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Problema de acesso à Wizink
Aderi recentemente ao cartão de crédito Wizink. A adesão foi aprovada e criei os dados de acesso, conseguindo entrar normalmente na aplicação e no portal web. Desde o dia da aprovação, fiquei apenas a aguardar a entrega do cartão. Após duas semanas sem receber o cartão, tentei ligar ao apoio ao cliente e verifiquei que o meu NIF não era reconhecido, impossibilitando o contacto. Desde então, reparei que deixei de conseguir aceder à aplicação e ao portal web, surgindo sempre a mensagem: “Parece que alguma coisa não correu bem. Se tiver alguma dúvida ligue para a linha Wizink.” Enviei e-mail e fiz uma reclamação no Portal da Queixa a 15 de setembro, sem obter qualquer resposta útil. Hoje, 23 de setembro, recebi finalmente o cartão, mas continuo sem acessos nem confirmação do meu estado contratual. Diante esta situação, optei por submeter uma reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico e, através da DECO, dar visibilidade a este problema, de forma a alertar outros consumidores e também incentivar a Wizink a atuar na resolução desta situação.
Resolução unilateral do contrato e anulação indevida de pontos Travel Wizink
Venho, pela presente, apresentar reclamação formal contra o Wizink Bank, entidade gestora do meu cartão de crédito há mais de 20 anos, relativamente à resolução unilateral do contrato e ao cancelamento do saldo de pontos Travel Wizink associado. Exposição dos factos Após receção do extrato de agosto de 2025, constatei que o saldo de pontos Travel Wizink se encontrava a zero, o que me levou a contactar de imediato a linha Wizink. Para meu espanto, fui informado de que já não era cliente, por alegadas "questões internas" do banco. Questionei sobre a respetiva notificação e foi-me dito que tinha sido enviada por e-mail em 20 de junho de 2025. Contudo: O e-mail utilizado era profissional e deixou de estar ativo devido à minha mudança de emprego. Nunca recebi qualquer comunicação escrita por carta, SMS ou chamada telefónica, apesar de o banco ter meios para o fazer. Estranhamente, continuei a receber comunicações comerciais, incluindo um SMS recente felicitando-me por ter acumulado 10.000€ em compras no 1.º semestre e prometendo pontos extra. Este procedimento provocou consequências graves: Tentativa de pagamento recusada com o cartão Wizink, colocando em causa o meu bom nome e credibilidade financeira. Cancelamento não comunicado do cartão da minha esposa, igualmente afetada. Pedido Face ao exposto, solicito: A reposição imediata do saldo de pontos Travel Wizink existente à data de 20 de junho de 2025 ou, em alternativa, a respetiva conversão em valor monetário equivalente. Recordo que à data deste ultimo SMS o saldo do valor de pontos era superior a 90.000. O pagamento de uma indemnização compensatória pelos transtornos e danos causados, em especial a recusa de pagamentos públicos que afetaram a minha reputação.
Burla/wizink
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra o WiZink Bank, S.A.U. – Sucursal em Portugal, enquanto consumidora, devido à sua recusa em reembolsar uma transação bancária não autorizada no valor de €4.648,00, efetuada no dia 23/08/2025 através do meu cartão. A operação foi reportada por mim, na 2.ª feira dia 25/08/2025 pelas 9h20 uma vez que não têm atendimento ao fim-de-semana, como fraude, tendo sido apresentada queixa formal na Polícia e posteriormente enviada por email para o wizink neste dia 25. Importa referir que até ao momento que fiz a denúncia, estas transações apareciam como pendentes na app wizink. Apesar disso, e após inicialmente me creditarem provisoriamente o valor, o WiZink atribuiu-me responsabilidade total e eu naturalmente que contestei a decisão, enviando mais uma vez uma exposição por escrito através de email com diversos factos que comprovam a veracidade dos factos. A resposta do wizink foi de quase 3 semanas após esta minha exposição e alegou que houve “autenticação forte” via aplicação móvel e biometria, não apresentando qualquer prova de que a operação foi autorizada conscientemente por mim. O wizink não cumpriu o disposto no Decreto-Lei n.º 91/2018, artigos 115.º e 116.º, que exige o reembolso imediato ao consumidor, exceto em caso de culpa ou negligência grosseira, o que garantidamente não se verifica. De referir ainda que ao fazer diversas pesquisas sobre fraudes, constatei que outros clientes tiveram problemas idênticos com operações não autorizadas. No entanto, o WiZink insiste em não assumir responsabilidades, transferindo a culpa para os clientes. Fiquei sem acesso aos canais digitais, após o bloqueio do cartão e continuo sem ter qualquer informação sobre a minha conta bancária. Pedi alteração de morada neste dia 25 de agosto de 2025, fazendo o envio do documento comprovativo da mesma e até à data de hoje não tenho resposta sobre esta alteração, o que impede o envio do cartão e o acesso aos canais digitais. Neste momento não sei como o processo está, uma vez que contestei a decisão de novo. Não sei se vou ser cobrada injustamente ou se terei de pagar o valor em questão, pois não aceitei nada e não tenho acesso aos extratos bancários. Pedi que me enviassem os mesmos através de email no dia 17 de setembro de 2025 e até agora também não tive resposta ou acesso. Sinto-me completamente injustiçada, numa situação que não me revejo, tendo agora de recorrer a vias judiciais para defender os meus direitos e esperando o apoio da Segurança Social, acrescentando a isto a questão psicológica e emocial, que me perturba há um mês. Melhores cumprimentos, Nádia Costa Santos
Atendente mal educado
Boa tarde ,acabei de ser contactada por um atendente ,grosso ,mal educado não deixou eu falar ,disse que eu não queria fazer um pagamento ,quando na realidade falai que só poderia fazer a negociação depois do dia 28/09,ele disse que não paguei porque eu não quis e desligou na minha cara ,eu o chamei de mal educado e que ele não queria ouvi ,então ele repitiu,já que não quer pagar ,faça como quiser ,eu sei da minha situação e eles também ,porém não vou aceitar essa falta de respeito .
Burla/Fraude
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra o WiZink Bank, S.A.U. – Sucursal em Portugal, enquanto consumidor, devido à sua recusa em reembolsar uma transação bancária não autorizada no valor de €8200,00, efetuada no dia 12/05/2025 através do meu cartão. A operação foi imediatamente reportada por mim como fraude, tendo sido apresentada queixa formal na Polícia. Apesar disso, e após inicialmente me creditarem provisoriamente o valor, o WiZink: Encerrou o processo e atribuiu-me responsabilidade total; Alegou que houve “autenticação forte” via aplicação móvel e biometria; Não apresentou qualquer prova de que a operação foi autorizada conscientemente por mim; Ignorou o disposto no Decreto-Lei n.º 91/2018, artigos 115.º e 116.º, que exige o reembolso imediato ao consumidor, exceto em caso de culpa ou negligência grosseira, o que não se verificou. Importa ainda referir que, ao verificar em plataformas de reclamações e fóruns de consumidores, constatei que outros clientes tiveram problemas idênticos com operações não autorizadas. No entanto, o WiZink insiste em não admitir que o seu sistema não é totalmente seguro, transferindo o risco para os clientes e cobrando operações fraudulentas. Encontro-me, portanto, a ser cobrado por uma operação que denunciei como fraudulenta, sem qualquer meio de defesa ou transparência no processo, o que configura, na minha opinião, uma violação grave dos meus direitos como consumidor e utilizador de serviços de pagamento. Sinto-me injustiçado e desamparado, tendo agora de recorrer a vias judiciais para defender os meus direitos, o que me causa não só transtorno financeiro como também emocional. Com os melhores cumprimentos, Carlos Eduardo de Melo
Cartão físico não funciona
Boa tarde! Entrei em contacto com a Wizink a informar que estava a tentar fazer numa compra online e o cartão nao funcionava, mandaram me desinstalar a aplicação, voltar a instalar, limpar caches, dados e não resolveu, a atendente foi conseguiu resolver e disse que entrariam em contacto comigo e nao aconteceu, entretanto fui de viagem e para minha surpresa o cartão físico nao esta a funcionar o que causou grande transtorno porque tenho um limite alto,pago faturas altas e em dia e precisei usar e nao pude, já tentei várias vezes o cartão nao funciona. Solicito que verifiquem e resolvam a minha questão do cartão fisico e de compras online com o mesmo entusiasmo que ligam sempre a oferecer seguros e empréstimos, já causaram me grande constrangimento por conta disto. Com os melhores cumprimentos, Laise Boaventura
Denuncia de contrato de Cartão de Crédito
Exmos. Senhores, Venho por este meio expressar o meu total desagrado e indignação perante a decisão da WiZink de encerrar unilateralmente o contrato do meu cartão WiZink Travel, sem qualquer justificação concreta, e de impor restrições desproporcionadas à utilização dos pontos acumulados ao longo dos anos. Mais, indicam que me foi enviado um email que não recebi e apenas soube da denuncia do contrato por carta enviada durante o periodo de férias. A surpresa foi ainda maior ao ser informada de que teria apenas um prazo extremamente curto e manifestamente insuficiente para planear, escolher e concretizar uma viagem com a devida ponderação e disponibilidade. Como é suposto gastar milhares de pontos, que são meus por direito, num período de apenas 15 dias? Recordo que a acumulação de pontos foi feita ao longo de um período alargado, com base numa expectativa legítima de utilização futura, incentivada pela própria WiZink através da promoção contínua do programa. A limitação imposta de forma repentina fere princípios básicos de boa-fé contratual e de respeito pelos direitos do consumidor, revelando uma gestão desleal da relação com os clientes. Mais preocupante ainda é a incoerência entre o número de pontos comunicados e o que consta nos extratos mensais, com justificações vagas sobre prescrição de pontos que continuam visíveis no sistema. Esta falta de transparência levanta sérias dúvidas sobre a fiabilidade da gestão interna da WiZink. A forma como esta situação está a ser conduzida transmite a imagem de um esquema deliberado para limitar o acesso dos clientes aos benefícios que lhes são devidos, convertendo obrigações contratuais em poupanças para a empresa, à custa da confiança e da lealdade dos seus clientes. Esta prática, além de eticamente questionável, pode configurar uma violação dos direitos dos consumidores. Face ao exposto, exijo a extensão do prazo de utilização dos pontos.
Cobrança Indevida de Comissão Quasi Cash
Exmos. Senhores, Após análise do meu último extrato do cartão de crédito Wizink, verifiquei a cobrança de uma comissão identificada como “Quasi Cash”. No seguimento do contacto telefónico de 29-08-25, 18h00, com a Técnica Ana Maria Barrancos, com chamada gravada, solicitei explicações e reposição do valor cobrado de 64.48€ de comissão identificada “Quasi Cash” e imposto de selo, que resultou numa reclamação Nº 2025081464. Efetuei transferência de um montante para o meu banco Revolut, com conta IBAN onde claramente se identifica no extrato enviado “TRANSF.-Revolut 7942”. Sempre efetuei transferência há vários anos com o cartão da wizink para este banco da revolut com quem trabalho. Nunca registei qualquer comissão com a exceção de uma comissão designada “ComissãoCarregamentoCartõesPré-Pago” no valor de 5€ cobrados por uma transferência em Fevereiro. Algures em abril, questionei a wizink da existência deste valor, no qual me foi informado que está comissão se refere a uma alteração ao contrato, que tinha sido informado por email em Janeiro ( chamada Gravada). Indiquei que não tinha recebido qualquer informação, no qual de imediato me foi dito que enviariam novamente para o meu email. Considerando a informação recebida pelo operador, que regista que transferência para conta Iban Revolut teria uma comissão de 5€ mais imposto selo, não concordando, uma vez que a transferência que sempre efectuei, nunca se tratou de carregamento de qualquer cartão pré pago. Terminei a chamada com a informação que sempre que efetuasse transferência para a conta Revolut teria uma comissão de 5€ mais imposto selo. Nos meses seguintes efetuei varias transferências, sem nunca a Wizink me apresentarem qualquer comissão. Para meu espanto, durante o mês de Agosto a Wizink apresentou-me no extrato e levantou em debito direto, uma comissão COMISSÃOQUASI-CASH, no valor de 62€ mais imposto de selo 2,48€. Esta comissão contrariou completamente a informação recebida pelo técnico da Wizink, em contacto telefônico de Abril Verificando a que se designa como, COMISSÃOQUASI-CASH, origina uma conclusão que transferência efectuada, em momento algum, foi considerado como pagamento de jogos, lotarias, casinos, fichas de jogo), carregamento de cartões pré-pagos, ordens de pagamento e/ou transações para plataformas de investimento compra e venda de moeda estrangeira e criptomoeda. Como podem facilmente, constatar, primeiramente apresentaram um valor de comissão de 5€, depois nas transferências subsequentes nada apresentaram e agora este valor de uma nova comissão., A expetativa criada após o contacto de abril é que o valor seria no mínimo de 5€ mais imposto de selo, conforme conversa gravada. Solicito a reposição deste valor. Qualquer outra acção que a wizink posso ter referente a este assunto, levará à resolução de contrato
Cobrança indevida
Exmos. Senhores, Sou titular do cartão Nº 4064750902637961 e tenho duvidas relativamente ao extrato emitido em (28/07 a 28/08). Sendo que não obtive resposta ao pedido de esclarecimentos que vos fiz chegar, solicito a vossa resposta ao mesmo com a maior brevidade. Cumprimentos.
Aplicação indevida de comissões
Assunto: Aplicação indevida de “Comissão Quasi-Cash” e “Comissão excesso de limite de crédito” como consequência de uma operação denominada de “TRANSF.- Revolut 2005 Dublin” Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra o Wizink Bank, S.A. – Sucursal em Portugal (“Wizink”), pela aplicação de uma comissão “Operação Quasi-Cash” no valor de 56,16€ (Comissão mais imposto de selo) a uma operação regular que realizo mensalmente desde há vários meses, sem qualquer encargo e pela aplicação de outra comissão denominada por “Comissão excesso de limite de crédito”, no valor de 20,80€ (comissão + Imposto de selo) que adveio como consequência da primeira. 1. Descrição factual • No dia 4agosto2025, efetuei o carregamento da minha conta no Revolut Bank UAB através do cartão de crédito Wizink Rewards (conforme Anexo 1). • Na aplicação online referente meu cartão Wizink Rewards, verifiquei a cobrança de uma comissão com a data 6ago2025 no valor de 56,16€ (Comissão mais imposto de selo), descrita como “Quasi-Cash”, relativa à operação que realizei no dia 4 de agosto de 2025 com o meu cartão Wizink Rewards (conforme Anexo 1). • Esta operação foi classificada como “TRANSF.- Revolut 2005 Dublin” (conforme Anexo 1 e Anexo 4). • O Revolut Bank UAB é uma instituição de crédito licenciada na União Europeia, registada no Banco de Portugal como prestador de serviços de pagamento e de depósito. • Até ao presente mês, tais operações nunca foram objeto de comissão. • A 10 de abril de 2025, recebi do Wizink um e-mail com alterações contratuais (conforme Anexo 2 e anexo 3), no qual se refere: Alterações na “Comissão associada ao carregamento de cartões Pré-pagos”. A ”Comissão associada ao carregamento de cartões Pré-Pagos” será “Incluída na comissão Quasi-Cash” a partir de 11jul2025. A “Comissão de Quasi-Cash” “Terá maior abrangência” a partir de 11jul2025. “Quasi-Cash – Operações de pagamento realizadas em estabelecimentos comerciais de apostas (designadamente, jogos, lotarias, casinos, fichas de jogo), carregamento de cartões pré-pagos, ordens de pagamento e/ou transações para plataformas de investimento financeiro e não financeiro, compra e venda de moeda estrangeira e Criptomoeda.” • A comunicação não menciona operações com o Revolut Bank UAB, nem classificadas como “TRANSF.- Revolut 2005 Dublin” (conforme Anexo 2 e anexo 3). • O montante envolvido na referida “TRANSF.- Revolut 2005 Dublin” não foi usado em operações Quasi-Cash - “Operações de pagamento realizadas em estabelecimentos comerciais de apostas (designadamente, jogos, lotarias, casinos, fichas de jogo), carregamento de cartões pré-pagos, ordens de pagamento e/ou transações para plataformas de investimento financeiro e não financeiro, compra e venda de moeda estrangeira e Criptomoeda.””. • Não possuo qualquer cartão físico Revolut ou cartão tido como “Pré-Pago” associado à minha conta Revolut Bank UAB. • Efetuei contacto com o Wizink no dia 9ago2025, através do número telefónico 218700500, a expor as minhas considerações sobre a comissão imposta e a solicitar a respetiva eliminação. • Como o contacto feito no ponto anterior não surtiu o efeito esperado, enviei uma reclamação formal para o email de reclamações do Wizink reclamacoes@wizink.pt no dia 9ago2025. • Até à data desta exposição, não recebi qualquer apreciação quanto ao conteúdo ou solicitação feita na reclamação do ponto anterior. • No extrato referente ao período 15jul2025 a 17ago2025 do meu cartão Wizink Rewards, o Wizink adiciona uma comissão de 20,80€ (comissão + Imposto de selo) com a data de 17ago2025 e com a denominação “Comissão excesso de limite de crédito” (conforme Anexo 4). • No período mencionado no ponto acima, só efetuei uma operação denominada pelo Wizink como “TRANSF.- Revolut 2005 Dublin” e não excedi o limite de crédito atribuído ao meu cartão Wizink Rewards. 2. Fundamentação jurídica 2.1. Falta de clareza e transparência • Nos termos do Artigo 8.º, n.º 1 da Lei n.º 24/96, o consumidor tem direito a informação “clara, objetiva e adequada” sobre as condições de prestação do serviço. • O Artigo 7.º do Decreto-Lei n.º 133/2009 impõe que a informação sobre alterações contratuais seja “entregues ao consumidor em suporte duradouro reprodutível e devem ser apresentados de forma clara, concisa e legível”. • Ao não indicar expressamente que operações envolvendo a minha conta Revolut ou operações “TRANSF.- Revolut 2005 Dublin” seriam abrangidas pela nova comissão, o Wizink não cumpriu o dever de clareza, criando uma interpretação ambígua e enganadora. 2.2. Ilegalidade da “Comissão excesso de limite de crédito” • De acordo com o nº.4 do Artigo 23.º do Decreto-Lei n.º 133/2009, “O credor não pode cobrar comissões em caso de ultrapassagem de crédito pelo consumidor.” 3. Pedido • Solicito à DECO Proteste que averigue a legalidade da aplicação desta comissão, considerando que: 1. A operação em causa não corresponde a uma “Operação Quasi-Cash”; 2. A operação não corresponde ao carregamento de cartões Pré-pagos; 3. Não foi feita comunicação clara e inequívoca ao consumidor sobre a alteração aplicável ao tipo de transação “TRANSF.- Revolut 2005 Dublin”; 4. A alteração contratual, tal como aplicada, viola os deveres de informação e transparência previstos na legislação portuguesa e europeia. 5. Apesar de eu não ter excedido o crédito do meu cartão Wizink Rewards, o Wizink Bank, S.A.U. – Sucursal em Portugal resolveu cobrar ilegalmente uma comissão que denominou de “Comissão excesso de limite de crédito”. • Solicito igualmente, o mais rápido possível, a anulação das comissões referidas e a garantia de não repetição desta cobrança para operações futuras de mesma natureza. Com os melhores cumprimentos, FG
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