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Ausência de previsão para serviço fibra
Venho solicitar o apoio da DECO PROteste na mediação de um conflito com a MEO – Serviços de Comunicações e Multimédia, S.A., relativo a incumprimento contratual, falta de informação, ausência de previsibilidade e atendimento desrespeitoso. Enquadramento No dia 30 de outubro, celebrei contrato numa loja MEO (Fórum Montijo) para um serviço de fibra ótica, destinado a uma morada da qual já era titular de Contrato-Promessa de Compra e Venda, tendo ficado acordado que a instalação ocorreria no primeiro dia de residência efetiva. No dia 13 de dezembro, o técnico deslocado ao local informou que a morada não possuía ligação de fibra do exterior, situação que não me era possível conhecer previamente. Foi-me indicado que a resolução demoraria cerca de duas semanas. Desde essa data até ao presente, a MEO não apresenta qualquer previsão para a instalação da fibra, apesar dos múltiplos contactos efetuados. Problemas verificados Desde então, tenho sido confrontado com: Ausência total de prazo ou previsão concreta para instalação do serviço contratado; Demora injustificada na ativação de serviços adicionais (ex.: SPORT TV); Risco de perda de dois números móveis (portabilidade a partir da Vodafone), devido a informações contraditórias; Informações incoerentes e contraditórias entre loja física e apoio telefónico, inclusive em simultâneo; Chamadas pagas para apoio ao cliente, sem resolução efetiva, com sucessivas transferências; Uma chamada em que, enquanto expunha a reclamação, fui transferido sem aviso para um atendimento automático, situação que considero inadmissível. Todos estes factos são comprováveis através das gravações de chamadas e por testemunho dos colaboradores da loja MEO do Fórum Montijo. Impacto profissional Tanto eu como a minha esposa trabalhamos em regime de teletrabalho. Exerço funções de formador e terapeuta, recorrendo frequentemente a videochamadas com clientes. O serviço atualmente instalado (satélite, sugerido pela própria MEO) não garante qualidade mínima, tendo já sido obrigado a cancelar sessões profissionais, com prejuízo financeiro e reputacional. A situação é agravada pelo facto de a MEO deter exclusividade do serviço de fibra na zona, impossibilitando a mudança de operador. Pedido à DECO PROteste Solicito o apoio da DECO PROteste para: Intervir junto da MEO no sentido de obter uma previsão concreta e escrita para a instalação da fibra; Avaliar o incumprimento dos deveres legais de informação e de prestação do serviço; Apoiar a obtenção de compensação pelos prejuízos causados; Considero que a atuação da MEO demonstra uma falta grave de respeito pelo consumidor, especialmente numa situação de dependência do serviço para o exercício da atividade profissional. Agradeço o apoio da DECO PROteste na defesa dos meus direitos enquanto consumidor.
Mudança de morada para outro país/ cobrança INDEVIDA de fidelização
Exmos. Senhores, Sou cliente de serviço de internet residencial e pedi o cancelamento do serviço pois vou me mudar para outro país pois aceitei proposta de trabalho fora de Portugal, eu apresentei esse motivo para cancelar o contrato antes do fim da fidelização, e é um motivo aceito para não aplicar a multa da quebra da fidelização, de acordo com a lei, mas a MEO mesmo assim está a me cobrar multa. Face ao problema detetado, solicito a não aplicação da multa, e que o contrato seja cancelado de acordo com meus direitos. Solicito a correção imediata da situação e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Falha de rede movel
Exmos. Senhores, Em (DATA) denunciei o contrato de prestação de serviços de telecomunicações com a vossa empresa com o n.º (COLOCAR REFERÊNCIA). Sucede que até hoje, passados que são (N.º DE DIAS) dias, o serviço ainda se encontra ativo, mantendo-se os diversos problemas técnicos que têm sido reportados e são do conhecimento do vosso serviço de apoio ao cliente. Considerando o exposto, venho relembrar a denúncia do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização por via desta decisão. Cumprimentos.
Alteração de contrato ilegal sem informar ao cliente
Em Abril de 2025 fiz a alteração de Vodafone para MEO. Em loja me garantiram que seria possível posteriormente associar o serviço ao programa de parceria da Siemens, empresa em qual ao trabalho. Foi dito pelo colega da MEO de parcerias que essa informação era mentirosa e não poderia ser feito posteriormente. Foi me dito que o contrato deveria estar ativo a 6 meses para utilizar a loja e serviços de parcelamento (mesmo período que os concorrentes oferecem) Pois bem, fui hoje (janeiro/2026) a loja adquirir um novo telemóvel e me foi informado que recentemente foi alterado para 12 meses e não poderia realizar a compra. Bem, isso não foi o acordado quando a venda foi feita e eu adquiri o pacote MEO, em nenhum momento fui informado e não faz sentido uma mudança ser aplicada retroativamente dessa forma, o que denota um caráter ilegal e fraudulento da empresa. Estou extremamente insatisfeito com o serviço e o apoio ao cliente da MEO e me sinto profundamente lesado com as mentiras e enganacoes que a empresa pratica com o consumidor.
Cancelamento indevido de pedido de compra
No dia 22 de dezembro passado efetuei a compra, parcelada, de um notebook Asus, pedido número C002898723 . No dia 27 de dezembro recebi um e-mail solicitando o envio de Título de Residência ou equivalente. Efetuei o envio de cópia de meu Título de Residência no mesmo dia, e fiquei aguardando as informações posteriores. No e-mail com o resumo do pedido consta explicitamente "...enviaremos um email e sms para a realização do pagamento da entrada e do custo administrativo. ..." Para minha infeliz surpresa recebi, no dia de hoje, 02 de janeiro, e-mail informando o cancelamento de meu pedido "por falta de pagamento". Como efetuar o pagamento se não recebi nenhuma informação de como proceder ? Ao manter contato telefônico com a empresa me foi informado que nada poderia ser feito pois o pedido já estava cancelado. Me foi sugerido realizar a compra novamente no sitio meo.pt. Dirigi-me até a loja da MEO no Minho Center com a esperança de, presencialmente, conseguir resolver o problema. Para nenhuma surpresa, me foi informado que nada poderia ser feito quanto ao pedido cancelado. Mas, para minha total surpresa, o atendente me disse que o pedido havia sido cancelado porque o Título de Residência tinha validade inferior ao período do parcelamento da compra, ou seja, o mesmo expira sua validade em 09 de fevereiro próximo e a compra teria 24 prestações, que ultrapassariam essa data. Não discordo deste critério, mas deveria ter-me sido comunicado esse problema e me oferecido alternativas de pagamento, o que não ocorreu. O problema se agravou ainda mais ao tentar efetuar novamente a compra no sitio da loja.meo.pt, onde o produto está com um preço bem mais elevado (150 euros, para ser exato, ou 20 % superior). Diante destes fatos e por considerar-me absurdamente prejudicado com tais procedimentos por parte da MEO, solicito a reativação do meu pedido de compra do equipamento (C002898723), facultando-me a possibilidade de pagamento à vista. Comunico, outrossim, que esta reclamação também está sendo registrada junto à DECO PROTESTE e no Livro de Reclamações Eletrônico, aguardando uma solução pacifica, sem recurso às vias jurídicas cabíveis.
Reclamação – Voucher PlayStation Store 50 € sem código de ativação
No dia 12 de dezembro de 2025 adquiri, através da MEO, um comando PS5 e um voucher PlayStation Store de 50 €, com levantamento em loja. Na fase inicial do processo já houve problemas com a alteração da loja de entrega: solicitei a mudança de loja um dia após a compra, foi-me comunicado telefonicamente que a alteração estava confirmada, mas acabei por receber SMS a indicar levantamento na primeira loja, obrigando-me a deslocações desnecessárias. No dia 23 de dezembro levantei a encomenda (comando e voucher). No momento do levantamento, foi-me informado pela colaboradora da loja que o código de ativação do voucher seria enviado para o meu email até ao final do dia. Tal não aconteceu. Desde essa data tenho contactado várias vezes a MEO, tendo-me sido garantido em várias ocasiões que o código seria enviado “até ao dia de hoje”, o que já aconteceu por diversas vezes sem que o compromisso fosse cumprido. Hoje é dia 2 de janeiro de 2026 e continuo sem receber o código do voucher, apesar de este já estar pago e de a encomenda constar como levantada. Esta situação é inaceitável, traduz-se numa clara falha na prestação de serviço e deixa-me numa posição em que paguei por um voucher que, na prática, não consigo utilizar. Nestes termos, exijo: -O envio imediato do código de ativação do voucher PlayStation Store de 50 € para o meu email e/ou disponibilização do mesmo em fatura/área de cliente; ou, em alternativa, -O reembolso integral do valor pago pelo voucher, caso não consigam fornecer o código num prazo máximo de 48 horas. Solicito ainda uma resposta formal por escrito e a correção definitiva desta situação, bem como a análise de uma eventual compensação pelos transtornos causados.
Cobrança indevida e processo de cancelamento abusivo.
Exmos. Senhores, No início de 2025, mudei de morada e solicitei o cancelamento do meu contrato. Todo o processo revelou-se extremamente complexo e marcado por falta de informação clara, em total contraste com a facilidade com que é possível contratar o serviço. Ao aceder ao MyMeo, encontrei a opção “Desassociar serviço”, que interpretei como sendo o cancelamento do contrato. No entanto, passados dois meses, constatei que continuava a ser cobrado por débito direto — inclusive em duplicado, pois já estava a pagar pelo serviço na nova residência. Sem acesso à faturação no MyMeo e sem possibilidade de consultar regularmente o correio, não consegui obter esclarecimentos sobre a razão desta cobrança, sendo que na morada anterior o novo residente já tinha contratado o seu próprio serviço. Perante esta situação, decidi cancelar o débito direto, assumindo tratar-se de um erro da MEO, pois julgava que a desassociação do serviço seria suficiente para encerrar o processo. Mais tarde, fui informado pelo novo morador de que tinha correspondência para levantar, onde descobri que estava a ser alvo de um processo por incumprimento. Apenas após contacto telefónico com o apoio ao cliente recebi instruções para concluir o cancelamento — não sem antes tentarem persuadir-me a manter um serviço do qual já não usufruía. Após devolver o equipamento, tive ainda de liquidar os meses em atraso e pagar uma penalização. Contudo, mesmo depois disso, continuei a ser cobrado durante seis meses por um serviço que não utilizei. Para agravar, passado um ano, recebi uma cobrança adicional de 37,97€ através da empresa INTRUM PORTUGAL, sem qualquer explicação sobre a origem desse valor, apesar de todos os pagamentos estarem regularizados. Em suma, sem usufruir do serviço, a MEO conseguiu, através de um processo burocrático e comunicação deficiente, reter mais de 150€ do que seria devido caso o cancelamento tivesse sido tão simples quanto a contratação. Esta prática demonstra uma clara falta de transparência e prejudica gravemente o cliente. Em anexo apresento o exemplo de comunicação que é enviada pela a empresa de cobrança , a qual mais parece um e-mail fraudolento, tendo o mesmo ido para á caixa de spam. Eles não facilitam o cancelamento e pelo contrario, prolongam ao máximo o processo e fazem o cliente pagar pela demora do processo. É vergonhoso e Exploratório.
Falha de rede movel
Bom dia a meo nao resolve o problema lde rede movel,continuo sem conseguir receber e fazer chamadas. A meo nao querer rescindir contrato dizem que o servico,funciona mas nós continamos sem rede movel sem internet. Solucao da meo aguardar por uma antena para daqui a 12 meses Quero rescindir contrato.
Denúncia formal de agressão e discriminação por funcionário da loj
Exmos. Senhores, Na qualidade de cliente da MEO, venho por este meio apresentar denúncia formal de extrema gravidade, relativa a factos ocorridos no dia 19 de dezembro de 2025, pelas 13h05, no interior da loja MEO do Oeiras Parque, envolvendo um funcionário identificado como colaborador dessa loja. Durante a minha presença no referido estabelecimento, o funcionário em causa recusou-se, sem qualquer justificação válida, a prestar o atendimento solicitado, tendo-me dirigido expressões claramente discriminatórias e ofensivas, nomeadamente referindo que “por ele” eu não seria atendida naquela loja. Acresce que, numa atitude abertamente discriminatória pelo facto de eu ser uma pessoa racializada, o funcionário afirmou também que “isto aqui não é o teu bairro”, associando-me de forma preconceituosa a um estereótipo racial e social totalmente inadmissível. Perante tal recusa, solicitei o Livro de Reclamações, momento em que o colaborador adotou uma postura hostil e intimidatória, insistindo em não realizar o atendimento e mantendo comportamentos provocatórios. Ao preparar-me para registar o sucedido com o meu telemóvel como prova das agressões verbais, fui agredida fisicamente, com um golpe desferido na minha mão direita, acompanhado de insultos verbais como “maluca”, “lunática” e “ridícula”, proferidos na presença de três colegas e do público em loja, sem que qualquer colaborador ou segurança interviesse para travar a agressão. O agressor continuou a tentar atingir-me fisicamente, tendo-me causado lesões confirmadas no serviço de urgência do Hospital de Cascais, onde me foram diagnosticados contusão e inchaço na mão direita. Em consequência direta da agressão, encontro-me ainda com a mão ao peito, com dores, limitações de mobilidade e dificuldades nas tarefas diárias. Cumpre salientar que, mesmo após a intervenção do segurança, o funcionário permaneceu a rir e a proferir insultos, agindo com manifesta impunidade. A gerente da loja presente no turno não tomou qualquer medida para acautelar a minha integridade, adotando uma postura de conivência e proteção face ao agressor, o que agrava significativamente a responsabilidade da MEO enquanto entidade empregadora. Mais se informa que existe registo de outra queixa semelhante, apresentada a 25 de outubro de 2025, relativamente à mesma loja, conforme comprovam as informações em anexo. Tal facto demonstra a ocorrência de padrões de conduta abusiva e reincidente, sem atuação corretiva eficaz da parte da MEO. Importa salientar que o incidente ocorreu num espaço público sob videovigilância, pelo que se requer expressamente que a MEO preserve e analise as gravações do período compreendido entre as 13h00 e as 14h30 do dia 19/12/2025, sob pena de incorrer em violação do dever de colaboração na averiguação dos factos e eventual destruição de prova. Perante a gravidade dos acontecimentos e ao abrigo das normas aplicáveis do Código Penal, Código Civil, Código do Trabalho* e demais legislação sobre responsabilidade civil, não discriminação e dever de segurança do empregador, requeiro que a MEO: 1. Proceda à abertura imediata de um inquérito interno disciplinar* relativamente ao funcionário identificado. 2. Informe formalmente, por escrito, quais as medidas adotadas pela direção da empresa e os resultados da apuração dos factos. 3. Garanta a preservação das imagens de videovigilância do referido local, para efeitos legais. 4. Assuma a responsabilidade pelos danos físicos e morais sofridos, decorrentes da atuação do seu colaborador no exercício de funções, incluindo os atos de discriminação racial. Registo que, até à presente data, não foi prestado qualquer esclarecimento ou contacto oficial da parte da MEO, o que se revela inaceitável face à gravidade da situação e às obrigações legais da empresa para com os seus clientes e o público em geral. Face aos factos expostos, reservo-me o direito de participar o caso às autoridades competentes – nomeadamente ao Ministério Público, ANACOM, Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial (CICDR) e demais entidades de regulação e defesa do consumidor – bem como de adotar todas as medidas judiciais adequadas à defesa dos meus direitos e à reparação integral dos danos sofridos. Melhores cumprimentos, Magda Burity
playstation 5 nao funciona
comprei uma Playstation 5 na loja online e levanteia no dia 03/12/2025 A PlayStation foi ligada no di 25 e já apresentou problemas, uma vez que se desliga constantemente. no entanto, julgamos que poderia ser das atualizações no entanto, nos dias 26 e 27 ela dá avaria de sobreaquecimento e desliga-se. entrei em contato com a Meo, que me diz que tenho que ligar para a Sony para ativar a garantia, uma vez que o prazo de devolução da Meo são 14 dias. Pretendo a troca ou devolução do equipamento. Como devo proceder?
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