas, em inglês, no Portal por uma tal “Vitória R”, remetendo para o contrato. É mais que evidente que estes contratos são realizados com extrema má-fé entre as partes. É absolutamente lamentável que existam empresas como a “GOLDCAR”. Quanto mais douradas por fora, mais ..... por dentro (preencham como entenderem).Não tenho, nem tive, qualquer hipótese, para já, de defesa perante uma desproporcionada medida. Vi-me sem qualquer hipótese de impedir a cobrança de algo que, tenho absoluta certeza, não me pode ser imputado. Não tenho expectativas nenhumas perante a prática da empresa em causa. É política da casa. É recorrente na empresa em questão – basta só procurar no google. E as expectativas desaparecem porque estamos em Portugal e a empresa é espanhola (não tenho nada contra os ventos e casamentos) e as autoridades portuguesas tem muita dificuldade em lidar com estas questões. Julgo, até que, nem reparam na dimensão do problema. Assim, o Instituto da Mobilidade e Transporte, IP e a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica irão ser informados do ocorrido. Esta última, talvez, porque tive que comer o intragável valor que unilateralmente me colocaram na mesa. Portanto, resta-me a denúncia e activar os meios habituais. E fazer a habitual publicidade à empresa.

Encerrada

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.