Reclamações públicas

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J. M.
23/03/2019

cobrança de divida

Venho por este meio comunicar V. Exas que fui contactado via SMS e telefone pela empresa Servdebt relativamente a um processo nºCRB-SERV-OO27077. Foi-me exigido o pagamento mensal de 60€ para liquidação de uma divida coisa que fiz mas exigindo o envio por carta de um plano de pagamento aprovado e assinado. Estando eu informado de varios tipos de burlas desse genero na falta de envio de documentação por parte da Servdebt com a desculpa por parte da empresa de que o processo estava sob estudo nao efetuei mais nenhum pagamento. Passados quase 2 meses sou contactado com ameaças de processos e acçoes judiciais. Fiz prova de boa fé fazendo o pagamento inicial pedindo somente um documento oficial com uma assinatura no fim. penso que desde o dia 29-01-2019 a empresa teve tempo mais do que necessario para envio dessa documentação coisa que ate ao dia 23-03-2019 ainda nao aconteceu.Agradecia que para futuras boas relações a Servdebt me contactasse por escrito via postal e com carta registada. Sem mais assunto aguardo vossa resposta.Jose Marques

Encerrada
M. C.
29/01/2019

Cobrança abusiva e contínuo desrespeito no contacto ao cliente

Venho por este meio expor a minha situação, de forma a obter a ajuda que infelizmente não consigo pagar e que me vem sendo recusada por parta desta instituição, tanto em relação à prestação de informação e fundamento como no que toca à justa renegociação do pagamento.A minha indignação e que passo a explicar a seguir, fundamenta-se por aquilo que sei relativamente a estes assuntos, que é pouco ou quase nada, e é também esse o grande motivo do meu contacto, que se baseia, além do mais, em obter ajuda nestas questões legais que envolvem estas situações.A Servdebt ''comprou'' a minha divida - crédito pessoal 10.000€ ao BCP efetuado em 2007 - (eu e o meu fiador - o meu marido - recebemos correspondência ainda dirigida pelo banco BCP, em que nos dava a conhecer a cedência de nossa divida à instituição, correspondência essa datada a 8 de Março de 2018) pelo montante de 3792€ (de acordo com mapa de crédito BdP, já que na carta não vinham descritos quaisquer valores) já depois de vários acordos com o banco que acabavam por ser quebrados por mim, (mas que, como certamente enquanto vinham sendo cumpridos, os valores dos mapas da Central de Crédito do Banco de Portugal sofriam as devidas atualizações mensalmente, indo exatamente de encontro aos recibos dos depósitos em conta que possuo) porque de facto as prestações excediam o meu orçamento e, por erro e desleixe meu, acabei por nunca renegociar com o banco.O ultimo depósito bancário foi efetuado (com comprovativo do BdP e comprovativo bancário do depósito) em Julho de 2015.Comprometi-me telefonicamente em acordo com esta instituição, ao pagamento da primeira prestação com o valor de 100€, e restantes prestações (depois de muito esforço da minha parte devido à falta - ou negação - de compreensão da minha situação por parte desta instituição) com o valor de 70€ . Assim o fiz. Em Novembro do ano que passou efetuei a prestação de entrada (100€) e em Dezembro a primeira prestação de 70€.No início de Janeiro os senhores contactaram-me por ter falhado ao meu compromisso, afirmando que tínhamos acordado uma prestação mensal fixa de 100€.Confrontada, desmenti e exigi aos senhores a consulta da gravação das chamadas que me tinham realizado a mim e ao meu marido, e não efetuei pagamento do restante para perfazer os 100€, porque eu paguei para o valor que me comprometi, 70€.Estes senhores negam providenciar informações exigindo abusivamente o pagamento do montante de 9800€ de acordo com as últimas chamadas e já depois deste alegado incumprimento, já que nos contactos iniciais o valor dado à divida por estes senhores coincidia exatamente com os valores dos registos do BdP.Os senhores (e neste caso a suposta advogada da firma, que também entrou recentemente em contacto connosco - eu e o meu marido - com o objetivo de intimidar e fim de chantagear a transferência da minha divida para contencioso caso não efetuasse pagamento de um ''valor rechonchudo'', passando a expressão da advogada, e que no caso seriam no mínimo 5000€) afirmam que possuem prova de que deixei de pagar em 2013.Em 2014, (o passado mais recente a que tenho acesso nos registos do BdP) o valor da minha divida era de 4364€. Em Julho de 2015 (data do ultimo pagamento) a minha divida apresentava o valor de 3792€ na Central de Responsabilidades de Crédito.Que garantias tenho que estes senhores gravam, como afirmam, as chamadas que fazem aos clientes? Em que momento poderei eu solicitar acesso a estas chamadas para prova do que digo?Fui, inclusivamente, abordada de forma muito pouco profissional e extremamente desrespeitosa por parte do senhor que acompanha o nosso processo que me questionava inúmeras vezes, nas inúmeras chamadas que me fazia, se eu me encontrava confortável no meu espaço e no uso de algum bem pessoal de lazer. O senhor questionou-me, numa das chamadas que me fez, se eu estava ''sentadinha a ver TV'', afirmando de seguida que não seria por muito tempo já que a televisão me seria retirada. Sugeriu também, ele e outros agentes de cobrança da instituição com que falávamos, que eu questionasse e incumbisse os nossos familiares e amigos - os meus e os do meu marido - ao pagamento da nossa dívida.Não tenho o poder para dar a volta a esta situação, e por muito que queira, não a consigo resolver com estes senhores enquanto me negarem informação ou fundamento àquilo que me dizem.Estou desempregada e não posso sujeitar-me a pagar uma divida desta maneira e com este calibre, só porque estes senhores assim o dizem. Estaria a pagar o crédito que fiz em 2010, quando este já estava pago a mais de metade, porque apesar dos meus incumprimentos eu fui sempre amortizando o valor.O que posso fazer nesta situação? A minha preocupação passa pela recusa destes senhores em negociarem uma prestação justa de acordo com a minha situação, continuando a insistir em formas e montantes de pagamento que eu nunca vou conseguir cumprir dada a situação em que me encontro. Se os senhores continuam a recusar negociar comigo, eu vou continuar a recusar o pagamento nas condições impostas pelos senhores. Neste momento e com esta situação, não me interessa comprometer-me a um acordo para o qual não tenho orçamento para cumprir.A instituição pode agir desta forma? Agradeço a vossa atenção ao meu caso.Melhores Cumprimentos.

Encerrada
R. P.
05/02/2018

Tentiva de cobrança de forma abusiva e invasiva

Cobrança de uma divida com o Novo Banco

Encerrada
A. C.
03/02/2018

Contactos telefonicos desadecuados. Conctos ameaçadores para quem não está envolvido no processo

No dia 02/02/2018 fui conctada pela empresa SERVDEPT, na pessoa do Sr. Felipe Vieira, após contactos diversos para o meu local de trabalho assim como para outro local onde exerço algumas funções laborais, verbalizando tentar contactar-me devido a um processo em tribunal em que estava envolvida. Na sequencia destas informações que me foram dadas por estes locais (uma vez que a dita empresa nem o Sr em questão dispunham do meu contacto pessoal), contactei para o numero de referencia e constatei tratar-se da empresa SERVDEPT, empresa que não conhecia de todo e com a qual nunca tive nenhum contacto. Não sendo possivel neste meu contacto de retorno falar com o sr Felipe Vieira e visto a telefonista não encontrar nenhum processo relacionado com o meu nome ou numero de telemovel tive de aguardar o retorno do contacto do Sr.Felipe Vieira para entender do que se tratava. Finalmente fui contactada pelo Sr Felipe Viera e informada de que esta procura que me foi feita pelos meus locais de trabalho, volto a frisar visto não ter o meu contacto, nem morada, estava relacionada com um processo de uma pessoa conhecida e à qual tinha feito o favor de facilitar pagamento de mensalidade por multibanco, por indisponibilidade de outro meio naquela altura. Apos este esclarecimento seguiram-se pela parte do Sr Felipe Vieira uma serie de ameaças de penhora dos meus bens, de ameaças com processos em tribunal, de termos ofensivos em relação a pessoa que tem a divida, julgamentos que em nada se adequam a uma atitude profissional e volto a repetir que este Sr não me conhece, nada sabe ao meu respeito visto nunca ter estado envolvida em nada desta situação mas sentiu-se no direito de, no meio de todas estas ameaças, subida de tom de voz ao telefone, com atitude desgradavel,facultar-me uma serie de informações violando a politica de privacidade de dados que deveria ter para com o seu cliente. Todos estes contactos podem ter prejudicado a minha imagem laboral, podendo vir a ter consequencias, numa situação que me é totalmente alheia.

Encerrada
C. J.
29/09/2017

Problemas com cobranças e apoio ao cliente

O meu nome é Cátia Jesus, e a ServDebt tem sido a entidade responsável pela cobrança do meu crédito com o Santander Totta. A situação chegou a estar bastante grave entre 2015 e 2016 pois devido a questões de desemprego e sem subsídio, não conseguia colmatar os valores mínimos pedidos. É certo que estavam só a fazer o vosso trabalho, no entanto, o assédio constante com chamadas e mensagens a ameaçar levar a situação para tribunal não vão ajudar uma pessoa que está de mãos e pés atados, não por vontade, mas por força das circunstâncias.Entretanto retomei a atividade profissional e contatei a entidade de IMEDIATO para tentar acordar um valor mensal para ser pago, tendo ficado acordado no mínimo 15€ por mês. Expliquei também que a minha remuneração é paga no último dia ÚTIL de cada mês, tal foi aceite e foi-me inclusive explicado que poderia dar mais do que a quantia acordada sempre que possível.Não obstante ser eu a devedora, estou profundamente descontente com o tratamento que tenho vindo a ter, todos os meses (e quando refiro todos, não é exemplificativo, sucede efetivamente todos os meses) recebo chamada e mensagem na última semana do mês a intimar que ''ou efetua o depósito na conta x ou sujeita-se à anulação do acordo y em vigor''. Pois bem, nunca falhei nenhum pagamento, sempre no último dia útil, sou Millennium pelo que a gestora de processo já sabe, ou devia saber, que o dinheiro fica automaticamente disponível pois as contas são do mesmo banco. E dou sempre que posso mais do que a quantia acordada (20€, 30€). Não estou a mentir nem a inventar situações, podem verificar registos se assim entenderem. Não admito, de todo, ser constantemente importunada no meu local de trabalho e chamada a atenção como se estivesse a ocorrer em incumprimento. E gostava honestamente que isso parasse. Só hoje tinha uma mensagem, duas chamadas não atendidas e um voicemail. Foi-me explicado que as chamadas e as mensagens são realizadas por informação de sistema. Pois bem, reorganizem o sistema pois há tecnologia e avanços suficientes para isso. Hoje ao reclamar disso novamente com a operadora, a mesma disse ''sim sim, bom dia'' e desligou-me o telefone na cara. Não se faz.Agradecia que a entidade me contatasse só e apenas quando faltar ao acordado e/ou quando a minha dívida estiver liquidada.Obrigada pela atençãoMelhores cumprimentosCátia Jesus

Encerrada

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