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Dívida inexistente burla
Exmos Srs,Tenho recebido SMS's da empresa Servdebt indicando que tenho uma dívida por regularizar na Credibom. Nunca fui contactada por outros meios se não sms, nem nunca fizeram prova da dívida, até porque não existe. Em face do exposto, e pelo que tenho visto na internet, trata-se de uma empresa que utiliza dados sem consentimentos e com duvidosos e abusivos métodos de operação que devem ser denunciados. Gostaria de obter o vosso conselho para a melhor forma de reclamar esta situação e deixar de ser incomodada.CumprimentosAna Romão
SERVEDBT - Cobrança abusiva e contínuo desrespeito no contacto ao cliente
Exmº Senhores,Em 2007, foi-me concedido um crédito em conta corrente, pela empresa Cofidis. Por razões de desemprego em 2009, deixei de poder pagar as prestações e fiz com a empresa um acordo, que cumpri até me ser possível. Entretanto deixei de efectuar pagamentos, por voltar a estar de novo desempregado. A Cofidis cedeu em Janeiro de 2011 o crédito à empresa AOF 4 SARL, que me dirigiu alumas cartas e posteriormente à empresa SERVDEBT, que é a mesma.Esta empresa enviou-me em 2011 uma carta a solicitar o pagamento, ou um acordo extra-judicial. Continuava desempregado e não fiz qualquer tipo de acordo, porque as prestações pretendidas eram elevadíssimas.Passados quase 9 anos comecei a receber telefonemas e mensagens ameaçadoras de penhora, enfim tudo aquilo que já foi lido noutras reclamações contra esta empresa e outras do género. Devo acrescentar que nos contactos desta empresa, sejam por telefone ou por sms, nunca se identificaram e muito menos indicaram o porquê da dívida. Simplesmente não respondiam às minhas questões.Acontece que por lapso, há dias, um colaborador da dita empresa, descuidou-se e respondeu simpaticamente à minha pergunta : A que se deve a dívida ? Este senhor disse-me que tinha a ver com a Cofidis.Chegaram a telefonar e a incomodar a minha mãe, no seu numero privado, a perguntar por mim, várias vezes.Não entendo como é que esta empresa consegue obter números que são confidenciais na operadora ??? A última mensagem foi hoje para um número de telefone que já não utilizo cujo teor é : ULTIMA OPORTUNIDADE, LIQUIDE A SUA DIVIDA ATE 28/09/2020 OU AVANÇAREMOS COM PROCESSO EM TRIBUNAL. EVITE PENHORAS. CONTACTE 210309515.A mensagem escrita em maiúsculas denota bem o tom ameaçador e a falta de ética, características desta empresa.No mapa do Banco de Portugal (Central de Responsabilidades de Crédito), não constam quaisquer informações relativamente a esta dívida, o que me leva a crer que ela tenha prescrito, conforme esta informação encontrada noutras reclamações, que dizem o seguinte : O Acórdão referente ao processo nº 1583/14.3TBSTB-A.E1, decretado pelo Tribunal da Relação de Évora, determina que as prestações mensais dos empréstimos prescrevem ao fim de cinco anos. É expectável que funcione da mesma forma na prescrição de dívidas de créditoA minha indignação baseia-se na falta de profissionalismo, ética e educação por parte desta empresa, que exerce uma pressão sobre as pessoas, com o único intuito de as apavorar. E também no facto da dívida em 2011 ser de 4 281€ (valor indicado na carta da AOF 4 SARL (SERVDEBT) datada de 22 de Fevereiro 2011 enquanto que numa das mensagens que recebi recentemente no telefone o valor ter passado a 9 000 e tantos €, nunca sendo indicada a proveniência da mesma, apenas o contacto telefónico.Também já recebi no mesmo telefone (que neste momento) é do meu primo, o convite para pagar essa mesma dívida com um desconto, num valor de 4000 e tanto euros.Durante 9 anos não fui contactado, nem pela Cofidis nem pela servdbt. Gostaria de ser informado dos meus direitos e que a empresa em questão clarifique a situação por email.Com os meus cumprimentos,CLiff CastilloSetúbal, 8 de Setembro 2020
Pagamento de divida
Fui contatado por diversas vezes, via telemóvel, por esta empresa que diz que eu usei um cartão de crédito do antigo Bes, mas vem a ser cobrado pelo NOVO BANCO S.A. Não me lembro de ter usado esse cartão, pedi que me enviassem evidências desta dívida, mas até hoje nada enviaram a não ser carta para proceder ao pagamento.Sou pai de 2 filhos, recebo o ordenado mínimo e vejo-me obrigado a pagar pois estão constantemente a ameaçar. Paguei 539,48 dum total de 2254,63.Que posso fazer?
Penhoras e constante perseguição telefônica
Venho por este meio ,pedir vos para que me possam ajudar sobre esta empresa de recuperação de crédito muito duvidosa.Tive um crédito a habitação juntamente com a minha ex companheira que deixamos de pagar derivado a falta de entendimento entre nós e posterior separação. Isto arrastou se durante anos até que foi a tribunal e o bem (a casa) foi entregue a instituição de crédito. Até ai pensei estar tudo resolvido. Até que a coisa de 1 ano ou 2 para cá que venho sido incomodado e inclusive penhoraram contas da minha família e vencimento da minha mae para recuperação de uma suposta dívida da casa. Desde então que estes Srs. , mesmo estando ja contas penhorada e vencimentos penhorados não se cansam de constantemente (de 1h em 1h) ligar para mim e para minha mae alegando que não receberam dinheiro nenhum. O que é certo e que já foram penhorados 48.000€ de contas de família (avo e mae) e o vencimento da minha mae esta penhorado em 130€ por mês por estes Srs. Que alegam nem sequer terem recebido ainda nada. Suplico vos por uma ajuda rápida para este problema que já me está a levar ao desespero financeiro e mental. De mim e da minha família. Obrigado.
Cobrança abusiva e contínuo desrespeito no contacto ao cliente
Venho por este meio expor a minha situação, de forma a obter a ajuda que infelizmente não consigo pagar e que me vem sendo recusada por parta desta instituição, tanto em relação à prestação de informação e fundamento como no que toca à justa renegociação do pagamento.A minha indignação e que passo a explicar a seguir, fundamenta-se por aquilo que sei relativamente a estes assuntos, que é pouco ou quase nada, e é também esse o grande motivo do meu contacto, que se baseia, além do mais, em obter ajuda nestas questões legais que envolvem estas situações.A Servdebt ''comprou'' a minha divida - crédito pessoal 10.000€ ao BCP efetuado em 2007 - (eu e o meu fiador - o meu marido - recebemos correspondência ainda dirigida pelo banco BCP, em que nos dava a conhecer a cedência de nossa divida à instituição, correspondência essa datada a 8 de Março de 2018) pelo montante de 3792€ (de acordo com mapa de crédito BdP, já que na carta não vinham descritos quaisquer valores) já depois de vários acordos com o banco que acabavam por ser quebrados por mim, (mas que, como certamente enquanto vinham sendo cumpridos, os valores dos mapas da Central de Crédito do Banco de Portugal sofriam as devidas atualizações mensalmente, indo exatamente de encontro aos recibos dos depósitos em conta que possuo) porque de facto as prestações excediam o meu orçamento e, por erro e desleixe meu, acabei por nunca renegociar com o banco.O ultimo depósito bancário foi efetuado (com comprovativo do BdP e comprovativo bancário do depósito) em Julho de 2015.Comprometi-me telefonicamente em acordo com esta instituição, ao pagamento da primeira prestação com o valor de 100€, e restantes prestações (depois de muito esforço da minha parte devido à falta - ou negação - de compreensão da minha situação por parte desta instituição) com o valor de 70€ . Assim o fiz. Em Novembro do ano que passou efetuei a prestação de entrada (100€) e em Dezembro a primeira prestação de 70€.No início de Janeiro os senhores contactaram-me por ter falhado ao meu compromisso, afirmando que tínhamos acordado uma prestação mensal fixa de 100€.Confrontada, desmenti e exigi aos senhores a consulta da gravação das chamadas que me tinham realizado a mim e ao meu marido, e não efetuei pagamento do restante para perfazer os 100€, porque eu paguei para o valor que me comprometi, 70€.Estes senhores negam providenciar informações exigindo abusivamente o pagamento do montante de 9800€ de acordo com as últimas chamadas e já depois deste alegado incumprimento, já que nos contactos iniciais o valor dado à divida por estes senhores coincidia exatamente com os valores dos registos do BdP.Os senhores (e neste caso a suposta advogada da firma, que também entrou recentemente em contacto connosco - eu e o meu marido - com o objetivo de intimidar e fim de chantagear a transferência da minha divida para contencioso caso não efetuasse pagamento de um ''valor rechonchudo'', passando a expressão da advogada, e que no caso seriam no mínimo 5000€) afirmam que possuem prova de que deixei de pagar em 2013.Em 2014, (o passado mais recente a que tenho acesso nos registos do BdP) o valor da minha divida era de 4364€. Em Julho de 2015 (data do ultimo pagamento) a minha divida apresentava o valor de 3792€ na Central de Responsabilidades de Crédito.Que garantias tenho que estes senhores gravam, como afirmam, as chamadas que fazem aos clientes? Em que momento poderei eu solicitar acesso a estas chamadas para prova do que digo?Fui, inclusivamente, abordada de forma muito pouco profissional e extremamente desrespeitosa por parte do senhor que acompanha o nosso processo que me questionava inúmeras vezes, nas inúmeras chamadas que me fazia, se eu me encontrava confortável no meu espaço e no uso de algum bem pessoal de lazer. O senhor questionou-me, numa das chamadas que me fez, se eu estava ''sentadinha a ver TV'', afirmando de seguida que não seria por muito tempo já que a televisão me seria retirada. Sugeriu também, ele e outros agentes de cobrança da instituição com que falávamos, que eu questionasse e incumbisse os nossos familiares e amigos - os meus e os do meu marido - ao pagamento da nossa dívida.Não tenho o poder para dar a volta a esta situação, e por muito que queira, não a consigo resolver com estes senhores enquanto me negarem informação ou fundamento àquilo que me dizem.Estou desempregada e não posso sujeitar-me a pagar uma divida desta maneira e com este calibre, só porque estes senhores assim o dizem. Estaria a pagar o crédito que fiz em 2010, quando este já estava pago a mais de metade, porque apesar dos meus incumprimentos eu fui sempre amortizando o valor.O que posso fazer nesta situação? A minha preocupação passa pela recusa destes senhores em negociarem uma prestação justa de acordo com a minha situação, continuando a insistir em formas e montantes de pagamento que eu nunca vou conseguir cumprir dada a situação em que me encontro. Se os senhores continuam a recusar negociar comigo, eu vou continuar a recusar o pagamento nas condições impostas pelos senhores. Neste momento e com esta situação, não me interessa comprometer-me a um acordo para o qual não tenho orçamento para cumprir.A instituição pode agir desta forma? Agradeço a vossa atenção ao meu caso.Melhores Cumprimentos.
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