Reclamações públicas

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E. S.
01/12/2025

Falta de água desde dia 20 novembro

Exmos. Senhores, Venho por este meio manifestar o meu profundo desagrado e indignação relativamente ao serviço prestado pela EPAL no âmbito da alteração de titularidade do meu contrato, processo que se transformou numa situação inaceitável e totalmente absurda. Após pedir informações à EPAL sobre como proceder à alteração de titularidade, fui informado de que teria obrigatoriamente de rescindir o contrato existente e celebrar um novo. Segui exatamente as instruções dadas e dia 20 de novembro, os técnicos deslocaram-se ao local para retirar o contador. Desde então, estou sem acesso a água potável. Desde essa data até hoje, 1 de dezembro, já recebi informações contraditórias e sucessivas falhas por parte dos vossos serviços. Em duas ocasiões diferentes, os técnicos afirmaram que o problema estava num “alegado” entupimento do tubo que leva água para dentro da habitação, tendo-me sido dito que deveria contratar um canalizador privado. Fiz exatamente isso, tive custos adicionais e, afinal, o canalizador confirmou que não existia qualquer entupimento e que toda a instalação estava em perfeitas condições. Importa ainda referir que antes de retirarem o contador no dia 20, eu tinha água em casa com bastante pressão, o que demonstra claramente que essa justificação nunca fez sentido. Hoje de manhã, para agravar ainda mais a situação, fui informada de uma nova explicação completamente diferente: que o contador “não cabe” no local porque os tubos estão demasiado juntos e precisam de ser afastados. Ou seja, afinal o problema nunca foi o tubo entupido, mas sim uma questão técnica que compete exclusivamente à EPAL resolver. E mais uma vez me dizem que tenho de reagendar, prolongando ainda mais um problema que dura há quase duas semanas. O técnico que esteve no local pelas 14h referiu que o local do contador é de serviços comuns e por isso não chega água a casa, o que mais uma vez é impossível tendo em conta que sempre teve o contador neste local e antes de ser retirado dia 20 de novembro havia água dentro de casa. Para concluir, o técnico que esteve no local pelas 20h de hoje, dia 1 de dezembro, referiu que poderia ser devido ao termo acumulador, uma remodelação da casa (referi de seguida que não aconteceu). O técnico contactou um superior (Tiago) que referiu que dentro de 30 minutos estaria no local. No entanto, passadas 2 horas continuo à espera que o superior chegue para resolver a situação. Mais uma vez, após 5 técnicos de deslocarem ao local, a situação não ficou resolvida. Durante todo este período, estou a viver sem água, o que significa que não posso tomar banho, não posso lavar roupa, não posso cozinhar, não posso lavar loiça, e nem sequer posso puxar o autoclismo. Esta situação é completamente insustentável, ultrapassa todos os limites do razoável e demonstra uma total falta de coordenação, responsabilidade e respeito pelo cliente. Exijo uma resolução imediata e prioritária desta situação, com reposição urgente do abastecimento de água e correção dos erros cometidos pelos vossos serviços. Exijo igualmente que esta reclamação seja formalmente registada e que me seja dada uma resposta por escrito, dado o gravíssimo impacto que esta falha da EPAL está a ter no meu dia a dia. Cumprimentos.

Encerrada
E. S.
01/12/2025

Falta de água desde 20 de novembro

Exmos. Senhores, Venho por este meio manifestar o meu profundo desagrado e indignação relativamente ao serviço prestado pela EPAL no âmbito da alteração de titularidade do meu contrato, processo que se transformou numa situação inaceitável e totalmente absurda. Após pedir informações à EPAL sobre como proceder à alteração de titularidade, fui informado de que teria obrigatoriamente de rescindir o contrato existente e celebrar um novo. Segui exatamente as instruções dadas e dia 20 de novembro, os técnicos deslocaram-se ao local para retirar o contador. Desde então, estou sem acesso a água potável. Desde essa data até hoje, 1 de dezembro, já recebi informações contraditórias e sucessivas falhas por parte dos vossos serviços. Em duas ocasiões diferentes, os técnicos afirmaram que o problema estava num “alegado” entupimento do tubo que leva água para dentro da habitação, tendo-me sido dito que deveria contratar um canalizador privado. Fiz exatamente isso, tive custos adicionais e, afinal, o canalizador confirmou que não existia qualquer entupimento e que toda a instalação estava em perfeitas condições. Importa ainda referir que antes de retirarem o contador no dia 20, eu tinha água em casa com bastante pressão, o que demonstra claramente que essa justificação nunca fez sentido. Hoje de manhã, para agravar ainda mais a situação, fui informada de uma nova explicação completamente diferente: que o contador “não cabe” no local porque os tubos estão demasiado juntos e precisam de ser afastados. Ou seja, afinal o problema nunca foi o tubo entupido, mas sim uma questão técnica que compete exclusivamente à EPAL resolver. E mais uma vez me dizem que tenho de reagendar, prolongando ainda mais um problema que dura há quase duas semanas. O técnico que esteve no local pelas 14h referiu que o local do contador é de serviços comuns e por isso não chega água a casa, o que mais uma vez é impossível tendo em conta que sempre teve o contador neste local e antes de ser retirado dia 20 de novembro havia água dentro de casa. Para concluir, o técnico que esteve no local pelas 20h de hoje, dia 1 de dezembro, referiu que poderia ser devido ao termo acumulador, uma remodelação da casa (referi de seguida que não aconteceu). Mais uma vez, após 5 técnicos de deslocarem ao local, a situação não ficou resolvida. Durante todo este período, estou a viver sem água, o que significa que não posso tomar banho, não posso lavar roupa, não posso cozinhar, não posso lavar loiça, e nem sequer posso puxar o autoclismo. Esta situação é completamente insustentável, ultrapassa todos os limites do razoável e demonstra uma total falta de coordenação, responsabilidade e respeito pelo cliente. Exijo uma resolução imediata e prioritária desta situação, com reposição urgente do abastecimento de água e correção dos erros cometidos pelos vossos serviços. Exijo igualmente que esta reclamação seja formalmente registada e que me seja dada uma resposta por escrito, dado o gravíssimo impacto que esta falha da EPAL está a ter no meu dia a dia. Cumprimentos.

Encerrada
F. L.
20/11/2025

SUSPENSÃO DO SERVIÇO

EM ANEXO Após vários pedidos de envio do contrato o mesmo não chegou e quando o recebi era scaneado

Resolvida
A. R.
20/11/2025

Coação e prática comercial desleal

Exmo Eu Armando Alberto Criolo Ramos, contribuinte 224259687 . Venho por este meio denunciar a cobrança indevida e prática comercial desleal com a minha pessoa pelos serviços de cobranças da EPAL. Tive os serviços de fornecimento de água suspensos em 2013 , no dia 19/11/2025 desloquei-me aos serviços da sede da EPAL em Lisboa para retornar a ativar o serviço de fornecimento de água, foi me transmitido pela responsável do serviço, a Sra Dra Alexandra Carvalho que o serviço só seria reposto quando efectua-se o pagamento das faturas não pagas e com mais de 10 anos.. legalmente prescritas ! Quando informei sobre a ilegalidade da exigência da parte da sra que é representante da EPAL nos serviços foi completamente ignorado! Tal ação de tal representante fez-me sentir assediado , enganado e coagido a pagar as faturas legalmente extintas por lei ! Venho por este meio solicitar a devolução do dinheiro pago por mim. Atentamente Armando Ramos.

Resolvida
A. L.
17/10/2025

Corte de serviço essencial

Exmos senhores, Venho pela presente reclamar o corte de água na minha habitação, por um valor de 75€ com limite de pagamento a 3-9-2025, que não paguei porque estava de férias e a data limite já tinha expirado quando li essa carta. Pensei inocentemente em pagar com a fatura seguinte, mesmo que com algum juro acrescido. Foi o que fiz, paguei hoje às 13h00 a última fatura que tinha o acumulado com a anterior e que tinha data limite 31-10-2025. ALGO TOTALMENTE DESPORPORCIONAL!!! Já verifiquei à posteriori que enviaram as cartas de acordo com os prazos, esta reclamação não é de carater legal, é de indiganação pelo desprezo pelo clientes, que no vosso caso será desprezo pelo cidadão, uma vez que são uma entidade do setor público. Tivesse a EPAL algum concorrente, esta ação de corte de serviço apenas com uma 'prestação' em atraso e de valor baixo teria obviamente como consequência a perda de cliente. No caso da EPAL é apenas mais uma receita de 49€. Tomei nota que no SMS que enviaram NÃO REFEREM A PALAVRA CORTE. Apenas o referem na carta. Estou certo que do ponto de vista legal estão mais seguros. Do ponto de vista do cliente, é um SMS que não chama a atenção. Será que é pedir muito o acrescentar "LEMBRAMOS A CARTA ENVIADA DE AVISO DE CORTE" ? Espero que revejam a vossa política de corte. Uma prestação em atraso é manifestamente MAU SERVIÇO PUBLICO, MAU SERVIÇO AO CLIENTE. Podem em alternativa cobrar JUROS DE MORA e OU UMA COMISSÃO PELO ATRASO? Seria manifestamente uma melhor solução. Cumprimentos, A.S. Lontro

Encerrada
M. G.
07/08/2025

Faturação abusiva

Exmos. Senhores, Sou cliente com o nº (2727018). Já por diversas vezes vos alertei para o erro existente na fatura enviada– (em Janeiro) do ano corrente com um consumo exorbitante fora do normal. Hora estavam a cobrar por um mês 190,40 Euros pós reclamação á empresa, foi-me dito que eram os valores reais e que tinha uma rotura, teria de chamar um canalizador, foi o que fiz e não tinha qualquer rotura ou perda de água em lado nenhum, pagando o devido serviço, acrescendo as minhas despesas mensais. Fiquei lesada com uma despesa que não era necessária. A fatura ficou suspensa devido á minha reclamação com a empresa, quando recebo resposta que demorou 4 meses houve uma retificação na qual me creditaram 50 e poucos euros passando a totalidade da fatura a 138 e poucos euros, se de início me garantiam que estava correta, só me dão razão de que não estava e continua a não estar, não concordo pois tenho a certeza de que não consumi esses valores, houve abuso na faturação, quanto aos vossos argumentos não fazem sentido. Até ao momento, os vossos serviços mostraram-se ineficientes na resolução do problema. Solicito a correção imediata da fatura e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.

Encerrada
A. P.
27/05/2025

Corte indevido e visita técnica não prestada

No dia 26/05 foi-me cortada, indevidamente e sem a minha presença, a água em casa. Tal se deveu a uma falha no débito da fatura de março, sobre a qual apenas fui notificado por carta (não registada), sendo que a mesma apenas me chegou na semana passada, já bem depois do prazo de regularização dessa situação, quando o débito direto de maio já tinha sido efetuado (ficando essa dívida também saldada). Resumindo, foi-me cortada a água sem aviso em tempo útil e num momento em que não existia nenhum valor em dívida há já praticamente 2 semanas (desde 14/05). Para piorar a situação, a visita do técnico para corrigir o erro e repor a água, agendada para o mesmo dia entre as 16 e as 22h, manteve-me acordado e em espera até às 2h da madrugada, tendo ao longo deste período contactado a linha de apoio da EPAL várias vezes, sempre com a garantia de que o técnico estava apenas atrasado e apareceria sem dúvida (um operador chegou a dizer-me que este se encontrava a 5/10 minutos da minha casa e a caminho, pelas 0h). Hoje pelas 7h30 da manhã continuo sem água, tendo já remarcado a visita técnica para hoje (num período quase comicamente largo - das 8h às 16h), mas sem quaisquer garantias de que o técnico virá realmente, ou de quando voltarei a ter água em casa. De relembrar que toda esta situação se deve à falta de comunicação interna da empresa, que envia um técnico para cortar a água num local onde tudo está em dia, mas no mesmo dia é incapaz de enviar alguém em tempo útil para emendar o erro.

Encerrada
D. P.
19/02/2025

Danificacao de olho de boi

Exmos. Senhores, No dia 03/01/2025, a EPAL enviou um tecnico ao meu apartamento em Lisboa (que se encontra arrendado) para cortar o abastecimento de agua, ainda que a essa data ja tivesse um novo contrato com o meu novo inquilino. No dia 04/01/2025, a EPAL enviou novamente um tecnico para que voltasse a abrir o olho de boi e re-estabelecer o fornecimento de agua. Nesse dia, o tecnico que foi fazer o servico ligou-me a dizer que a torneira do olho de boi estava danificada e que eu teria que contratar um canalizador para proceder ao seu arranjo. A torneira do olho de boi esta selada, portanto a estar danificada, teve que ser danificada pelo tecnico que a foi fechar no dia anterior (nada foi reportado no dia 03/01/2025 sobre a condicao da torneira). Liguei para os servicos da EPAL para perceber como proceder. Foi-me dito que de facto teria que ser eu a contratar um canalizador e que posteriormente deveria fazer uma reclamacao junto da EPAL. Assim o fiz. Passado um mes, recebi uma resposta vossa a dizer que nao se responsabilizam pelos custos que incorri, embora tenha fornecido fatura e comprovativo de pagamento. Esta situacao e inaceitavel. A EPAL tem que se responsabilizar pelos tecnicos que contrata ou sub-contrata. Cumprimentos.

Encerrada
C. S.
10/02/2025

Suspensão do serviço por mora

Exmos. Senhores, Sou cliente EPAL desde setembro de 2023, e passado alguns meses aderi ao débito direto para facilitar o pagamento das faturas, contudo, ao longo do período de contrato deparei-me com o facto de algumas faturas ficarem por pagar, por não ter sido debitado o valor do mês em causa, sendo que, ao me aperceber do sucedido efetuava de imediato o pagamento através de outros meios, sem nunca ter sido efetivada qualquer suspensão de fornecimento de serviço ou ter existido algum aviso de valores em atraso sequer! No passado dia 7 de fevereiro (sexta feira) por volta das 15h, recebo uma chamada de uma vizinha a comunicar que estavam a efetuar o corte do fornecimento de água, justificando que tinha uma fatura em atraso. Rapidamente acedi à minha área de cliente do EPALnet para confirmar o sucedido e constatei que a Fatura n.º 2945240, cuja data-limite de pagamento era 2024-12-16, no valor de 17,13 €, se encontrava em falta, ainda que o débito direto continue ativo, situação esta que não se compreende. Constatei igualmente que o valor de 17,13€ estava incluído na última fatura emitida e cuja data-limite de pagamento ainda não ocorreu, uma vez que o débito direto (se funcionar) está agendado para 12/02/2025, ou seja, se tudo funcionasse a situação regularizar-se-ia nesse dia. Posto isto, liguei de imediato, por volta das 16h, para a linha de apoio para regularizar a situação de modo a que fosse restabelecido o fornecimento deste serviço público essencial. Foi-me comunicado pelo funcionário que teria que proceder ao pagamento de uma “taxa” no valor de 49,20€ para reabertura do contador, bem como, o pagamento do valor da fatura em falta. Logo no momento pedi a emissão de uma referência para pagamento, cujo valor total foi de 66,33€, efetuei o pagamento e voltei a ligar para confirmar que estava regularizado. Fui informada de que iriam ainda no presente dia reestabelecer a ligação da água e de que até às 00h daquele dia o serviço iria ser reposto. Às 18h30 de sexta feira, dia 7 de fevereiro, o fornecimento de água não estava reposto. No dia 9 de fevereiro (domingo), aquando do regresso a casa, constata-se que o serviço não foi reposto aquando da abertura da torneira interior da casa, contudo, quando se abre a torneira exterior de ligação da água (“torneira de segurança”) a casa reparo que há uma fuga de água na ligação do contador mas que, com essa torneira aberta, há efetivamente água dentro de casa. Ligo novamente para a linha de apoio para questionar se o serviço tinha sido efetivamente reposto e se poderiam deslocar-se ao local para verificar a situação e a informação que me foi transmitida foi que o serviço não tinha sido reposto porque não se encontrava ninguém em casa, situação que aquando do corte do fornecimento não foi sequer posta em causa, isto porque, para efetivar o corte não houve qualquer impedimento dos funcionários da EPAL para entrar no prédio e identificar o contador, já para repor e reparar o estrago causado já seria preciso a nossa autorização! Desde já solicito esclarecimentos quando a este modo de atuação, diga-se, totalmente ilegal pela sua natureza desproporcional e ao arrepio da lei! No dia 10 fevereiro 2025 às 9h32 estabeleci o contacto telefónico para linha de apoio para saber se a situação já tinha sido reposta e constato, novamente, que ainda não, desta vez dizendo que o serviço iria ser reposto entre as 8h e as 12h00 deste dia e ainda solicitei que fosse informada da reposição do serviço. Às 10h56 recebi uma chamada do técnico Joel Nobre, que iria repor o serviço, questionando se estaria em casa para abrir a porta, situação que não se compreende, uma vez que quando foram cortar o fornecimento não se encontrava ninguém em casa. Na hora de almoço conseguimos deslocar-nos a casa e constatamos novamente que continua a não haver água dentro de casa. Voltamos a ligar para a central de apoio e é-nos comunicado que teremos que estar em casa para a reposição do serviço, situação que ainda que seja complicada para nós porque nos encontramos no trabalho tentaríamos fazer o esforço, deixando o contacto do meu colega de casa e pedindo que o mesmo fosse informado com antecedência para se tentar deslocar a casa e confirmar se o serviço tinha sido efetivamente reposto. Às 14h18 entrei novamente em contacto com a central e falei com a funcionária Janaine de Carvalho e foi-me informado que não têm a informação se o técnico foi ao local ou não para concluir o serviço, entrou em contacto com a equipa técnica e foi informada de que o técnico ainda não tinha ido fazer o serviço. Momentos depois, liguei diretamente para o número do técnico para tentar perceber se já tinham ido ao local ou não e foi-me dito que tinha ido lá tirar o selo (logo não se compreende como é que na noite anterior já havia água dentro de casa). Da ilegalidade da suspensão do fornecimento Nos termos do artigo 5.º da Lei dos Serviços Públicos Essenciais – Lei n.º 23/96, na sua redação atual – A prestação do serviço não pode ser suspensa sem pré-aviso adequado, salvo caso fortuito ou de força maior – pré-aviso tal que não teve lugar em qualquer momento, uma vez que o valor em falta ainda se encontra a pagamento na última fatura, que será debitada a partir de 12/02/2025. Por outro lado, o mesmo artigo dispõe que – em caso de mora do utente que justifique a suspensão do serviço, esta só pode ocorrer após o utente ter sido advertido, por escrito, com a antecedência mínima de 20 dias relativamente à data em que ela venha a ter lugar, e dispõe ainda que, tal advertência para além de justificar o motivo da suspensão, deve informar o utente dos meios que tem ao seu dispor para evitar a suspensão do serviço e, bem assim, para a retoma do mesmo, sem prejuízo de poder fazer valer os direitos que lhe assistam nos termos gerais. Mais uma vez, tal advertência nunca chegou a ocorrer e, mesmo assim, foi-nos suspenso o fornecimento no dia 7 de fevereiro, suspensão essa que só foi reposta mediante o pagamento da taxa (cuja fatura não me foi remetida e não está disponível para consulta na área de cliente da EPAL), que foi efetivamente paga nesse dia, para apenas voltarmos a ter água no dia 10 de fevereiro às 15h. Posto isto, solicito esclarecimentos e os relatórios de todas as deslocações relacionadas com a ocorrência (fecho e abertura da água), bem como, o reembolso da “taxa” paga no valor de 49,20€, tendo em conta a ilegalidade de todo o processo como acima se relatou. Caso esta devolução não ocorra, no prazo de 7 dias, não hesitaremos em resolver esta questão na estância judicial competente, uma vez que se trata de um serviço público essencial que foi interrompido a bel-prazer da entidade fornecedora sem qualquer motivo que justificasse ou aviso. Com os melhores cumprimentos, Catarina Soares

Encerrada
E. A.
19/11/2024

Rutura na via publica

Exmos. Senhores, Existe uma rutura de agua na via publica junto Rua Virgílio Correia nº 4 frente á montra do supermercado Dia . Já enviei 3 email para a EPAL e um mês depois a rutura continua Cumprimentos.

Encerrada

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