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Reclamação urgente por atendimento inadequado e cobrança abusiva no check‑in do voo Porto–Ponta Delg
Exmos. Senhores, Por este meio, apresento uma reclamação formal relativa à experiência profundamente desagradável vivida por um passageiro com a sua família na viagem Porto–Ponta Delgada, na primeira vez que utilizou a vossa companhia. Chegámos ao aeroporto por volta das 15h00, com a antecedência adequada, e fomos informados de que era necessário instalar a aplicação da companhia no telemóvel e realizar o check-in online, uma vez que já não o efetuam ao balcão. Fomos atendidos por um senhor e uma senhora que se limitaram a indicar que era necessário “baixar o aplicativo” e fazer o check-in online, sem prestar explicações claras, completas e adequadas ao nosso caso. Ao longo de todo este processo, tentámos, sem sucesso, concluir o check-in e, repetidamente, solicitámos apoio, que nos foi prestado de forma insuficiente e pouco cuidadosa. O colaborador em particular que se encontrava no balcão fornecia informação de forma vaga e “a conta-gotas”, atendendo várias pessoas ao mesmo tempo, sem prestar a devida atenção à nossa situação. Apenas após sucessivas insistências da nossa parte é que nos informou, de forma fria e com aparente falta de vontade, de que o check-in online já tinha encerrado há cerca de 30 minutos. Nessa altura, fomos confrontados com duas alternativas: ou comprar novos bilhetes noutra companhia, ou pagar 55 euros por pessoa para que o check-in fosse feito no balcão. Apesar de termos explicado a nossa situação, o colaborador mostrou-se pouco recetivo, chegando mesmo a falar com outras pessoas enquanto expúnhamos o problema, o que considero um claro desrespeito. Para não perder o voo, vi-mo-nos obrigados a recorrer a familiares para conseguir, à pressa, o valor necessário para pagar o total de 275 euros, numa situação de grande stress, até porque o embarque já se encontrava em curso. Perante o sucedido, coloco algumas questões de fundo: – É agora obrigatório instalar a aplicação da companhia para poder viajar? – O que acontece a passageiros que não dispõem de um equipamento compatível ou com memória suficiente? – Por que motivo esta informação não é claramente comunicada antes da compra do bilhete, de forma inequívoca, como condição essencial (instalar aplicação e fazer obrigatoriamente o check-in online)? Entendo que uma companhia aérea tem o dever de garantir uma comunicação clara, atempada e acessível a todos os clientes. No nosso caso, tal não aconteceu. A informação foi prestada de forma incompleta, confusa e sem qualquer empatia, contribuindo para uma situação de grande tensão, sobretudo com crianças presentes, que testemunharam um cenário de desvalorização e falta de respeito. Considero igualmente necessário que os vossos colaboradores recebam melhor formação em termos de atendimento ao público, comunicação eficaz, empatia e respeito pelos clientes, designadamente realçando de forma clara os procedimentos obrigatórios e os prazos de check-in, evitando situações limite em que o passageiro se sente coagido a pagar taxas adicionais para não perder o voo. Quero salientar que não pretendo qualquer indemnização por danos morais, embora considere que estes existiram, em particular ao nível emocional. Contudo, entendo ser profundamente injusto o pagamento de 275 euros para realização de um check-in ao balcão, valor que apenas foi cobrado porque não nos foram dadas, atempadamente, instruções claras e apoio eficaz. Senti que tudo foi conduzido de forma a criar as condições para que fôssemos forçados a pagar esse montante. Assim, venho requerer a devolução integral dos 275 euros cobrados pelo check-in no balcão. Não concordo com o que aconteceu, não considero aceitável a forma como a situação foi gerida e espero que a companhia faça a devida correção, reembolsando o valor em causa e revendo os seus procedimentos internos de modo a evitar que outros clientes passem pelo mesmo. Aguardo uma resposta por escrito a esta reclamação, bem como a indicação dos passos a seguir para o reembolso do montante mencionado. Com os melhores cumprimentos, AM
Tentativa de impedimento de embarque
Exmos. Senhores A reclamação que venho hoje aqui apresentar deve-se a tentativa de impedimento de embarcar na Ryanair. A minha mãe é uma senhora que não entende muito de tecnologias por esse motivo por norma quem lhe compra as passagens sou eu, de forma online para ela poder viajar. O que aconteceu foi o seguinte, hoje dia 13 de janeiro quando ela estava a tentar embarcar no aeroporto da ilha da Madeira para vir para o Porto, tentar impedir o embarque dela porque a mesma não possui a aplicação. Está ação por parte da Ryanair é abusiva e altamente discriminatória. Atenciosamente
Reembolso e indeminização
Exmos. Senhores, Em 01/07/2025 fiz uma reserva na vossa companhia para um voo 23534087469 (FR3636-FR1083) a ter lugar no dia 04/07- 08/07/2025, entre Paris e Lisboa. (Ida e volta). Sucede que, em 04/07/2025, fui por vós informado que este tinha sido cancelado, sem mais. Venho por isso exigir que me devolvam 339,00€, que paguei pelo bilhete, bem como a indeminização legalmente prevista pelos prejuízos sofridos. Exijo que me paguem este valor o mais rapidamente possível, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos. Hudson do Amaral
Viagem a paris 4 h.30 m. Atraso
Paguei a viagem ao meu cunhado e 2 sobrinhas a paris do dia 27 a 31 de Dezembro 2025 De lisboa para França Tinha o horário de saida às 13h.15 E levantou eram 18 h. O qual sem nenhuma atenção da parte da companhia , não deram vouchers para alimentação nem nada , gostava de saber se não teem direito a alguma indemnização pelo atraso causado
Recusa de embarque injustificada no voo FR5485 – Regulamento CE 261/2004
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamacao contra a companhia aerea Ryanair DAC, relativa a uma recusa de embarque injustificada ocorrida no voo FR5485, na rota Porto-Madrid, com partida prevista para o dia 27/12/2025, as 18h10. No referido dia apresentei-me atempadamente no Aeroporto do Porto para efeitos de embarque. Por motivo de perda da minha carteira, nao dispunha do Cartao de Cidadao fisico, tendo apresentado como identificacao a aplicacao oficial do Governo Portugues ID.GOV.PT, a qual contem os meus dados de identificacao validos e e legalmente reconhecida em territorio nacional. Apesar da apresentacao deste documento oficial, o staff da Ryanair recusou-se a proceder a qualquer verificacao do mesmo e negou o embarque exclusivamente com base na ausencia do documento fisico, sem qualquer tentativa de validacao da identificacao digital apresentada. Em consequencia direta desta decisao, fui impedido de embarcar no voo contratado e obrigado a adquirir um novo bilhete com outra companhia aerea, partindo cerca de duas horas depois, o que originou custos adicionais, atraso significativo e transtornos relevantes. Considero que a situacao descrita configura uma recusa de embarque contra a vontade do passageiro, nos termos do artigo 4 do Regulamento CE n. 261/2004, sendo juridicamente irrelevante a inexistencia de atraso ou cancelamento do voo. Solicito, assim, a intervencao da DECO PROteste para efeitos de mediacao do presente conflito, com vista ao reembolso do voo nao utilizado, ao reembolso das despesas adicionais incorridas e ao pagamento da compensacao legalmente devida.
Bagagem
Fica aqui minha reclamação, pois medidas precisam ser tomadas para que haja mudanças nos voos, pois para viajar está cada dia pior, muita burocracia, não pode nem carregar uma bolsa de mão de 10 cm de largura, eu tive que colocar na mochila, além de ter pago uma mala extra, até aí tudo bem, mas estamos tendo menos direito como, consumidores. O órgão responsável precisa intervir, para não tirar mais diretos dos clientes.
Voo atrasado e desviado
No dia 8/12 no aeroporto de Lisboa fiquei a aguardar mais de 3 oras o meu voo para Berlim. Para além da absoluta ausência de informação da parte do pessoal do aeroporto, ao final reparamos que havia um voo para Hanôver (300kh. de Berlim) com o mesmo numero do nosso voo FR1143. So quando est voo comeco o boarding é que disseram que em Hanover teriamos um bus para levar nos até Berim (4horas de viagem). Tinha um compromisso importante na mia cidade na Polonia (Szczecin) e alem de não chegar perdi o dinheiro de um taxi que devia levar me a minha cidade. Hoje vou voar com TAp, gastei uma fortuna no bilhete e tive que remarcar um taxi para chegar a casa. Espero que consigam alguma coisa se não para o meu caso, mas para ser mais tutelados no futuro. Obrigado KA P.S. Anexo a mensagem recebida na app da Rynair que mostra bem o atraso e o novo horario de saida, indicando que a destinacao era ainda Berlim onde nao se pode aterrar depois da meia noite para regras do aeroporto, e não HAnover. Em fim...
Cobrança de taxa indevida de mala de mão
Dear Ryanair Customer Service, I am writing to formally file a complaint regarding an unjust charge I was subjected to during boarding for flight FR5147 on 9 September 2025, from Copenhague to London Stansted. At the airport, I was charged €56 for my cabin bag, with the claim that it exceeded the allowed size. However, my bag fully complies with Ryanair’s cabin baggage dimensions. I have photographic evidence clearly showing the bag fitting into the baggage sizer without issue. This charge was applied unfairly, despite my full compliance with your baggage policy. Therefore, I respectfully request: * A full refund of the €56 charged at the gate; * A proper review of the incident, taking into account the evidence I can provide; * And, if appropriate, an apology for the inconvenience caused. Please confirm receipt of this complaint and advise on the next steps for submitting the supporting photos. Kind regards,
Reclamação formal relativa a cobrança indevida de taxa de bagagem, conduta abusiva
Venho, pela presente, apresentar uma reclamação formal, grave e juridicamente fundamentada, relativa ao tratamento abusivo, intimidatório e discriminatório de que fui alvo por parte de uma vossa funcionária no momento do embarque do voo abaixo identificado. Data do voo: 01/12/2025 Número da reserva (PNR): KSTLJZ Número do voo: FR3047 Origem: Cracóvia (KRK) Destino: Porto (OPO) Lugar: 05A Hora prevista de partida: 11h15 Comprovativo da taxa cobrada: Recibo KSTLJZ-02 – 240 PLN (emitido em 01/12/2025) 1. – DOS FACTOS Após o meu boardingpass já ter sido validado e a minha identificação devidamente verificada — encontrando-me já a poucos metros da porta da aeronave — fui subitamente abordado por um funcionário masculino da Ryanair, que me informou que teria de regressar para medir a minha mala de mão. Até esse momento não me havia sido transmitida qualquer irregularidade. Não obstante, cumpri imediatamente a instrução. Contudo, o que se seguiu constituiu um episódio de extrema arbitrariedade, com contornos de abuso de autoridade e que me provocou um profundo sentimento de humilhação, constrangimento e apreensão, totalmente incompatível com os padrões mínimos de conduta exigíveis no setor da aviação civil. A funcionária que tomou posteriormente o controlo da situação exibiu um comportamento inaceitavelmente hostil, com características que passo descrever; adotou desde o primeiro momento um tom agressivo, autoritário e intimidatório, elevando a voz perante todos os presentes; ameaçou-me repetidamente de que não embarcaria caso não efetuasse de imediato o pagamento de uma taxa que nunca conseguiu justificar de forma objetiva; estabeleceu um limite absurdo de “1 minuto para pagar”, num claro ato de pressão psicológica, completamente desproporcional e injustificado; ignorou o seu próprio colega — o funcionário que inicialmente me abordou — que, após eu vestir duas peças de roupa retiradas da mala, confirmou que a mesma se enquadrava nas dimensões aprovadas; permitiu a passagem de outros passageiros antes de mim, como forma de humilhação pública e demonstração de poder; ordenou uma segunda medição arbitrária e repetiu de forma agressiva que “não dava”, apesar de não apresentar qualquer critério objetivo; gritou comigo em público, num tom vexatório, intimidante e profundamente desrespeitoso. Saliento que, após vestir as duas peças de roupa, a mala encaixou perfeitamente nos limites estabelecidos, conforme comprovado por mim e por testemunhas. Já dentro da aeronave, registei em vídeos e fotografias que a mala cabia sem qualquer esforço debaixo do assento, sobrando ainda espaço livre — prova inequívoca de que não existia qualquer excesso nem violação das normas da Ryanair. A atuação da funcionária não só contraria frontalmente todas as normas internas e legais aplicáveis, como revela um comportamento de abuso deliberado, perseguição pessoal e exercício ilegítimo de autoridade, traduzindo-se numa cobrança totalmente indevida. O episódio foi emocionalmente exaustivo, gerando ansiedade real, medo de perder o voo e profundo constrangimento público, sentimentos absolutamente inaceitáveis num serviço de transporte público essencial. Pude ainda observar que vários outros passageiros do mesmo voo foram igualmente alvo de medidas idênticas, indiciando não um caso isolado, mas sim um padrão reiterado de práticas abusivas. A forma profundamente desrespeitosa, agressiva e intimidatória como fui tratado compromete seriamente a confiança que um passageiro deve poder depositar numa transportadora aérea. Um incidente desta gravidade não pode permanecer impune, sob pena de perpetuar um padrão que viola direitos fundamentais dos consumidores e põe em causa a credibilidade da companhia.
Abandono de 12 passageiros no voo FR3047 (Cracóvia–Porto) e recusa de indemnização
Somos 12 passageiros que viajávamos juntos no voo FR3047 Cracóvia–Porto, no dia 14/09/2025, mas com reservas separadas (códigos: BL81PL, FSW46Q, DN1WGF e LUQ2SD). Fomos completamente abandonados pela Ryanair, sem qualquer assistência nem informação adequada. Houve um acidente na pista de Cracóvia que afetou alguns voos, mas a Ryanair: • Apenas enviou uma SMS a informar que o voo sairia de Katowice no dia 15/09 às 10:00 e que “providenciariam hotel e transporte”. • Nunca cumpriu nada do que prometeu. • Não forneceu transporte para Katowice, não deu hotel, não deu refeições, nem sequer um voucher para jantar. • Nenhum email, nenhum SMS adicional e zero apoio no aeroporto. Os 12 passageiros deslocaram-se ao balcão da Ryanair em Cracóvia, onde: • Fomos informados que não havia voos para nós até, pelo menos, quinta-feira. • Indicaram que deveríamos procurar soluções noutras companhias. • Disseram que iam falar com um manager, mas nunca houve atualização. • Apenas nos entregaram um papel com links para “refund”. • Não ofereceram qualquer solução, assistência, transporte ou dormida. • Ficámos abandonados no aeroporto durante horas, sem apoio. Tivemos de pagar, por nossa conta: • Transporte • Refeições • Noites de hotel • Novos bilhetes de avião (7 passageiros regressaram dia 15; 5 apenas dia 16) A Ryanair recusou-se a reembolsar estes valores, alegando que “não foram contactados antes da compra dos novos bilhetes”, o que é falso, pois estivemos presencialmente no balcão e temos fotos, vídeos e testemunhos. Além disso, é a Ryanair que tem o dever legal de garantir assistência e alternativas — o que não foi feito. Estamos a reclamar: • Reembolso total das despesas comprovadas • Compensação de €400 por passageiro (Reg. CE 261/2004) • Indemnização adicional por danos morais (ansiedade, noites sem dormir, pressão familiar devido notícias de ataques na Bielorrússia, perda de dias de trabalho e esforço imposto aos passageiros) Anexo todo o material: cartões de embarque, comprovativos, reservas, prints das mensagens, fotos da situação no aeroporto e troca de emails com a Ryanair. Pedimos a intervenção da DECO para resolução do conflito, dado que a Ryanair está a recusar as suas obrigações legais e a tratar passageiros de forma abusiva.
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