Reclamações públicas

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D. B.
24/06/2020

Reclamação Resolver Urgente

Boa noite, venho por este meio demonstrar o meu descontentamento para com os serviços administrativos financeiros do Hospital da Luz, visto que nas últimas semanas temos necessitado dos serviços de saúde e tem havido sucessivas falhas na parte administrativa e sempre com prejuízo financeiro para com a minha parte e da minha mulher.1 - Em Outubro de 2019 começamos a ter consultas periódicas com a Doutora Claudia Appleton devido à gravidez da minha mulher. É de salientar que só escolhemos esta Doutora porque nos foi instruído pelo Hospital da Luz que ela tinha acordo com o IASFA. Em Janeiro de 2020 surgiu nos o primeiro problema quando a minha mulher trocou de seguro de saúde (Advance Care para o IASFA). No primeiro pagamento com o novo seguro reparámos que a doutora não tinha acordo com o IASFA, o que nos fez mudar a meio da gravidez para o Doutor João Alves. Embora o doutor João Alves nos tenha seguido da melhor maneira possível e seja um excelente profissional, deixou nos bastante desagradados ter de mudar de médico devido à incompetência dos serviços administrativos.2 - No dia 18 de Maio eu e a minha mulher demos entrada no Hospital da Luz para uma indução do parto. Na recessão tivemos de dar um sinal de 300 euros. Quando saímos do Hospital para regressar a casa no dia 20 notámos que tínhamos pago quase 900 euros para o parto do nosso filho. Mais tarde ao falar com o Hospital da Luz foi detectado que nos cobraram os valores todos por inteiro e nunca descontando os 300 euros de sinal. Entretanto já foi efectuada uma nota de crédito para a devolução desses 300 euros depois de muitos telefonemas. Mais uma situação completamente desagradável que se não fosse descoberta por nós iríamos ficar a perder 300 euros. Sendo que o dinheiro ainda nem se quer chegou à nossa conta.3 - Por volta de dia 22 de Maio a minha mulher ligou para o Hospital da Luz para marcar a minha primeira consulta de Imunolergologia, como não tinha nenhuma preferência por o profissional de saúde disse que podia ser qualquer um desde de que tivesse acordo com o IASFA. Hoje dia 4 de Junho fui à consulta e paguei 35 euros, em vez dos 3 euros e pouco que é normal. Como achei estranho pedi à minha mulher para ligar e perguntar o que se passava. A resposta mais uma vez foi que o profissional de saúde que me marcaram não tem acordo com o IASFA. Devido a todos este problemas administrativos deixei de ter qualquer confiança no vosso trabalho, visto que cada vez que utilizo os vossos serviços vejo me a perder dinheiro e a reclamar. Das 3 vezes que precisei tive 3 problemas. Alguma dúvida do que acabei de descrever pode ser encontrada a resposta nos inúmeros telefonemas que a minha mulher fez para o Hospital da Luz, dos quais nós aceitámos que fossem gravados. Lá se pode verificar que foi claramente pedido nas duas vezes médicos com acordo do o IASFA.O que pretendo com este email é mostrar o meu completo descontentamento com o vosso serviço administrativo e pedir o reembolso da diferença da consulta de hoje para o que iria pagar com o acordo do IASFA. De 35 euros para 3 euros (valores arredondados). Sendo que a nota de crédito de 300 euros já está efectuada, espero que este 3º problema seja resolvido com a devolução do dinheiro, visto que o erro foi vosso. Esta foi a reclamação que fiz no dia 4 de junho, e até hoje não obtive resposta com uma solução para este problema. Depois de mais de 6 contactos ao longo de este mês e sem nenhuma resposta ou solução venho mais uma vez pedir uma resolução rápida. Caso não tenha contacto vosso com a resolução deste problema irei passar para outras alternativas.Os melhores CumprimentosDiogo Alexandre Coelho BentoTeresa Fátima Bento dos Santos

Encerrada
P. P.
07/04/2020

Novos custos do parto

Estimados,A minha esposa vai ter o seu parto induzido no Sábado, dia 11 de Abril 2020 no Hospital da Luz de Lisboa.Assim como é sabido vivemos em tempos de grande desconcertaçao social e muito do nosso quotidiano está a ser afetado a todos os níveis. Compreendendo de facto que todos temos que ser flexíveis com as novas regras e proteger-nos tanto a nós como ao próximo contudo foi com grande surpresa que recebi uma chamada deste hospital hoje, dia 07 de Abril pelas 1850 a informar que de acordo com novos procedimentos teria que fazer, tanto eu como a minha esposa um teste ao COVID19 obrigatório neste hospital com carácter de urgência (amanhã, dia 08 de Abril entre as 1000 e 1200) devido ao tempo para processar os resultados de modo a que nos seja possível ter o parto nesta instituição.De notar que o valor destes testes que terão que ser feitos por mim e pela minha esposa têm um valor de 145 Euros por pessoa e não são comparticipados pela nossa seguradora de saúde.Neste caso específico e tendo em conta que o parto é um serviço tabelado deverei eu pagar por um novo procedimento que não nos foi informado a devido tempo? Não é de todo simples a decisão dos casais em escolher onde irão ter o seu bebé e ainda mais difícil é escolher um novo hospital a 4 dias do parto com todas as preocupações e frustrações inerentes numa altura que deveria de ser de grande tranquilidade e felicidade.Obrigado desde já pela vossa resposta.Atenciosamente,Pedro Pinto

Resolvida
I. G.
06/02/2020

Má avaliação médica

No passado domingo dia 2 de fevereiro de 2020, desloquei-me ao serviço de urgência após um desmaio. Dei entrada, ao que o médico quando me chama e avalia os sintomas diz que infelizmente não tem a máquina que permite fazer a TAc crânio encefalico a funcionar e apenas me pode fazer análises e um ecg. As análises tudo bem, sem alterações. O ecg simplesmente esqueceram-se!!! O médico informa-me que mais não pode fazer e envia-me para casa e qualquer sintoma fora do normal para regressar novamente ao serviço de urgência. Tive que regressar no dia seguinte, fui atendida pelo Dr Miguel Almeida, que após reavaliar o estado me manda sim fazer q TAC mas ao Abdómen!!! E em vez de uma TAC pede 3! Excesso de radiação desnecessariamente porque a TAC deveria ter sido feita, sim, mas não ao abdómen mas sim a cabeça, e não três mas uma! Paguei duas urgências (totalizando sensivelmente 140€) desnecessárias, porque sai do serviço de urgência sem saber o que se passou. O hospital da luz tem que ser uma entidade que presta serviços de saúde e não que passa exames sem necessidade só para que os clientes paguem mais

Resolvida
G. C.
11/10/2019

factura dentista

Venho por este meio, comunicar a V. Exas., o meu completo desagrado com o valor cobrado por o procedimento de isolamento absoluto com dique de borracha no valor de 50 euros na factura da consulta de medicina dentaria. Esperava pois ser cobrada pelo tratamento de uma cárie e, não por um procedimento extra tratamento, sem ser previamente informada que tal procedimento teria o preço cobrado.Além disso, entretanto numa pesquisa rápida sobre o preço de venda destes produtos de isolamento percebe-se facilmente que por exemplo uma caixa de 30 unidades custa cerca de 40 euros ao consumidor, pelo que considero ultrajante , desrespeitoso e roubo cobrarem 50 euros por 1 unidade. Independentemente disso devia ser informada. Exijo por isso a devolução dos 50 euros. Atentamente, Gabriela Cunha.

Resolvida
A. C.
04/02/2016

Erro na prescrição de exames médicos

No dia factos o Dr. Carlos Ventura prescreveu-me 6 exames de imagiologia, 2 exames cardiológicos e 5 tipos de análises clínicas. Alguns dos exames de imagiologia exigiam preparação dolorosa (clisteres) e jejum. Quando me dirigi aos serviços do SAMS para a realização dos exames deparo-me com o facto da prescrição estar em nome de outra pessoa, razão pela qual não pude realizar os exames.Tal resulta em prejuízos de monta elevada. Em primeiro lugar prejuízos à minha saúde, pois necessariamente adio o diagnóstico da situação. Ainda para mais, tendo que me ausentar do país frequentemente por motivos profissionais, só em Março poderei repetir a consulta e só depois poderei remarcar os exames. Ou seja, este engano pode resultar numa adiamento do diagnóstico por mais de dois meses. Por outro lado, existem prejuízos diretos, nomeadamente o custo com a consulta (que na verdade, por esta situação, se revelou inútil) e os custos com a deslocação e o tempo perdido na consulta e na tentativa gorada de realizar os exames.

Encerrada

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