Reclamações públicas

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Reclamação Peugeot Portugal

Exmos. Senhores, Boa tarde venho por este meio informar que comprei em novembro um Peugeot 1.5 hdi allure num representante vosso desde então comecei a anotar logo os primeiros dias um defeito grave no motor da viatura o carro engasga entre as 1500/2000 rpm na segunda e terceira mudança depois de vários contactos com a representante e só passado quase três meses receberam a viatura para reparação e verificação dos problemas mencionados no entanto depois de três semanas voltei para levantar a viatura e a mesma encontrava-se igual foi me dito para ir à Peugeot mais próximo de mim para um Recall da marca assim eu fiz fui então para a Peugeot de Almada falei com avaliador e o chefe de oficina ficaram com o carro para as devidas intervenções e hoje dia 31 março levantei novamente a viatura com resposta por parte da marca que depois de todos os testes feitos e intervenções foi me dito que estaria o problema resolvido ao qual volto novamente a reparar que nada está resolvido fiz reclamação e envio para vos também reclamação pois trata-se de um caso bastante grave numa viatura recente e que está mais que comprovado depois de testado várias vezes por pessoas certificadas que existe um problema de injeção ao qual todas as pessoas inclusive representante e Peugeot estão a tentar fugir às suas responsabilidades aguardo resposta para o meu e-mail joaoabreu222@gmail.com afim de evitar a presença de um advogado no futuro com um caso contra vocês e quem me recebeu na oficina e pedido especial a um centro de arbitragem para a confirmação do problema obrigado VIN VR3UBYHTKN5905369 Peugeot 208 Matrícula. AU88QB Cumprimentos.

Encerrada

Defeito Veículo

Exmo. Sr. / Exma. Sra., Eu, Josué Monteiro, venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à viatura da minha propriedade, identificada pelos seguintes dados: Dados da Viatura: • Marca e Modelo: Peugeot 308 – 208 Active 1.2 VTi 82 CV M5 5P • Matrícula: AN-72-SN • VIN: VR3FPHNSTNY504402 • Data de aquisição: fevereiro de 2022 (viatura nova, 0 km) • Concessionário responsável: Caetano Gamobar Motors, SA – Centro de Sintra Desde a aquisição da viatura, a mesma tem sido submetida a todas as revisões periódicas obrigatórias na rede oficial da marca, demonstrando a minha total conformidade com as condições de garantia exigidas. Cronologia das anomalias e intervenções relevantes: 1. Anomalia na câmara de estacionamento e sistema de radar (2023 — resolvida): A viatura apresentou uma falha no sistema de câmara de estacionamento e radar dianteiro, tendo sido sujeita a intervenção de substituição e calibração, conforme Ordem de Serviço XOJ/2702/2023. Embora a situação tenha ficado resolvida, importa salientar que, durante esse período, a viatura esteve imobilizada por várias semanas, sem que a marca disponibilizasse qualquer veículo de substituição. Este padrão de recusa sistemática de viatura de substituição repetiria em todas as ocorrências subsequentes. 2. Consumo excessivo de óleo — primeira ocorrência (agosto/setembro de 2024): A revisão periódica foi efetuada a 19 de agosto de 2024 (81.641 km — OS XOJ/1804/2024). Apenas cerca de um mês após essa revisão, a 30 de setembro de 2024, e com aproximadamente 85.226 km, acendeu-se a luz de aviso de falta de óleo. O veículo foi imediatamente levado à oficina, onde foi diagnosticado consumo excessivo de óleo, tendo sido aplicada a TSB B1BW013Y00. O cliente foi informado de que deveria regressar ao fim de 1.000 km para controlo, dado que a viatura havia necessitado de reposição de 1 litro de óleo. 3. Controlo de óleo aos 1.000 km — anomalia persistente (dezembro de 2024): A 6 de dezembro de 2024 (90.002 km — OS XOJ/2753/2024), o veículo regressou à oficina para o controlo de óleo acordado, mantendo-se o diagnóstico de consumo excessivo. A 20 de dezembro de 2024 (91.093 km — OS XOJ/2881/2024), realizou-se novo controlo, sem resolução do problema. 4. Nova ocorrência de consumo excessivo de óleo com aviso de falta de óleo (janeiro de 2026): A 27 de janeiro de 2026 (94.787 km — OS XOJ/202/2025), o veículo acionou novamente o aviso de falta de óleo, confirmando que a anomalia nunca havia sido corrigida. A 11 de fevereiro de 2026 (95.866 km — OS XOJ/317/2025), realizou-se o 2.º controlo dos 1.000 km, com o mesmo diagnóstico de consumo excessivo persistente. Uma vez mais, o veículo ficou várias semanas imobilizado, sem qualquer solução e sem viatura de substituição disponibilizada pela marca. 5. Revisão anual de 2025 (abril de 2025): A revisão anual realizada a 16 de abril de 2025 (100.490 km — OS XOJ/866/2025-2) incluiu, entre outros trabalhos, a substituição da correia de distribuição, filtro de pólen, correia dos acessórios, escova de para-brisas e kit correia, com um custo total de 944,53 €. Saliente-se que esta revisão foi realizada na rede oficial, mantendo todas as condições de garantia. 6. Imobilização prolongada do veículo desde 3 de março de 2026 — situação atual: A 3 de março de 2026, com 113.819 km (OS XOJ/484/2026-1), o veículo foi novamente entregue na oficina com aviso de consumo excessivo de óleo (luz de pressão do óleo acesa). Desde essa data — há mais de cinco semanas — o veículo permanece imobilizado na oficina, sem qualquer resolução nem prazo comunicado. A marca recusou, uma vez mais, disponibilizar viatura de substituição, alegando indisponibilidade. Enviei três (3) e-mails à oficina a solicitar informação sobre o estado da reparação, sem que tenha obtido qualquer resposta. Durante todo este tempo, continuo a suportar a mensalidade do financiamento do veículo, sem poder dele usufruir, o que constitui um prejuízo financeiro direto e continuado. Fundamentos da presente reclamação: Face ao exposto, considero que o veículo apresenta um defeito grave de fabrico que se mantém por resolver há mais de ano e meio, nomeadamente o consumo excessivo e anómalo de óleo, não obstante as múltiplas intervenções efetuadas pelos serviços técnicos da marca. Esta anomalia manifesta-se de forma recorrente, com acionamento repetido do aviso de falta de óleo, e nunca foi objeto de solução definitiva. Acresce que, ao longo de todo este período, fui obrigado a deslocar-me inúmeras vezes à oficina, ficando sem viatura durante semanas seguidas, sem que a marca alguma vez disponibilizasse um veículo de substituição. Neste momento, encontro-me sem carro desde 3 de março de 2026, continuando a suportar a mensalidade do financiamento do veículo — sem qualquer contrapartida —, o que representa um prejuízo financeiro real, direto e continuado. Invoco os direitos que me assistem ao abrigo do Decreto-Lei n.º 67/2003, de 8 de abril (com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 84/2008, de 21 de maio), relativo às garantias na venda de bens de consumo, bem como da Diretiva (UE) 2019/771, transposta para a ordem jurídica portuguesa, que consagra o direito do consumidor à reparação ou substituição do bem, à redução do preço ou à resolução do contrato, em caso de falta de conformidade. Acresce que a ausência reiterada de disponibilização de viatura de substituição, em situações de imobilização prolongada por causas imputáveis a defeitos do veículo, consubstancia um incumprimento dos deveres de assistência a que a marca se encontra vinculada. Solicito, em consequência: 1. Resolução urgente e definitiva do defeito de consumo excessivo de óleo que afeta o veículo desde setembro de 2024, com comunicação escrita do diagnóstico técnico completo e das medidas adotadas; 2. Disponibilização imediata de viatura de substituição enquanto o meu veículo se encontrar imobilizado para reparação, dada a recusa sistemática e reiterada que tem sido oposta pela marca em todas as ocorrências anteriores; 3. Resposta escrita, clara e fundamentada, sobre o diagnóstico atual, o plano de reparação e o prazo estimado para a devolução da viatura; 4. Em alternativa, e caso não seja possível resolver as anomalias em prazo razoável, a substituição da viatura por outra em condições adequadas, ou a resolução do contrato de compra e venda com reembolso do valor pago; 5. Ressarcimento dos prejuízos financeiros sofridos, nomeadamente as mensalidades do financiamento pagas durante os períodos em que o veículo esteve imobilizado na oficina por defeito, sem possibilidade de utilização, bem como quaisquer outras despesas decorrentes da imobilização prolongada. Aguardo resposta no prazo máximo de 10 (dez) dias úteis a contar da receção da presente comunicação, findo o qual me reservo o direito de apresentar queixa junto da DECO – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, do Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo e demais entidades competentes, bem como de acionar os meios judiciais adequados. Com os melhores cumprimentos, Josué Monteiro Proprietário da viatura AN-72-SN Lisboa, 13 de abril de 2026

Encerrada

Não assumem Garantia

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao meu veículo Peugeot 3008 1.5 BlueHDi, do ano de 2019, atualmente com 117.464 km. O veículo foi importado e, aquando da sua legalização em Portugal, foi realizada uma revisão completa, incluindo a substituição do óleo do motor com o óleo recomendado e de acordo com as especificações indicadas pela marca Peugeot. Em outubro do ano passado dirigi-me a um concessionário/oficina da marca para Campanha da Marca para verificar um possível ruído proveniente da zona da distribuição, tendo-me sido indicado na altura que se encontrava tudo dentro da normalidade. No entanto, atualmente o veículo apresenta um ruído evidente proveniente da corrente da árvore de cames, situação que, após pesquisa, verifiquei tratar-se de um problema conhecido nos motores 1.5 BlueHDi utilizados em diversos modelos da Peugeot. Tendo em conta que se trata de um problema amplamente reportado neste motor e considerando a quilometragem relativamente baixa do veículo, venho solicitar a análise desta situação por parte da Peugeot e a eventual aplicação de uma solução, visto o Veículo estar em Garantia. Dados do veículo: • Modelo: Peugeot 3008 • Motorização: 1.5 HDi / BlueHDi • Quilometragem: 117464 Agradeço a vossa análise e uma resposta breve relativamente a uma possível intervenção ou apoio na resolução desta situação.

Encerrada

Problema no motor da Peugeot, consumo de oleo

Bom dia! A Peugeot de forma intencional, continua fabricando os seus veículos, com motores thp,e pure tech, isso significa na prática, um defeito oculto, as características são o consumo de óleo, na qual esse óleo ele queima junto com o combustível, se pesquisar no Google, já tem essa informação desses motores, estou com esse problema desde agosto de 2025, o engenheiro Paulo jacinto, responsável pela Peugeot Setúbal monte belo, já disse que a solução nesses casos é a troca do motor, dia 21 de janeiro de 2026 o veículo deu entrada na Peugeot Setúbal, e disseram que iam fazer a troca do motor, depois disseram que iam trocar a tampa do conjunto de válvulas, mesmo o engenheiro Paulo jacinto informando sobre isso em não resolver, mesmo assim os técnicos optaram em continuar, o veículo saiu dia 14 de fevereiro de 2026, comecei a usar a viatura, no dia 12 de março o carro retornou para a Peugeot Setúbal, com o mesmo problema, consumindo óleo desesperadamente, desde então até à data desse e-mail, o veículo está imobilizado, alguém precisa fazer alguma coisa, a Peugeot não pode continuar fazendo isso! PRA VOCÊS QUE ESTÃO LENDO, POR FAVOR! NÃO COMPRE PEUGEOT, Além de ter esse defeito oculto, o pós venda é um absurdo de ruimmmmm.

Resolvida

Avarias PEUGEOT 5008

Exmos. Senhores, Gostaria de apresentar uma queixa, relativa à marca PEUGEOT e à prestação de serviços das oficinas oficias da marca, em específico em relação à oficina de STELLANTIS em PAÇO DE ARCOS. Sou proprietária de um automóvel Peugeot 5008 adquirido novo, no stand da Peugeot Oeiras, em julho de 2019. Até à data da primeira avaria, em maio de 2024, todas as revisões do carro foram realizadas na oficina Stellantis de Paço de Arcos. A primeira avaria dá-se no sistema Adblue, cuja reparação teve um custo de cerca de 1.000,00€. Por se tratar de um defeito da responsabilidade do fabricante exigi que a marca assumisse a despesa da reparação. Embora tivesse tido de insistir a marca acabou por assumir a reparação e entregou-me o carro com um depósito novo. A segunda avaria dá-se cerca de um ano depois, em junho de 2025, numa viagem a caminho do Algarve. O carro deixou de funcionar ficando imobilizado na A2, com aviso no painel de “defeito do travão de estacionamento”. Depois de ser rebocado o carro foi levado, no dia 17.06.2025, para a oficina Stellantis de Paço de Arcos. A partir desse momento todo o serviço prestado pela oficina, bem como as informações fornecidas, foram sempre pouco transparentes e pouco rigorosas. Foram apresentando primeiro um valor de 138€ para fazer um diagnóstico, depois um valor de 525,00€+IVA para abrir o motor, sem nunca revelarem ou assumirem que se tratava, mais uma vez, de um defeito da responsabilidade do fabricante. Tudo isto com o carro na oficina e sem uma data prevista para a reparação do mesmo. Voltei a exigir que a marca assumisse as despesas de reparação, que naquela atura estimaram que pudessem chegar aos 7.000,00€, mas a oficina insistiu que nada podia fazer pois a última revisão do carro não tinha sido realizada na oficina. O carro apenas me seria entregue no dia 01.08.2025, cerca de 1 mês e meio depois de ter entrado na oficina, e apenas porque me vi obrigada a suportar o arranjo, que se cifrou nos 3.613,75€, relativo à avaria da correia da árvore de cames. A resposta ao processo, entretanto aberto na Peugeot, apenas viria no dia 07.08.2025, com a rejeição do reembolso do valor já suportado, alegando que para que houvesse lugar ao reembolso a última revisão teria de ter sido feita nas oficinas da marca. Muito insatisfeita com toda a situação, por ter adquirido um carro novo que nos primeiros 100mil km teve duas avarias, por ter tido despesas com reparações de valor muito avultado, por ter estado sem carro por mais de 6 semanas, por ter tido despesas extraordinárias para alugar um carro nessas mesmas 6 semanas, e por ter perdido a confiança na marca e na oficina, fiz uma queixa formal no portal da queixa onde a marca voltou a responder o mesmo que havia respondido antes, ignorando assim o defeito de fabrico, ao qual o proprietário é totalmente alheio. Infelizmente, e depois de tudo isto, deu-se uma nova avaria. A terceira avaria aconteceu em janeiro de 2026, cerca de 1 ano e meio depois da primeira avaria e cerca de 6 meses depois da segunda, tendo o carro voltado a indicar defeito antipoluição. Por estar relacionado com o sistema Adblue (e para acionar a garantia do depósito novo colocado em maio de 2024) levei o carro, no dia 29.01.2026, novamente à oficina da Stellantis em Paço de Arcos. Importa referir que quando entreguei o carro não tinha nenhuma queixa, para além da luz de alerta que aparecia no painel. O carro devia ter ficado pronto no dia seguinte, dia 30.01.2026, mas até hoje, dia 05.03.2026, ainda não me foi entregue. Acontece que no dia 30.01.2026, fomos contatados, durante a manhã, pela oficina que nos informou que haviam realizado um diagnóstico ao carro e se tratava de um problema com os injetores, que não estava abrangido pela garantia do depósito Adblue. Apresentaram um custo de reparação de 160,00€ que aprovamos, apenas e só para que o carro nos fosse entregue ainda nesse dia. De forma algo caricata, umas horas depois, fomos novamente contatados pela oficina, informando que tinha havido uma falha de informação pois afinal não se tratava de um problema nos injetores, mas era sim um problema de programação. O valor da reparação manteve-se nos 160,00€ e o carro seria entregue na oficina a partir das 18h00. Antes das 17h00 ligaram novamente, informando que o primeiro diagnóstico que nos tinham dado estava incorreto, o segundo também estava incorreto e afinal o problema estava no catalisador cujo arranjo iria ascender aos 2.000,00€. Tendo recusado pagar tal valor, por se tratar de um problema relacionado com o sistema antipoluição e portanto abrangido pela garantia do depósito colocado há menos de 2 anos, e não tendo confiança em nenhum dos 3 diferentes diagnósticos que nos deram ao telefone, solicitamos que a marca assumisse uma posição e nos informasse formalmente da mesma. Até hoje ainda aguardamos resposta. Após 5 semanas o carro continua na oficina. No espaço de menos de 2 anos já nos vimos confrontados com 3 avarias decorrentes de defeitos da responsabilidade do fabricante e nos últimos 9 meses o carro esteve na oficina 11 semanas, cerca de 2 meses. Para além do imenso período sem carro, já suportamos uma reparação no valor de 3.613,75€, decorrente de um defeito da responsabilidade do fabricante, ao qual somos alheios. Esta situação é totalmente inadmissível e no nosso entender configura um tremendo abuso de poder pois como clientes não temos acesso ao carro, o contato com a oficina, via telefone, é inexistente, nas deslocações à oficina esta empurra a responsabilidade para a marca, a marca vai deixando andar e não responde nem toma uma posição e neste impasse desgastam o cliente para que se sinta pressionado pela falta do carro e acabe por pagar as reparações. Posto isto exijo que procedam à reparação do meu carro, considerando as garantias em vigor para a substituição de todos os componentes defeituosos. Exijo ainda que me devolvam o dinheiro que paguei à data de 01.08.2025, para reparação da segunda avaria. Aguardo que resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Encerrada

Tempo indefenido para chegada de peças

Exmos. Senhores, Estou desde dia 27/01/2026 com a minha viatura Peugeot 508 Sw matrícula AD-58-NH imobilizada no reparador oficial motorpor em Portimão. Pois a viatura desde esse dia deixou de trabalhar. Foi detectado que o problema foi a correia da árvore de Cames de (7mm) que partiu, um problema que vocês próprios já admitiram ser de fábrica e que iriam suportar todos os custos da reparação e alterar a correia para as de (8mm). É então que dia após dia tenho falado com o apoio ao cliente e o problema é que me dizem que não têm previsão para a entrega das peças. Ou seja estou completamente no escuro sem saber o tempo que terei de esperar e em suspenso em relação á minha vida. Pois ainda por cima moro no Algarve e os transportes públicos é para esquecer. Venho por este meio, reclamar que me ofereçam alguma alternativa de transporte para mim, ou seja um carro de substituição. Visto para mais isto ser um problema de fábrica em nada afeto á utilização da minha parte da viatura. Pois eu sim estou a sair prejudicado desta situação porque não tenho a viatura há mais de duas semanas. E nem tenho a previsão de quabto tempo. Neste tipo de situação a Peugeot tem de sair em defesa do seu cliente e tentar ao máximo minimizar os prejuízos á vida da pessoa. Caso contrário tentarei todas as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Encerrada

Avaria técnica verificada no Peugeot 5008, bem como ao atendimento e reparação

Vimos, pelo presente meio, e na qualidade de gerentes da empresa proprietária (à data dos factos) do veículo Peugeot 5008, 1.5 BlueHDi GT Line, matrícula 43-VF-99, adquirido no estado de novo e com cerca de 257.000 km, formalizar reclamação relativa à avaria técnica verificada na referida viatura, bem como ao atendimento e reparação efetuados pela Oficina Caetano Motors – Peugeot (Barreiro). Para melhor enquadramento da presente reclamação, importa expor a seguinte factualidade relevante: • No dia 13 de abril, sem qualquer aviso luminoso ou sonoro prévio, ao tentar ligar o veículo, o mesmo não respondeu. Após duas tentativas sem sucesso, foi acionado o reboque através da Companhia Seguradora; • A viatura deu entrada na Oficina Caetano Motors – Peugeot (Barreiro) no dia 17 de abril, tendo apenas sido possível confirmar a sua receção no dia seguinte, por iniciativa própria, dado que não existiu qualquer contacto por parte da oficina. Desde então, e durante várias semanas, verificou-se uma manifesta falta de comunicação, ausência de resposta a contactos telefónicos e contradições nas informações prestadas, tendo sido necessário proceder a deslocações presenciais à Oficina para obtenção de esclarecimentos; • Num primeiro momento, foi-nos comunicado verbalmente pela rececionista a existência de uma possível avaria grave, com um custo estimado entre € 4.000,00 e € 8.000,00, sem que fosse apresentada qualquer avaliação técnica concreta. Foi igualmente referido que poderia ser aplicado um desconto de 10%, sujeito a validação do responsável da Oficina; • No que respeita às opções de pagamento, foi-nos transmitida, de forma breve e insuficiente, a possibilidade de utilização de um cartão de crédito até € 5.000,00, sem juros, sem qualquer explicação adicional; • Atendendo ao valor elevado apontado para a reparação, solicitámos a realização de uma análise técnica detalhada, para a qual nos foi exigido o pagamento de € 480,00, valor que foi prontamente liquidado. Contudo, não foi prestada qualquer informação posterior, sendo novamente necessária uma deslocação presencial à Oficina; • Face à essencialidade da viatura para o quotidiano da Sociedade, foi solicitada, desde o início, uma viatura de substituição, pedido que foi recusado. Foi sugerido o aluguer de viatura a preço reduzido, mediante contacto posterior, o que nunca ocorreu, obrigando-nos a recorrer a uma empresa externa, com custos superiores a € 500,00; • As conclusões da análise técnica apenas foram comunicadas verbalmente em 07 de maio, identificando um problema nas árvores de cames, implicando a substituição total do motor, com orçamento de € 7.614,12; • Em 13 de maio, após solicitação expressa, foi remetido o relatório técnico escrito, onde se refere que a avaria teve origem na quebra da corrente de distribuição entre as árvores de cames, concluindo-se pela substituição integral do motor por uma unidade recondicionada (0 km); • Inicialmente foi-nos indicado que a reparação seria célere (cerca de dois dias), informação posteriormente corrigida pela Gerente da Oficina; • Atento o tempo estimado para a reparação e a necessidade comprovada de viatura, foi disponibilizado um veículo de substituição, com indicação expressa de que seria sem custos, informação que veio a revelar-se incorreta; • Não fomos informados do início da reparação, tendo apenas recebido uma mensagem a informar que a viatura estava pronta para levantamento; • No momento do levantamento, foi recusada a utilização do cartão de crédito anteriormente mencionado, alegando-se que deveria ter sido tratado antecipadamente com outra responsável, informação nunca antes transmitida. Para tratamento de dados necessários à contratação do cartão de crédito, só nos foi possível levantar a viatura dois dias depois; • Contrariamente ao acordado, foi-nos exigido pagamento pela viatura de cortesia. Acresce que, após levantamento da viatura em 02 de junho de 2025, a mesma voltou a avariar em 04 de junho, enquanto circulava na Ponte Vasco da Gama, com aviso de temperatura máxima do motor, emissão de vapor e imobilização imediata, tendo sido novamente acionado o reboque. Diagnosticou-se a rotura da caixa de água, alegadamente não abrangida pela garantia por se tratar de “sistema periférico”, tendo sido pago o valor de € 159,13. Cerca de duas semanas depois, a viatura voltou a apresentar idêntico problema, novamente na Ponte Vasco da Gama, tendo sido encaminhada para a Stellantis Alfragide, onde foi diagnosticada a necessidade de substituição do (novo) motor, bem como confirmada nova rotura da caixa de água, entretanto substituída duas semanas antes. Tal factualidade evidencia, de forma inequívoca, a existência de defeito grave de conceção e/ou fabrico, amplamente reconhecido nos motores 1.5 BlueHDi, bem como a inidoneidade das reparações efetuadas, não sendo tais ocorrências, em caso algum, imputáveis ao utilizador. Acresce que esta viatura já havia sido afetada, em 2022, por avaria no sistema AdBlue, igualmente reconhecida como problema estrutural da Marca, com custos superiores a € 2.500,00, integralmente suportados pela Cliente. Em consequência direta das avarias descritas, foram suportadas as seguintes quantias: • € 7.823,55 – Relatório técnico de diagnóstico e Reparações mecânicas; • € 159,13 – Substituição da primeira caixa de água; • € 732,21 – Viaturas de substituição. Totalizando prejuízos patrimoniais significativos, acrescidos de prejuízos operacionais decorrentes da privação reiterada do uso da viatura, absolutamente essencial à atividade da Sociedade. É do conhecimento público que tanto as avarias no sistema AdBlue como na corrente de distribuição constituem problemas graves, recorrentes e amplamente documentados nestes veículos, tendo dado origem a inúmeras reclamações e processos a nível nacional e internacional. Atendendo ao exposto, e considerando que as avarias descritas são imputáveis à Marca (facto confirmado pela necessidade de substituição e 2 motores e 2 caixas de água no período inferior a um mês), não podendo ser responsabilizado o Cliente, solicitamos a restituição integral dos valores despendidos (€ 9.194,89), bem como a devida ponderação dos prejuízos decorrentes da privação do uso da viatura.

Encerrada

GARANTIA

Exmos. Senhores, Adquiri uma carrinha PEUGEOT PARTNER nova em setembro de 2025. A primeira revisão solicitada no sistema de informação do veículo foi aos 13.000km. A carrinha foi ao concessionário da MCOUTINHO em Bragança onde foi adquirido e após a revisão foram substituídas peças que só estão contempladas aos 40.000km e 120.000km (filtro do ar, filtro combinado, coreia e lote de filtros). A próxima revisão ficou agendada para os 52000km no manual de serviços do veículo. Aos 33.000km a carrinha pediu novamente para ir à oficina e foi mencionado pela receção da oficina que tinha que andar com esse alarme até aos 52000km, pois caso contrário depois não emitiria novo alerta para revisão aos 52000km aproximadamente. No dia 23 de dezembro e com cerca de 33524km a carrinha acendeu as luzes do motor e pediu a reparação do veículo. Chamei o reboque e foi para o concessionário MCOUTINHO de Bragança. A 24 de dezembro a oficina procedeu à reparação e mencionou que teve que mudar o óleo por estar danificado, visto que o veículo não efetuou bem as regenerações. Após retificarem o erro eliminaram o alarme de revisão dos 33000km. Procedi ao pagamento e reclamei, porque paguei um óleo supostamente para 40.000km, o erro das regenerações não é culpa do condutor porque somente pela acústica é que se percebe que está a regenerar, não emitindo nenhum alerta luminoso, estando neste caso perante um veículo novo e dentro da garantia. O chefe da oficina diz que é normal acontecerem casos semelhantes e com menos km (4000km a 20000km). Considero que devo ser ressarcido das peças colocadas indevidamente aos 13000km e do valor pago pela mudança de óleo aos 33534km. Atentamente

Resolvida

deficiente na regulação de ar no interior do veiculo

Problema de entrada de ar no interior da viatura (peugeot 3008GT Hybrid BO43PL) comprado a em 2024. Queixa com a oficina da peugeot em Setubal, confrontação no inverno de 2025 e no inverno de 2026. O problema continua e a resposta que obtive é de que é normal esta entrada de ar. Não é possivel aceitar esta resposta do concessionário da marca quando o mesmo constata que realmente existe uma entrada de ar do exterior (em tempos frios é insuportável conduzir pois o pé direito fica gelado) e que é normal nos peugeot. Tive conversa com um outro cliente que comprou um vieculo igual mas mais novo meses e que não tem este problema, Já efetuei queixa no apoio ao cliente da Peugeot mas a resposta foi de que não existe nada a fazer pois a concessionária não diagonosticou nenhum problema. Como posso garantir que não exita algo de deficiência na montagem? Gostaria de ajuda. Obrigado

Em curso

Diagnóstico tardio/ avarias regulares

Bom dia ! Venho por este meio mostrar o meu descontentamento com a marca Pegeout! É inadmissível um carro dar entrada nas vossas oficinas e só passado 2meses é que me dão o diagnóstico da avaria ? E até lá como é que eu me desloco ! Tenho os meus filhos para levar a escola , tenho que ir trabalhar, vocês não se preocupam com o cliente ? Vou a pé ? Vou de transportes públicos depois de comprar um carro com a vossa marca que digo desde já que foi um fracasso ! Se forem ver o histórico da mesma (54-LM-25) vêm que foi um verdadeiro fracasso ! Já gastei muito dinheiro por problemas que certamente outra marca não teria ! Vão ver o histórico … ah 3 anos tive sem a carrinha mais de 3 meses por um problema no qual gastei quase 5000€ pois ninguém detectou depois de todas a vezes que fiz e apenas as revisões na marca !!!! Ninguém teve capacidade de prever que tal pudesse acontecer! Que desilusão! Peço que resolvam esta situação , caso contrário terei que ir por outros meios ! É inadmissível! Atentamente ,

Encerrada

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