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Seguradora não cobre o sinistro
Exmos. Senhores, No passado dia 3 de agosto, a minha viatura sofreu uma quebra isolada do vidro. Nessa sequência a pessoa na posse da viatura procedeu à pesquisa na internet de potenciais locais para a reparação na zona de Portimão (local onde se encontrava) a fim de perceber a disponibilidade de vagas, uma vez que iria voltar a Lisboa no dia a seguir e não pretendida fazer a viagem de volta sem o vidro. Isto ocorreu antes de contactar a marca e de me ter sido dito que caso o vidro fosse substituído num reparador não autorizado, o veículo em questão perderia a garantia. Para além da Expressglass, contactei outros reparadores que, ao contrário da Expressglass, não agiram sem a autorização do proprietário. No dia 4 de agosto fui contactada por um funcionário da Expressglass onde em momento algum autorizei a encomenda do vidro nem tão pouco disponibilizei a informação referente ao seguro. Nessa conversa, que de certo foi gravada, o funcionário em questão disse que no dia a seguir, dia 5 de agosto, me contactaria a fim de me informar da disponibilidade de vagas nessa semana para reparação, ao qual eu respondi, que se fosse depois de segunda feira ficaria sem efeito uma vez que aí a viatura já não se encontraria em Portimão. O pedido de uma marcação, nunca, em momento algum, corresponde a uma autorização expressa, do proprietário do veículo. Para além disso, o funcionário, conforme dito ao telefone, nunca me contactou no dia a seguir a fim de me informar da disponibilidade de vagas nessa semana. Contactou posteriormente, a 8 de agosto, a informar que o vidro teria chegado à loja de Portimão para minha grande surpresa. Por sua própria iniciativa e em conivência com a OKTeleseguros (no dia 6 de agosto foi comunicado o sinistro à seguradora), procedeu à encomenda do vidro, sem autorização para tal, não se dignando sequer a confirmar qual o tipo de vidro pretendido pelo cliente e o local onde se encontrava a viatura. Neste sentido, o funcionário em questão, agiu de má fé, aproveitando-se da situação, sem nunca ter recebido uma autorização expressa do proprietário. A viatura é nova e como tal a reparação a não ser na marca perde a garantia a que tem direito por lei. Face a isto, não foi autorizada a reparação na ExpressGlass pelo proprietário do veículo, e uma vez que esta teve custos com a encomenda do vidro (que não nos são imputáveis) a OKTelesguros recusa-se a autorizar a reparação fora da ExpressGlass, correndo por nossa conta o custo da reparação na marca e para além disso, o acionamento do seguro, sem, no entanto, termos beneficiado dele. Cumprimentos.
FIDELIDADE Processo: 24AG005003 não pago já mais de três meses
Exmos. Senhores, No dia 1 de Maio fiz um almoço na minha casa e um amigo meu tentou a tirar o azeite da prateleira de cima e deixou de cair esta garrafa na placa e partiu a placa. Meu amigo logo participou ao seu seguro este dano e até hoje a seguradora não respondeu. Já passaram mais de três meses depois do acidente. Muitas chamadas e muitas conversas por telefone, mas não resulta. Seguradora sabe que a placa em casa não está a funcionar e mesmo assim não deu a ordem ainda para comprar uma placa nova. Já tivemos o perito em casa há muito tempo, a companhia já tem todas informações, mas mesmo assim parece que de proposito está travar o processo. Eu não aconselho a ninguém fazer seguro com esta companhia. Eles vão demorar muito com os vossos processos para vocês desistirem. Mas eu vou até ao final! Andriy
Responsabilidade no acidente
Exmos. Senhores, Boa tarde. Após ter recebido um email da Allianz onde apenas diz 100% culpado do condutor do meu automóvel, me perguntei: Como é que chegaram a essa conclusão, não concordei e nem concordo. Havia uma carrinha mal estacionada na curva onde tapava a visibilidade. E pelo que reparei, a outra condutora iria com velocidade a fazer essa ultrapassagem. Ambas não tinham visibilidade suficiente. Como não concordo em nada sobre a resolução e conclusão deste sinistro (nem sequer terem analisado os carros envolvidos!), e não tendo sequer ter obtido uma resposta de parte da Allianz com os detalhes precisos e concretos deste processo, e para facilitar a vossa averiguação do sinistro, envio em anexo, evidências fotográficas. Chamo a atenção dos pára-choques aparafusados, amolgados e com tinta branca da outra viatura que bateu no nosso carro! Envio também uma compilação (PDF) com a ajuda do ChatGPT, o Croqui e duas fotos onde demonstro o ponto de colisão inicial (metade traseira). A meu ver, considero a responsabilidade partilhada em 50 % para cada lado, devido ao facto do estacionamento da carrinha que tapava a visibilidade para ambas as condutoras. Sem mais, Cumprimentos, Adriano
INfiltração
Exmos. Senhores, Eu Carlos José da Conceição Lima NIF 11928290 segurado na Fidelidade com a Apólice MR82567810 Tenho uma infiltração no teto da casa de banho desde o dia 05-06.23 Falei com a dona do imóvel que abriu um processo sinistro 23MR023154 Na Fidelidade. Feita a peritagem e reparação, mas passado alguns meses voltou aparecer a humidade no teto. Reclamei com a seguradora onde me informaram que teria de ser feita por quem fez a participação. Em contacto com a senhora fui informado que não iria fazer a reclamação. Contactei os sinistros, que abrisse um processo sinistro o que fiz Apólice MR82567810 processo sinistro 23MR075653 Na peritagem informaram-me que não tinha nada haver comigo e iriam reabrir o processo do andar de cima. Até hoje não sei o que se passa estando com receio que o teto comece a cair. Cumprimentos.
Valor indeminização
Exmos. Senhores, Sinistro nº 23MR059259 Apólice nº MR65432181 No dia 3 de novembro de 2023 fiz uma participação de uma avaria de um portátil. A Fidelidade atribuiu uma indeminização na qual não concordei. Contestei duas vezes e das duas vezes responderam com argumento na qual não aceito. O Portátil se tivesse sido abrangido pela nova lei ainda estaria dentro dos 3 anos de garantia mas como só estava na lei antiga os 2 anos, está completamente novo! A justificação que deram das duas vezes compararam portáteis que não tem nada parecido com o meu, a exemplo um com teclado espanhol, outro de 15,6" quando o meu é de 14". Da ultima reclamação que fiz, nem uma resposta. Anda referente à minha participação, demoraram mais de um mês a responder, depois disseram que não era da responsabilidade deles mas sim do Perito. Não quero qua a indeminização seja de um portátil novo, mas que seja mais justa, que atualmente não foi, muito pelo contrario. Em anexo envio relatório técnico com o portátil que deram como comparação com o meu portátil, nem tem nada a condizer com o meu. O meu portátil: MSI Modern 14 A10RAS-872XPT Cumprimentos.
Problemas com reembolso e atendimento médico
Prezado Espero que esta mensagem o(a) encontre bem. Venho por meio deste relatar alguns problemas que tenho enfrentado com a seguradora Fidelidade, decorrentes de um acidente de trabalho ocorrido na minha antiga empresa. Em agosto do ano passado, sofri um acidente de trabalho e fiquei de baixa médica até novembro. Embora ainda sentisse dores, fui liberado para retornar às minhas atividades. Posteriormente, consultei dois médicos independentes, os quais confirmaram problemas na área afetada pelo acidente. Com base nessas consultas, informei à Fidelidade e solicitei o reembolso das despesas médicas. Entretanto, até o momento, não recebi qualquer reembolso. Conforme a legislação vigente, tenho o direito de ser atendido em uma consulta aberta caso continue a sentir dores no local do acidente. Diante disso, solicitei à Fidelidade o agendamento de uma consulta, mas não obtive resposta. Além disso, abri uma reclamação formal e enviei e-mails solicitando uma solução, mas até agora não recebi nenhum retorno. Recentemente, minha médica de família me encaminhou para um ortopedista, que solicitou dois exames. No entanto, a única disponibilidade para realização desses exames é no final do ano, o que prolonga o período em que fico sem um diagnóstico adequado e com dores no pé. Diante dessa situação, solicito urgentemente o agendamento de um atendimento médico apropriado para avaliar a minha condição e resolver os problemas decorrentes do acidente. A falta de respostas e ações por parte da Fidelidade tem prejudicado seriamente minha saúde e bem-estar. Agradeço desde já pela atenção e fico no aguardo de uma resposta rápida e resolutiva.
Exigência abusiva
Ap 755961803 Exmo Senhores, No passado sábado dirigi-me ao IRN onde realizei a transacção do meu automóvel. No dia seguinte informei a seguradora Fidelidade e solicitei a suspensão do seguro, e a sua anulação e estorno. Foi com espanto que recebi a informação "Informamos que para dar seguimento ao pedido de anulação da apólice 755961803, basta que nos envie comprovativo de venda ou abate do veículo seguro.". Ora em primeiro não disponha de nenhuma documento, o acto foi realizado no IRN, em segundo o único documento que ficou na posse do novo proprietário, contém dados pessoais que não deverão ser passados de acordo com o RGPD. O requisito exigido pela companhia não é referido em nenhuma da Legislação Nacional, nem consta do regulamentação do seguro. Do assunto referente ao RGPD já apresentei queixa na CNPD. Não reconheço às companhias de seguro nenhuma função policial de verificação da venda de veículos, sobretudo quando as policias têm acesso à informação dos seguros de todos os veículos. Portanto a pretensão da Fidelidade é abusiva e lesa os direitos dos consumidores. Solicitarei também ao regulador que esclareça este assunto para que outros não fiquem à mercê das exigências de uma qualquer companhia de seguros. Cumprimentos,
Falta de comunicação entre seguradoras
Exmos. Senhores, Venho por este meio manifestar o meu descontentamento e solicitar a vossa intervenção relativamente a um problema que tenho enfrentado com o seguro do meu veículo, contratado junto à vossa companhia. Recebi uma comunicação informando que o Documento de Apresentação de Acidentes Automóvel (DAAA) não está legível. No entanto, no momento da marcação da peritagem, o processo foi considerado definitivo, e efetuei o reparo do meu veículo com base nesse entendimento. Diante disso, considero inaceitável que me seja solicitado acionar a cobertura de danos por uma falha que deveria ser resolvida entre Fidelidade e a outra companhia- Tranquilidade. É inaceitável que, após o pagamento regular do do seguro, os clientes tenham de resolver situações que são da competência da seguradora. A falta de comunicação entre seguradoras deve ser resolvida internamente e não transferida ao cliente. Adicionalmente, tenho enfrentado dificuldades devido à falta de resposta por parte da outra seguradora envolvida, o que aparenta ser ignorado por vossa parte. Para agravar a situação, no contacto telefónico que fiz ontem com a vossa companhia, fui orientado a acionar o seguro contra todos os riscos, mesmo não sendo eu o culpado pelo acidente. Esta sugestão é inadmissível e demonstra uma falta de zelo pelos clientes que confiam na vossa empresa para a proteção dos seus bens. Desta forma, solicito a vossa intervenção imediata para a resolução desta questão, garantindo a devida comunicação com a outra seguradora envolvida e assegurando que não terei de arcar com despesas que não me competem. Agradeço a vossa compreensão e espero uma resposta célere para o problema apresentado. Cumprimentos. Anita Fernandes
Sinistro nr do processo 24Aa127303/002
Boa tarde venho por este meio mostrar o meu desagrado com a companhia de seguros da fidelidade por a demora em resolver um sinistro que foi no dia 6 de junho onde eu não fui o culpado a declaração amigável está assinada por ambos a dizer que eu me encontrava parado e o indivíduo ia estacionar e embateu na minha viatura, ora com a declaração com fotos uma testemunha não percebo o porque da demora. A companhia de seguros da fidelidade está a agir de má fé para resolver a situação de uma coisa que é fácil de resolver. Vim de férias com o carro danificado e agora a companhia não vai compensar isso de certeza . Agradecia que o sinistro ficasse resolvido o mais depressa possível. Obrigado
Reclamação
Exmos. Senhores, No dia 13 de do Corrente mês , o meu automóvel sofreu um acidente causado por um cidadã que é segurada pela empresa em questão. Desde esta data já obedecemos todos os trâmites para que o seguro fosse ativado , estando comprovado que a cidadão em causa foi a causadora do acidente. Entretanto até a presente data a seguradora ainda não assumiu a responsabilidade pelos danos causados pela sua segurada. Fruto desta situação tenho a minha mobilidade reduzida, tendo de me movimentar com a minha família usando meios próprios e custear as despesas do parqueamento do carro. De realçar que já fiz várias participações junto da Seguradora e até a presente data não obtive resposta. Evanilda Gourgel Cumprimentos.
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