Reclamações públicas

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S. S.
21/05/2024

PESSIMO ATENDIMENTO

Exmos. Senhores, No dia 21/05, às 18:18, entrei em contacto com a Intrum no sentido de obter ajuda em relação a um valor em contencioso com o banco Santander. No entanto, fui atendido de forma extremamente insatisfatória por uma senhora que se mostrou nada profissional. A referida atendente fez comentários inoportunos e pessoais sobre a minha vida, adotando uma postura agressiva. Não buscou o diálogo e tentou impor palavras que eu nunca disse. Nunca presenciei um atendimento tão horrendo, o que me deixou com um enorme desprezo pela vossa empresa. A senhora ainda encerrou a chamada abruptamente, praticamente desligando na minha cara, e afirmou que eu não queria resolver a situação, quando fui eu que fiz a ligação. Foi, sem dúvida, o pior atendimento possível, demonstrando uma falta de profissionalismo inaceitável. Cumprimentos,

Encerrada
C. T.
28/03/2024

cobrança de divida

Bom dia. Tenho recebido com frequência alguns mails da empresa Intrum, sobre uma alegada dívida que terei com a Nespresso, referente a uma promoção de cápsulas associada à compra de uma máquina de café. Acontece que tenho os documentos em como o pagamento foi feito. Já na ocasião, a Nespresso tinha enviado um mail a informar (erradamente) que tinha havido um problema com o registo de compra e que teria de repetir toda a operação e , tornar a pagar. Enviei de seguida, como resposta a esse mail, o comprovativo bancário em como o pagamento foi feito e que, a haver algum erro, seria da parte deles. Acontece que nunca mais fui contactado pela Nespresso e, alguns dias depois a encomenda das cápsulas chegou à minha casa, pelo que dei o assunto por encerrado. Contudo, recentemente, tenho recebido mails da Intrum e informar que estão a executar uma dívida com a Nespresso, precisamente com o valor da tal confusão das cápsulas da Nespresso. Acho extremamente abusivo que essa empresa Inrtum, envie mails aos quais não é possível responde (no reply@...), sendo o teor do mesmo a relatar que terei uma (alegada) dívida e dão as referências bancárias para o pagamento da mesma, no seu site, seja dificílimo encontrar um contacto de mail. Mesmo assim, consegui um mail dessa empresa e enviei-lhes um mail a pedir explicações mais detalhadas. Nunca me responderam ao mail que lhes enviei (há quase um mÊs) e, continuo a receber da parte da Intrum, maisl a indicar que tenho de pagar a tal alegada dívida .O que faço? Com tantos casos de burlas e extorsão pela Net, não quero estar a fornecer-lhes mais informações e comprovativos de que realmente tenho a situação paga (sempre esteve paga) à Nespresso. Cumprimentos, Carlos h. Tavares

Resolvida
A. R.
04/03/2024

Cobrança indevida

Venho por este meio informar que tenho recebido regularmente emails da empresa Intrum Portugal a solicitar o pagamento de uma dívida da Petrogal, SA, que desconheço, o que me parece burla. Transcrevo o teor da última mensagem, recebida hoje, dia 4/3.Exmo(a). Senhor(a),Vimos por este meio informar que se encontra em gestão na Empresa Intrum Portugal, Lda., um processo que nos foi confiado pela entidade PETROGAL, S.A.. Fatura: Valor: 458463422813 120,33 458939338302 260,69 458013749412 252,32 458583205054 173,36 458009619234 13,22 De acordo com os nossos registos a quantia de 819,92 deverá ser regularizada de imediato, utilizando uma das seguintes formas de pagamento:Image ENTIDADE: 21726REFERENCIA: 019113924VALOR: 819,92 Caso já tenha efetuado o pagamento solicitamos que nos envie o comprovativo para back.csgeral.pt@intrum.com indicando o número de referência do seu processo.Sem mais de momento, apresentamos os nossos cordiais cumprimentos,Direção de OperaçõesContacto Direto 220315343INTRUM PORTUGAL LDA,

Encerrada
D. C.
24/12/2023

Intrum - Nº processo : 20047411 001412740015- processo sem qualquer base jurídica legalmente assente

Dia 23/12/2023 sou contactada pela Intrum.Pretendo saber o motivo de me contactarem, uma vez que não recebi nenhuma fatura a pagamento no valor que me pedem. O meu contrato com a MEO encontra-se em resolução e, sobre o qual, fiquei a aguardar contacto por parte dos mesmos, contacto nunca recebido. E agora, recebo notificação da Intrum, exigindo pagamento de um valor que me é desconhecido. Legalmente, a cobrança de algum valor só pode ser feita sob a emissão e envio da referente Fatura. Nunca recebi nenhuma fatura nesse valor para me contactarem da Intrum com esta abordagem.Ontem fui à loja MEO, para me esclarecerem, e indicaram-me que se refere a penalização por cancelamento do contrato de fidelização.Passo então a expôr a situação, pois os próprios colaboradores referiram que não faz qualquer sentido a cobrança que me estão a fazer:- No dia 12/04/2022 aderi a um serviço de internet telefonicamente.- Contratei um serviço para fins comerciais, mas associado ao meu NIF pessoal, como trabalhadora de Empresária em Nome Individual (ENI). Como podem verificar, a morada de instalação e usufruto do serviço não é a minha morada fiscal (morada que habito) mas sim, a morada referente a uma loja que arrendei com finalidade comercial.- Como a própria MEO pode constar, todo o contrato realizado telefonicamente foi mal feito pelo seu colaborador, o que gerou uma série de reclamações e sobre as quais a MEO teve de corrigir tudo o sucedido, lamentando todo o inconveniente por eles gerado.- Em Agosto deste ano, cessei o contrato de arrendamento da loja por cessação da minha própria atividade, ou seja, desemprego. Contactei a MEO para cancelar o serviço, por motivos de cessação da minha atividade profissional.- Sou depois contactada pela MEO, e indicam-me que vão então proceder ao cancelamento e que serei contactada por outro departamento.- O cancelamento do serviço foi feito e, depois, contactam-me pelo tal departamento a indicar que terei de fazer o pagamento da penalização referente ao cancelamento do serviço com fidelização, sobre o qual eu questionei:- O serviço foi contratado para fins comerciais. A loja encerrou, eu cessei a minha atividade enquanto ENI, e por isso, tenho o direito legal ao cancelamento sem penalização, dado que é referente a um serviço comercial que findou devido a desemprego.- Indicaram-me que o colaborador que fez o contrato telefonico deveria ter colocado o contrato para fins comerciais e não o fez (uma vez mais, a comprovar a incompetência no momento de realização do contrato), pelo que só poderia cancelar o contrato sem penalização se apresentasse: declaração de desemprego declaração de alteração de país declaração de óbito do titular do contrato.- Fui à loja MEO (8ª Avenida) e entreguei ao colaborador a carta comprovante do término do arrendamento da loja onde foi instalado o serviço, bem como o comprovativo de cessação da minha atividade como ENI no Portal das Finanças.- O mesmo disse-me que, com estes dados, o caso deveria ficar resolvido, e que aguardasse pelo contacto da MEO.- Recebi um novo contacto, a indicar que me iriam cobrar a penalização pois os documentos que entreguei (carta registada e comprovativo de cessação da atividade pelo reconhecido Portal das Finanças) não eram suficientes para comprovar desemprego.- Nesse momento (Outubro), e obrigando-me a realizar novas deslocações, fui ao Centro de Emprego para me emitirem uma declaração comprovante do meu desemprego.- Após isso, fui à loja MEO e fiz novamente toda a exposição do caso com a colaboradora Lisandra Bandjai, que se informou de todo o processo. A mesma, fez uma nova reclamação, alegando pois o cancelamento correto do processo dada situação de desemprego. No imediato, obteve feedback da MEO, a indicar que a reclamação está correta e que tenho razão e que não iria ser penalizada. Disseram que conseguiriam cancelar a penalização só no momento em que me fosse emitida a fatura do valor de penalização que, até à data (2/11) ainda não havia sido emitida. Pediram-me que aguardasse a emissão da fatura e a recepção da mesma e que, nesse momento, fosse de novo à loja e que a própria colaboradora faria a nova reclamação e que, aí, me cancelariam a cobrança de penalização.- Até ao momento, não recebi qualquer fatura e ontem, dia 23/12, sou contactada pela Intrum a exigir-se o imediato pagamento de um valor que desconheço e de que eu não tenho qualquer fatura a pagamento que me tenha sido enviada por qualquer meio de correspondência.- Fui de novo à loja, ontem, falar com a colaboradora Lisandra. Voltei a entregar a declaração de cessação de atividade e comprovativo emitido pelo Centro de Emprego. A mesma disse-me que, na hora em que estava a fazer a reclamação, já não me iriam dar resposta mas que hoje iria fazer novamente a exposição logo pela manhã. Disse-me ainda que, assim, o cancelamento da penalização teria de ser feito no imediato pois a MEO já tem em sua posse todos os documentos comprovantes do meu desemprego.- Hoje, a Lisandra ligou-me e disse-me que não aceitaram os documentos entregues. Alegam que a declaração do centro de emprego é datada de outubro. Obrivamente é datada de outubro pois só precisei de recorrer ao Centro de Emprego no momento em que me exigiram uma declaração de lá. Não compreendo, até, qual o motivo de a declaração do reconhecido e legal Portal das Finanças não ser suficiente, sendo que é o único Portal que legalmente atesta, em finalidade fiscal, que estou desempregada. A Lisandra indicou-me que fizesse exposição no site da Provedoria, link que me irão enviar posteriormente.- E aqui estou, hoje véspera de Natal, e após todo o transtorno causado pela MEO não só pela situação, como pelas deslocações e transtorno mental.De referir ainda que, a Lisandra e colaboradores da loja do 8ª avenida, foram as únicas pessoas com profissionalismo tratar o caso sem me faltarem ao respeito, como me fizeram sempre na linha MEO.Apelo ao bom senso, o qual não têm tido até então.

Encerrada
E. C.
26/10/2023

Penhora de pensão

Assunto: Penhora de pensão para regularização de contratoNIF: 153843632Exmos. Senhores,Recebi uma notificação, alertando para a penhora da pensão, de modo a regularização uma situação, em que já havia feito os pagamentos.Contactei o solicitador, para saber como esclarecer a situação, e este encaminhou-me para a advogada que trata do processo. Ao falar com esta, foi me pedido o documento que comprova a liquidação da dívida que tinha para com a Cetelem.Após enviar o documento, contactei a advogada que indicou que a situação seria regularizada o mais rapidamente possível.Já estamos no terceiro mês em que a minha pensão é penhorada, e não há qualquer tipo de esclarecimento da advogada, para o facto deste processo ainda não ter sido travado.Tive a informação de que a situação seria regularizada, mas até ao momento não verifico qualquer tipo de reposição e ninguém contacta para dar qualquer tipo de esclarecimento.Inclusivamente, já contactei a Cetelem que indicou que apenas a Intrium é responsável por esta situação.Aguardo resposta por escrito, no prazo máximo de 8 dias, para saber quando é que efetivamente vão repor os valores que me têm retirado.Com os melhores cumprimentos,Eduardo Carvalho

Resolvida
J. M.
04/10/2023

Acordo cancelado

Após ser contactado pela entidade ZOLVA, fiquei a saber que o processo acordado com a empresa INTRUM com ao acordo a INTRUM, a WIZINK e eu próprio, me comprometi a pagar 126,00 euros durante 36 meses, onde todos concordaram e no qual e apesar das dificuldades, cumpri na integra, sem qualquer valor em atraso desde o acordo, conforme a troca de emails entre mim e a suposta empresa INTRUM, como poderão confirmar. Estou estupefacto depois de ser contacto pela suposta empresa ZOLVA, a dizer que afinal a WIZINK tinha cancelado/retirado o acordo, passando para a ZOLVA, onde esta diz que o único acordo possível é e passo a citar, o pagamento na integra até ao final mês de Outubro, propondo um acordo conforme já tinha proposto a INTRUM, no perdão de 50% da dívida. Ora a wizink só pode estar a usar o prossuposto da nossa má fé, porque se tivéssemos o valor de metade da divida, obviamente não estaríamos em incumprimento, conforme poderão comprovar facilmente com o acesso aos dados do Banco de Portugal. A minha questão é, se houve um acordo com a empresa INTRUM, no qual foi escrupulosamente comprido, qual o motivo desta atitude do não cumprimento do acordo da WIZINK e da INTRUM para comigo, conforme vários emails trocados telefonemas, facilmente comprovados.l

Resolvida
C. C.
31/07/2023

acusação de incumprimentos

Após ter pedido término do contrato dos seus serviços à minha residência, com a operadora Meo, em agosto de 2021, fui perseguida pela mesma com inúmeros contactos telefónicos tentando dissuadir-me para continuarmos clientes. Não fazendo sentido para nós tal persistência, devido aos serviços deficientes, onde os cortes de sinal e avarias continuas dos equipamentos pela MEO fornecidos eram uma constante. Fiz assim, por via legal o pedido de serviços à operadora NOS, devolvi os equipamentos num balcão da MEO, e dirigi-me a uma loja da MEO para findar as contas onde me foi impressa uma factura com o valor total a pagar no fim do contrato. Passados uns dias começámos a ser invadidos por imensos emails da empresa Intrum, cada email abordava valores diferentes a pagarmos, e com referencias diferentes. Telefonei para o 210332239 ( Intrum) onde fui informada de que estávamos com um processo de incumprimento relativo à não devolução de equipamento da MEO. Enviei uma carta registada à INTRUM com a explicação da situação, data de devolução e que tudo está explicito no nosso historial com a operadora. No entanto a invasão abusiva de emails ameaçadores não cessam de chegar, sendo que continua a questão de os valores terem diferenças na ordem dos 30% superior ou inferior ao email anterior, e, o equipamento foi devolvido, e, paguei o que me foi solicitado no final do contrato. Envio documentos comprovativos por ordem cronológica. Obrigada pela atenção. Ao vosso dispor para qualquer esclarecimento. Cláudia Lopes Costa

Encerrada
F. B.
08/07/2023

tentativa de burla

Recebi há uns meses atrás um sms da empresa Intrum Portugal a dizer que tinha uma dívida com a EDP e que teria de pagar para a Intrum a dívida. Estranhei, então fui à minha conta EDP e não aparecia nada a dever. Bloquei o número por achar que era fraude. Hoje voltei a receber um email da mesma empresa a falar em nome da EDP a dizer que tinha o mesmo valor em dívida, sendo que recebi a entidade: 20174 e referência: 666088473 para pagar. Após uma pesquisa percebi que era frude, daí a minha denúncia neste site. Também me forneceram no email o contacto: 210332239 e email: BACK.CSGERAL.PT@intrum.com. Penso que o site da empresa seja este: https://www.intrum.pt/particulares/

Encerrada
A. S.
07/06/2023

Cobrança Indevida MEO /Burla

Venho por este meio comunicar o procedimento abusivo e ilegal que a intrum tem feito desde há anos enviando cartas, email´s e chamadas ameaçadores de modo a cobrar uma dívida relativa a uma falsificação de um contrato de comunicação com a MEO e que até já estava em processo judicial. Gostaria que o assédio desta empresa terminasse visto tratarem-se de cobranças que sei indevidas. A 25/05/2023 recebi mais um email:“Caro Cliente,Esperamos encontrá-lo bem.Voltamos ao S/ contato para relembrar que a Intrum quer estar ao seu lado neste momento e poder ajudá-lo a restabelecer a normalidade na sua vida.Com o presente e-mail, dirigimo-nos a V/Exa com o intuito de lhe apresentar as várias soluções para resolução do incumprimento referente ao contrato MEO no valor de 656,62  €, que o gestor do S/processo disponibilizará de imediato através do nº 213 172 204.1º OPÇÃO: Perdão de 50 % - Apenas para Liquidações Imediatas Entidade 21262 Referência 009252***2º OPÇÃO: Perdão de custos e juros - Nesta opção, aceitamos o pagamento em 2 prestações Entidade 21262 Referência 009252***3ª OPÇÃO: Se não puder aceitar o que lhe propomos agora, poderemos em conjunto analisar alternativas de resolução. Contate de imediato o gestor do seu processo através do nº de telefone 213172204 - contato preferencial.Não hesite em falar connosco, temos uma equipa profissional e disponível para o poder ajudar entre as 09:00 e as 20:00 e temos todo o gosto em participar da resolução definitiva de um assunto que se arrasta há anos”Fui contactada pela vossa empresa para a cobrança de uma alegada dívida de valor superior a €500 à empresa MEO - SERVIÇOS DE COMUNICAÇÕES E MULTIMÉDIA, S.A., empresa com a qual nunca tive seguramente nenhum tipo de serviçoNão tenho os dados referentes a esta dívida, uma vez que esta provavelmente se deve a um erro, fraude. O meu NIF é xxxxxxxxx, não tendo número de cliente com a empresa supracitada, visto não ter contratos de serviços com os mesmos. No contacto por carta e por e-mail apenas me eram dadas as opçoes de pagamento ou falar com o assistente, o qual não consegui naquele momento, nem durante muito tempo. Só agora com este e-mail tenho alguns dados. Quando pedi o envio de provas da tal dívida (que foi dita ser inicialmente de 2019 e quando disse que não vivia em Portugal nessa altura, rapidamente a data alterou-se para 2009 …enfim , isto tudo em “conversa” com o colaborador super arrogante e prepotente condescendente e mal educado de seu nome Mateus. Mas que iria ter acesso ao seu nome e a todos os seus dados no e-mail. O dito comercial, tão depressa dizia que e divida era de 2019 como de 2009 pois a Sra Madalena Barreiro que assina os e-mails não atende clientes. Foi-me dito que seria enviado por e-mail (e-mail esse que aguardo até hoje) e que não era possível enviar por carta “por estarmos no Século XXI?! “ Digitalmente os contratos e outros documentos podem ser alterados. Daí ter pedido um envio também por carta. Aguardo uma resposta por escrito e anulação dos valores prescritos ( e inexistentes) no caso de dívida superior a 6 meses, (foi-me, dito, a existir, ter sido em 2009) no prazo máximo de 8 dias, de todos os serviços da MEO -SERVIÇOS DE COMUNICAÇÕES E MULTIMÉDIA, S.A., e cancelamento de todos os serviços em meu nome ou número de contribuinte. Nunca a PT, a MEO ou a ALTICE se me dirigiram para o efeito.Não tenho ideia de lhes ter ficado a dever seja o que for.E estou a ser continuamente massacrada para pagar tais valores que de todo não correspondem a dívidas que haja contraído ou postergado.Sucedem-se os telefonemas e as ameaças.A boa-fé é princípio geral, acolhido pela Lei dos Serviços Públicos Essenciais, no seu artigo 3.ºOperadoras de comunicações há, com efeito, que transmitem dívidas prescritas a determinadas empresas, designadamente à INTRUM Portugal para ulterior cobrança.A INTRUM ameaça não só com acções judiciais para cobrança de dívidas declaradamente prescritas.Algo que corresponde, com efeito, a práticas ilícitas que o direito jamais acolheu como boas.Como constitui, no caso, litigância de má-fé o proporem acções de pretensas dívidas “com barbas” quando de todo sabiam que não podiam fazê-lo.A despeito de as dívidas dos serviços públicos essenciais (em que as comunicações electrónicas se inscrevem) prescreverem em 6 meses, é certo que se o consumidor for interpelado para pagar, judicial ou extrajudicialmente, terá de invocar a prescrição para de tal poder beneficiar. (O que não aconteceu)A prescrição extingue as dívidas. a caducidade é de conhecimento oficioso (de conhecimento do tribunal por dever de ofício) como, por acórdão de 03 de Novembro de 2009, o Supremo Tribunal de Justiça decretara (conselheiro Paulo Sá):I – A interpretação conjugada dos arts. 10.º e 13.º da Lei n.º 23/96, de 26-07, aponta no sentido de que a caducidade é, aqui, de conhecimento oficioso.?II – A caducidade extingue os efeitos jurídicos do direito em virtude de um facto jurídico stricto sensu, independentemente de qualquer manifestação de vontadeMas o assédio (de que estas de cobrança lançam mão para intimidar os consumidores), para além de prática negocial agressiva passível de coima e sanções acessórias, é também crime:Código Penal – artigo 154 – A – “Perseguição”1 – Quem, de modo reiterado, perseguir ou assediar outra pessoa, por qualquer meio, directa ou indirectamente, de forma adequada a provocar-lhe medo ou inquietação ou a prejudicar a sua liberdade de determinação, é punido com pena de prisão até 3 anos ou pena de multa, se pena mais grave não lhe couber por força de outra disposição legal.”Deve do facto dar-se parte ao Ministério Público para actuação. Espero que a situação apresentada seja encaminhada para o Departamento competente. Obrigada

Encerrada
I. S.
01/05/2023

Dívida prescrita

Exmos. Senhores, Após ter sido interpelado(a) de forma abusiva nos últimos meses para proceder ao pagamento da dívida, no valor 35,37€, constatei que se encontram faturados consumos efetuados há mais de 6 meses. Como tal, esses consumos encontram-se prescritos, em conformidade com o disposto no Artigo 10.° da Lei da Prescrição e Caducidade. Assim, serve a presente missiva para me opor ao pagamento do valor supra referido, invocando expressamente a prescrição para todos os efeitos legais. Aguardo resposta por escrito e anulação dos valores prescritos, no prazo máximo de 8 dias. Com os melhores cumprimentos, Inês Sousa

Encerrada

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