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Recusa de reembolso de taxas
Exmos Srs, No passado dia 14 de Junho de 2026, não embarquei no voo da ryanair FR3078 Barcelona-Lisboa por motivos pessoais. Ao solicitar o reembolso das taxas aeroportuarias/governamentais, fui informado de que não tinha direito a recebe-las. A justificação, é de não tinha pago qualquer valor por essas taxas, sendo estas suportadas exclusivamente pela própria Ryanair. Isto parece-me uma forma abusiva de lesar o consumidor, suprimindo o direito ao reembolso das taxas. Submeto em anexo o recibo da viagem e justificação para o não reembolso. Solicito a vossa apreciação. Sem mais assunto
Reclamação por recusa injustificada de embarque – Voo Ryanair FR4546 de 12 de junho de 2026
Venho apresentar uma reclamação formal contra a Ryanair relativamente a uma situação que considero profundamente injusta e desproporcionada, ocorrida no voo FR4546 das 07:35 no dia 12 de junho de 2026. Eu e outro passageiro encontrávamo-nos na fila de embarque, tendo já os nossos familiares embarcado normalmente. Durante o processo de embarque, fui chamada para verificar as dimensões da minha bagagem. A mala encaixava nas dimensões permitidas na vertical, embora não na horizontal. Procurei de imediato reorganizar o conteúdo das duas malas, de forma a cumprir os requisitos indicados pelos agentes de embarque. Apesar dos nossos esforços, foi-nos solicitado que apresentássemos novamente ambas as bagagens para nova verificação. Durante este processo, os agentes de embarque exerceram uma pressão significativa para que tomássemos rapidamente uma decisão sobre o pagamento de uma taxa adicional por excesso de bagagem, insistindo que a mesma não cumpria as medidas permitidas. Enquanto me dirigia rapidamente ao balcão para efetuar o pagamento solicitado, a supervisora responsável decidiu, sem qualquer aviso prévio ou tentativa de resolução, impedir o nosso embarque, alegando uma suposta "falta de respeito" da nossa parte. Importa esclarecer que nunca existiu qualquer comportamento agressivo, ofensivo ou desrespeitoso da nossa parte. Pelo contrário, procurámos sempre colaborar, cumprir as instruções recebidas e, perante a alegação da supervisora, apresentámos de imediato um pedido de desculpas caso tivesse existido algum mal-entendido. Ainda assim, a decisão de recusar o embarque foi mantida. Considero particularmente grave o facto de, após a nossa exclusão, terem sido autorizados a embarcar pelo menos mais dois passageiros, o que demonstra que o embarque não se encontrava encerrado e que existia margem para resolver a situação. Acresce que apenas me foi permitida a possibilidade de reagendar o voo, enquanto ao outro passageiro que se encontrava comigo, essa opção foi recusada, novamente com fundamento numa alegada "falta de respeito" que não corresponde à realidade. O único comentário efetuado pelo outro passageiro consistiu em pedir à supervisora que mantivesse a calma enquanto tentávamos cumprir as exigências impostas. Perante esta situação, e com a familia já dentro da aeronave foi solicitado auxílio à tripulação, que demonstrou surpresa com a atitude dos agentes de embarque e tentou interceder para encontrar uma solução. Contudo, essa intervenção revelou-se infrutífera, mais indicando que não existia motivo aparente para a falta de flexibilidade dos colegas na porta, alegando ainda que estariam a agir de má fé. Entendo que a recusa de embarque aplicada foi totalmente desproporcionada e injustificada. Tratava-se, na pior das hipóteses, de uma divergência quanto às regras relativas à bagagem de cabine, situação que estávamos a procurar resolver através do pagamento da taxa exigida e da adaptação das bagagens. Em momento algum existiu qualquer comportamento que justificasse uma medida tão gravosa como a recusa de embarque. Por fim, solicitei no balcão um documento formal que justificasse a recusa de embarque, pedido esse que me foi recusado pela supervisora Rosa Nolasco, impedindo-me de obter um registo oficial da decisão tomada e dos respetivos fundamentos. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO Proteste para que a Ryanair: Esclareça formalmente os motivos concretos que fundamentaram a recusa de embarque; Justifique a recusa de emissão de um documento comprovativo dessa decisão; Analise a atuação dos agentes de embarque envolvidos; Proceda ao ressarcimento dos prejuízos sofridos em consequência desta situação; Agradeço a apreciação desta reclamação e aguardo uma resposta fundamentada por parte da companhia aérea. Com os melhores cumprimentos, Sara Neves Reserva nºZ7J2GH Voo FR4546, 12 de Julho de 2026
Cobrança indevida de Seguro
Ex.mos Senhores Venho, por este meio reclamar perante a vossa empresa acerca de um constrangimento ocorrido no dia 07/06/2026 após o meu voo de Porto para Faro. Quando cheguei ao aeroporto de Faro, dirigi-me ao local definido para um Shuttle me levar para a sua empresa de aluguer de viaturas sugerida na vossa aplicação. Começou logo por o meu nome não constar na lista. Entretanto quando cheguei à empresa Klass Wagen, o funcionário disse-me que o seguro não estava feito e que teria de dispensar 158.88 euros pelo referido seguro automóvel de 3 dias. Referiram que o seguro já por mim pago anteriormente pela Ryaner não lhes tinha chegado… fiquei espantado com esta resposta. Sinto que fui burlado. Com os melhores cumprimentos
Voo Atrasado Mais de Três Horas
Exmos. Senhores, Em 2 de junho de 2026 dirigi-me ao aeroporto de Lisboa, para embarcar no vosso voo FR 3079 para Barcelona. Sucede que o voo, que estava marcado para as 20:35, se atrasou, com partida a ter lugar pelas 00:05 e a chegada ao destino a ocorrer às 2:27, quando estava prevista para as 23:25. Significa isto que o atraso excedeu mais que 3 horas, pelo que tenho direito a uma indemnização de 750€ (250€ x 3), de acordo com as regras de transporte aéreo sobre atrasos nas viagens aéreas. Exijo que me paguem este valor o mais rapidamente possível, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Atraso e voo perdido
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à minha viagem na reserva NS65TL. No dia 3 de junho, viajei no voo FR8583 entre Rhodes (RHO) e Bruxelas Charleroi (CRL), cuja hora prevista de chegada era 19h40. No entanto, o voo apenas aterrou aproximadamente às 21h50, sofrendo um atraso superior a duas horas. Tinha uma viagem de ligação a partir de Bruxelas Charleroi para o Porto, com partida às 22h00. Assim que desembarquei, dirigi-me imediatamente para a respetiva porta de embarque e cheguei pouco antes das 22h00. Contudo, a porta já se encontrava encerrada e foi-me recusado o embarque, apesar de os restantes passageiros ainda não terem entrado no avião. Considero esta situação particularmente injusta, uma vez que a impossibilidade de embarcar resultou diretamente do atraso do voo proveniente de Rhodes, situação totalmente alheia à minha vontade. Além disso, tendo em conta que o avião ainda não tinha iniciado o embarque dos passageiros, gostaria de compreender por que motivo não foi possível abrir uma exceção para permitir o meu embarque. Após a perda do voo, não me foi apresentada qualquer solução ou assistência por parte da Ryanair. Perante esta situação, tive de suportar integralmente os custos de uma alternativa de viagem, incluindo transporte entre aeroportos em Bruxelas (41,20e) e novos voos via Alicante até ao Porto (nomeadamente na companhia Ryanair), com um total de 537,72e gastos em bilhetes de avião para duas pessoas. Esta situação causou-me não só um prejuízo financeiro significativo, como também transtornos pessoais e profissionais, tendo inclusivamente ficado impossibilitado de me apresentar ao trabalho na manhã seguinte, conforme previsto. Assim, solicito: Esclarecimento sobre as causas do atraso do voo FR8583; Informação sobre eventual direito a compensação ao abrigo do Regulamento (CE) n.º 261/2004; Análise da possibilidade de reembolso dos custos extraordinários que fui obrigado a suportar em consequência desta situação. Agradeço a vossa atenção e aguardo uma resposta com a maior brevidade possível. Cumprimentos.
Bagagem alegadamente fora de medida
Exmos Senhores Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao tratamento que me foi dado no aeroporto de Málaga aquando do embarque num voo da Ryanair com destino ao Porto, bem como relativamente à cobrança de 50€ associada à alegada desconformidade da minha bagagem de cabine. No momento do controlo da bagagem, fui informado por uma funcionária de que a minha mala excedia as dimensões permitidas. Discordei da avaliação e foi-me pedido que colocasse a mala no medidor existente junto à porta de embarque. Conforme se comprova pela fotografia tirada no momento, a mala entrou efetivamente no compartimento destinado à verificação das medidas. Apesar disso, a funcionária insistiu que “considerava” que a mala estaria ligeiramente fora das dimensões permitidas e informou-me de forma perentória que teria de pagar imediatamente 50€, sob pena de não me ser permitido embarcar no voo. Perante esta situação, manifestei claramente a minha discordância e solicitei implicitamente que a situação fosse revista ou analisada por um superior, uma vez que não aceitava a decisão tomada apenas com base numa apreciação subjetiva, sobretudo quando a mala se encontrava dentro do medidor disponibilizado pela própria companhia. Contudo, o ambiente criado pela funcionária foi intimidatório, conflituoso e arrogante, gerando enorme pressão emocional. A minha esposa ficou extremamente nervosa e aterrorizada com a possibilidade de sermos impedidos de embarcar e, perante a ameaça de não podermos viajar, acabou por efetuar o pagamento dos 150€ de imediato, apenas para evitar maiores problemas porque a funcionária tembem dizia que mais 2 malas de familiares também excediam as dimensões sem as verificar. Acresce que realizei a viagem Porto–Málaga com exatamente a mesma mala e sem qualquer problema ou observação por parte da Ryanair no aeroporto de partida, o que reforça a inconsistência da decisão tomada em Málaga. Assim, venho solicitar: A reapreciação desta situação; O reembolso do valor de 50€ cobrado indevidamente na minha mala; O esclarecimento sobre os critérios aplicados naquele embarque; A análise do comportamento da funcionária envolvida, tendo em conta a postura intimidatória e desadequada adotada perante os passageiros; O envio da respetiva fatura/comprovativo fiscal do pagamento efetuado. Anexo à presente reclamação a fotografia tirada no momento da verificação da bagagem, onde é visível que a mala se encontrava colocada dentro do medidor disponibilizado pela companhia.
Voo cancelado
Exmos. Senhores, A 10 de maio de 2026 fiz uma reserva na vossa companhia para um voo entre Faro e Tirana através dos voos FR6313 (Faro - Bruxelas (Charleroi)) e FR8236 (Bruxelas (Charleroi) - Tirana) a ter lugar no dia 03 de junho de 2026. Fiz igualmente uma reserva para voos de regresso FR8350 (Tirana - Milão (Bérgamo)) e FR5139 (Milão (Bérgamo) - Faro). Sucede que, a 2 de junho de 2026, isto é, menos que 2 semanas antes da data do voo, fui por vós informado o voo de ida FR6313 tinha sido cancelado, sem mais. Uma vez que fui impossibilitado de efetuar a viagem de ida, venho por isso exigir que me sejam devolvidos os 45,58€ que paguei pelos bilhetes de regresso, bem como a indeminização legalmente prevista pelos prejuízos sofridos. Exijo que me paguem este valor o mais rapidamente possível, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Cobrança de valores acrescidos no último momento de check-ins, decorridos todos os prévios check-ins
1. Ao fazer o checkin do voo, online, para Barcelona 26 de março de 2026, de três passageiroso, o sistema da ryanair perante a escrita errada do nome de um passageiro dada a semelhança dos nomes (Luís Filipe Salgado Pereira Rodrigues - Nome a aparecer no bilhete Luís Rodrigues (pai) e Luís André Silva Pereira Rodrigues (filho). O nome que aparecia no bilhete era Luís Rodrigues, pelo que não permitiu fazer a devida correção muito antes da validação final do processo. No sistema, à medida que se avançava no registo do check-in, não era possível efetuar correções. O nome escrito ficava automaticamente gravado. Para solucionar este problema, interagi-se com o chat da Ryanair por meio de respostas fornecidas pela inteligência artificial. Tal obrigou o cliente a passar uma tarde a descortinar os processos para a resolução de um problema que não deveria existir; na escrita errada de um nome e/ou de um código, deveria haver a possibilidade de proceder à respetiva correção. Mas encontrámos a solução. 3. Como já tinham sido realizados, online, dois check-ins de dois passageiros, Elisabete Costa e Silva e Luís Filipe Salgado Pereira Rodrigues, e os documentos comprovativos continuavam ativos na APP da RYANAIR, procedemos à emissão do check-in Porto Barcelona apenas para o Luís André Silva Pereira Rodrigues. 4. Foi com estes comprovativos do check-in que entrámos no aeroporto, em anexo. 5. Contudo, já depois de estarmos em vias de entrar no acesso ao avião, isto é, no último controlo dos bilhetes e ainda que, pelo primeiro controlo via digital, tivéssemos entrado sem qualquer problema, fomos surpreendidos com o alerta de erro, sem margem de tempo para ponderar ou reclamar, implicando o pagamento de 55 euros cada um (110 no total). Atendendo ao facto do sistema de check-in ser deficitário como mencionado (nomeadamente, pelo facto de não se poder corrigir o nome e pelo facto de não haver uma notificação de que algo estivesse em falha, assim como pelo facto de termos entrado com o QR da aplicação sem qualquer anomalia, tendo sido, por fim expostos à situação inusitada e penalizante tanto ao nível pecuniário como moral, vimos, por este meio, solicitar o reembolso dos 110 euros que fomos obrigados a pagar, sob pena de, passados todos os trâmites, termos de regressar ao domicílio.
Bagagem
Venho por este meio reclamar sobre o processo ROR00000000045545448 (Mar 2026), ROR00000000045559261 (6 Abr) e ROR00000000045573975 (20 Abr). A Ryanair ofereceu apenas 50€ de compensação. Acabei por aceitar esse valor para evitar mais atrasos, e o portal confirmou que o pagamento seria feito em 14 dias. Passado esse prazo, abri novo caso, mas continuam a transferir o processo (primeiro por problema de email e depois para a Airhelp), sem qualquer resolução. Anexo todos os prints das reclamações, confirmação do portal e conversa do chat para que possam verificar a situação completa. Exijo o pagamento urgente do valor acordado e o fim deste tratamento procrastinatório. Aguardo resolução imediata. Com os melhores cumprimentos,
Reclamação formal por recusa de embarque, e tratamento degradante e eventual discriminação
Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente ao tratamento recebido no embarque do voo FR 9655, com destino a Malta, no dia14/05/2026, no aeroporto de Lisboa Humberto Delgado, Terminal 2. Eu e a minha companheira apresentámo-nos antepadamente para embarque, com documentação válida e bilhetes confirmados. Durante o processo, duas funcionárias da Ryanair alegaram que as nossas mochilas excediam as dimensões permitidas para bagagem de cabine. Apesar de termos aceite pagar qualquer taxa adicional exigida, as funcionárias recusaram-se sistematicamente a processar esse pagamento e ignoraram-nos ostensivamente, permitindo entretanto o embarque de outros passageiros, incluindo vários com mochilas aparentemente maiores do que as nossas. Fomos deixados deliberadamente à espera até o embarque encerrar, ainda com o avião no pátio, com a porta aberta, sendo-nos depois recusado o embarque sem qualquer solução razoável, explicação adequada ou tentativa efetiva de resolução. O tratamento foi humilhante, desumano e profundamente perturbador, especialmente considerando a nossa idade (mais de 60 anos). Acresce que não conseguimos deixar de notar um aparente tratamento desigual relativamente a outros passageiros, levantando sérias preocupações quanto a eventual discriminação racial e/ou preconceito com base na aparência física e origem étnica. Em consequência direta desta atuação: - perdemos o voo; - sofremos prejuízos financeiros, pois tínhamos reserva já paga de uma semana de hotel em Malta; - fomos sujeitos a elevado desgaste emocional e psicológico; - e fomos expostos publicamente a uma situação degradante e injustificável, junto aos demais passageiros. Solicitamos: Explicação formal e detalhada sobre os motivos concretos da recusa de embarque; Identificação das funcionárias envolvidas; Reembolso integral dos prejuízos sofridos, quer material, moral e de imagem; Indemnização pelos danos causados; Confirmação da abertura de investigação interna relativamente à atuação discriminatória e abusiva reportada. Reservamo-nos o direito de apresentar esta situação junto das autoridades reguladoras competentes, entidades de defesa do consumidor e organismos de combate à discriminação racial, bem como de recorrer aos meios judiciais adequados. Com os melhores cumprimentos, Guilherme Venancio Santana Tel.: +351 914087301 Número da reserva PV4EHC
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