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Cobrança indevida de Seguro
Ex.mos Senhores Venho, por este meio reclamar perante a vossa empresa acerca de um constrangimento ocorrido no dia 07/06/2026 após o meu voo de Porto para Faro. Quando cheguei ao aeroporto de Faro, dirigi-me ao local definido para um Shuttle me levar para a sua empresa de aluguer de viaturas sugerida na vossa aplicação. Começou logo por o meu nome não constar na lista. Entretanto quando cheguei à empresa Klass Wagen, o funcionário disse-me que o seguro não estava feito e que teria de dispensar 158.88 euros pelo referido seguro automóvel de 3 dias. Referiram que o seguro já por mim pago anteriormente pela Ryaner não lhes tinha chegado… fiquei espantado com esta resposta. Sinto que fui burlado. Com os melhores cumprimentos
Voo Atrasado Mais de Três Horas
Exmos. Senhores, Em 2 de junho de 2026 dirigi-me ao aeroporto de Lisboa, para embarcar no vosso voo FR 3079 para Barcelona. Sucede que o voo, que estava marcado para as 20:35, se atrasou, com partida a ter lugar pelas 00:05 e a chegada ao destino a ocorrer às 2:27, quando estava prevista para as 23:25. Significa isto que o atraso excedeu mais que 3 horas, pelo que tenho direito a uma indemnização de 750€ (250€ x 3), de acordo com as regras de transporte aéreo sobre atrasos nas viagens aéreas. Exijo que me paguem este valor o mais rapidamente possível, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Atraso e voo perdido
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à minha viagem na reserva NS65TL. No dia 3 de junho, viajei no voo FR8583 entre Rhodes (RHO) e Bruxelas Charleroi (CRL), cuja hora prevista de chegada era 19h40. No entanto, o voo apenas aterrou aproximadamente às 21h50, sofrendo um atraso superior a duas horas. Tinha uma viagem de ligação a partir de Bruxelas Charleroi para o Porto, com partida às 22h00. Assim que desembarquei, dirigi-me imediatamente para a respetiva porta de embarque e cheguei pouco antes das 22h00. Contudo, a porta já se encontrava encerrada e foi-me recusado o embarque, apesar de os restantes passageiros ainda não terem entrado no avião. Considero esta situação particularmente injusta, uma vez que a impossibilidade de embarcar resultou diretamente do atraso do voo proveniente de Rhodes, situação totalmente alheia à minha vontade. Além disso, tendo em conta que o avião ainda não tinha iniciado o embarque dos passageiros, gostaria de compreender por que motivo não foi possível abrir uma exceção para permitir o meu embarque. Após a perda do voo, não me foi apresentada qualquer solução ou assistência por parte da Ryanair. Perante esta situação, tive de suportar integralmente os custos de uma alternativa de viagem, incluindo transporte entre aeroportos em Bruxelas (41,20e) e novos voos via Alicante até ao Porto (nomeadamente na companhia Ryanair), com um total de 537,72e gastos em bilhetes de avião para duas pessoas. Esta situação causou-me não só um prejuízo financeiro significativo, como também transtornos pessoais e profissionais, tendo inclusivamente ficado impossibilitado de me apresentar ao trabalho na manhã seguinte, conforme previsto. Assim, solicito: Esclarecimento sobre as causas do atraso do voo FR8583; Informação sobre eventual direito a compensação ao abrigo do Regulamento (CE) n.º 261/2004; Análise da possibilidade de reembolso dos custos extraordinários que fui obrigado a suportar em consequência desta situação. Agradeço a vossa atenção e aguardo uma resposta com a maior brevidade possível. Cumprimentos.
Bagagem alegadamente fora de medida
Exmos Senhores Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao tratamento que me foi dado no aeroporto de Málaga aquando do embarque num voo da Ryanair com destino ao Porto, bem como relativamente à cobrança de 50€ associada à alegada desconformidade da minha bagagem de cabine. No momento do controlo da bagagem, fui informado por uma funcionária de que a minha mala excedia as dimensões permitidas. Discordei da avaliação e foi-me pedido que colocasse a mala no medidor existente junto à porta de embarque. Conforme se comprova pela fotografia tirada no momento, a mala entrou efetivamente no compartimento destinado à verificação das medidas. Apesar disso, a funcionária insistiu que “considerava” que a mala estaria ligeiramente fora das dimensões permitidas e informou-me de forma perentória que teria de pagar imediatamente 50€, sob pena de não me ser permitido embarcar no voo. Perante esta situação, manifestei claramente a minha discordância e solicitei implicitamente que a situação fosse revista ou analisada por um superior, uma vez que não aceitava a decisão tomada apenas com base numa apreciação subjetiva, sobretudo quando a mala se encontrava dentro do medidor disponibilizado pela própria companhia. Contudo, o ambiente criado pela funcionária foi intimidatório, conflituoso e arrogante, gerando enorme pressão emocional. A minha esposa ficou extremamente nervosa e aterrorizada com a possibilidade de sermos impedidos de embarcar e, perante a ameaça de não podermos viajar, acabou por efetuar o pagamento dos 150€ de imediato, apenas para evitar maiores problemas porque a funcionária tembem dizia que mais 2 malas de familiares também excediam as dimensões sem as verificar. Acresce que realizei a viagem Porto–Málaga com exatamente a mesma mala e sem qualquer problema ou observação por parte da Ryanair no aeroporto de partida, o que reforça a inconsistência da decisão tomada em Málaga. Assim, venho solicitar: A reapreciação desta situação; O reembolso do valor de 50€ cobrado indevidamente na minha mala; O esclarecimento sobre os critérios aplicados naquele embarque; A análise do comportamento da funcionária envolvida, tendo em conta a postura intimidatória e desadequada adotada perante os passageiros; O envio da respetiva fatura/comprovativo fiscal do pagamento efetuado. Anexo à presente reclamação a fotografia tirada no momento da verificação da bagagem, onde é visível que a mala se encontrava colocada dentro do medidor disponibilizado pela companhia.
Voo cancelado
Exmos. Senhores, A 10 de maio de 2026 fiz uma reserva na vossa companhia para um voo entre Faro e Tirana através dos voos FR6313 (Faro - Bruxelas (Charleroi)) e FR8236 (Bruxelas (Charleroi) - Tirana) a ter lugar no dia 03 de junho de 2026. Fiz igualmente uma reserva para voos de regresso FR8350 (Tirana - Milão (Bérgamo)) e FR5139 (Milão (Bérgamo) - Faro). Sucede que, a 2 de junho de 2026, isto é, menos que 2 semanas antes da data do voo, fui por vós informado o voo de ida FR6313 tinha sido cancelado, sem mais. Uma vez que fui impossibilitado de efetuar a viagem de ida, venho por isso exigir que me sejam devolvidos os 45,58€ que paguei pelos bilhetes de regresso, bem como a indeminização legalmente prevista pelos prejuízos sofridos. Exijo que me paguem este valor o mais rapidamente possível, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Cobrança de valores acrescidos no último momento de check-ins, decorridos todos os prévios check-ins
1. Ao fazer o checkin do voo, online, para Barcelona 26 de março de 2026, de três passageiroso, o sistema da ryanair perante a escrita errada do nome de um passageiro dada a semelhança dos nomes (Luís Filipe Salgado Pereira Rodrigues - Nome a aparecer no bilhete Luís Rodrigues (pai) e Luís André Silva Pereira Rodrigues (filho). O nome que aparecia no bilhete era Luís Rodrigues, pelo que não permitiu fazer a devida correção muito antes da validação final do processo. No sistema, à medida que se avançava no registo do check-in, não era possível efetuar correções. O nome escrito ficava automaticamente gravado. Para solucionar este problema, interagi-se com o chat da Ryanair por meio de respostas fornecidas pela inteligência artificial. Tal obrigou o cliente a passar uma tarde a descortinar os processos para a resolução de um problema que não deveria existir; na escrita errada de um nome e/ou de um código, deveria haver a possibilidade de proceder à respetiva correção. Mas encontrámos a solução. 3. Como já tinham sido realizados, online, dois check-ins de dois passageiros, Elisabete Costa e Silva e Luís Filipe Salgado Pereira Rodrigues, e os documentos comprovativos continuavam ativos na APP da RYANAIR, procedemos à emissão do check-in Porto Barcelona apenas para o Luís André Silva Pereira Rodrigues. 4. Foi com estes comprovativos do check-in que entrámos no aeroporto, em anexo. 5. Contudo, já depois de estarmos em vias de entrar no acesso ao avião, isto é, no último controlo dos bilhetes e ainda que, pelo primeiro controlo via digital, tivéssemos entrado sem qualquer problema, fomos surpreendidos com o alerta de erro, sem margem de tempo para ponderar ou reclamar, implicando o pagamento de 55 euros cada um (110 no total). Atendendo ao facto do sistema de check-in ser deficitário como mencionado (nomeadamente, pelo facto de não se poder corrigir o nome e pelo facto de não haver uma notificação de que algo estivesse em falha, assim como pelo facto de termos entrado com o QR da aplicação sem qualquer anomalia, tendo sido, por fim expostos à situação inusitada e penalizante tanto ao nível pecuniário como moral, vimos, por este meio, solicitar o reembolso dos 110 euros que fomos obrigados a pagar, sob pena de, passados todos os trâmites, termos de regressar ao domicílio.
Bagagem
Venho por este meio reclamar sobre o processo ROR00000000045545448 (Mar 2026), ROR00000000045559261 (6 Abr) e ROR00000000045573975 (20 Abr). A Ryanair ofereceu apenas 50€ de compensação. Acabei por aceitar esse valor para evitar mais atrasos, e o portal confirmou que o pagamento seria feito em 14 dias. Passado esse prazo, abri novo caso, mas continuam a transferir o processo (primeiro por problema de email e depois para a Airhelp), sem qualquer resolução. Anexo todos os prints das reclamações, confirmação do portal e conversa do chat para que possam verificar a situação completa. Exijo o pagamento urgente do valor acordado e o fim deste tratamento procrastinatório. Aguardo resolução imediata. Com os melhores cumprimentos,
Reclamação formal por recusa de embarque, e tratamento degradante e eventual discriminação
Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente ao tratamento recebido no embarque do voo FR 9655, com destino a Malta, no dia14/05/2026, no aeroporto de Lisboa Humberto Delgado, Terminal 2. Eu e a minha companheira apresentámo-nos antepadamente para embarque, com documentação válida e bilhetes confirmados. Durante o processo, duas funcionárias da Ryanair alegaram que as nossas mochilas excediam as dimensões permitidas para bagagem de cabine. Apesar de termos aceite pagar qualquer taxa adicional exigida, as funcionárias recusaram-se sistematicamente a processar esse pagamento e ignoraram-nos ostensivamente, permitindo entretanto o embarque de outros passageiros, incluindo vários com mochilas aparentemente maiores do que as nossas. Fomos deixados deliberadamente à espera até o embarque encerrar, ainda com o avião no pátio, com a porta aberta, sendo-nos depois recusado o embarque sem qualquer solução razoável, explicação adequada ou tentativa efetiva de resolução. O tratamento foi humilhante, desumano e profundamente perturbador, especialmente considerando a nossa idade (mais de 60 anos). Acresce que não conseguimos deixar de notar um aparente tratamento desigual relativamente a outros passageiros, levantando sérias preocupações quanto a eventual discriminação racial e/ou preconceito com base na aparência física e origem étnica. Em consequência direta desta atuação: - perdemos o voo; - sofremos prejuízos financeiros, pois tínhamos reserva já paga de uma semana de hotel em Malta; - fomos sujeitos a elevado desgaste emocional e psicológico; - e fomos expostos publicamente a uma situação degradante e injustificável, junto aos demais passageiros. Solicitamos: Explicação formal e detalhada sobre os motivos concretos da recusa de embarque; Identificação das funcionárias envolvidas; Reembolso integral dos prejuízos sofridos, quer material, moral e de imagem; Indemnização pelos danos causados; Confirmação da abertura de investigação interna relativamente à atuação discriminatória e abusiva reportada. Reservamo-nos o direito de apresentar esta situação junto das autoridades reguladoras competentes, entidades de defesa do consumidor e organismos de combate à discriminação racial, bem como de recorrer aos meios judiciais adequados. Com os melhores cumprimentos, Guilherme Venancio Santana Tel.: +351 914087301 Número da reserva PV4EHC
Cobrança Indevida sob Coação, Retenção de Documentos e Práticas Abusivas no Embarque – Voo FR 184
Eu, Ana Cristina da Cruz Domingues Constantino, na qualidade de passageira do voo FR 184, com partida do Aeroporto de Agadir (Porta 1) às 20h50 do passado dia 3 de maio, venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Ryanair, reportando factos graves ocorridos durante o embarque, relativos à reserva PNR S2Q7GW, que me envolveram a mim e à minha filha, Maria José de Aragão eCruz Domingues Constantino. Durante o procedimento de embarque, foi-nos exigido um pagamento adicional de cerca de 150 € (aprox. 75 € por passageira), sob o pretexto de que as nossas malas de cabine excediam as dimensões permitidas. Esta justificação é falsa; dispomos de prova fotográfica e testemunhos presenciais que confirmam que as malas cabiam integralmente no medidor oficial da Ryanair, facto inclusivamente reconhecido por um dos agentes presentes. Inadmissivelmente, os agentes de escala retiveram os nossos cartões de embarque e passaportes, utilizando estes documentos como meio de pressão para nos obrigar ao pagamento. Fomos colocadas perante um constrangimento económico e psicológico ilegítimo, sendo o pagamento realizado sob coação. Mais se informa que foi recusado o pagamento em numerário e, após o pagamento por cartão, as malas foram enviadas para o porão sem que nos fosse permitido salvaguardar bens de valor, documentos e equipamentos. Adicionalmente, ao contestar a cobrança, fui alvo de ameaças de detenção e impedimento de viajar. A postura dos agentes foi agressiva e humilhante, culminando numa ingerência abusiva na minha vida privada ao exigirem a inspeção de conteúdos no meu telemóvel. Estes factos configuram uma violação grave do contrato de transporte, práticas comerciais abusivas e ofensas aos direitos de personalidade e integridade moral, violando, entre outros: - O dever de boa-fé e o regime de responsabilidade contratual (Art. 762.º, 798.º e segs. do Código Civil); - O direito à restituição por enriquecimento sem causa (Art. 473.º do Código Civil); - A Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96); - A jurisprudência do TJUE relativa à bagagem de mão como elemento necessário do transporte. Face ao exposto, já solicitei à Ryanair e às autoridades policiais locais: 1. O reembolso integral e imediato dos valores cobrados indevidamente; 2. O pagamento de indemnização por danos não patrimoniais (ansiedade, humilhação pública e perturbação emocional); 3. A identificação da empresa de handling e dos agentes envolvidos ; 4. A preservação imediata de todos os elementos de prova (CCTV, registos de embarque, etc.); 5. A confirmação da abertura de uma investigação para apuramento dos factos aqui denunciados. Até ao momento não obtive quaisquer respostas, pelo que, considerando as vossas atribuições, apresento para os devidos e legais efeitos a presente reclamação.
Impossibilidade de fazer check-in na aplicação da Ryanair
Boa tarde Efetuei uma compra de voo na Kiwi.com com o n de reserva 764393575. na escala que tinha que fazer entre Roma e Bari, não apareceu o check-in na aplicação da Ryanair, nem tive acesso ao boarding pass. Note-se que posteriormente já tinha feito o check-in do voo seguinte de Bari (BRI)para Kaunas(KUN) que foi o meu destino. O que aconteceu é que dia 11/04/2026 antes do voo que foi às 06:;05m, 60.50€ por me imprimirem o bilhete pois não tive forma de fazer check-in na aplicação. Já apresentei reclamação na KIWI.com e na Ryainayr e a resposta é sempre a mesma. Pretendo reembolso deste valor pois já tinha feito pagamento do mesmo na reserva desta viagem. Mais transmito que fui muito no guiché de apoio ao cliente em Roma, por 2 colaboradores, inicialmente uma rapariga, cerca das 4 a.m e quando lá voltei um sr. (cerca das 5 a.m), mal educados, não tentaram ajudar. A Sra. do checkin que me imprimiu o bilhete e o rapaz que estava de apoio é que me ajudaram, este até viu no meu telemóvel que não tinha este voo na aplicação. A sra garantiu que a Ryanair me reembolsava. Aguardo resposta
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