Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
A. P.
02/11/2023

Corte sem aviso

Venho por este meio reclamar de um corte efetuado hoje pela Indaqua Trofa/Santo Tirso.Paguei por engano duas vezes a fatura referente a agosto. Entrei em contacto telefónico com a Indaqua de Santo Tirso. Foi-me dito que o pagamento ainda não tinha sido recebido e que deveria aguardar cerca de oito dias. Assim o fiz e voltei a contactá-los, tendo recebido a informação de que o dinheiro não poderia ser reembolsado na minha conta e que teria de me deslocar à loja. Ficou combinado que o dinheiro seria descontado na minha fatura seguinte. Assim foi. No entanto, o valor não foi suficiente para cobrir a totalidade da minha fatura de setembro, sendo ainda preciso pagar 8.12€, cerca de um terço da minha fatura. Não recebi nenhum aviso de corte, nem referências para pagamento. Sei do valor porque me foi enviado o que iria pagar por email, algo que é normal enviarem antecipadamente. E gostaria de saber como podem dizer-me que o recebi se nem sequer mandam o aviso de corte com aviso de receção. Eu não o recebi. Hoje, 2 de novembro, foi levado a cabo o corte de fornecimento. Quanto à notificação deixada pelo técnico, não consta o nº de cliente, o nome do funcionário, apenas a data. Não faz sentido algum. Liguei para a Indaqua que me comunicou que me tinha avisado por email, por sms e via chamada. Não tenho qualquer comunicação por parte da Indaqua e, realmente, já cheguei a receber mensagens desta empresa anteriormente para efetuar pagamentos, quando o valor não era suficiente para débito direto, modalidade de pagamento que tenho com esta empresa. Desta vez, não aconteceu. Recusaram-me a fornecer o nome do técnico que efetuou o corte de energia e disseram não ser da responsabilidade deles o facto de eu não ter recebido o aviso de corte, embora a funcionária me tenha dito que o serviço de correspondência não é assegurado pelos CTT, mas sim por técnicos da Indaqua. Foi-me exigido o pagamento de 100 euros para reativar o fornecimento de água e acho injusto ter de pagar este valor quando nem sequer fui alertada, nem recebi um aviso de corte. Não faz qualquer sentido. A ajuda que recebi ao ligar para a Indaqua foi nula. Limitaram-se a pôr em causa tudo o que eu dizia e a refutar dizendo que efetuaram todos os passos necessários, algo que não aconteceu. Uma vez que não tenho outra opção senão a Indaqua, gostaria que o fornecimento fosse restabelecido sem proceder ao pagamento injusto dos 100€, sabendo que não tenho nenhum valor em dívida e que tenho comigo comprovativos dos pagamentos.

Resolvida
C. C.
27/09/2023

Reparação rasgo na estrada

Após ter comunicado já várias vezes por telefone (Indaqua Oliveira de Azeméis), de duas situações na minha rua, rasgos e fugas, e de me terem ligado a informar que a situação estava resolvida provisoriamente mas de verificar que continua tudo igual, vejo me obrigada a reclamar por outras vias. No nr 96, em plena curva foi feito um rasgo, piso provisório há meses (não é de agora) que aluiu e é um perigo acrescido devido a ser na curva. É mau cairmos no rasgo, mas se nos desviamos podemos ter um acidente. Está assim há meses! A outra situação no nr 810, mesma rua, é um buraco enorme ao lado de uma tampa do saneamento que está preenchido com terra. Se isto é entendido como provisório quando já estava assim antes da minha última chamada...Espero e aguardo que tomem as devidas diligências

Resolvida
G. G.
21/03/2023

Obrigatoriedade de ligação

Recebi recentemente uma carta da Indaqua, depois de, no ano passado, ter rescindido o contrato por abuso de faturação numa casa desabitada e tendo a Indaqua inventado que a habitação possuía fontes de água próprias, o que estava completamente errado. Inclusive fiz várias reclamações por email sobre o assunto, não tendo sido resolvido. A casa em questão é na R. Óscar da Silva, 2789, 4455-520 Perafita.Agora obrigam-me a voltar a fazer um contrato com a Indaqua alegando novamente que continuo a ter fontes de água próprias e ameaçando-me com coimas.Vou ser clara: NINGUÉM HABITA NESTE MOMENTO A CASA EM QUESTÃO E NÃO HÁ FONTES PRÓPRIAS DE ÁGUA.

Resolvida
S. F.
28/11/2022

Incumprimento de ligação à rede pública de abastecimento de água

Venho por este meio comunicar novamente uma situação muito desagradável. Envio em anexo a intimidação da Indaqua.

Encerrada
P. T.
17/06/2022

Indaqua matosinhos - abuso posição mercado

Recentemente adquiri um apartamento, tendo por isso que alterar o titular de contracto de fornecimento de água. Após esse pedido junto da Indaqua Matosinhos, fui informado que me cobrariam um valor de 99,33Euros relativo à primeira instalacão do contador e vistoria.Ora, se o apartamento tem um contador instalado (foi instalado em Fevereiro de 2022), não entendo a razão para que seja instalado um novo contador e cobrado este valor astronómico somente para a mudanca de titular. Sendo que irei arrendar o apartamento em breve, o novo inquilino terá que pagar novamente este valor e irão instalar um novo contador o que não me parece de todo lógico e fora de todas as regras de bom senso. Sendo assim gostaria de questionar se esta prática é legal e / ou se existe algum requisito legal para que a cada novo contrato realizado, tenha obrigatoriamente que se instalar um contador novo.Esta atitude parece-me completamente abusiva da parte de uma empresa que tem o monopólio de fornecimento deste bem essencial!

Encerrada
A. G.
27/05/2022

Mudança de titularidade da água

Boa tarde, comprei um apartamento em Matosinhos, dirigi me à indaqua para efectuar a mudança de titularidade do contrato, ao qual me respondem que essa mudança só pode ser feita em caso de morte do titular, divórcio ou se for familiar direto. Para conseguir ter água em casa tive que proceder obrigado pela indaqua à abertura de um novo contrato o que para mim não faz sentido algum. Visto que a casa já continha um contrato de água no qual só seria necessário a mudança de titular e já existia um contador que era novo, qual é a explicação para a retirada desse contador e a colocação de um novo? Não faz sentido algum. Basicamente obrigaram me a pagar 99,33 euros para poder ter água em casa, quando é um serviço de primeiro necessidade e isto é um abuso de poder. A indaqua é o único comercializador de água em Matosinhos daí abusarem dos clientes desta forma. Efectuei queixa junto da mesma mas segundo a menina que nos atendeu não irá dar em nada. Só sou cliente por não existir outra opção no mercado. Infelizmente ficamos à mercê deste tipo de extorsão. Aceito como valor de despesa 25 euros que era o valor que cobraram até Janeiro de 2022 a quem procedia à alteração de titularidade, exijo a devolução dos restantes 74,33 euros.

Resolvida
A. C.
18/03/2021

Cancelamento de contrato de abastecimento de água

Titular: Ismael CorreloNº de contribuinte: 261386395Contrato: 7442470..................................................Boa tarde Exmos.,Em 15/06/2020, solicitei anulação de contrato da água junto da INDAQUA, dada desocupação do local de habitação, motivo pelo qual não registava qualquer consumo de água.No seguimento deste meu pedido, acompanhado da respetiva instrução para cancelamento devidamente assinada, recebi a resposta de que deveria juntar um comprovativo desocupação, sendo que a INDÁQUA FAFE apenas aceita como comprovativo a pedido de denuncia do contrato com a EDP.Enviei novo email anexando comprovativo de morada (extrato bancário), como prova de que o meu domicílio era na morada dos meus pais, contudo a INDAQUA FAFE não aceitou o comprovativo. Por fim, em 18/06/2020 reiterei o meu pedido de cancelamento de contrato com os mesmos argumentos até ali utilizados, email este que não mereceu resposta da parte da INDAQUA FAFE e por isso deduzi que o contrato havia ficado cancelado.Para meu espanto, em 23/10/2020 recebi um email da parte da INDAQUA FAFE, a notificar-me para o facto de ter um dívida perante aquela instituição, tendo de imediato respondido a informar sobre que havia endereçado pedido de cancelamento de contrato em 06/2020 e que após algumas trocas de email, e não tendo obtido qualquer resposta da parte dos serviços da INDAQUA ao último enviado, deduzi que o mesmo foi cancelado. Reiteraram que tal não aconteceu, com a “ameaça” de penhoras de salário e património em caso de não regularização dos valores.Face a esta situação, e mesmo não estando de acordo, decidi em 11/2020 proceder à regularização do valor por eles reivindicado por forma a não ter aqui qualquer constrangimento.Em 18/11/2020 e após regularização do montante de 42,57€, a INDAQUA FAFE informou-me que o contrato ficou suspenso, sendo necessário efetuar pagamento de uma taxa de retaliação de 68,36€ para reativar abastecimento. Não obstante ao fato de não consumir água, de não ter a possibilidade de o fazer porque o contrato está suspenso, tenho uma fatura mensal de cerca 8,63€ qua não consigo perceber.Resumindo, pelo presente necessitava da vossa ajuda para perceber o seguinte: tentei a todo custo cancelamento do contrato de abastecimento de água dado que até hoje consumi zero litros. Em 06/2020, não obtive resposta ao último email de pedido de cancelamento motivo pelo qual considerei que o mesmo estivesse anulado. Apesar de ter pago o valor de 42,57€ relativo a faturas em atraso, o contrato está suspenso e por isso não me abastece qualquer litro de água. Neste contexto é legitimo a INDAQUA FAFE reivindicar um montante mensal de 8,63€ por um serviço que não presta ao cliente até porque o contrato está suspenso? Por norma, um contrato que não é pago não deveria ser cancelado sem demais consequências para o cliente? Agradeço por favor a vossa ajuda.NOTA: Mensalmente cobram-me uma taxa de Resíduos Sólidos e Urbanos, contudo o camião de recolha nem passa na rua da minha residência, pelo que até hoje a empresa recolheu zero gramas de lixo produzido por mim.

Encerrada
F. C.
10/12/2020

Obrigação de Ligar Água Pública

A minha queixa remete-se a uma carta que está a ser enviada que obriga os proprietários a ligarem-se á rede pública de abastecimento de água no prazo de 30 dias, sendo que não sei até que ponto a Indaqua pode obrigar a essa ligação.Uma vez que tenho água própria através de um poço ao qual já foi feito o investimento, não pretendo água da companhia pois disponho de água própria. Mais indicam que o incumprimento da obrigação de ligação constitui contraordenação punível com coima que pode ir até 3 740 euros caso o infrator seja pessoa singular e até 44 890 euros se for pessoa coletiva.

Encerrada
M. B.
16/11/2020

problema com factura do serviço de saneamento

Ex.mos SenhoresEm 2007 comprei uma casa e paguei Indaqua cerca de 500 euro para colocar agua da rede publicaMais tarde uns ano depois foram feitas as obras do saneamento e depois pedi a ligação À rede publica e desde entao a Indaqua preiona-me para pagar uma taxa no valor de 479,82 eurosApos as obras feitas do saneamento na minha Rua as pessoas pediram a ligação quer da agua quer do saneamento e ninguem pagou nada e eu ja em 2007 paguei por ter pedido a ligação da agua e tambem querem que pague por pedir a ligação do saneamento.A Indaqua ate instaurou uma acção judicial para que eu pagasse esse valor mas paguei a taxa de justiça mas nao paguei o valor pois se os outros nao pagaram porque eu tinha de pagar. Afinal os clientes nao sao todos iguais.E ja paguei quando pedi a agua e pedi a retituição do valor e negaram-se pois disseram ser devido.Agradeço me ajudem a resolver isso pois em todas as facturas vem esse valor em divida e ja me cortaram o serviço de agua por varias vezes mesmo estando as facturas da agua pagas mas argumentaram que tinha um valor em divida e estava sujeito a corte mesmo esse valor nao sendo divida da água cortaram-me a agua e tive de pagar valores para restablecer o serviço de aguaPor isso peço a vossa ajufa pois estou sempre ser ameacada com serviço de corte.Grata pela atençãoCumrimentos,Manuela BarbosaRua das Lavouras, nº 3054505-466-Lobao

Encerrada
A. C.
02/10/2020

Alojamento Local paga água mais cara ?

Acabei de ler o vosso artigo Alojamento Local paga água mais cara ? nesta última edição da PROTESTE (Out 2020), verificando que também eu sou vitima da INDAQUA Vila do Conde, pelos mesmos motivos apresentados no artigo.Contratei em Abril de 2017 contrato de utilização com a INDAQUA - Vila do Conde para fornecimento de serviços de abastecimento de água e afins, referindo o contrato o tipo de cliente como sendo Doméstico.Recebi entretanto em Dezembro 2018 carta registada da INDAQUA informando que tomaram conhecimento que o imóvel está registado como Alojamento Local, e passando a INDAQUA a aplicar a tarifa de Comércio.As tarifas mais que duplicaram a partir de Janeiro de 2019 e não estou de acordo que a actividade de Alojamento Local seja considerado comércio.Peço que me informem se devo reclamar junto da INDAQUA e/ou outra(s) entidade(s) por forma a repor o tarifário doméstico.Junto anexo : - cópia contrato inicial, de Abril 2017 - cópia carta de Dez 2018 alterando o tarifário - cópia de factura de Novembro 2018 - cópia de factura de Janeiro 2019 - cópia de factura de Setembro 2020para melhor esclarecer as tarifas cobradas. Alerto para o facto da facturação ser bimensal.Poderei enviar a restante facturação a corrigir, se assim entenderem.Coloco-me desde já à vossa disposição para quaisquer esclarecimentos pretendidos.Agradeço desde já toda vossa colaboração.

Resolvida

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.