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Encomenda muito atrasada
Exmos. Senhores, Em dezembro, dia 26, adquiri um casaco, da marca modalfa, pelo valor de 25 euros. O pagamento foi efetuado online no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 2 de Janeiro na loja modalfa da covilhã . Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue nem dada qualquer informação sobre os estado da encomenda. A opção de tracking da encomenda também não funciona. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços nos dias 19 e 15 de janeiro e não obtive a resposta sobre a entrega do bem. Assim sendo, exijo, no prazo máximo de 3 dias úteis , procedam à entrega do referido casaco, sob pena de resolução do contrato, e sem prejuízo do direito de indemnização por eventuais danos causados. Cumprimentos.
Reclamação formal - Falta de reembolso do carregamento cartão Dá 1.350€
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente a uma situação ocorrida na loja Note de Belas, no dia 07/11/2025. Nesse dia, dirigi-me à referida loja com o objetivo de efetuar um carregamento do Cartão Dá, utilizando o Cartão Coverflex, no valor de 1.350,00 €. Antes de efetuar o pagamento, questionei a colaboradora da loja sobre o valor máximo permitido para o carregamento, tendo-me sido indicado que o limite seria de 2.000,00 €. O pagamento foi devidamente aceite pela Note; no entanto, após a confirmação do mesmo, o sistema apresentou um erro, não tendo o carregamento sido concluído. De seguida, fui informado pelo gerente da loja de que, que o limite do carregamento do Cartão Dá era de 1.000,00€ e que apesar do erro, o valor tinha sido recebido e que o sistema teria iniciado automaticamente o processo de devolução do montante pago, garantindo-me que o reembolso estaria disponível no prazo máximo de 72 horas. Decorrido esse prazo, o valor não foi reembolsado. Desde então, encontro-me há cerca de 2 meses a tentar, de forma persistente, contactar o departamento financeiro da Note para a regularização do reembolso, sem que tenha obtido qualquer resposta até ao momento. Adicionalmente, o gerente da loja recusou-se a prestar qualquer apoio adicional, alegando que, devido ao RGPD, não poderia fornecer mais informações sobre o processo, justificação essa que considero infundada, uma vez que se trata de um pagamento efetuado por mim e ainda por regularizar. Contactei igualmente o Coverflex/Entidade Bancária, tendo ambas as entidades confirmado que não receberam qualquer pedido ou processamento de reembolso por parte da Note ou do Cartão Dá. Até à presente data, continuo lesado no montante de 1.350,00 €, sem que tenha sido efetuado o carregamento nem devolvido o valor pago, e sem qualquer resposta formal por parte da Note relativamente a este assunto. Considero completamente inadmissível que uma empresa como a Note demore quase dois meses a resolver um reembolso desta natureza. Tendo em conta a politica da Deco Proteste de não mencionar nomes, e-mails e outros dados de colaboradores. Estou disponível caso considerem necessário disponibilizar a troca de e-mails com a Note/Coverflex, extrato bancário, fatura da compra, assim como um comprovativo por parte da CoverFlex/Entidade bancária a indicar que não receberam qualquer tipo de reembolso por parte da Note. Adicionalmente, formalizei uma queixa no portal da queixa dia 28/12/2025 no qual ainda continuo a aguardar resposta. Face ao exposto, solicito a resolução imediata desta situação, com a devolução do valor em causa para o cartão de onde foi realizado o pagamento (CoverFlex). Na ausência de uma resposta célere e de uma resolução definitiva, ver-me-ei obrigado a recorrer às entidades competentes e aos meios legais ao meu dispor. Aguardo uma resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos,
Impossibilidade de utilizar o Cartão Dá
Exmos. Senhores, A minha entidade patronal, adquiriu um cartão para me poderem compensar/premiar. O cartão foi entregue em mão, contudo o mesmo dia que o recebi em mãos, ele foi roubado/perdido. Ao contactar a Sonae/Cartões DA , apesar de reconhecerem a existência válida do cartão e do respetivo saldo de 376€ que está por descontar, não conseguem solucionar pois nos termos de utilização estão descritas as condições de utilização e nas quais refere que o portador do cartão ao não ter registado o cartão na internet (que é o caso) não podem substituir o respetivo cartão. Apesar de ter apresentado várias alternativas de solução, não me deixam descontar o saldo que eles reconhecem existir. Mais acrescento que ao abrigo da lei 24/96 principalmente no seu artigo 8ª, o mesmo não fora respeitado pois a informação que consta nos termos utilização do cartão DA não é clara , mais, é omissa. Em nenhum artigo dos termos de utilização se informa ao consumidor que a perda do cartão equivale a não poderem descontar esse valor. A informação partilhada remete à impossibilidade de emitirem outro cartão em substituição. O consumidor não está informado de que apesar de existir um reconhecimento do saldo e da validação do cartão, fica sem direito ao valor que é seu. O consumidor não é informado de forma clara de que ao não ter registado o cartão, a perda do cartão equivale a perder o valor do mesmo. O consumidor é informado de que é recomendável o registo do mesmo, para que, em caso de perda, roubo ou dano, possa ser bloqueado (com o saldo existente no momento do bloqueio), com a expressa menção de que sem este registo o Cartão Dá não poderá ser substituído. Ao existir reconhecimento da existência válida dos cartões e dos respetivos saldos para descontar por parte da SONAE/Cartões DA, não é compreensível como não posso trocar esse saldo por artigos da SONAE (neste caso Continente). As soluções poderiam passar por acordar uma hora/local para poder descontar numa compra e existir articulação interna e ajuste de saldo. Outra solução poderia ser a de carregarem no meu cartão continente o saldo que a SONAE/Cartões DA reconhecem existir. Só era mesmo preciso ao menos o número do PIN, que foi falado que, por motivos de segurança, só se encontra no verso do cartão. Que segurança é esta que qualquer pessoa que apanhe o cartão, pode utilizar? E que a empresa não possui uma segunda vida de PIN. Estou disponível para outra encontrar outra solução. Obrigada.
Impossibilidade de utilizar Saldo Carão DA
Exmos. Senhores, A minha entidade patronal, Associação Salvador NIF 506723364, adquiriu um conjunto de 5 cartões para me poderem compensar/premiar. Os cartões foram entregues em mão, contudo dois deles foram parar ao lixo por engano do meu filho que tem 3 anos. Ao contactar a Sonae/Cartões DA , apesar de reconhecerem a existência válida dos 2 cartões (cartão DA nº 3041992524 e cartão DA nº • 3041992523) e do respetivo saldo de 100€ em cada que está por descontar, não conseguem solucionar pois nos termos de utilização estão descritas as condições de utilização e nas quais refere que o portador do cartão ao não ter registado o cartão na internet (que é o caso) não podem substituir o respetivo cartão. Apesar de ter apresentado várias alternativas de solução, não me deixam descontar o saldo que eles reconhecem existir. Mais acrescento que ao abrigo da lei 24/96 principalmente no seu artigo 8ª, o mesmo não fora respeitado pois a informação que consta nos termos utilização do cartão DA não é clara , mais, é omissa. Em nenhum artigo dos termos de utilização se informa ao consumidor que a perda do cartão equivale a não poderem descontar esse valor. A informação partilhada remete à impossibilidade de emitirem outro cartão em substituição. O consumidor não está informado de que apesar de existir um reconhecimento do saldo e da validação do cartão, fica sem direito ao valor que é seu. O consumidor não é informado de forma clara de que ao não ter registado o cartão, a perda do cartão equivale a perder o valor do mesmo. O consumidor é informado de que é recomendável o registo do mesmo, para que, em caso de perda, roubo ou dano, possa ser bloqueado (com o saldo existente no momento do bloqueio), com a expressa menção de que sem este registo o Cartão Dá não poderá ser substituído. Ao existir reconhecimento da existência válida dos cartões e dos respetivos saldos para descontar por parte da SONAE/Cartões DA, não é compreensível como não posso trocar esse saldo por artigos da SONAE (neste caso Continente). As soluções poderiam passar por acordar uma hora/local para poder descontar numa compra e existir articulação interna e ajuste de saldo. Outra solução poderia ser a de carregarem no meu cartão continente o saldo que a SONAE/Cartões DA reconhecem existir. Estou disponível para outra encontrar outra solução. Em anexo segue o comprovativo de aquisição dos cartões pela minha entidade patronal, assim como a troca de emails com a equipa do Cartão DA.
Compra realizada e não foi pago a empresa da compra
Efetuei uma compra com o cartão universo no app da Leroy merlin e meu pefido foi cancelado por não pagamento. Só que está pago por mim com cartão universo. Preciso ter um número fiscal da compra da universo para comprovar efetivamente. A universo não me da este número fical da compra e me debitaram me este dinheiro. Estou sem o dinheiro e sem o produto já faz mis de 50dias, só com desculpas. Espero o retorno com a solução. (número fical para onde foi este dinheiro. Obrigado Cumprimentos.
Brinquedo com sinais de uso
Exmos. Senhores, Recebi no aniversário do meu filho o brinquedo "O Meu 1º Computador - Zoko Happy Bear". Apesar da embalagem vir perfeitamente selada e aparentar nunca ter sido aberta, o brinquedo apresentava sinais de desgastes (riscos, manchas). A referência do brinquedo é 0302191129. Enviei email no dia 10/01/2025 para o endereço indicado no brinquedo (zoko@sonaemc.com), mas não obtive qualquer resposta até à data. Tentei apresentar reclamação junto do continente (Ref. 82808639) mas foi-me dito que por não apresentar talão nem saber em que loja o produto tinha sido adquirido não podiam dar continuidade à queixa. Cumprimentos.
Produto estragado
Exmos. Senhores, Em 05/02/2025 adquiri 3 tarteletes de chocolate de marca continente por 1.09€ cada . A referência da encomenda é 6BB6B recebi a vossa encomenda, mas ao abrir as embalagens estavam todas mofadas. Já havia reclamado antes avisando os do ocorrido, e falei que o lote do biscoito estavam mofados, e não retiram o produto das prateleiras do Continente da Avenida Marechal Gomes da costa. Junto fotografias para comprovar o sucedido. Exijo que me enviem outro objeto em vez deste, e que levantem o que chegou danificado com o lote M24331. Se não puderem levantá-lo, indiquem-me como posso devolvê-lo, sendo que então terão que me compensar pelo incómodo e custos de devolução. Caso não me resolvam a situação e não me entreguem novo biscoito com lote diferente ) nos próximos 5 dias, considerarei o contrato como incumprido, e terão que me devolver o valor que paguei. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Dinheiro retirado indevidamente
Exmos. Senhores, Tentei fazer uma compra no continente online. Ao pagar a encomenda a mesma não foi feita mas o valor foi retirado. O meio de pagamento foi o cartão da com o número de série 6580167718 e o valor foi 131€. Já contactei o cartão da que me pediu para contactar o continente online. Assim fiz. Contactei 4 vezes e não me restituem o valor nem me dão indicação de quando o vão fazer. Cumprimentos.
Cobrança indevida de crédito
Exmos. Senhores, No dia 07/10/2024, por lapso cliquei na app do cartão universo na transferência instantânea no valor de 265,75€, dei de imediato conta do erro mas só consegui devolver o valor no dia seguinte, através dos pagamentos livres. Trata-se de publicidade agressiva e que leva ao utente da app a clicar sem querer. No entanto, o cartão universo tem vindo a cobrar todos os meses um pagamento fracionado com juros. No extrato de Dezembro é cobrado 15,70 € e diz que o saldo em dívida é de 151,47 €. É impossível contactar para resolver esta situação, o contacto telefónico atende um assistente virtual (IA) que não resolve e esclarece nada, na app, através de mensagem, fiz um pedido de esclarecimento e de cancelamento do cartão, mas sem sucesso. Venho solicitar a vossa intervenção no sentido de obter esclarecimentos, e de me ajudarem a cancelar o cartão, pois trata-se de abuso ao consumidor. cumprimentos, Paulo saraiva Cumprimentos.
Reclamação sobre Desrespeito e Falta de Colaboração durante Promoção Café Nicola no Continente das A
Exmos. Senhores, Durante os últimos quatro dias, estive a realizar a promoção do Café Nicola no supermercado Continente das Antas, representando a minha empresa. Este relatório visa descrever os problemas enfrentados no decorrer desta ação promocional, com foco em incidentes de desrespeito e dificuldades operacionais. Desde o primeiro dia, fui alvo de atitudes desrespeitosas por parte de duas funcionárias do Continente, uma chamada Ana Sousa, e a outra penso que seja Eva. Apesar de elas não terem vínculo com a empresa que represento, demonstraram falta de profissionalismo ao se dirigirem a mim de forma inadequada e sem a devida cordialidade. No decorrer da promoção, enfrentei dificuldades para carregar a bancada de promoção utilizando paletes e porta-paletes. Por não possuir treinamento para operar este tipo de equipamento, solicitei ajuda às funcionárias do supermercado. No entanto, a resposta foi negativa e, além disso, fui acusada de “falta de empatia” por pedir assistência. No dia de hoje, a situação agravou-se no armazém. A funcionária, Eva, não apenas recusou-se a ajudar, como também me desrespeitou verbalmente, dizendo que não queria mais me ver a promover produtos e insinuando que eu não era bem-vinda. Esta atitude configurou uma clara tentativa de me humilhar e foi acompanhada por um tom hostil, que culminou numa “expulsão” velada da área de trabalho. Outra questão que surgiu foi a imposição de que o telemóvel, ferramenta essencial para cumprir a tarefa de registar fotos da promoção, deveria permanecer nos vestiários. Além disso, foi mencionado que a empresa que represento deveria nos ensinar a utilizar os equipamentos do supermercado, já que os funcionários locais não poderiam prestar este tipo de assistência. Os incidentes relatados causaram grande desconforto e prejudicaram o desempenho da promoção, impactando negativamente a experiência profissional e a própria execução da ação de vendas. A falta de colaboração por parte das funcionárias do supermercado e as tentativas de humilhação pessoal vão contra os princípios de respeito e cooperação que deveriam prevalecer em ambientes de trabalho colaborativos. Cumprimentos.
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