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Abuso de Confiança e de Autoridade
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à situação ocorrida na vossa loja, relacionada com as faturas FAC 3671012026/0000202, DEV 3671012026/0000010 e FAC 3670652026/0008910. No decorrer da minha visita à loja, selecionei uma planta que se encontrava etiquetada com o valor de 12€. Posteriormente, fui abordada por funcionários e elementos da segurança que alegaram, de forma totalmente infundada e especulativa, que a etiqueta teria sido trocada por mim ou pelo meu marido. A situação tornou-se extremamente desagradável quando o meu marido foi retido enquanto se dirigia à casa de banho, sem qualquer fundamento legítimo, e eu própria fui chamada e confrontada com acusações graves, sem que tivesse sido apresentada qualquer prova concreta de qualquer comportamento ilícito da nossa parte. Foi ainda alegado que: a planta teria o valor de 42€; posteriormente referiram que, na qualidade de cliente IKEA Family, o valor seria 32€; e que não existiria qualquer planta à venda pelo valor de 12€. Mais grave ainda, um funcionário da área e elementos da segurança chegaram ao ponto de insinuar que teríamos trazido uma etiqueta de casa ou de uma planta anteriormente adquirida para a colocar naquele artigo, acusação essa absurda, ofensiva e completamente desprovida de qualquer fundamento. Face à postura agressiva e acusatória adotada pelos vossos colaboradores, manifestei imediatamente a minha indignação e solicitei a devolução do valor pago, por já não pretender adquirir qualquer artigo naquele contexto humilhante. Informei inclusivamente que poderiam chamar a polícia, por estar absolutamente tranquila quanto à veracidade das minhas declarações e da minha conduta enquanto consumidora. A devolução acabou por ser efetuada, reconhecendo-se implicitamente o meu direito enquanto consumidora relativamente ao artigo exposto com o preço fixado. Contudo, mesmo após essa devolução, o comportamento ofensivo persistiu, tendo o segurança afirmado que “só não chamava a polícia porque seria um processo moroso”, mantendo assim uma atitude intimidatória, desrespeitosa e atentatória da minha dignidade enquanto cliente. Sou cliente do IKEA desde a abertura da loja de Alfragide e, ao longo dos anos, mobiliei integralmente dois apartamentos com produtos IKEA. Sempre tive confiança na marca e nos seus serviços, motivo pelo qual esta situação me deixou profundamente desiludida e revoltada. Considero absolutamente inaceitável: ter sido alvo de acusações sem qualquer prova; ter sido tratada com suspeição e falta de respeito; ter existido abuso de confiança e uma abordagem intimidatória por parte da segurança e colaboradores; e ter sido colocada numa situação pública de constrangimento e humilhação. Solicito, assim: Uma resposta formal relativamente aos factos ocorridos; A averiguação interna da atuação dos colaboradores e da equipa de segurança envolvidos; Um pedido formal de desculpas pelo tratamento de que fui alvo; Garantias de que situações desta natureza não voltarão a ocorrer com outros clientes. Caso contrário, reservo-me ao direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes de defesa do consumidor. Com os melhores cumprimentos, Joana de Sousa
Portas de roupeiro com defeito - 4ª vez
Na sequencia do meu processo de reclamação relativo ao roupeiro adquirido no IKEA, venho por este meio mostrar o meu total desagrado com a forma como a situação continua a ser tratada. Hoje voltei a contactar o apoio ao cliente (pela décima vez) , fui atendida por um colaborador de nome Tiago, que, infelizmente, não apresentou qualquer solução cordial, dizendo apenas que tenho que aguardar, ou solicitar a devolução do roupeiro e do dinheiro. Limitou-se também a informar-me de que caso opte por substituir as portas por uma gama superior, terei de suportar o pagamento da diferença do valor. Considero esta resposta inaceitável, tendo em conta todo o histórico da situação e os sucessivos problemas apresentados pelo produto, bem como as várias tentativas de anterior resolução já efetuadas. Em momento algum foi apresentada a solução adequada. Reforço que não se trata de uma mera escolha de upgrade de gama, mas sim de um problema recorrente que tem exigido sucessivas intervenções sem resolução definitiva. Face ao exposto, solicito o valor dos dias que perdi de trabalho (visto serem dias escolhidos pelo Ikea), e solicito novamente uma análise séria do caso e uma solução definitiva.
logistica
Na logística da IKEA existe um ambiente de favoritismo e falta de transparência. Há situações em que determinadas pessoas parecem receber oportunidades e reconhecimento não pelos seus resultados ou competências, mas pelas relações pessoais que têm dentro da empresa. Por exemplo, o André promove e destaca a mulher dele, que anteriormente não demonstrava competências fora do normal, mas de repente passou a ser vista como uma das melhores colaboradoras, criando-se funções e oportunidades para ela se destacar. A IKEA devia valorizar mais o mérito, a competência e a igualdade de oportunidades entre todos os trabalhadores. Na logística de Alfragide também existem situações que levantam dúvidas. O Bruno D tem a mulher a trabalhar na mesma loja e recebe mercadoria da logística. Fica a questão: quem garante que existe controlo e verificação adequada para evitar favorecimentos ou aproveitamentos? Além disso, em BAC existe um grupo de pessoas muito próximas entre si que se protegem mutuamente, escondem problemas e facilitam determinadas situações. Há casos de familiares e relações pessoais dentro da estrutura: a Sandra tem o marido lá, o Rui tem a namorada na segurança, e a Cláudia colocou uma amiga como Team Leader de People and Culture. Existem também muitas queixas de favoritismo e de maus Team Leaders, que tratam mal os colaboradores de quem não gostam, criando um ambiente de trabalho tóxico, injusto e sem igualdade de tratamento. Estas situações vão contra os valores de igualdade, respeito e profissionalismo que a IKEA diz defender e podem mesmo representar uma violação do código de conduta da empresa, principalmente no que diz respeito a conflitos de interesse, favoritismo e tratamento desigual entre colaboradores. Tudo isto cria um sentimento de injustiça entre os trabalhadores e transmite a ideia de que as relações pessoais acabam por pesar mais do que o profissionalismo, a competência e os valores que a empresa deveria defender.
Matosinhos caixa
Trabalhar nas caixas da IKEA Matosinhos hoje em dia está a tornar-se impossível. A pressão é constante, as chefias exigem cada vez mais e quem está na linha da frente é que sofre todos os dias. Passamos horas seguidas de pé, muitas vezes sem condições adequadas. Usamos botas de proteção pesadas, walkie-talkies, auriculares, tira-alarmes e mais equipamentos que só aumentam o peso no corpo e acabam por provocar dores, má postura e desgaste físico. No fim do dia, as costas, pernas e ombros ficam destruídos. Além disso, querem que uma pessoa faça tudo ao mesmo tempo: atender clientes, controlar várias caixas self-service, resolver problemas, ouvir reclamações e ainda manter rapidez e simpatia. A pressão é enorme e o desgaste mental é constante. Enquanto isso, muitas chefias ficam sentadas, longe da realidade de quem trabalha nas caixas, mas adoram apontar erros e criticar colaboradores. Falta compreensão, falta respeito e sobra autoritarismo. E sinceramente, os frontliners já nem fazem sentido. Já existem team leaders. Então que sejam os team leaders a ajudar nas caixas e a trabalhar realmente no terreno para merecer o salário que recebem, em vez de apenas mandarem e escolherem favoritos. Porque é isso que acontece muitas vezes: há sempre os mesmos protegidos que ficam com os melhores trabalhos, enquanto outros levam com a maior carga, pressão e stress. Isto cria injustiça, mau ambiente e desmotivação para quem realmente trabalha e dá tudo todos os dias. Quem manda devia passar uma semana inteira nas caixas para perceber o que os colaboradores enfrentam diariamente. Talvez aí existisse mais respeito por quem mantém a loja a funcionar. A IKEA parece ver apenas aquilo que lhe dá jeito: números, rapidez e resultados. Mas fecha os olhos ao desgaste físico e psicológico dos colaboradores que estão diariamente no atendimento e na linha da frente. Os colaboradores não são máquinas. Merecem respeito, apoio, melhores condições e menos pressão. Porque sem os colaboradores da linha da frente, nada funciona.
ikea mau
A empresa IKEA apresenta-se como uma grande empresa moderna, preocupada com as pessoas e com o bem-estar dos colaboradores. Fala constantemente de comunicação aberta, respeito, inclusão e de um ambiente de trabalho saudável. No entanto, para muitos colaboradores, a realidade é muito diferente da imagem que a empresa tenta mostrar. Sempre que surgem problemas ou denúncias, a empresa procura negar os factos. Em vez de ouvir quem sofre, cria discursos preparados e usa chefias para defender que “está tudo bem” e que a empresa é um exemplo a seguir. Existe uma preocupação constante em proteger a imagem da empresa, mesmo quando há situações graves a acontecer internamente. Muitos colaboradores sentem que não vale a pena apresentar queixas, porque quando tentam falar com direções ou chefias, estas acabam por se encobrir umas às outras. As denúncias são frequentemente desvalorizadas e a resposta mais comum é dizer que “isso nunca aconteceu” ou que “é mentira”. Cria-se uma cultura de proteção interna onde as chefias defendem sempre a empresa e entre si. Ao longo do tempo, vários colaboradores apresentaram queixas de discriminação racial por parte de chefias, relatos de maus-tratos, ameaças e comportamentos abusivos. Também existem denúncias de uma direção hostil e intimidatória, que continua a atuar dentro da empresa como se nada tivesse acontecido. Apesar da gravidade destas situações, muitas destas pessoas mantêm os seus cargos sem qualquer consequência visível. Houve ainda casos de assédio praticado por chefias que foram comunicados à diretora de People and culture e a S.O.. No entanto, segundo os relatos dos colaboradores, essas denúncias foram ignoradas ou tratadas de forma superficial, sem verdadeira investigação ou proteção para quem denunciou. Existem também situações que levantam sérias dúvidas sobre imparcialidade e justiça dentro da empresa. Há relatos e provas de colaboradores que foram pressionados a aceitar baixar a sua categoria profissional. Existem mensagens entre chefias e a responsável de people and culture relacionadas com favorecimentos pessoais, incluindo tentativas de promover determinadas colaboradoras por amizade e proximidade pessoal, em vez de mérito profissional. Além disso, são apontados conflitos de interesses dentro da própria estrutura da empresa, com casos de marido e mulher a trabalhar na mesma loja em posições de influência, bem como relações pessoais entre chefias e colaboradores, o que coloca em causa a igualdade de tratamento, a imparcialidade nas decisões e a confiança no ambiente de trabalho. O mais preocupante é que este tipo de ambiente cria medo, silêncio e sofrimento entre os colaboradores. Muitas pessoas acabam por sentir que não podem falar sem correr o risco de represálias, isolamento ou perda de oportunidades dentro da empresa. Quando uma empresa escolhe proteger a sua imagem em vez de proteger os seus colaboradores, contribui para normalizar comportamentos abusivos, injustiças e favoritismos. A gravidade destas situações não deve ser minimizada. Discriminação, assédio, intimidação, abuso de poder e favorecimento pessoal no local de trabalho têm consequências sérias na saúde mental, emocional e até física das pessoas. Nenhuma empresa, por maior ou mais conhecida que seja, deve estar acima da responsabilidade de ouvir, investigar e agir perante denúncias tão graves. Ignorar estes problemas não os faz desaparecer — apenas permite que continuem a acontecer. Claudio Valente não é people
Devolução não aceite
Exmos. Srs., Venho por este meio formalizar uma reclamação relativa a um tapete Modelo, GATUSEKTION, adquirido no dia 14 de Fevereiro na loja IKEA de Alfragide. Após 2 dias de utilização, o artigo começou a desfiar-se no remate, o que evidencia um defeito de fabrico/baixa qualidade do acabamento, tornando-o impróprio para o fim a que se destina. Desloquei-me no dia 19 de Fevereiro ao serviço de apoio ao cliente com o referido tapete e respetiva fatura, não tendo sido aceite a reclamação, por faltar a etiqueta. Não entendendo que a falta da etiqueta pudesse invalidar a reclamação, e por a vossa empresa garantir o direito de substituição aos membros do Clube Family no espaço de um ano, e porque no vosso site não estar salientada qualquer tipo de exclusão a esta garantia, entendi apresentar reclamação no vosso Livro de Reclamações, (Reclamação N 12610 de 19 Fevereiro de 2026). Após isto ainda tentei saber do andamento da reclamação, primeiro através do vosso Chat e mais recentemente 30 Abril pela vossa linha telefónica. A resposta foi sempre a mesma que o processo ainda estaria para ser analisado, não se comprometendo nunca com um prazo de resposta, até ao momento não consegui obter qualquer resposta ou solução para este problema. De acordo com o Decreto-Lei n.º 84/2021, que regula os direitos do consumidor na compra e venda de bens, solicito a reposição da conformidade do bem através do reembolso total do valor pago]. Aguardo uma resposta célere no prazo legal estabelecido, sob pena de ver a situação encaminhada para as entidades reguladoras competentes. Com os melhores cumprimentos,
Litígio com IKEA – falhas sucessivas em projeto de cozinha e prejuízos associados
Exmos. Senhores, Venho solicitar o vosso apoio relativamente a um litígio com o IKEA, no âmbito da aquisição e instalação de um projeto de cozinha (processo n.º 9435413). Ao longo de todo o processo verificaram-se diversas falhas, nomeadamente: - erros de planeamento inicial; - omissão de artigos essenciais no momento da venda (tampos de bancada, gavetas preparadas para receber lava loiça, etc.); - fornecimento de peças desnecessárias e, em simultâneo, falta de componentes fundamentais; - necessidade de múltiplas intervenções e contactos para tentativa de regularização; - atrasos sucessivos na montagem e conclusão da cozinha, além de peças descontinuadas; - cozinha vendida como "completa" mas com artigos em falta, cujos custos tive que suportar. Foram apresentadas reclamações tanto no Livro de Reclamações eletrónico como presencialmente. No entanto, a resposta obtida por parte do IKEA revelou-se incompleta, não refletindo o histórico total da situação, e após envio de comunicação adicional (follow-up), não foi prestada qualquer resposta. Importa ainda salientar que a conclusão da cozinha só foi possível porque tomei a iniciativa de encontrar soluções alternativas, não tendo a situação sido resolvida de forma eficaz pelo IKEA em tempo útil. Face aos sucessivos atrasos e falhas no fornecimento, e à necessidade de concluir a instalação com urgência, fui obrigada a assumir diretamente a gestão e os custos associados à resolução do problema, de forma a evitar prejuízos ainda maiores. Neste contexto: - realizei múltiplas deslocações à loja de Loures, sendo residente no Pinhal Novo; - suportei custos de combustível e portagens; - tive constrangimentos com a equipa de montagem externa, contratada e paga, cuja intervenção ficou condicionada pelas falhas no fornecimento; - a cozinha permaneceu inutilizável durante um período prolongado. Estas circunstâncias não resultaram de uma opção voluntária, mas sim da necessidade de mitigar uma situação criada por falhas sucessivas no processo de venda, fornecimento e acompanhamento. Apesar das várias diligências efetuadas, a situação não foi devidamente resolvida de forma integral e estruturada, tendo os prejuízos sido suportados por mim. Assim, venho solicitar o vosso apoio na análise e mediação deste caso, com vista à obtenção de uma solução justa, incluindo a apreciação e eventual compensação/restituição dos prejuízos suportados. Com os melhores cumprimentos, Irina Monteiro
Ikea contra sindicatos
Escrevo de forma direta porque a situação em Portugal já não pode ser ignorada. Existem vários relatos de colaboradores que apontam para obstáculos à organização sindical dentro da IKEA, com a perceção de que, na prática, não existe liberdade real para os trabalhadores se organizarem como a lei prevê. Este ponto é particularmente grave e está longe dos valores que a empresa diz defender. Para além disso, continuam a surgir queixas sobre práticas de gestão inadequadas por parte de algumas chefias, criando um ambiente de pressão, desmotivação e falta de confiança. A realidade é simples: estas denúncias não vão desaparecer por si. Vão continuar enquanto não houver mudanças concretas. E essas mudanças passam por: • Garantir que os sindicatos podem atuar livremente, sem qualquer tipo de bloqueio ou condicionamento; • Rever seriamente estruturas de liderança que estão na origem de muitas destas queixas; • Saírem da Ikea direções e algumas más chefias , • Criar um ambiente onde os colaboradores possam falar sem medo de consequências. Enquanto estas condições não forem asseguradas — especialmente no que toca à liberdade sindical — as denúncias vão continuar. " Acesso Sindical: Há denúncias de que os sindicatos têm acesso limitado ou restrito às lojas IKEA. Representação: Foi mencionada a existência de apenas uma delegada sindical para todas as lojas em Portugal, com relatos de que esta representação não atua efetivamente em defesa dos colaboradores. Vigilância: Relatos indicam pressões ou vigilância sobre trabalhadores que demonstram interesse ou apoio a atividades sindicais. Posição da IKEA: A empresa afirma, por um lado, ser a favor dos sindicatos, mas surgem reclamações de que as práticas no terreno contornam a atuação dos mesmos "
IKEA Mattress Sagging
Dear Sirs, I am filing a formal complaint against IKEA Portugal regarding the unjust rejection of a warranty claim for a HÖVÅG pocket spring mattress (article 102.445.16), purchased online for click-and-collect approximately 5 years ago, for €259. The mattress is a Firm model and is within its 10-year warranty period. It has developed significant structural sagging in the central area, rendering it unable to provide adequate support. Both myself and my partner have suffered persistent back pain as a direct result. IKEA has rejected my claim on the grounds of visible staining on the mattress cover, citing their warranty exclusion for hygiene-related issues. I dispute this rejection on the following grounds: 1. SAGGING IS THE DEFECT — My claim relates exclusively to structural sagging, which IKEA's own warranty explicitly covers. The staining is irrelevant to the structural failure of the pocket springs. 2. STAINS ARE ON THE COVER, NOT THE MATTRESS — The staining is on the non-removable, non-washable outer cover — a separate component from the mattress itself. IKEA's own care instructions confirm the cover cannot be removed or machine washed. 3. WATERPROOF PROTECTOR WAS USED — The mattress has been used throughout with an IKEA GÖKVART waterproof mattress protector, specifically designed to prevent liquid from reaching the mattress. This protector is clearly visible in the photographs submitted to IKEA. Despite this, none of IKEA's six agents acknowledged its presence. 4. NORMAL USE ONLY — Any marks on the cover are consistent solely with normal perspiration over 5 years of use — an inevitable biological reality that cannot reasonably constitute misuse. 5. WARRANTY CONDITION NOT DISCLOSED — At no point during the online purchase process was I informed that the use of a mattress protector was a condition of the warranty. This requirement, if it exists, was not prominently disclosed at the point of sale. 6. INCONSISTENT HANDLING — This claim has been handled by six different IKEA customer service agents over the course of this complaint, with the rationale for rejection shifting on multiple occasions — from staining, to concerns about bed slats, the IKEA DUNVIK divan bed is pocket spring, not slats, to a theory of liquid penetration into the springs. 7. PRODUCT FITNESS — Under Lei n.º 24/96 (Portuguese Consumer Protection Law), goods must be fit for their intended purpose. A Firm mattress that sags and no longer provides support after only 5 years of a 10-year warranty period is not fit for purpose. I am requesting either a replacement mattress of equivalent specification or appropriate financial compensation. Supporting documentation available: proof of purchase, full email correspondence with IKEA (6 agents), and photographs of the mattress and IKEA GÖKVART protector. Note: The original purchase was made using a UK IKEA Family card, the number of which appears on the attached receipt. I have since transferred to a Portuguese IKEA Family card. 6275980233234334111
Falta de organização e respeito com o cliente
Em maio de 2025 optei pelo IKEA para a montagem da minha cozinha. Passado cerca de meio ano, o tampo de uma das bancadas começou a abrir e a ficar danificada (sempre tive o máximo de cuidado para preservar ao máximo o material). Fui então ao IKEA de Loures no dia 05-02 com fotos (que seguem em anexo) para mostrar o problema. Deram-me um prazo de 2 a 3 semanas para responder, pois iriam avaliar se era defeito do material ou não. A dia 17-03 ainda não tinha qualquer feedback por parte do IKEA e decidi ligar para saber o ponto de situação. Após vários minutos, o colaborador lá me disse que realmente a bancada tinha um problema e que a iriam substituir por uma nova. Pediram então para eu falar com a ZAASK (pois foi o serviço subcontratado ao IKEA para a montagem da cozinha) de forma a agendar com eles o serviço de montagem da nova bancada. Sem nunca me terem dito que para a montagem da nova bancada teriam de recolher a danificada. Se até aqui as coisas já não estavam a correr bem, o pior vem a seguir. A primeira tentativa de entrega ficou agendada para dia 23-03. Eis que me ligam da transportadora a dizer que estavam à porta de casa. E eu em casa sem ver ninguém da transportadora. Portanto, devido a um lapso por parte do IKEA (conforme me foi dito no e-mail), a bancada foi entregue não na minha casa, em Odivelas (local onde foi montada a cozinha), mas sim, na casa dos meus pais, na Figueira da Foz. Como é que isto aconteceu? Não faço ideia. E foi aqui, através do senhor da transportadora, que fiquei a saber que para a bancada ser entregue, teriam de recolher a antiga. Mais uma vez, lá tenho eu de ligar para o IKEA para resolver a situação e agendar uma nova entrega. Ou seja, um dia perdido devido a um erro por parte da IKEA. Ficou agendada uma nova entrega para dia 1 de abril e o que vou escrever a seguir até parece mentira mas não é. Sabendo que teriam de recolher a bancada antiga, organizei-me com o técnico da ZAASK para que desmontasse a bancada na parte da manhã, sendo que a bancada seria entregue no período da tarde (com previsão entre as 14h e as 18h mas com pedido expresso para ser entregue logo ao início da tarde) de forma a que o técnico conseguisse montar a bancada ao fim do dia. Na manhã de dia 1 de abril, tal como combinado, o técnico da ZAASK desmontou a bancada e combinou comigo passar lá em casa ao fim do dia para montar a bancada nova. Batem as 18h30 e nada de entrega da nova bancada. Decido ligar para o IKEA. É-me então dito que, basicamente, não foi comunicado nada à transportadora e então a bancada não iria ser entregue nesse dia, mais uma vez por lapso da parte do IKEA. Expliquei ao colaborador do IKEA que estava sem cozinha, pois já tinha sido retirada a bancada danificada e que precisava da nova bancada o mais rapidamente possível de forma a conseguir voltar a ter a cozinha novamente funcional. Estava neste momento sem lava-louça, sem fogão, sem forno e sem máquina de lavar roupa (como se pode ver nas fotos em anexo). Ligaram-me no dia seguinte para informar que só conseguiam entregar a bancada dia 07-04, ou seja, vou ficar praticamente UMA SEMANA sem cozinha devido a mais um lapso por parte do IKEA! Sou cliente assíduo IKEA, fiz a minha cozinha com a empresa e esta não é, de todo, forma de ser tratado. Estar há 2 meses para trocar uma bancada não é normal. Terem duas falhas deste nível é de um amadorismo incompreensível para a dimensão do IKEA. Numa situação destas não conseguirem garantir a entrega da bancada em 2/3 dias é surreal. A minha casa fica em Odivelas, o IKEA fica em Loures, são 10 minutos de viagem para, literalmente, deixarem uma encomenda. Não houve um pedido de desculpas, não houve o mínimo de empatia, o mínimo de atenção para comigo. Enquanto cliente, sinto que foi uma falta de vontade e compreensão enorme para com a situação e acredito sinceramente que podia ter sido feito mais. Sei que para o IKEA sou apenas um número/processo o que lhe queiram chamar, mas sinto-me extremamente desvalorizado e quero deixar o meu profundo desagrado com toda esta situação. Neste momento, a minha vida não acontece em casa.
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