Reclamações públicas
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Prejuízos
Exmos. Senhores, Acuso a receção da vossa resposta relativa à reclamação por danos em equipamento, associada ao contacto n.º 100109562009. Na referida resposta, a E-REDES confirmou expressamente que ocorreu uma interrupção no fornecimento de energia elétrica que afetou o meu local de consumo. Contudo, recusou qualquer responsabilidade pelos danos reportados, limitando-se a indicar, de forma genérica, que as interrupções são inerentes à atividade de distribuição de energia elétrica e que os equipamentos devem estar preparados para lidar com este tipo de eventos. Não considero que essa resposta esclareça adequadamente a ocorrência concreta nem os fundamentos técnicos utilizados para excluir a responsabilidade da E-REDES. Após a apresentação da reclamação, a televisão Samsung QLED, modelo QE49Q6FNATXXC, foi avaliada e reparada por um centro técnico especializado. O relatório técnico emitido conclui: “Avaria verificada: avaria compatível com a reclamação efetuada. Substituição da fonte de alimentação. Testes OK.” A reparação consistiu na substituição da fonte de alimentação e teve um custo total de 193,52 €, conforme fatura que junto em anexo. Recordo que: — ocorreram duas interrupções gerais de energia num intervalo aproximado de cinco a dez minutos; — a televisão encontrava-se ligada e a funcionar normalmente; — desligou-se de forma instantânea durante a ocorrência; — após o regresso da energia ficou completamente inoperacional, sem luz de standby ou qualquer sinal de alimentação; — não apresentava anteriormente qualquer sintoma de avaria; — a avaria técnica identificada incidiu precisamente sobre a fonte de alimentação. Assim, solicito a reapreciação da reclamação com base nos novos elementos técnicos e documentais apresentados. Solicito igualmente que a E-REDES esclareça, de forma concreta e fundamentada: 1. Quantas interrupções foram registadas no local de consumo na data da ocorrência; 2. A hora e duração de cada interrupção; 3. A causa técnica das interrupções; 4. Se ocorreram tentativas automáticas ou sucessivas de reposição do fornecimento; 5. Se foram analisados registos de tensão, sobretensão, subtensão, transitórios ou outras perturbações associadas à interrupção ou ao restabelecimento da energia; 6. Que elementos técnicos concretos sustentam a conclusão de que a E-REDES não pode ser responsabilizada; 7. Se foram registadas outras ocorrências ou reclamações de clientes afetados na mesma zona. A presente reclamação não assenta apenas na existência de uma interrupção de energia, mas na possível existência de uma perturbação elétrica associada à interrupção ou à reposição do fornecimento, temporalmente coincidente com a avaria da fonte de alimentação da televisão. Face ao exposto, solicito: — a reabertura e reapreciação do processo; — o reembolso do valor de 193,52 € suportado com a reparação do equipamento; — ou, caso mantenham a recusa, uma resposta técnica detalhada e individualizada, indicando os registos analisados, a causa concreta da ocorrência e a fundamentação regulamentar e técnica da decisão. Anexo: 1. Relatório técnico da reparação; 2. Fatura da reparação no valor de 193,52 €; 3. Cópia da anterior resposta da E-REDES; Agradeço resposta por escrito, para eventual apresentação posterior à Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos e aos meios competentes de resolução de litígios. Com os melhores cumprimentos, Vítor Pereira Em representação da titular do contrato, Cláudia Isabel Silva Custodinho CPE: PT0002000111207428XQ Contacto anterior: 100109562009 Telefone: 917419107 E-mail: victormmp@gmail.com
Abordagem comercial abusiva
Venho reportar uma situação de abordagem comercial abusiva e agressiva por parte de funcionários da Iberdrola. O caso ocorreu no passado dia 16.07.2026, pelas 15h00, em Algés, altura em que um funcionário se apresentou para uma suposta contagem de luz. Foi desta forma que entrou no prédio. Já à porta do apartamento a contagem de luz ficou esquecida, mencionando a empresa e-Redes como parceira e pedindo para consultar a última factura da luz, após o que referiu que a tarifa de acesso às redes estaria a ser cobrada em duplicado mas que ele corrigiria de imediato essa situação. A minha filha, ouvindo a conversa, aproximou-se e percebendo que o funcionário estava identificado com um cartão ao peito como “agente em formação”, suspenso por uma fita com o logotipo da Iberdrola questionou-o sobre a parceria com a e-Redes, uma vez que a Iberdrola é um fornecedor de energia e a e-Redes responsável pela infraestrutura, o que não lhe parecia fazer sentido. De imediato, ele voltou ao assunto da taxa em duplicado, referindo que passariam a pagar menos e nada mais mudaria, somente o logotipo da factura que passaria a ser da Iberdrola em vez da Edp. A minha filha afirmou então, que o que pretendia fazer, era um novo contrato de fornecimento de energia com a Iberdrola. Ele desviou o assunto nunca admitindo que se tratava dum novo contrato, questionando se não queríamos pagar menos e preparando-se para preencher um formulário. Mencionando que teríamos de analisar com mais calma, pedimos para fotografar o preçário completo que percebemos que trazia consigo, pedindo-lhe o seu contacto, que nos cedeu, frisando que teríamos de lhe dar uma resposta até às 20h desse dia. Verificámos após a sua saída, comparando os preços, que o contrato com a Iberdrola não seria sequer vantajoso. O insólito continuou quando pelas 19:50, encontrando-se a minha filha em sua casa, também em Algés, um outro “agente” visitou o seu prédio com a mesma conversa. Olhando pela janela percebeu que vários desses “agentes” percorriam os diversos prédios da rua. É lamentável o tipo de formação (dir-se-ia melhor: deformação) que esta empresa está a dar aos seus futuros funcionários, promovendo a obtenção de novos contratos a todo o custo, com uma abordagem baseada em mentiras induzindo as pessoas em erro, usando o nome de outra empresa (e-Redes) para ganhar a confiança e acesso a dados pessoais, pressionando os futuros clientes de forma agressiva para que se tome uma decisão no momento. Este tipo de comportamento é absolutamente inqualificável por parte de uma empresa que se arroga possuir diversas distinções que lhe conferem “Excelência Reconhecida”. Espero que a presente reclamação conduza a que este tipo de conduta seja revisto e erradicado das práticas comerciais da empresa, com a maior brevidade. A e-Redes foi já informada desta situação e do uso abusivo do seu nome.
Tarifa Social
Exmos. Senhores A vossa resposta é, no mínimo, ridícula ou realmente não existe qualquer respeito pelos clientes. O cliente não adivinha quando é que tem enviar novo comprovativo para provar que é elegível para o beneficio. Já me aconteceu o mesmo em março e agora a mesma situação vergonhosa. Parece que o objetivo será mesmo fazer os clientes desistirem do beneficio o que é completamente injusto. Estou cansada desta situação mas agora seguirá uma reclamação para o provedor de justiça, ASAE e demais entidades que possam demostrar como estes serviços funcionam e que só servem para beneficiar quem não trabalha. Melhor será pedir á minha entidade patronal uma declaração do abono todos os meses e enviar para vocês todos os meses o que é impensável. Mais uma vez volta a frisar que tudo se trata de procedimentos administrativos mal tratados uma vez que, como já funcionou anteriormente, o beneficio durava um ano e antes mesmo de acabar a EDP fazia a amabilidade de avisar que teríamos que enviar novo comprovativo. Depois de conversa telefonica com a senhora Nicole volta, mais uma vez, pedir que as ultimas 2 faturas sejam retificadas com o bebefio atribuido na integra uma vez que nunca deixair de receber abono de familia portanto nunca deixei de ser elegivel para o efeito. Junto anexo meus recibos de vencimento desde o inicio do ano para que os senhores possam constatar que nunca deixei de receber abono de familia apesar sas minhas faturas dizerem o contrário. Peço resolução rápida. Carla Assunção
Burla Pack EDP Comercial
A EDP Comercial apos a rescisão de um contrato de fornecimento continua a cobrar o Pack EDP anexado a esse contrato. Isto é abusivo e ilegal.
EDP prestação de serviço não solicitado
Exmos. Senhores, No dia 28 de Maio aderi ao serviços da edp com a contratação do pack smart, que entre outros benefícios inclui um serviço anual gratuito de verificação de ar condicionado, instalações elétricas, gás, caldeira… Passado algum tempo de ativação do serviço ligaram-me para agendar a vistoria da eletricidade. Em nenhum momento me foi informado que me estavam a contactar no contexto desse produto ou que estaria a usufruir da minha visita anual gratuita. Só quando pedi um serviço do qual precisava me foi informado que já tinha utilizado. Pois isto constitui uma prática comercial desleal e uma clara falta de transparência na prestação de informações, na medida em que fui induzido em erro ao consumir a minha visita anual gratuita sem o meu consentimento informado ou prévio conhecimento de que aquele serviço específico fazia parte do pacote subscrito. Sendo que a vistoria realizada não correspondeu à minha necessidade urgente, sinto-me lesado por ter perdido um benefício contratual devido a uma gestão unilateral e pouco clara da EDP, que não salvaguardou o meu direito à escolha da utilização do serviço que mais me beneficiava. Desta forma, solicito a reposição imediata do meu direito à visita gratuita anual, permitindo que a mesma seja aplicada ao serviço que pretendo solicitar.
Falta no abastecimento de água
Há várias semanas que durante muitas vezes por semana ocorrem falhas no abastecimento da água durante o dia todo. Não dão previsão de retoma do abastecimento, nem sequer fazem avisos dos cortes. Esta situação repete-se muitos anos. A fatura é sempre a mesma e muito elevada para a qualidade do serviço prestado. É vergonhoso a qualidade do serviço do SMAS/CMA à população nos meses de verão. Hoje mais uma vez sem água, o piquete não atende o telefone, ninguém dá previsão de voltarmos a ter água. Nos chuveiros públicos das praias da Costa da Caparica, festivais de verão não falta água. Só falta às pessoas que pagam as faturas!
Incumprimento do prazo de resposta ao pedido de histórico de leituras
Exmos. Senhores, No dia 30 de abril de 2026, solicitei o envio do histórico completo das leituras do contador de gás associado ao meu contrato, incluindo todas as leituras registadas, respetivas datas e valores. Recebi apenas uma resposta automática a informar que o pedido seria respondido no prazo de 15 dias. Desde então, esse prazo foi largamente ultrapassado sem que tenha recebido qualquer resposta ou justificação. Efetuei ainda vários contactos telefónicos, tendo-me sido sempre transmitido que teria de continuar a aguardar, sem qualquer previsão para a conclusão do processo. Esta demora está a causar-me um prejuízo financeiro direto. Na sequência da mudança de comercializador, a Gold Energy cobrou-me indevidamente cerca de 200 € (fatura em anexo) e recusa proceder ao respetivo reembolso enquanto não lhe for entregue o histórico completo das leituras, documento que apenas a Floene pode disponibilizar. É, por isso, inaceitável que a falta de resposta da Floene esteja a impedir a resolução de uma situação que me é totalmente alheia, obrigando-me a suportar um prejuízo que resulta exclusivamente do incumprimento do vosso dever de resposta em prazo razoável. Assim, solicito que o histórico de leituras me seja enviado no prazo máximo de sete dias a contar da receção da presente reclamação. Caso esse prazo não seja cumprido, considerarei a Floene responsável pelos prejuízos decorrentes deste atraso, nomeadamente pelo montante de aproximadamente 200 € que continuo impedido de recuperar, reservando-me o direito de recorrer às entidades competentes para exigir a reparação integral dos danos sofridos. Aguardo uma resolução urgente desta situação. Com os melhores cumprimentos,
Falha no apoio ao Fundo Ambiental
Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO relativamente a uma situação que se arrasta desde 2023 e que resultou na perda de um incentivo financeiro no valor aproximado de 1859,07 euros. Em 2023 procedi à instalação de um sistema fotovoltaico através da EDP e apresentei candidatura ao Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis 2023. Todo o processo de instalação e acompanhamento da candidatura foi tratado com o apoio da EDP, tendo eu confiado na empresa para garantir que toda a documentação necessária estava corretamente reunida e submetida. Posteriormente, a minha candidatura foi considerada não elegível e acabou por ser anulada com fundamento na ausência de evidência fotográfica dos microinversores instalados. Contudo, essas fotografias nunca me foram fornecidas pela EDP nem me foi indicado, durante o processo, que existia qualquer insuficiência documental que dependesse da minha intervenção direta. Acresce que não tenho acesso ao telhado onde os equipamentos foram instalados, pelo que me é impossível obter atualmente as fotografias exigidas pelos meus próprios meios. Ao longo dos últimos anos apresentei diversas reclamações e pedidos de esclarecimento. Tentei igualmente resolver a situação junto do Fundo Ambiental e recorri à Provedoria de Justiça. No entanto, foi-me comunicado que a candidatura se mantinha anulada por falta da referida evidência fotográfica, tendo a Provedoria concluído não existir margem para nova intervenção. Considero injusto que esteja a ser penalizada por uma falha relacionada com documentação técnica que nunca me foi disponibilizada pela entidade responsável pela instalação e pelo apoio à candidatura. Na minha perspetiva, a recolha e disponibilização desses elementos deveria ter sido assegurada pela empresa que executou a instalação e acompanhou o processo. Como consequência desta situação, perdi o direito a um apoio financeiro de cerca de 1859,07 euros, apesar de a instalação ter sido efetivamente realizada e de ter atuado sempre de boa-fé, confiando nas orientações e acompanhamento prestados pela EDP. Assim, solicito à DECO que analise este caso e me esclareça sobre os direitos que me assistem enquanto consumidora, bem como sobre eventuais mecanismos que me permitam exigir responsabilidades e obter reparação pelos prejuízos sofridos. Agradeço desde já a atenção dispensada e coloco-me à disposição para enviar toda a documentação relevante, incluindo a candidatura, comunicações trocadas com a EDP, decisões do Fundo Ambiental e resposta da Provedoria de Justiça. Com os melhores cumprimentos, Vera Andreia Leonardo Pina processo do fundo ambiental 058722 925874210
Tarifa Social dos SMAS Almada
Exmos. Senhores, No passado dia 29/Abr/2026 enviei um email a pedir a adesão ao Tarifário Social, anexando a declaração IRS deste ano (com anexo B e anexo SS) e a certidão de domicílio fiscal, por motivo de baixo rendimento anual. Neste mesmo dia respondem-me que teria de "apresentar uma declaração da Segurança Social em como está abrangido pelo Decreto-Lei 147/17". Ainda neste mesmo dia, enumero o Decreto-Lei 147/17, Artigo 2.º, n.º 3 na resposta enfatizando "que o meu rendimento anual é inferior ao limite estabelecido" e que os documentos anexados no email inicial comprovam isso mesmo. No dia 30/Abr/2026 responde-me novamente "deverá ser apresentada declaração emitida pela Segurança Social comprovativa de que se encontra abrangido pelo disposto no Decreto-Lei n.º 147/2017". Neste mesmo dia respondo que a Tarifa Social de Electricidade foi-me atribuída com os comprovativos anexados, dando conta de apresentar uma reclamação por os mesmos não serem aceites para o pedido da Tarifa Social dos SMAS Almada (Água). Pretendo que me seja atribuída a Tarifa Social dos SMAS Almada (Água). Peço deferimento, L.R.
Costa da Caparica: mais de 7 horas sem água e sem qualquer aviso
Sou residente na Costa da Caparica e quero denunciar uma situação que se está a tornar insustentável. Há meses que os cortes no abastecimento de água acontecem com demasiada frequência. Esta semana, a situação atingiu um nível inaceitável. Hoje, a água foi cortada por volta das 16h00. Neste momento são 23h00 e continuamos sem abastecimento, sem qualquer aviso prévio, sem explicações e sem uma previsão credível para a reposição do serviço. Estamos a falar de mais de sete horas sem acesso a um serviço essencial. Depois de um dia inteiro de trabalho, as pessoas chegam a casa e não conseguem tomar banho, cozinhar, utilizar a casa de banho, lavar as mãos ou assegurar as condições mínimas de higiene. Isto afeta famílias, crianças, idosos e toda a população. O mais revoltante é que esta situação não é um caso isolado. Tem vindo a repetir-se frequentemente ao longo dos últimos meses, enquanto os consumidores continuam a pagar a fatura da água e esperam, legitimamente, um serviço com um mínimo de qualidade, continuidade e respeito pelos utilizadores. É igualmente inadmissível a ausência de comunicação. Quando existem interrupções, os consumidores têm o direito de ser informados de forma atempada e transparente. Não é aceitável deixar milhares de pessoas sem água durante horas, sem qualquer esclarecimento. Espero que esta situação seja investigada e que a entidade responsável apresente explicações, assuma as suas responsabilidades e implemente medidas para que estes cortes frequentes deixem de acontecer. Os residentes da Costa da Caparica merecem um serviço público digno, fiável e compatível com aquilo que pagam todos os meses
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