Reclamações públicas
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Reclamações sem resposta
A presente reclamação é constituída por quatro pontos: 1) A 18 de agosto de 2026 adquiri, no hipermercado Continente da minha zona, duas unidades do artigo "choco limpo com molho bulhão pato", artigo este com "aproximação de data de expiração". O valor de aquisição: 6,58€. Pois bem, no dia 19 de agosto, e para o jantar, confecionei esse produto, que efetivamente se mostrou impróprio para consumo, como expliquei na primeira reclamação que fiz à entidade Continente, onde foram anexadas fotos da etiqueta do artigo. A reclamação teve o nº de registo ROR00000000045700361 (19 agosto, onde pedi o reembolso de uma compra efetuada por motivo de bem impróprio para consumo) O Continente respondeu a 8 de setembro com a seguinte mensagem: A reclamação foi devidamente tratada. Esta resposta não incluía nenhum detalhe no que concerne ao que foi efetivamente feito nem recebi qualquer indemnização. 2) A 12 de setembro, efetuei nova reclamação (ROR00000000045726140) a exigir uma resposta em condições. Uma resposta a informar que a reclamação foi tratada não é uma resposta. Não recebi qualquer reembolso, por isso a reclamação não foi tratada. 3) A 6 de outubro recebo resposta à reclamação ROR00000000045726140 onde dizem novamente que a reclamação foi devidamente tratada. Mas não foi: continuo sem ser ressarcido do valor da compra. Efetuei nova reclamação (ROR00000000045753911), a dia 8 de outubro, com o mesmo teor das outras reclamações: Quero uma resposta com a ação tomada. 4) A 28 de outubro recebo a mesma resposta de sempre: Estimado Luis Matos, Acusamos a receção da reclamação eletrónica apresentada com nº ROR00000000045753911, que mereceu a nossa melhor atenção. Em resposta à reclamação apresentada nada temos a alterar e informamos que a mesma foi devidamente tratada nos termos do Decreto-Lei n.º 156/2005, de 15 de setembro, alterado pelo Decreto-Lei n.º 74/2017, de 21 de junho. Subscrevemo-nos com elevada estima e consideração, apresentando os nossos respeitosos cumprimentos. Cecília Silva Apoio ao Cliente Continente Portanto, o Continente não quer fazer o reembolso e mais do que isso não o comunica explicitamente, apenas defende que a reclamação foi tratada. É uma falta de respeito e uma arrogância completa perante um consumidor que explanou devidamente o motivo da sua reclamação e que se viu prejudicado no valor de 6,58€. Exijo a devolução deste valor e não mais uma resposta que diga que o assunto foi tratado: NÃO FOI!
trabalho incompetente
Exmos. Senhores, non ho mai avuto una assistenza (tutta pagata) tanto incompetente per la parte meccanica nella mercedes di portimao i miei problemi non sono stati risolti. saluti Antonio De Blasi Cumprimentos.
Ocidental recusa anular seguro multirriscos após liquidação do crédito e obriga a pagar seguro dupli
Tinha um seguro multirriscos habitação na Ocidental (Ageas Portugal), contratado em 2021 através do ActivoBank, banco do mesmo grupo, como condição do meu crédito à habitação, com cláusula a favor do credor hipotecário. O seguro tem prémio anual e renova a 13 de janeiro. A 9 de outubro de 2026 transferi o crédito para outro banco. O empréstimo no ActivoBank foi integralmente liquidado nessa data e a hipoteca cancelada. O novo banco exigiu, como condição do novo crédito, um seguro multirriscos sobre o mesmo imóvel, em vigor desde 9 de outubro. A 6 de outubro pedi à Ocidental a anulação da apólice com efeitos à data da liquidação do crédito e a devolução do prémio correspondente ao período não decorrido. Reiterei o pedido a 13 de outubro, com o comprovativo da liquidação. A 15 de outubro a Ocidental respondeu que a anulação só produz efeitos a 13 de janeiro de 2027, data da renovação, sem devolução de prémio. Reclamei no Livro de Reclamações Eletrónico a 16 de outubro. A 28 de outubro a Ocidental manteve a posição, alegando que a liquidação do crédito não constitui justa causa para a resolução do contrato nos termos do artigo 116.º da Lei do Contrato de Seguro, e que apenas a venda do imóvel o seria. O resultado é que, entre 9 de outubro de 2026 e 13 de janeiro de 2027, pago dois seguros multirriscos sobre a mesma casa, sem qualquer cobertura adicional. O seguro da Ocidental só existiu porque o banco do mesmo grupo o exigiu para o crédito. Esse crédito deixou de existir, a cláusula a favor do banco ficou sem objeto, e a seguradora recusa-se a libertar-me de um contrato que não escolhi, ficando com o prémio de um período em que já não precisa de me cobrir. Pode ser legalmente defensável. Não é correto nem equilibrado, e penaliza precisamente quem exerce o direito de transferir o crédito à habitação. O caso está também submetido ao Provedor do Cliente do Grupo Ageas. O que peço: A anulação da apólice com efeitos a 9 de outubro de 2026, data da liquidação do crédito e do cancelamento da hipoteca. A devolução do prémio correspondente ao período de 9 de outubro de 2026 a 13 de janeiro de 2027, calculado proporcionalmente.
Caução de €1.500 não devolvida após devolução da viatura sem danos
Exmos. Senhores, Contrato de aluguer n.º 68761 (Processo n.º 9005722), viatura BR-94-RA, levantamento no Aeroporto da Madeira a 12/10/2026. No levantamento foi-me DEBITADO (e não apenas cativado) no cartão o montante de €1.500,00 a título de caução. Devolvi a viatura a 17/10/2026, antes da hora acordada. O relatório de devolução, assinado pelo funcionário da empresa, assinala apenas danos pré-existentes, sem danos novos, e tem a nota "Car ok". Nos termos das cláusulas 6.A e 10.B.3 do contrato, a caução deve ser restituída na totalidade. A caução não foi restituída. A 20/10/2026 pedi por escrito a data de emissão do reembolso e a respetiva referência da transação (ARN). Recebi apenas uma resposta genérica, sem data nem referência. Reiterei o pedido a 20/10, 21/10 e 22/10/2026 (tickets 50550, 50551 e 50620) e não obtive qualquer resposta. A 23/10/2026 apresentei reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico (n.º ROR00000000045772318), também ainda sem resposta. Como a caução foi debitada, a sua restituição é uma transação que a empresa tem de emitir ativamente. Um reembolso já emitido tem necessariamente uma referência, que poderia ser facultada de imediato. Verifico ainda que existem nesta plataforma e no Portal da Queixa várias reclamações recentes de outros clientes com o mesmo problema (caução de €1.500 não devolvida), o que reforça a minha preocupação. Pretendo: 1. A restituição imediata dos €1.500,00; 2. A comunicação escrita da data de emissão do reembolso e da referência da transação (ARN). Caso a caução não seja restituída até 05/11/2026, data-limite contratual, irei avançar com a contestação do movimento junto do meu banco. Com os melhores cumprimentos.
CRÉDITO DESCONTADO INDEVIDAMENTE
ONTEM DEI MAIS UMA OPORTUNIDADE À VOSSA EMPRESA E TENTEI ADQUIRIR UM LIVRO, ENCOMENDA QUE NÃO CHEGUEI A PAGAR POR MBWAY. COMO FACILMENTE CONSTATAM, É UMA SITUAÇÃO QUE ACONTECE INUMERAS VEZES PORQUE DEPOIS DE SELECCIONAR A UTILIZAÇÃO DE VALOR EM CRÉDITO, O VOSSO SISTEMA INFORMÁTICO, INVARIAVELMENTE, NUNCA O REFLETE NO VALOR FINAL A PAGAR, OBRIGANDO O CLIENTE A CANCELAR E FAZER VARIAS TENTATIVAS. SIMULTANEA E ABUSIVAMENTE, DESCONTAM AUTOMATICAMENTE O CRÉDITO. PELO QUE, NÃO DUVIDO QUE NÃO SE TRATA DE QUALQUER BUG INFORMATICO, MAS DE ESTRATÉGIA QUE INDUZ EM ERRO, PREJUDICANDO O CLIENTE. TERMOS EM QUE AGURDO QUE REPONHAM O SALDO DO CARTÃO.
eDreams Prime - benefício anunciado não prestado e reembolso recusado
Caso eDreams: CASE-2026-22622371 Aderi ao eDreams Prime a 06/04/2025 (reserva 22168850233) e paguei 89,99 € a 27/04/2025 e 89,99 € a 21/04/2026, num total de 179,98 €. O principal benefício anunciado, preços mais baixos para membros Prime, nunca funcionou. Em maio de 2025, ao tentar comprar um voo Lisboa-Veneza, o site indicava "Pouparás 105,97 € com o Prime nesta viagem" e, no passo final, declarava o voo indisponível. O mesmo voo podia ser comprado numa conta sem Prime. Reclamei por escrito a 20/05/2025, com capturas de ecrã, e nunca obtive resposta. A 28/10/2026 apresentei reclamação formal por e-mail e pelo formulário oficial, com provas. A eDreams cancelou a renovação automática, mas recusou duas vezes (28/10 e 29/10/2026) qualquer reembolso, invocando apenas os termos e condições, sem analisar as provas. Considero tratar-se de prática comercial enganosa (DL 57/2008) e violação do dever de informação (Lei 24/96). Lembro que a autoridade da concorrência italiana multou a eDreams em 2026 por deturpar o valor real dos descontos Prime. Peço: 1. Reembolso de 179,98 € no meio de pagamento original; 2. Em alternativa, no mínimo, o reembolso dos 89,99 € da renovação de 2026, cuja anuidade está por usufruir; 3. Recuso vouchers ou créditos.
Ameaças físicas e verbais feita pelo motorista do 1708
De dia 29 para dia 30 há 00:18 o condutor do autocarro 1708, bati à porta do autocarro para que o motorista me pudesse deixar entrar, mas não me deixou entrar pois já tinha arrancado com o autocarro. Fui de metro até alfornelos e apanhei esse mesmo autocarro, com o mesmo condutor. Ao entrar no autocarro questionei o motorista, do porquê de não me ter deixado entrar, ao que ele responde que “são regras”. Ao qual eu respondo “regras o c@r@lh0”. Depois de ouvir esta frase o motorista veio para cima de mim com a clara intenção de me agredir, que só não aconteceu, porque um homem se colocou à frente. Após ofender me de “filho da put@”, “palhaço”, “cabr@0” entre tantas outras ofensas que se dirigiram a mim, abriu as portas e saiu do autocarro e desafiou me a sair do autocarro para ir lutar com ele, eu respondi a dizer que não ia sair do autocarro. Após este espetáculo todo entrou novamente no autocarro a proferir várias ofensas e ameaças para comigo. Reconheço que não tive a melhor atitude, mas acho que o sr. motorista do 1708 tem que ser demitido ou sancionado depois desta situação bastante grave e punível judicialmente.
O produto não faz o que é pretendido
Exmos senhores Recebi uma encomenda da Temu com uma embalagem de 6 caixas de degustação de café em capsulas. As capsulas rebentam e em vez de café, sai água e borras. Reclamei e pedi reembolso dos 27,77€ que paguei. Até agora, não resolveram nada. Por esse motivo, vos peço ajuda Obrigada
Apoio ao cliente
Equipamento: ar condicionado Samsung AR18TXFCAWKNEU, unidade interior, 5,0 kW, n.º de série 0GX1PDCR300989A, fabrico 2021. NOTA PRÉVIA Não contesto que o equipamento se encontre fora do prazo legal de garantia, nem reclamo reparação gratuita a esse título. O que reclamo é o percurso que a Samsung me impôs até à resolução da anomalia, o encaminhamento que a própria marca determinou, os custos que daí resultaram — e a fundamentação com que o processo foi encerrado, que não corresponde aos factos apurados. CRONOLOGIA 10/08/2026 — A unidade interior começa a pingar água. Contacto telefónico com a Samsung. É-me enviado SMS com um link onde insiro o meu código postal, que me devolve a única empresa recomendada pela marca para a minha área. Não foi uma empresa por mim escolhida: foi a que a Samsung me indicou. 13/08/2026 — Primeira deslocação dessa empresa (CleanBreeze). Pago 356,70€. A anomalia não é resolvida: dez minutos após a saída dos técnicos, o equipamento volta a pingar. 14/08/2026 — Segunda deslocação da mesma empresa, sem custo adicional. Permanecem várias horas e desmontam integralmente a unidade interior. 17/08/2026 — É emitido relatório técnico, que remeto à Samsung no mesmo dia. Nele se conclui que a drenagem estava funcional e desobstruída, que a condensação produzida na bateria não era encaminhada para o sistema de recolha, acumulando-se e caindo na zona do ventilador, e que poderia existir não conformidade associada à conceção ou ao estado da unidade interior. É-me garantido pela Samsung que serei contactada por um centro técnico especializado em 24 a 48 horas. 20/08/2026 — Decorridas mais de 72 horas sem contacto, volto a ligar. É-me dito que o assunto já não dependia da Samsung e que teria de ser eu a contactar o centro técnico, cujo nome me é facultado nessa chamada. 20/08 a 15/09/2026 — Contacto o centro técnico (Lidernor) por telefone e por email. Não obtenho qualquer resposta durante mais de duas semanas. A deslocação só vem a ocorrer após reclamação insistente da minha parte. Permaneci mais de um mês sem ar condicionado, em pleno verão. 15/09/2026 — Primeira intervenção do centro técnico oficial. Pago 110,00€. O técnico regista condensação excessiva ao fim de pouco tempo e pressões de gás aceitáveis. Não identifica a causa e informa que consultará a marca. 24/09/2026 — Segunda intervenção, agendada pelo centro técnico após receber resposta da Samsung, e expressamente apresentada como execução de testes solicitados pela marca. Permanecem o dia inteiro. Procede-se à recolha do fluido, vácuo ao sistema, nova carga de R-32 a peso conforme as características da máquina, e testes em cinco etapas. A anomalia fica resolvida. Os registos são inequívocos quanto à causa: antes da intervenção, pressão em funcionamento de 7,0 bar e temperatura de evaporação de 15,4 ºC; após a recarga, pressão entre 8,5 e 9,2 bar e temperatura de evaporação a descer progressivamente até 11,1 ºC. O equipamento encontrava-se com carga de fluido insuficiente. 09/10/2026 — Recebo comunicação da Samsung informando que, após análise, não foram evidenciados defeitos no equipamento, e que este estaria sujeito a condições extremas, podendo classificar-se como subdimensionado face à carga térmica, o que o colocaria fora das condições de garantia. O processo é encerrado. 15/10/2026 — Seis dias após essa recusa, e três semanas após os trabalhos, recebo por email a fatura n.º 205, de 330,87€, referente à carga de fluido e mão de obra da intervenção de 24/09. Em momento algum, antes ou durante os trabalhos, me foi comunicado orçamento, preço ou estimativa. Contestei formalmente essa fatura junto do prestador. QUANTO À FUNDAMENTAÇÃO DO ENCERRAMENTO A fundamentação apresentada a 09/10 não se sustenta, por quatro razões: Afirma-se que não foram evidenciados defeitos. Contudo, os testes especificados pela própria Samsung identificaram uma anomalia concreta e mensurável — carga de fluido insuficiente — e a sua correção resolveu o problema. Não é possível sustentar simultaneamente que nada foi evidenciado e que algo foi corrigido. A tese do subdimensionamento não resiste ao desfecho. Um equipamento subdimensionado face à carga térmica arrefece de forma insuficiente e trabalha continuamente; não deixa de verter água por lhe ter sido acertada a carga de refrigerante. Tendo a anomalia cessado após recolha, vácuo e nova carga a peso, a causa era a carga de fluido e não o dimensionamento. A conclusão sobre carga térmica não assenta em qualquer apuramento. Em nenhum momento me foram solicitadas as dimensões da divisão, o pé-direito, a orientação solar ou a área envidraçada, nem qualquer técnico procedeu a tais medições. É uma afirmação sem suporte técnico conhecido. A tese surge apenas no final. Entre 10/08 e 24/09 o dimensionamento nunca foi mencionado por ninguém. É invocado pela primeira vez a 09/10, duas semanas depois de o problema estar resolvido. O QUE RECLAMO O encaminhamento foi determinado pela Samsung. Não escolhi a primeira empresa: a marca indicou-ma, através de ferramenta própria, como única opção para a minha área. Essa empresa cobrou-me 356,70€, desmontou integralmente a unidade e produziu um diagnóstico errado, orientando todo o processo numa direção equivocada durante mais de um mês. O compromisso de contacto em 24 a 48 horas não foi cumprido, e o ónus foi transferido para mim. Foi-me dito que o assunto já não dependia da Samsung, quando se tratava de processo aberto pela marca, com centro técnico indicado pela marca. O centro técnico oficial ignorou-me durante mais de duas semanas, sem resposta a telefone ou email, deslocando-se apenas após reclamação repetida. A solução veio da própria Samsung, e podia ter vindo muito antes. Os testes que resolveram a anomalia foram especificados pela marca. A Samsung sabia o que era necessário verificar. Que esse conhecimento só tenha chegado ao técnico a 24 de setembro, depois de eu ter suportado 466,70€ em diagnósticos infrutíferos, é uma falha de processo que não me é imputável. O processo foi encerrado sem assumir o que dele resultou, e com fundamento que contraria os factos apurados. A marca dirigiu tecnicamente a intervenção que resolveu a anomalia e, concluída esta, encerrou o processo invocando um subdimensionamento que nunca apurou, deixando-me com a fatura correspondente. PEDIDOS Que a Samsung indique, por escrito, em que cálculo de carga térmica assenta a conclusão de subdimensionamento comunicada a 09/10/2026: que dados da divisão foram utilizados, por quem e em que data foram recolhidos. Que esclareça como se concilia a afirmação de que não foram evidenciados defeitos com o facto de os testes por si especificados terem identificado carga de fluido insuficiente, cuja correção resolveu a anomalia. Que assuma, a título comercial, o valor de 330,87€ da intervenção de 24/09/2026, executada ao abrigo de testes por si especificados, no âmbito de processo por si aberto, e sem que me tenha sido apresentado qualquer orçamento prévio. Que comparticipe os 356,70€ pagos à empresa indicada pela própria Samsung através do seu sistema de recomendação, cujo diagnóstico se revelou incorreto e que não resolveu a anomalia. Que me informe da quantidade de R-32 recolhida face à carga nominal do equipamento e de se foi realizado teste de fugas a 24/09. Não tendo sido identificada e corrigida uma eventual fuga, a anomalia voltará a manifestar-se, e preciso de saber com que garantia conto. Anexo o relatório de 17/08/2026, o relatório das intervenções de 15 e 24/09 com os valores de pressão e temperatura, a comunicação da Samsung de 09/10/2026 e as faturas.
Burla intencional e destruir o direito à vida
As senhoras da Segurança Social na sua prepotência assassina agora têm o poder de escolher quem pode viver ou não. Mas DEUS... Eu tenho um Certificado Multiusos com 60% de deficiência. Todas as pessoas que o têm, têm direito à Prestação Social para Inclusão e outros benefícios da Segurança Social. Eu não. Como reclamei pelos meus direitos atribuídos por lei, a Segurança Social considera uma afronta e ando há 7 meses a enviar papelada que já lá têm 1000 vezes e por vingança não resolvem nada. Absolutamente nada. É que dão-se ao luxo de não cumprir a lei, fazem o que querem, destroem a vida a famílias porque lhes apetece e pensam que escapam impunes??? Esterco será sempre esterco. Isto só iluminados entendem. Pensam que por a vida seguir normal, e até ganharam uns cobres a roubar-me 2500€ inventados e sem qualquer hipótese de contestação que escaparam. Nem que ganhem o Euromilhões. O futuro destes CRIMINOSOS está feito. CRIMINOSAS, CRIMINOSAS, CRIMINOSAS. Mas isto só iluminados percebem. Roubaram-me 2500€ sem dar qualquer hipótese de defesa e ainda por cima negam-me o que tenho direito por lei. Mas o tempo de DEUS vem sempre, sempre. Só iluminados sabem isso. O esterco não chega lá. Vão todas as envolvidas pagar pelo mal feito. Todas sem excepção. Pede-se ajuda a todos os departamentos, até ministros mas é tudo farinha do mesmo saco. Ainda por cima põe multas por reclamar pelo que tenho direito por lei. Mas o tempo de DEUS vem inevitavelmente sempre, sempre. Isto só é compreensível por iluminados. Esterco será sempre esterco. Mas DEUS NUNCA ESQUECE NEM NUNCA PERDOA!!! DEUS NUNCA ESQUECE NEM NUNCA PERDOA!!! DEUS NUNCA ESQUECE NEM NUNCA PERDOA!!! ISTO É SÓ PARA ILUMINADOS, AGORA É SÓ ESPERAR... No novo normal a Segurança Social participa ativamente na destruição de vidas. Levam anos a responder a situações que estão na lei e deviam ser imediatas, inventam dívidas que não existem e fazem-no de maneira que não exista qualquer hipótese de contestação e com conluio dos tribunais, tudo cozinhado para destruir vidas. Pensam que DEUS anda a dormir mas todas as implicadas não têm qualquer hipótese de escapar, absolutamente nenhuma, nem que ganhem o Euromilhões. Pensam que por não acontecer nada, a vida continuar absolutamente normal e até ganham uns prémios pelo dinheiro que roubaram que escaparam. Mas esquecem que há sempre o tempo de DEUS. Um conjunto de discípulas de SATANÁS que fazem o que querem não têm qualquer hipótese independentemente de acreditarem no CRIADOR ou não. DEUS escolhe só os melhores e discípulas de SATANÁS não fazem parte. DEUS NUNCA ESQUECE NEM NUNCA PERDOA!!! DEUS NUNCA ESQUECE NEM NUNCA PERDOA!!! DEUS NUNCA ESQUECE NEM NUNCA PERDOA!!!
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