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Impossibilidade de fazer check-in na aplicação da Ryanair
Boa tarde Efetuei uma compra de voo na Kiwi.com com o n de reserva 764393575. na escala que tinha que fazer entre Roma e Bari, não apareceu o check-in na aplicação da Ryanair, nem tive acesso ao boarding pass. Note-se que posteriormente já tinha feito o check-in do voo seguinte de Bari (BRI)para Kaunas(KUN) que foi o meu destino. O que aconteceu é que dia 11/04/2026 antes do voo que foi às 06:;05m, 60.50€ por me imprimirem o bilhete pois não tive forma de fazer check-in na aplicação. Já apresentei reclamação na KIWI.com e na Ryainayr e a resposta é sempre a mesma. Pretendo reembolso deste valor pois já tinha feito pagamento do mesmo na reserva desta viagem. Mais transmito que fui muito no guiché de apoio ao cliente em Roma, por 2 colaboradores, inicialmente uma rapariga, cerca das 4 a.m e quando lá voltei um sr. (cerca das 5 a.m), mal educados, não tentaram ajudar. A Sra. do checkin que me imprimiu o bilhete e o rapaz que estava de apoio é que me ajudaram, este até viu no meu telemóvel que não tinha este voo na aplicação. A sra garantiu que a Ryanair me reembolsava. Aguardo resposta
Atraso de voo e reencaminhamento para outra cidade
Exmos. Senhores, Em 8 dezembro 2025, dirigi-me ao aeroporto de Lisboa, para embarcar no vosso voo ryanair FR1143 para Berlim. Sucede que o voo, que estava marcado para as 17h00 se atrasou, com partida a ter lugar pelas 21h30 e a chegada ao destino a ocorrer já de madrugada numa outra cidade, e teria que ir de autocarro até Berlim, chegando já na manhã seguinte. Significa isto que o atraso excedeu mais que 3 horas, pelo que tenho direito a uma indemnização de 400 eur por passageiro, de acordo com as regras de transporte aéreo sobre atrasos nas viagens aéreas. Exijo que me paguem este valor o mais rapidamente possível, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Erro na Reserva
Comprei passagens de ida e volta diretamente pelo site da Ryanair, mas o sistema de vocês classificou a compra, erroneamente, como se tivesse sido feita por terceiros. Para piorar, fui obrigado a fazer uma verificação de identidade e pagar 60 cêntimos por algo que não deveria ser necessário. A ida foi resolvida, mas a volta está num "limbo". Já tentei fazer a verificação várias vezes, enviei foto do passaporte e a selfie, mas a página simplesmente trava e não carrega depois disso. Já paguei a taxa e o suporte do chat diz que a verificação não foi concluída, mas o problema é que O SITE DE VOCÊS NÃO FUNCIONA. Não vou pagar taxa de check-in presencial no aeroporto por um erro técnico da Ryanair. Tenho prints de todas as tentativas e do erro no site.
Cobrança indevida
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa a uma cobrança indevida de bagagem efetuada no Aeroporto de Dublin, no voo FR652 da Ryanair, referência/boarding pass I36V9Q. No portão de embarque, fui instruído a medir a minha bagagem de cabine. Tratava-se exatamente da mesma mala de desporto que utilizei no voo de ida (Lisboa–Dublin), sem qualquer problema. A mala não estava cheia e poderia facilmente ser comprimida para cumprir as dimensões permitidas. No entanto, não me foi permitido ajustá-la nem colocá-la no medidor para comprovar a conformidade, tendo-me sido apenas indicado que era “oversized”. Quando questionei a situação e solicitei verificar corretamente o tamanho ou retirar itens se necessário, foi-me dito: “Sir, if you don’t pay now, you’re going to lose your flight”, num tom claramente coercivo. Como me encontrava entre os últimos passageiros a embarcar e me senti pressionado, acabei por ceder. Nesse momento, um funcionário retirou-me o cartão de crédito da mão e procedeu à cobrança de 60€ sem a minha aprovação ou confirmação explícita. Verifiquei ainda que outros passageiros com bagagens visivelmente maiores estavam a embarcar sem qualquer problema, o que levanta sérias dúvidas quanto à consistência e equidade na aplicação das regras. Após a cobrança, solicitei um recibo, o qual me foi recusado. Fui novamente abordado de forma intimidatória: “Sir, do you want to stay in Dublin?” Face ao exposto: Foi-me negada a possibilidade de comprovar o cumprimento das regras de bagagem; Fui sujeito a pressão/coerção sob ameaça de perder o voo; Foi-me cobrado o valor de 60€ sem autorização adequada; Foi-me recusado um comprovativo/recibo da transação; Solicito, assim, o reembolso integral do valor de 60€, bem como um esclarecimento formal sobre os procedimentos adotados no controlo de bagagem no portão de embarque. Caso a situação não seja resolvida com a devida brevidade, reservarei o direito de escalar a reclamação para as entidades competentes de defesa do consumidor e aviação. Com os melhores cumprimentos, Eduardo Carona eduardo.carona@gmail.com
TAXA EXTRA DE BAGAGEM
No dia 03-12-2025, ao embarcar no voo FR689, da Companhia Rayanair, com origem em Viena-Austria e destino Madrid-Espanha, na companhia da minha esposa, ela foi surpreendida pela funcionária da porta de embarque, que a mandou esperar, enquanto eu transpunha a porta de embarque ficando logo ali á sua espera, a minha esposa levava uma mochila e um pequeno saco da seaside, com umas sapatilhas no seu interior. A funcionária disse-lhe que apenas podia levar a mochila e que pelo pequeno saco teria que pagar uma taxa. Tentei entregar á minha esposa a minha mochila para poder la colocar o pequeno saco, pois cabia lá perfeitamente, a funcionária de forma arrogante e arbitrária disse que não podia colocar o saco na mochila pois eu já tinha passado a porta de embarque, dizendo-lhe que tinha de pagar 60,00 € para levar o saco. Não me permitiu dar-lhe a mochila mas como a minha esposa não tinha meios de pagamento e que era eu que tinha o cartão bancário, já permitiu que lho desse, e o facto de ter passado a porta de embarque já não importava. sinto-me lesado e exijo a devolução do dinheiro que paguei pelo pequeno saco que cabia perfeitamente no interior da mochila. Efectuei logo que cheguei a Portugal a reclamação á companhia, mas até agora não obtive resposta.
Queixa - Cobrança Indevida de Taxa de Correção de Nome
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma queixa formal relativa à cobrança indevida de uma taxa pela correção do apelido da passageira constante na reserva Ryanair. O erro resultou de uma correção automática que inseriu o meu apelido por engano. A situação foi identificada imediatamente após a reserva e tratava‑se claramente da mesma passageira, sendo apenas necessária a atualização para o apelido correto. Todo o processo ocorreu muito antes de terem decorrido 48 horas após a compra. De acordo com as políticas da Ryanair e com a prática habitual do próprio suporte da companhia, as correções de nome efetuadas dentro das primeiras 48 horas — mesmo quando envolvem mais de três caracteres — são classificadas como "name correction" e não como "name change", sendo por isso isentas de qualquer taxa. Apesar disso, fui obrigado a pagar 115 euros para garantir que a passageira possa embarcar, o que considero injustificado e contrário às condições aplicáveis. Acresce que situações idênticas de outros passageiros têm sido resolvidas gratuitamente, pelo que não é aceitável que não exista um tratamento equitativo. Tendo em conta que a situação se enquadra inequivocamente nas regras de correção gratuita, solicito o reembolso integral do valor cobrado. Caso não exista uma resolução adequada, estou disposto a escalar o caso para as entidades competentes. Aguardo resposta. Com os melhores cumprimentos, T.V.
Impede verificação de cliente
Exmos srs, Tenho uma reserva, feita numa agência sem acordo com a Ryanair, que criou uma conta falsa no gmail à qual não consigo aceder por ter caracteres proibidos. Como me enganei no nome, em vez de Francisco escrevi Francsico, não consigo fazer a verificação de cliente express pois o nome não coincide com o do CC. A verificação standard remete para um email fictício, que foi criado pela agência de viagens. A Ryanair não permite alterar email de contacto associado à conta. A Ryanair condiciona a minha liberdade de escolher uma agência de viagens e não fornece meios adequados a resolver um pequeno erro. O suporte da Ryanair é o que as capturas e ecrã anexas demonstram. Cumprimentos
Reclamação – comportamento inadequado de funcionário em aeroporto João Alves
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativamente ao comportamento de um funcionário da Ryanair no aeroporto, no dia 17 de abril, referente ao voo Porto–Alicante, às 7h50, FR2028. Durante o processo de embarque/controlo de bagagem, o funcionário em questão dirigiu-se ao meu grupo de forma agressiva e aos gritos, criando um ambiente de hostilidade e total descontrolo por parte da Ryanair. Encontrávamo-nos no final da fila, não por termos chegado mais tarde, mas porque o processo de embarque foi mais demorado. Quando chegou o nosso momento de embarcar, o funcionário João Alves começou a gritar que tínhamos de embarcar imediatamente, alegando que as portas iam fechar e que não havia tempo. Simultaneamente, e de forma descontrolada, exigiu que colocássemos as carteiras dentro das mochilas, afirmando que não era permitido transportar ambos separadamente. Perante esta situação, as oito pessoas que estavam comigo começaram a fazê-lo, enquanto o funcionário continuava a gritar para nos despacharmos. A duas dessas pessoas, sem qualquer justificação, foi exigido que testassem se as mochilas cabiam na caixa de medição da Ryanair. Enquanto o fazíamos, o funcionário mantinha-se aos gritos, de forma mal-educada, intrusiva e completamente desproporcionada, insistindo que as portas iam fechar. A minha mochila tinha espaço suficiente e coube sem qualquer problema. Já a mochila de uma amiga necessitava apenas de ser reorganizada, mas o funcionário não permitiu que o fizéssemos, nem que ela ajustasse os seus pertences de forma a cumprir as dimensões exigidas. Apesar de a mala cumprir os requisitos e poder caber, foi-lhe imediatamente ordenado, aos gritos, que se dirigisse ao pagamento. Enquanto ela se dirigia ao balcão, reorganizei os itens dentro da mochila, de forma a que esta passasse a cumprir as dimensões. Solicitei então que fosse novamente testada antes do pagamento, mas o funcionário recusou, afirmando que tal já não seria possível e que o pagamento teria de ser efetuado de imediato. Durante todo o processo, todos os membros do grupo mantiveram uma postura calma e colaborante, ao contrário do comportamento do funcionário, que permaneceu sempre aos gritos e visivelmente alterado. A minha amiga foi, assim, pressionada a efetuar o pagamento sem qualquer possibilidade de resolver a situação de outra forma. Considero esta atitude completamente inadequada, desnecessária e desproporcional, especialmente tendo em conta que a situação poderia ter sido resolvida de forma simples e respeitosa. Para além do constrangimento causado, sentimo-nos pressionados a efetuar um pagamento adicional sem termos tido oportunidade de cumprir as regras de forma adequada. Assim, solicito: - A análise desta situação - A identificação do funcionário em causa - Esclarecimentos sobre este procedimento - E, se aplicável, a devolução do valor pago Fico a aguardar uma resposta, bem como informação sobre as medidas que serão tomadas relativamente a este funcionário. Informo ainda que apresentarei também queixa no Livro de Reclamações Online. Com os melhores cumprimentos, Joana Alves
Reclamação contra o abuso de posição a uma funcionária da porta de embarque da Ryanair
A funcionária Ana Aguiar teve uma atitude discriminatória e inadequada durante o embarque do voo Porto–Milão BGY FR4041 no aeroporto do Porto. Foi-me aplicada uma taxa de bagagem de forma injustificada, apesar de a mala cumprir as dimensões e caber perfeitamente debaixo do assento, como se comprovou durante o voo, já que nenhum hospedeiro de bordo questionou o seu tamanho e a mala foi utilizada normalmente sem qualquer problema. Além disso, a funcionária demonstrou uma postura pouco profissional e má gestão emocional, acusando-me de ser indelicado sem qualquer fundamento e obrigando-me a esperar até ao final da fila, de forma infantilizante e desnecessária. Durante este processo, senti-me exposto e pressionado perante outros passageiros, o que agravou ainda mais a situação. No final, foi-me dirigida a frase “tens 2 minutos para pagar a taxa ou partir as rodas da mala”, o que considero uma abordagem inaceitável, agressiva e completamente desproporcional ao contexto. Este tipo de linguagem e pressão não é compatível com um serviço de atendimento ao cliente adequado. Importa ainda referir que a taxa cobrada para envio da mala para o porão acabou por não ser utilizada, uma vez que a bagagem viajou comigo na cabine sem qualquer restrição ou observação por parte da tripulação. Este facto reforça a minha convicção de que a taxa foi aplicada de forma indevida e sem justificação objetiva. Considero que toda a situação envolveu abuso de autoridade, tratamento desproporcional e falta de profissionalismo, com impacto negativo na minha experiência de viagem. Solicito que esta ocorrência seja devidamente analisada e que sejam tomadas medidas adequadas para evitar situações semelhantes no futuro.
Cancelamento do Voo
O voo Funchal–Porto (reserva EQ244Y, 29/03/2026) foi cancelado, tendo sido apenas comunicado via sistema de som no aeroporto, sem aviso prévio individual. Após o cancelamento, fomos instruídos pela GroundLink a dirigir-nos para um hotel e a submeter todas as despesas (alojamento, transportes e refeições) através dos links fornecidos. Nesse contexto, foi prestada apenas assistência parcial, tendo sido assegurada uma única noite de alojamento e o respetivo transporte para o hotel. No dia seguinte, o hotel informou que a estadia não seria prolongada, não tendo sido apresentada qualquer solução alternativa pela companhia aérea. Dirigimo-nos então ao aeroporto, onde nos foi proposta apenas uma alternativa de voo 7 dias depois, o que não cumpre o requisito de reencaminhamento “na primeira oportunidade”, conforme previsto no artigo 8.º do Regulamento (CE) n.º 261/2004. Foi ainda indicado que apenas uma noite de alojamento seria suportada, em incumprimento do dever de assistência previsto no artigo 9.º do mesmo regulamento. Perante a ausência de uma solução adequada — e considerando que viajávamos com um bebé de 1 ano — fomos obrigados a organizar o regresso por meios próprios (ferry para Porto Santo e voo alternativo Porto Santo–Porto), incorrendo em despesas adicionais. Ficamos mais uma noite no hotel, fomos de ferry até Porto Santo e viajamos no dia 30/03/2026 de Porto-Santo até ao Porto. Adicionalmente, e induzidos em erro pelos links fornecidos pela GroundLink, submetemos inicialmente um pedido onde apenas foi processado o reembolso do bilhete (189,47€), não tendo sido consideradas as restantes despesas. Assim, considero que a assistência prestada foi manifestamente insuficiente e não cumpriu o disposto no Regulamento (CE) n.º 261/2004. Total de despesas: 861,96€ Valor já reembolsado: 189,47€ Valor em falta: 672,49€ Solicito o reembolso do valor remanescente: 672,49€.
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