Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
PESSIMO ATENDIMENTO
Exmos. Senhores, No dia 21/05, às 18:18, entrei em contacto com a Intrum no sentido de obter ajuda em relação a um valor em contencioso com o banco Santander. No entanto, fui atendido de forma extremamente insatisfatória por uma senhora que se mostrou nada profissional. A referida atendente fez comentários inoportunos e pessoais sobre a minha vida, adotando uma postura agressiva. Não buscou o diálogo e tentou impor palavras que eu nunca disse. Nunca presenciei um atendimento tão horrendo, o que me deixou com um enorme desprezo pela vossa empresa. A senhora ainda encerrou a chamada abruptamente, praticamente desligando na minha cara, e afirmou que eu não queria resolver a situação, quando fui eu que fiz a ligação. Foi, sem dúvida, o pior atendimento possível, demonstrando uma falta de profissionalismo inaceitável. Cumprimentos,
cobrança de divida
Bom dia. Tenho recebido com frequência alguns mails da empresa Intrum, sobre uma alegada dívida que terei com a Nespresso, referente a uma promoção de cápsulas associada à compra de uma máquina de café. Acontece que tenho os documentos em como o pagamento foi feito. Já na ocasião, a Nespresso tinha enviado um mail a informar (erradamente) que tinha havido um problema com o registo de compra e que teria de repetir toda a operação e , tornar a pagar. Enviei de seguida, como resposta a esse mail, o comprovativo bancário em como o pagamento foi feito e que, a haver algum erro, seria da parte deles. Acontece que nunca mais fui contactado pela Nespresso e, alguns dias depois a encomenda das cápsulas chegou à minha casa, pelo que dei o assunto por encerrado. Contudo, recentemente, tenho recebido mails da Intrum e informar que estão a executar uma dívida com a Nespresso, precisamente com o valor da tal confusão das cápsulas da Nespresso. Acho extremamente abusivo que essa empresa Inrtum, envie mails aos quais não é possível responde (no reply@...), sendo o teor do mesmo a relatar que terei uma (alegada) dívida e dão as referências bancárias para o pagamento da mesma, no seu site, seja dificílimo encontrar um contacto de mail. Mesmo assim, consegui um mail dessa empresa e enviei-lhes um mail a pedir explicações mais detalhadas. Nunca me responderam ao mail que lhes enviei (há quase um mÊs) e, continuo a receber da parte da Intrum, maisl a indicar que tenho de pagar a tal alegada dívida .O que faço? Com tantos casos de burlas e extorsão pela Net, não quero estar a fornecer-lhes mais informações e comprovativos de que realmente tenho a situação paga (sempre esteve paga) à Nespresso. Cumprimentos, Carlos h. Tavares
Cobrança indevida
Venho por este meio informar que tenho recebido regularmente emails da empresa Intrum Portugal a solicitar o pagamento de uma dívida da Petrogal, SA, que desconheço, o que me parece burla. Transcrevo o teor da última mensagem, recebida hoje, dia 4/3.Exmo(a). Senhor(a),Vimos por este meio informar que se encontra em gestão na Empresa Intrum Portugal, Lda., um processo que nos foi confiado pela entidade PETROGAL, S.A.. Fatura: Valor: 458463422813 120,33 458939338302 260,69 458013749412 252,32 458583205054 173,36 458009619234 13,22 De acordo com os nossos registos a quantia de 819,92 deverá ser regularizada de imediato, utilizando uma das seguintes formas de pagamento:Image ENTIDADE: 21726REFERENCIA: 019113924VALOR: 819,92 Caso já tenha efetuado o pagamento solicitamos que nos envie o comprovativo para back.csgeral.pt@intrum.com indicando o número de referência do seu processo.Sem mais de momento, apresentamos os nossos cordiais cumprimentos,Direção de OperaçõesContacto Direto 220315343INTRUM PORTUGAL LDA,
Intrum - Nº processo : 20047411 001412740015- processo sem qualquer base jurídica legalmente assente
Dia 23/12/2023 sou contactada pela Intrum.Pretendo saber o motivo de me contactarem, uma vez que não recebi nenhuma fatura a pagamento no valor que me pedem. O meu contrato com a MEO encontra-se em resolução e, sobre o qual, fiquei a aguardar contacto por parte dos mesmos, contacto nunca recebido. E agora, recebo notificação da Intrum, exigindo pagamento de um valor que me é desconhecido. Legalmente, a cobrança de algum valor só pode ser feita sob a emissão e envio da referente Fatura. Nunca recebi nenhuma fatura nesse valor para me contactarem da Intrum com esta abordagem.Ontem fui à loja MEO, para me esclarecerem, e indicaram-me que se refere a penalização por cancelamento do contrato de fidelização.Passo então a expôr a situação, pois os próprios colaboradores referiram que não faz qualquer sentido a cobrança que me estão a fazer:- No dia 12/04/2022 aderi a um serviço de internet telefonicamente.- Contratei um serviço para fins comerciais, mas associado ao meu NIF pessoal, como trabalhadora de Empresária em Nome Individual (ENI). Como podem verificar, a morada de instalação e usufruto do serviço não é a minha morada fiscal (morada que habito) mas sim, a morada referente a uma loja que arrendei com finalidade comercial.- Como a própria MEO pode constar, todo o contrato realizado telefonicamente foi mal feito pelo seu colaborador, o que gerou uma série de reclamações e sobre as quais a MEO teve de corrigir tudo o sucedido, lamentando todo o inconveniente por eles gerado.- Em Agosto deste ano, cessei o contrato de arrendamento da loja por cessação da minha própria atividade, ou seja, desemprego. Contactei a MEO para cancelar o serviço, por motivos de cessação da minha atividade profissional.- Sou depois contactada pela MEO, e indicam-me que vão então proceder ao cancelamento e que serei contactada por outro departamento.- O cancelamento do serviço foi feito e, depois, contactam-me pelo tal departamento a indicar que terei de fazer o pagamento da penalização referente ao cancelamento do serviço com fidelização, sobre o qual eu questionei:- O serviço foi contratado para fins comerciais. A loja encerrou, eu cessei a minha atividade enquanto ENI, e por isso, tenho o direito legal ao cancelamento sem penalização, dado que é referente a um serviço comercial que findou devido a desemprego.- Indicaram-me que o colaborador que fez o contrato telefonico deveria ter colocado o contrato para fins comerciais e não o fez (uma vez mais, a comprovar a incompetência no momento de realização do contrato), pelo que só poderia cancelar o contrato sem penalização se apresentasse: declaração de desemprego declaração de alteração de país declaração de óbito do titular do contrato.- Fui à loja MEO (8ª Avenida) e entreguei ao colaborador a carta comprovante do término do arrendamento da loja onde foi instalado o serviço, bem como o comprovativo de cessação da minha atividade como ENI no Portal das Finanças.- O mesmo disse-me que, com estes dados, o caso deveria ficar resolvido, e que aguardasse pelo contacto da MEO.- Recebi um novo contacto, a indicar que me iriam cobrar a penalização pois os documentos que entreguei (carta registada e comprovativo de cessação da atividade pelo reconhecido Portal das Finanças) não eram suficientes para comprovar desemprego.- Nesse momento (Outubro), e obrigando-me a realizar novas deslocações, fui ao Centro de Emprego para me emitirem uma declaração comprovante do meu desemprego.- Após isso, fui à loja MEO e fiz novamente toda a exposição do caso com a colaboradora Lisandra Bandjai, que se informou de todo o processo. A mesma, fez uma nova reclamação, alegando pois o cancelamento correto do processo dada situação de desemprego. No imediato, obteve feedback da MEO, a indicar que a reclamação está correta e que tenho razão e que não iria ser penalizada. Disseram que conseguiriam cancelar a penalização só no momento em que me fosse emitida a fatura do valor de penalização que, até à data (2/11) ainda não havia sido emitida. Pediram-me que aguardasse a emissão da fatura e a recepção da mesma e que, nesse momento, fosse de novo à loja e que a própria colaboradora faria a nova reclamação e que, aí, me cancelariam a cobrança de penalização.- Até ao momento, não recebi qualquer fatura e ontem, dia 23/12, sou contactada pela Intrum a exigir-se o imediato pagamento de um valor que desconheço e de que eu não tenho qualquer fatura a pagamento que me tenha sido enviada por qualquer meio de correspondência.- Fui de novo à loja, ontem, falar com a colaboradora Lisandra. Voltei a entregar a declaração de cessação de atividade e comprovativo emitido pelo Centro de Emprego. A mesma disse-me que, na hora em que estava a fazer a reclamação, já não me iriam dar resposta mas que hoje iria fazer novamente a exposição logo pela manhã. Disse-me ainda que, assim, o cancelamento da penalização teria de ser feito no imediato pois a MEO já tem em sua posse todos os documentos comprovantes do meu desemprego.- Hoje, a Lisandra ligou-me e disse-me que não aceitaram os documentos entregues. Alegam que a declaração do centro de emprego é datada de outubro. Obrivamente é datada de outubro pois só precisei de recorrer ao Centro de Emprego no momento em que me exigiram uma declaração de lá. Não compreendo, até, qual o motivo de a declaração do reconhecido e legal Portal das Finanças não ser suficiente, sendo que é o único Portal que legalmente atesta, em finalidade fiscal, que estou desempregada. A Lisandra indicou-me que fizesse exposição no site da Provedoria, link que me irão enviar posteriormente.- E aqui estou, hoje véspera de Natal, e após todo o transtorno causado pela MEO não só pela situação, como pelas deslocações e transtorno mental.De referir ainda que, a Lisandra e colaboradores da loja do 8ª avenida, foram as únicas pessoas com profissionalismo tratar o caso sem me faltarem ao respeito, como me fizeram sempre na linha MEO.Apelo ao bom senso, o qual não têm tido até então.
Penhora de pensão
Assunto: Penhora de pensão para regularização de contratoNIF: 153843632Exmos. Senhores,Recebi uma notificação, alertando para a penhora da pensão, de modo a regularização uma situação, em que já havia feito os pagamentos.Contactei o solicitador, para saber como esclarecer a situação, e este encaminhou-me para a advogada que trata do processo. Ao falar com esta, foi me pedido o documento que comprova a liquidação da dívida que tinha para com a Cetelem.Após enviar o documento, contactei a advogada que indicou que a situação seria regularizada o mais rapidamente possível.Já estamos no terceiro mês em que a minha pensão é penhorada, e não há qualquer tipo de esclarecimento da advogada, para o facto deste processo ainda não ter sido travado.Tive a informação de que a situação seria regularizada, mas até ao momento não verifico qualquer tipo de reposição e ninguém contacta para dar qualquer tipo de esclarecimento.Inclusivamente, já contactei a Cetelem que indicou que apenas a Intrium é responsável por esta situação.Aguardo resposta por escrito, no prazo máximo de 8 dias, para saber quando é que efetivamente vão repor os valores que me têm retirado.Com os melhores cumprimentos,Eduardo Carvalho
Acordo cancelado
Após ser contactado pela entidade ZOLVA, fiquei a saber que o processo acordado com a empresa INTRUM com ao acordo a INTRUM, a WIZINK e eu próprio, me comprometi a pagar 126,00 euros durante 36 meses, onde todos concordaram e no qual e apesar das dificuldades, cumpri na integra, sem qualquer valor em atraso desde o acordo, conforme a troca de emails entre mim e a suposta empresa INTRUM, como poderão confirmar. Estou estupefacto depois de ser contacto pela suposta empresa ZOLVA, a dizer que afinal a WIZINK tinha cancelado/retirado o acordo, passando para a ZOLVA, onde esta diz que o único acordo possível é e passo a citar, o pagamento na integra até ao final mês de Outubro, propondo um acordo conforme já tinha proposto a INTRUM, no perdão de 50% da dívida. Ora a wizink só pode estar a usar o prossuposto da nossa má fé, porque se tivéssemos o valor de metade da divida, obviamente não estaríamos em incumprimento, conforme poderão comprovar facilmente com o acesso aos dados do Banco de Portugal. A minha questão é, se houve um acordo com a empresa INTRUM, no qual foi escrupulosamente comprido, qual o motivo desta atitude do não cumprimento do acordo da WIZINK e da INTRUM para comigo, conforme vários emails trocados telefonemas, facilmente comprovados.l
acusação de incumprimentos
Após ter pedido término do contrato dos seus serviços à minha residência, com a operadora Meo, em agosto de 2021, fui perseguida pela mesma com inúmeros contactos telefónicos tentando dissuadir-me para continuarmos clientes. Não fazendo sentido para nós tal persistência, devido aos serviços deficientes, onde os cortes de sinal e avarias continuas dos equipamentos pela MEO fornecidos eram uma constante. Fiz assim, por via legal o pedido de serviços à operadora NOS, devolvi os equipamentos num balcão da MEO, e dirigi-me a uma loja da MEO para findar as contas onde me foi impressa uma factura com o valor total a pagar no fim do contrato. Passados uns dias começámos a ser invadidos por imensos emails da empresa Intrum, cada email abordava valores diferentes a pagarmos, e com referencias diferentes. Telefonei para o 210332239 ( Intrum) onde fui informada de que estávamos com um processo de incumprimento relativo à não devolução de equipamento da MEO. Enviei uma carta registada à INTRUM com a explicação da situação, data de devolução e que tudo está explicito no nosso historial com a operadora. No entanto a invasão abusiva de emails ameaçadores não cessam de chegar, sendo que continua a questão de os valores terem diferenças na ordem dos 30% superior ou inferior ao email anterior, e, o equipamento foi devolvido, e, paguei o que me foi solicitado no final do contrato. Envio documentos comprovativos por ordem cronológica. Obrigada pela atenção. Ao vosso dispor para qualquer esclarecimento. Cláudia Lopes Costa
tentativa de burla
Recebi há uns meses atrás um sms da empresa Intrum Portugal a dizer que tinha uma dívida com a EDP e que teria de pagar para a Intrum a dívida. Estranhei, então fui à minha conta EDP e não aparecia nada a dever. Bloquei o número por achar que era fraude. Hoje voltei a receber um email da mesma empresa a falar em nome da EDP a dizer que tinha o mesmo valor em dívida, sendo que recebi a entidade: 20174 e referência: 666088473 para pagar. Após uma pesquisa percebi que era frude, daí a minha denúncia neste site. Também me forneceram no email o contacto: 210332239 e email: BACK.CSGERAL.PT@intrum.com. Penso que o site da empresa seja este: https://www.intrum.pt/particulares/
Cobrança Indevida MEO /Burla
Venho por este meio comunicar o procedimento abusivo e ilegal que a intrum tem feito desde há anos enviando cartas, email´s e chamadas ameaçadores de modo a cobrar uma dívida relativa a uma falsificação de um contrato de comunicação com a MEO e que até já estava em processo judicial. Gostaria que o assédio desta empresa terminasse visto tratarem-se de cobranças que sei indevidas. A 25/05/2023 recebi mais um email:“Caro Cliente,Esperamos encontrá-lo bem.Voltamos ao S/ contato para relembrar que a Intrum quer estar ao seu lado neste momento e poder ajudá-lo a restabelecer a normalidade na sua vida.Com o presente e-mail, dirigimo-nos a V/Exa com o intuito de lhe apresentar as várias soluções para resolução do incumprimento referente ao contrato MEO no valor de 656,62 €, que o gestor do S/processo disponibilizará de imediato através do nº 213 172 204.1º OPÇÃO: Perdão de 50 % - Apenas para Liquidações Imediatas Entidade 21262 Referência 009252***2º OPÇÃO: Perdão de custos e juros - Nesta opção, aceitamos o pagamento em 2 prestações Entidade 21262 Referência 009252***3ª OPÇÃO: Se não puder aceitar o que lhe propomos agora, poderemos em conjunto analisar alternativas de resolução. Contate de imediato o gestor do seu processo através do nº de telefone 213172204 - contato preferencial.Não hesite em falar connosco, temos uma equipa profissional e disponível para o poder ajudar entre as 09:00 e as 20:00 e temos todo o gosto em participar da resolução definitiva de um assunto que se arrasta há anos”Fui contactada pela vossa empresa para a cobrança de uma alegada dívida de valor superior a €500 à empresa MEO - SERVIÇOS DE COMUNICAÇÕES E MULTIMÉDIA, S.A., empresa com a qual nunca tive seguramente nenhum tipo de serviçoNão tenho os dados referentes a esta dívida, uma vez que esta provavelmente se deve a um erro, fraude. O meu NIF é xxxxxxxxx, não tendo número de cliente com a empresa supracitada, visto não ter contratos de serviços com os mesmos. No contacto por carta e por e-mail apenas me eram dadas as opçoes de pagamento ou falar com o assistente, o qual não consegui naquele momento, nem durante muito tempo. Só agora com este e-mail tenho alguns dados. Quando pedi o envio de provas da tal dívida (que foi dita ser inicialmente de 2019 e quando disse que não vivia em Portugal nessa altura, rapidamente a data alterou-se para 2009 …enfim , isto tudo em “conversa” com o colaborador super arrogante e prepotente condescendente e mal educado de seu nome Mateus. Mas que iria ter acesso ao seu nome e a todos os seus dados no e-mail. O dito comercial, tão depressa dizia que e divida era de 2019 como de 2009 pois a Sra Madalena Barreiro que assina os e-mails não atende clientes. Foi-me dito que seria enviado por e-mail (e-mail esse que aguardo até hoje) e que não era possível enviar por carta “por estarmos no Século XXI?! “ Digitalmente os contratos e outros documentos podem ser alterados. Daí ter pedido um envio também por carta. Aguardo uma resposta por escrito e anulação dos valores prescritos ( e inexistentes) no caso de dívida superior a 6 meses, (foi-me, dito, a existir, ter sido em 2009) no prazo máximo de 8 dias, de todos os serviços da MEO -SERVIÇOS DE COMUNICAÇÕES E MULTIMÉDIA, S.A., e cancelamento de todos os serviços em meu nome ou número de contribuinte. Nunca a PT, a MEO ou a ALTICE se me dirigiram para o efeito.Não tenho ideia de lhes ter ficado a dever seja o que for.E estou a ser continuamente massacrada para pagar tais valores que de todo não correspondem a dívidas que haja contraído ou postergado.Sucedem-se os telefonemas e as ameaças.A boa-fé é princípio geral, acolhido pela Lei dos Serviços Públicos Essenciais, no seu artigo 3.ºOperadoras de comunicações há, com efeito, que transmitem dívidas prescritas a determinadas empresas, designadamente à INTRUM Portugal para ulterior cobrança.A INTRUM ameaça não só com acções judiciais para cobrança de dívidas declaradamente prescritas.Algo que corresponde, com efeito, a práticas ilícitas que o direito jamais acolheu como boas.Como constitui, no caso, litigância de má-fé o proporem acções de pretensas dívidas “com barbas” quando de todo sabiam que não podiam fazê-lo.A despeito de as dívidas dos serviços públicos essenciais (em que as comunicações electrónicas se inscrevem) prescreverem em 6 meses, é certo que se o consumidor for interpelado para pagar, judicial ou extrajudicialmente, terá de invocar a prescrição para de tal poder beneficiar. (O que não aconteceu)A prescrição extingue as dívidas. a caducidade é de conhecimento oficioso (de conhecimento do tribunal por dever de ofício) como, por acórdão de 03 de Novembro de 2009, o Supremo Tribunal de Justiça decretara (conselheiro Paulo Sá):I – A interpretação conjugada dos arts. 10.º e 13.º da Lei n.º 23/96, de 26-07, aponta no sentido de que a caducidade é, aqui, de conhecimento oficioso.?II – A caducidade extingue os efeitos jurídicos do direito em virtude de um facto jurídico stricto sensu, independentemente de qualquer manifestação de vontadeMas o assédio (de que estas de cobrança lançam mão para intimidar os consumidores), para além de prática negocial agressiva passível de coima e sanções acessórias, é também crime:Código Penal – artigo 154 – A – “Perseguição”1 – Quem, de modo reiterado, perseguir ou assediar outra pessoa, por qualquer meio, directa ou indirectamente, de forma adequada a provocar-lhe medo ou inquietação ou a prejudicar a sua liberdade de determinação, é punido com pena de prisão até 3 anos ou pena de multa, se pena mais grave não lhe couber por força de outra disposição legal.”Deve do facto dar-se parte ao Ministério Público para actuação. Espero que a situação apresentada seja encaminhada para o Departamento competente. Obrigada
Dívida prescrita
Exmos. Senhores, Após ter sido interpelado(a) de forma abusiva nos últimos meses para proceder ao pagamento da dívida, no valor 35,37€, constatei que se encontram faturados consumos efetuados há mais de 6 meses. Como tal, esses consumos encontram-se prescritos, em conformidade com o disposto no Artigo 10.° da Lei da Prescrição e Caducidade. Assim, serve a presente missiva para me opor ao pagamento do valor supra referido, invocando expressamente a prescrição para todos os efeitos legais. Aguardo resposta por escrito e anulação dos valores prescritos, no prazo máximo de 8 dias. Com os melhores cumprimentos, Inês Sousa
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
