Reclamações públicas

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L. P.
21/09/2026

Assunto: Atraso do voo HV6872 – perda da ligação Amesterdão–Lisboa

Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação relativamente ao voo HV6872, Heraklion–Amesterdão, de 1 de setembro de 2026, reservado no âmbito de uma única viagem com destino final a Lisboa. O voo estava previsto chegar a Amesterdão às 15h20, mas sofreu um atraso significativo. De acordo com o certificado posteriormente emitido pela Transavia, o voo sofreu um atraso de 1h26. Esta situação comprometeu a ligação seguinte, KL1585, Amesterdão–Lisboa, que fazia parte da mesma reserva e estava prevista para as 16h40. Após a chegada a Amesterdão, procurámos imediatamente assistência e tentámos obter as informações e documentação necessárias para prosseguir viagem. Recebemos entretanto comunicações da KLM relativas ao voo KL1585, incluindo alterações do horário estimado e, posteriormente, uma mensagem para nos dirigirmos rapidamente ao portão. Apesar dos nossos esforços para prosseguir a viagem, não conseguimos efetuar a ligação e acabámos por permanecer em Amesterdão, sem uma solução efetiva para chegar a Lisboa. Perante a ausência de uma solução operacional em tempo útil, foi necessário suportar novos custos de alojamento e um novo voo Transavia para Lisboa, em 3 de setembro de 2026, no valor de 852 €. Solicito à Transavia uma resposta concreta sobre: O atraso efetivo do voo HV6872 e as razões que o determinaram; As consequências desse atraso para a ligação subsequente Amesterdão–Lisboa; A assistência e as soluções que deveriam ter sido disponibilizadas aos passageiros perante a perda da ligação; A posição da Transavia relativamente aos custos adicionais suportados em consequência desta situação, nomeadamente os 852 € do novo voo e as despesas de alojamento. Solicito uma resposta escrita e individualizada à presente reclamação. Passageiros: Maria Pimenta e David Capela Voo: HV6872 Data: 1 de setembro de 2026 Localizador Transavia: Z6FRRE Referências de reclamação: FC-9250655 / FC-9221006

Em curso
H. C.
03/09/2026

atraso

Exmos. Senhores, passageiros: 2 adultos 1 crianca de 6 anos 1 bebe de 13 meses Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao atraso do voo, que descolou com 2:06h de atraso. Hora prevista de descolagem 9:45 nova hora de descolagem informada por sms 10:10h coisa que foi falsa e hora em que descolou era 11:51h prevista chegada ao porto pelas 11:05h mas visto que atrasou chegamos eram 12:50h. A informacao que foi nos dada,foi que o aviao em qual estariamos sentados, tinha um problema mecanico, no qual nao podia ser utilizado para fazer a viagem para o porto,mas para nao nos preocupar pois tinham feito o pedido ao aeroporto de orly,para reenviar autocarros para nos recuperar e ir para outro aviao,que estava situado a 200mts de distancia deste mesmo. Ao mesmo tempo foi nos informado que o outro aviao estava apto e pronto para arrancar. Descemos do aviao que estaria com o problema eram 10:30h apanhamos o autocarro e eram 11:00h estavamos todos instalados do qual recebemos a seguinte informacao, que uma mà noticia nunca vinha so e entao,faltava carregar ainda a parte do catering isto com criancas e bebes dentro de um aviao seria cada vez mais complicados e saturante,coisa que nos tinham dito que estaria tudo pronto e apto, deste modo esperamos,esperamos e por volta das 11:45h foi nos dito que estaria tudo ok e felizmente iriamos arrancar. Este atraso causou-me vários prejuízos e transtornos, nomeadamente a impossibilidade de cumprir a hora da reserva que tinha efetuado para levantamento de um carro, bem como a perda de uma marcação previamente agendada no cabeleireiro, da minha parte e da minha esposa, e a nivel de refeicoes principalemente para a minha bebe coisa que estaria previsto almocar a sua sopa em portugal visto que chegariamos antes da hora de almoco. Uma vez o aviao ter levantado e estar estavel no ar foi nos proposto um copo de agua a todos viajantes. Solicito que esta situação seja analisada e que me seja dada uma resposta relativamente à compensação e/ou reembolso dos prejuízos sofridos, nos termos da legislação aplicável e das vossas políticas. Agradeço a vossa atenção e aguardo uma resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Hugo Andre Santos Cardoso Reserva HCIIKZ Voo TO7602 Transavia hugosantos159@hotmail.com 0033777691300

Em curso
A. N.
26/07/2026

Reembolso Cancelamento de Voo

Exmos Senhores No dia 28 de junho de 2026, o meu voo de Roterdão para Lisboa, (reserva n.º X9BVFY), voo HV-5243, foi cancelado por motivos técnicos. Reclamei no vosso site, apresentei as despesas bem como o IBAN para promoverem o depósito da quantia que me era e é devido, em 14/07/2026 recebi um e-mail a darem-me razão e que ia receber a quantia que me era devida, contudo devia (novamente) apresentar o IBAN/SWIFT em formato PDF, devidamente certificado pelo meu banco e enviar via e-mail. Foi o que tentei fazer, via e-mail contudo deu sempre erro. Voltei a fazê-lo via formulário no vosso site da Transavia e até à presente data não há resposta nem pagamento nos termos do Regulamento UE 261/2004. O meu pedido tem a vossa referência FC-8160003. O que posso fazer mais?

Resolvida
T. R.
13/07/2026

Check - In Não Organizado

Venho solicitar o vosso apoio relativamente a uma situação ocorrida com a companhia aérea Transavia, que culminou na perda do meu voo por motivos que considero estarem fora do meu controlo. No dia 12 de julho de 2026, tinha um voo da Transavia com partida do Aeroporto de Amesterdão Schiphol e destino o Aeroporto Francisco Sá Carneiro no Porto. Cheguei ao aeroporto com antecedência suficiente para efetuar o check-in e despachar a bagagem. Tinha adquirido bagagem de porão e, ao dirigir-me às máquinas automáticas de bag drop, fui informado de que uma das minhas malas (uma mochila) não podia ser processada naquele sistema, sendo obrigatório recorrer ao balcão de check-in manual. Ao chegar ao balcão, deparei-me com uma fila extremamente longa e praticamente sem progressão. Permaneci mais de uma hora na fila, sem conseguir chegar ao balcão antes do encerramento do check-in. Como consequência, perdi o voo. Considero que esta situação resultou de uma manifesta insuficiência da capacidade operacional do serviço de check-in, uma vez que os passageiros que, como eu, eram obrigados a utilizar o check-in manual não tiveram uma oportunidade razoável de concluir os procedimentos dentro do tempo disponível, apesar de terem chegado ao aeroporto com a antecedência necessária. Após o sucedido, tive conhecimento, através de notícias publicadas na imprensa neerlandesa, de que dezenas de passageiros da Transavia perderam voos nessa mesma noite devido aos mesmos problemas de filas excessivas e capacidade insuficiente nos balcões de check-in. Esta informação demonstra que o meu caso não foi um incidente isolado, mas sim parte de uma falha operacional que afetou numerosos passageiros. Na sequência da perda do voo, fui obrigado a adquirir um novo bilhete para conseguir regressar ao meu destino, suportando integralmente esse custo, bem como todos os transtornos associados. Já apresentei reclamação diretamente à Transavia, solicitando o reembolso das despesas ou, pelo menos, uma solução compensatória. No entanto, pretendo obter aconselhamento sobre os meus direitos enquanto consumidor e saber quais os mecanismos legais ou extrajudiciais que posso utilizar caso a companhia recuse assumir qualquer responsabilidade. Assim, agradeço a vossa análise deste caso e peço orientação sobre os passos mais adequados para procurar o reembolso dos prejuízos sofridos, bem como sobre a eventual aplicação da legislação europeia de proteção dos passageiros ou de outras normas de defesa do consumidor.

Encerrada
D. M.
16/06/2026

Pagamento de bagagem de mao

Em barqueiro no voo de Amsterdam para Lisboa em voo HV5959 em 16 Jun 2026 e tive que pagar pela mala que cumpria todos os padrões inclusive peso permitidos e não concordo com tal procedimento.

Encerrada
S. A.
22/03/2026

Recusa de Embarque

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao voo operado pela Transavia com destino a Paris, associado à reserva, QK6EHE na data de 21-03-2026. No momento do embarque, encontrávamo-nos devidamente presentes e preparados para embarcar, cumprindo todas as obrigações enquanto passageiros. No entanto, devido à ausência de sinalização clara relativamente ao percurso de acesso ao embarque, dirigimo-nos por uma zona que nos pareceu adequada. Nesse contexto, um dos vossos colaboradores dito responsável pelo voo, abordou-me a mim Claudio Caseirito de forma manifestamente agressiva, adotando um tom elevado e desadequado, sem qualquer justificação plausível. Apesar de ter tentado esclarecer a situação de forma calma, a postura do colaborador manteve-se hostil e provocatória. De forma absolutamente arbitrária e desproporcional, foi então comunicada a recusa do meu embarque, sem fundamento válido e sem que tivesse existido qualquer comportamento que justificasse tal decisão, nomeadamente qualquer ameaça à segurança ou perturbação do normal funcionamento do voo. Em consequência direta desta decisão ilegítima, a Sara Almeida também não pode viajar, uma vez que não seria razoável nem expectável viajar separadamente de mim, visto que a viagem foi comprada em conjunto e para os dois. Assim, a não comparência da Sara Almeida no voo resulta exclusivamente da atuação do vosso colaborador dito de responsável por aquele voo. Enquanto isto estava acontecer, assistimos a uma situação estranha e demasiado suspeita, onde o responsável se comunicava com alguém para perguntar se ainda estavam la as pessoas para embarcar, ele ficou com o número dos nossos lugares, e visualizou os nossos bilhetes, e suspeitamos que isso foi tudo uma encenação para que outras pessoas pudessem viajar no nosso lugar. No fim acabou por faltar também ao respeito á minha acompanhante. A situação descrita configura uma clara violação dos direitos dos passageiros ao abrigo do Regulamento (CE) n.º 261/2004, nomeadamente no que respeita à recusa de embarque contra a vontade dos passageiros e sem fundamento legal. Face ao exposto, vimos exigir: Reembolso integral do valor pago pela viagem, pack de Voo e Hotel LogiTravel referência nº 1221648485 (415€) Pagamento de indemnização por recusa de embarque: 250€ ao passageiro diretamente impedido de embarcar 250€ à passageira acompanhante, cuja impossibilidade de viajar decorre direta e exclusivamente da vossa atuação. Total reclamado: 915€. Adicionalmente, informamos que esta situação originou prejuízos adicionais, incluindo perda de um dia de trabalho, os quais poderão vir a ser objeto de reclamação complementar pelas vias competentes. Caso não seja apresentada uma resposta satisfatória no prazo máximo de 14 dias, reservamo-nos o direito de submeter o presente caso às entidades reguladoras competentes e de recorrer aos meios judiciais adequados para defesa dos nossos direitos. Sem outro assunto de momento, aguardamos a vossa resposta com a urgência que a situação exige.

Encerrada
F. F.
25/01/2026

A TRANSAVIA não cumpre ordem do tribunal

Olá, somos cinco casais que compraram passagem aérea do Porto para paris e volta na TRANSAVIA em junho de 2025. Compramos tudo on-line. O voo foi cancelado pela companhia aérea e fomos compensados de acordo com o dec da UE 261. A questão é que perdemos despesas contratadas (hotel e espetáculo) sem reembolso. A Transavia não nos pagou (3115 euros) e fomos para Tribunal Arbitral de Guimarães (TRIAVE). Fomos a julgamento e a Juiz condenou a Transavia a pagar os 3115 Euros, no entanto, a companhia não cumpre a ordem do tribunal. Se for necessário envio ficheiro com a sentença. O que podemos fazer? Conseguem ajudar-nos? Podem contactar a Transavia e dar instruções para cumprir uma ordem de um tribunal europeu?

Encerrada
T. C.
04/12/2025

Reembolso não efetuado

No dia 25 de novembro, estava no Aeroporto Schiphol, em Amesterdão, quando perdi o voo para Lisboa (HV 5953), junto com uma funcionária, devido a uma mudança repentina e incompreensível no portão de embarque (uma mudança em um curto período de tempo). Por causa dessa mudança — eu e a minha funcionária, Isabel de Jesus, fomos para o portão indicado no primeiro anúncio e permanecemos lá — perdendo, assim, o nosso voo. Foi uma mudança tão radical que não conseguimos acompanhar o ritmo para voltar ao portão. Depois disso, fomos ao balcão da Transavia (percebendo que outras pessoas também tinham perdido os seus voos devido ao mesmo problema), explicámos a situação e garantiram-nos que tínhamos duas opções: podíamos mudar para outro voo no dia seguinte, com hotel, refeições e voo pagos pela Transavia, ou podíamos comprar outra passagem com outra companhia aérea no mesmo dia (25), e que a Transavia certamente pagaria essa despesa mais tarde. Optámos pela segunda opção. Enviámos, portanto, um email, com o recibo dos voos novos, para que nos pudessem reembolsar na conta apropriada. Gostaria de salientar que, se verificarem o voo da TRANSAVIA (também anexei os nossos bilhetes da Transavia), verão que isto também aconteceu a outras pessoas. Mais: verão que as alojaram em hotéis nessa noite, assumindo, portanto, o erro. Agora, recusam-se a pagar e dizem que não existiram contratempos. Responderam-nos que não iriam pagar. Aguardamos apoio da vossa parte. Obrigada.

Encerrada
J. N.
01/09/2025

Bagagem danificada

Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a companhia aérea Transavia, na sequência de uma situação que considero injusta e lesiva dos meus direitos enquanto consumidora. No dia 25 de junho, viajei com a Transavia no voo TO7640, com o número de reserva FFVMNN, com partida de Orly e destino a Lisboa. No entanto, à chegada, verifiquei que a minha bagagem apresentava danos significativos, nomeadamente as rodas partidas, o que a tornou inutilizável. Após alguns contactos com o serviço de apoio ao cliente da Transavia e o preenchimento dos formulários exigidos, foi-me comunicado que não seria possível proceder ao reembolso do valor da mala por não apresentar o talão de compra. Expliquei que a mala já tem alguns anos e que, por esse motivo, não possuo o respetivo comprovativo. Ainda assim, prontifiquei-me a adquirir uma nova mala e a enviar o talão da mesma, proposta que foi recusada pela companhia. Considero esta situação inadmissível e solicito o vosso apoio na resolução deste conflito, nomeadamente através da mediação com a Transavia e na defesa dos meus direitos enquanto passageira aérea. Agradeço desde já a atenção dispensada e fico a aguardar uma resposta. Com os melhores cumprimentos, JN

Encerrada
M. F.
22/08/2025

Perda de peças de carrinho de bebé

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a companhia aérea Transavia Airlines, por perda de parte essencial do carrinho do meu bebé durante uma viagem, e pela recusa em efetuar o devido reembolso. 1. Dados da reserva e do voo Número de reserva: Y9CVTI Voo HV5244 – Lisboa → Roterdão/Haia Data: 09/07/2025 Passageiros: Marta Fonseca e bebé de 3 meses 2. O que aconteceu Durante o transporte, a Transavia perdeu uma peça destacável do carrinho (adaptadores Maxi-Cosi Lara2), indispensável para acoplar o ovo do carro ao carrinho. Sem esses adaptadores, o carrinho tornou-se inutilizável, obrigando-nos a transportar o bebé de 3 meses ao colo, juntamente com a bagagem, o que causou grande desconforto e risco. 3. Reclamações já efetuadas Preenchi o relatório de danos no aeroporto. Abri reclamação junto da Transavia (processo LC-751572). Apresentei queixa no Livro de Reclamações online (nº ROR00000000045354345), automaticamente remetida também para a ANAC. 4. Resposta da Transavia A companhia limitou-se a exigir documentos que não fazem sentido para este caso: “Comprovativo de irreparabilidade do item” (quando não há reparação, trata-se de perda de peça), “Fatura ou recibo de compra do carrinho” (foi uma oferta, não possuo fatura), ou “fatura de reparo realizado” (não aplicável). Cheguei a enviar provas alternativas: Link e captura de preço oficial da peça perdida (€44,99), Fotos do carrinho sem os adaptadores, Informação detalhada sobre o valor de substituição. Apesar disso, a companhia encerrou a reclamação como resolvida, sem qualquer reembolso ou compensação. 5. O prejuízo Perda efetiva da peça (valor de mercado: €44,99). Impossibilidade de usar o carrinho do bebé após o voo. Transtorno significativo numa viagem internacional com um bebé de 3 meses. 6. O que solicito Que a DECO analise e acompanhe o caso, exigindo que a Transavia: Proceda ao reembolso do valor da peça perdida (€44,99); Seja responsabilizada pelo transtorno causado e pela falta de resposta adequada; Adote procedimentos que evitem a repetição de situações semelhantes. Encontro-me disponível para facultar cópia de todos os documentos já trocados: relatórios, emails, comprovativo do Livro de Reclamações e capturas de preços. Com os melhores cumprimentos, Marta Fonseca

Encerrada

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