Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
J. O.
04/08/2023

Cancelamento da opção Caixadireta da CGD

Estando o meu serviço Caixadireta suspenso desde há 5 dias e tendo já contactado a instituição para esclarecimento da situação não consigo obter qualquer resposta. Dirigi-me pessoalmente à agência da CGD onde a minha conta está sediada, em Ílhavo, e também não consegui obter resposta ou qualquer esclarecimento. A única informação fornecida é de que brevemente serei contactado por um colaborador. Quando acedo à linha de apoio e digo que o assunto é sobre a caixadireta a chamada é imediatamente cortada. A falta de acesso à Caixadireta está a causar-me enormes transtornos e a falta de profissionalismo e de respeito pelos clientes, clientes que viabilizaram a instituição através dos seus impostos, é chocante. Não há uma única informação sobre o que se está a passar com a minha situação, para além dos transtornos e perdas.É inadmissível a falta de respeito por um cliente com mais de 40 anos de serviço com a CGD.

Resolvida
M. T.
10/07/2023

Problemas com site fraudulento

Na passada segunda-feira fiz o uma compra online no valor de 61,25€. No momento da compra confirmei na aplicação MBWAY, onde tinha feito um cartão virtual de 70€, que aceitava o mesmo pagamento. Após receber o email de confirmação da compra com o seguinte remetente auto5@vmcustomers.com e outro de mailbox@goodserviceforcustomer.com, percebi que se tratava de um site fraudulento, e que não me tinham apenas tirado o valor dos 61,25€ mas sim de 67,26€ + 2,10€ de comissão, dando um total de 69,36€.De seguida, ainda com o valor pendente na minha conta, contactei a CGD explicando o sucedido, onde me disseram que não conseguiam cancelar o pagamento, mas que deveria esperar até o valor deixar de estar cativo para conseguirem abrir um processo e de seguida reembolsar.me. Assim o fiz, quando o valor foi debitado da conta voltei a contactar os serviços da CGD, onde um colaborador abriu o processo ao telemóvel comigo. Enquanto falávamos referiu que teria de cancelar o cartão para poder a abrir o processo. Eu expliquei que antes de cancelar o cartão teria de transferir de alguma maneira o dinheiro que tinha na conta uma vez que iria ficar cerca de uma semana sem acesso ao meu dinheiro. O colaborador disse logo de seguida que já tinha feito o cancelamento da conta, mas que poderia pedir um cartão de substituição num balcão da caixa que me iria custar 13€, ou por cada levantamento ao balcão pagaria 5€. Pediu-me também que quando conseguisse preenchesse uma folha de processo que me seria enviada pela Caixa Direta juntamente com todos os anexos que achasse relevante para o caso. Dirigi-me a um balcão para fazer um cartão de substituição, onde paguei os tais 13€ para poder ter acesso à minha conta e ao meu dinheiro, uma vez que o colaborador cancelou o cartão antes de eu conseguir transferir o dinheiro.Quando inicio sessão na Caixa Direta para preencher o formulário, para minha surpresa já tinha uma mensagem na aplicação em resposta à abertura do processo feito ao telemóvel horas antes, a dizer que uma vez que eu tinha dado o comprovativo do 3DSecure tinha sido eu a fazer a compra e portanto o caso estava encerrado. De reparar, que em momento algum nas chamadas feitas para a CGD eu referi que não tinha sido eu a fazer o pagamento, mas sim que após ter aceite o pagamento, os email de recepção e invoice da compra eram de emails fraudulentos e o site onde fiz a compra deixou de funcionar.De qualquer modo, preenchi o formulário, indicando que sabia de que entidade se tratava, que tinha sido eu a aceitar o pagamento pela aplicação de MBWAY, que o valor não se tratava do mesmo que me tinha sido referido, e que tentei cancelar a compra mesmo quando ainda estava cativo. Anexei ainda todos os documentos comprovativos desta mesma suspeita de fraude.Recebo hoje a resposta indicando que o último email onde referia o 3DSecure e que o processo estava encerrado, servia de resposta ainda assim.A CGD não se mostrou disponível em oferecer-me proteção nem aconselhamento face a esta situação.

Encerrada
A. B.
30/06/2023

Falta de dinheiro no patrimonio

Processo 4038825.Tendo conta na Caixa Geral de Depósitos, balcão de Sintra, fiz no dia 3/06/2023 uma aquisição através do sait (caixa direta) de um produto a prazo de 10.000,00€ de que anexo comprovativo.Vim a verificar mais tarde que esse valor a prazo não contava no sait tendo-me sido retirado da conta à ordem e não aparecendo em lado nenhum, inclusive esse valor foi-me retirado do património.Inicialmente contactei a CGD através de mensagem no sait de que não recebi resposta.Dias mais tarde entrei em contacto com a CGD em que me deram como resposta não terem na altura sistema e que o melhor seria dirigir-me à agência. Não satisfeito com a resposta repostei que se o produto tinha sido comprado através da caixa direta teria que ser ai resolvido.Proporam-me que liga-se mais tarde o que voltei a não aceitar e que teriam que ser a caixa a ligar-me o que veio a acontecer 5 horas depois. Estive cerca de 1 hora ao telefone em que fizeram várias tentativas sem efeito. Ficaram de ir analisar o problema e que me contactariam mais tarde. O contacto foi por mensagem, em que simplesmente me propõem fazer o que já tinha sido feito e sem efeito aquando do contacto telefónico. Visto dar erro, anexo print.Passou-se já cerca de um mês sem que o assunto esteja resolvido.Acácio Baeta969079004

Encerrada
A. F.
06/06/2023

Bonificação de Juros

Venho,por esta via,comunicar a V.Exas. que detenho crédito habitação na Caixa Geral de Depósitos,SA,NIB PT50 0035 0373 00007986800 18,num valor total de 78.000,00 euros,contraído em Outubro de 2009,e,sou pensionista por invalidez,tendo liquidez mensal inferior a trezentos e vinte euros.Em Janeiro deste ano,a CGD enviou documento a aumentar a prestação para trezentos e cinquenta euros mensais,o que corresponde a mais de cem por cento do meu rendimento!No final de Janeiro meti os papéis para activar o PERSI.Na semana passada,para activar a Bonificação de Juros.Do PERSI,nenhuma resposta (que deveria ter sido dada em dez dias) e, da bonificação,recebi indeferimento por não me enquadrar nos requisitos do DL n.º20-8/2023,de 22 Março,e,em Janeiro e Fevereiro,consegui cumprir,mas,depois,atrasei sempre,mas,paguei sempre parte (o que então podia).Meus senhores,envio IRS,por favor,ajudem-me.Como enviar meu IRS e recibos de Pensão para verificarem a minha situação de carência real?

Encerrada
I. B.
06/06/2023

Caixa Geral de Depósitos - Co uco2.6-penh e habilitação

CGD cativou todo meu saldo sem respeitar a Lei fiquei com saldo ZERO1ª sobre a lei 41/2013 de 26 junho, publicada em Diário da República, 1.ª série — N.º 121 — 26 de junho de 2013,diz o Artigo 780.º no que respeita a Penhora de depósitos bancários, e que é explicito o ponto 2:“2 — O agente de execução comunica, por via eletrónica,às instituições de crédito referidas no número anterior, queo saldo existente, ou a quota -parte do executado nesse saldofica bloqueado desde a data do envio da comunicação, atéao limite estabelecido no n.º 3 do artigo 735.º, salvaguardadoo disposto nos n.os 4 e 5 do artigo 738.º.”pelo que não foi respeitado e salvaguardado como a lei indica no numero 5 do Artigo 738.º, no que respeita a Bens parcialmente penhoráveis:“5 — Na penhora de dinheiro ou de saldo bancário, éimpenhorável o valor global correspondente ao saláriomínimo nacional ou, tratando -se de obrigação de alimentos,o previsto no número anterior.”Pretendo a devolução do valor remanescente.

Resolvida
M. H.
22/05/2023

Contrato de crédito de habitação

Em 2021 fiz contrato de crédito com CGD para aquisição de um imóvel. O valor da prestação é atualizado em junho de cada ano. Hoje fui consultar qual o novo montante e me deparei com um aumento de 207 euros no que eu pagava (foi de 272 euros para 479). Tal montante segue a taxa Euribor, entretanto não corresponde com a realidade de quem reside e trabalha em Portugal. Em 26.01.2023, em resposta a uma carta da CGD (PARI)pedi que reavaliassem minhas condições, entretanto nunca tive resposta. Peço ajuda, pois tal aumento compromete minha renda mensal consideravelmente.

Encerrada
M. N.
18/05/2023

Falta de actualização de dados pessoais pela CGD após envio de documentos comprovativos

A reclamante é titular de conta à ordem na CGD há mais de trinta anos.Vendeu em finais de Abril do corrente ano um imóvel tendo depositado o valor respectivo na conta mencionada na CGD.Solicitou acesso via Multibanco ao serviço Caixadirecta online, para poder subscrever uma conta poupança na CGD com parte da quantia resultante da venda do imóvel.Ao tentar efectuar a abertura da conta poupança na aplicação Caixadirecta, não foi possível concluir a operação tendo aparecido a informação dando conta da necessidade de actualizar os dados pessoais.Em 28.04.2023 a reclamante enviou os documentos comprovativos solicitados necessários (copias/fotografias do cartão de cidadão, certidão da ATA com domicilio fiscal, declaração da Segurança Social comprovativa da profissão/reformada) e preencheu os dados a actualizar, que foram enviados via aplicação Caixadirecta para apreciação.Sendo certo porém que tais dados estavam actualizados uma vez que permanecem os mesmos desde a última actualização há pelo menos dez anos. Até ao dia de hoje a CGD apenas actualizou os dados de identificação e a morada, continuando em análise a profissão, o que impede a reclamante de subscrever o produto de conta poupança na CGD.Depois de várias mensagens com pedidos de actualização a CGD respondeu agora, que ao contrário do que inicialmente estava previsto, era necessário activar uma opção na aplicação Caixadirecta, que a reclamante não encontra porque não existe como seleccionável.O certo é que a CGD deveria ter confirmado a profissão (reformada) tal como fez aos outros dados pessoais, verificando os documentos enviados e não o fez, impossibilitando a subscrição de uma conta poupança na CGD pela reclamante e obrigando-a a procurar alternativas de poupança noutras instituições bancárias e eventualmente a levantar todo o dinheiro da CGD para o efeito !

Resolvida
S. M.
02/05/2023

Cobrança indevida de prestação do crédito à habitação

Ao abrigo da legislação em vigor, iniciei no passado mês de Março o resgate de um PPR para liquidação de prestações de crédito à habitação. Este é um processo exclusivamente intermediado seguradora detém o PPR, a Lusitania Vida, e a instituição bancária onde o crédito à habitação, no caso, a Caixa Geral de Depósitos. A única fase em que a pessoa titular do crédito e do PPR intervém é logo no início, por via de um pedido de declaração ao banco dirigida à Entidade Gestora do PPR, com os valores e dados para pagamento. Todos os pedidos referidos têm prazos, que foram escrupulosamente cumpridos por mim nos meses de março e abril. Com efeito, remeti sempre à seguradora a referida declaração assinada pela CGD com a antecedência mínima de 15 dias relativamente à data do vencimento da prestação. O mesmo não se pode dizer da CGD, que, desde logo, não cumpriu o prazo máximo de 5 dias contados da data de entrega do pedido de declaração, tendo-me devolvido a declaração assinada sempre com atraso.Depois, e é aqui que reside a gravidade da situação, após pagamento da prestação comprovado pela seguradora, com o dinheiro do meu PPR, a CGD debitou-me o valor no dia do vencimento da prestação, 16 de março.Esta situação deixou-me perplexa, uma vez que não coloquei a possibilidade de não haver comunicação entre a seguradora e o banco, e que numa operação cujo propósito é aliviar os meus encargos mensais, tenha sido retirado do meu património o montante da prestação em dobro.A partir daqui teve início um penoso processo de contacto com a CGD, quem for cliente do banco saberá que é um processo arcaico e moroso. Neste processo, falei com trabalhadores que não estavam minimamente a par dos trâmites do processo de resgate do PPR para pagamento da prestação da casa. Isto é grave, tendo havido inclusivamente uma trabalhadora que afirmou com toda a certeza e propriedade que a transferência do PPR não era feita diretamente para o banco, mas para a conta do/a cliente, pelo que era impossível que o valor do PPR me tivesse sido retirado em dobro.Entre a cobrança indevida da prestação e a restituição do valor na conta, teve uma passaram-se 6 dias. Para mim, 1 dia já seria demasiado. O dinheiro foi debitado no dia 16, e só a 22 me foi novamente creditado na conta. Mas o pior estava por vir.Este é um processo que tem de ser repetido todos os meses, pelo que em abril voltei a pedir a declaração à CGD, e novamente, quando a recebi assinada pela CGD, remeti-a à Lusitania Vida com mais de 15 dias de antecedência. Para minha total e absoluta incredulidade, a prestação foi-me novamente debitada pela CGD, desta vez a 17 de abril (porque dia 16 foi fim de semana). Isto resultou em novo pesadelo de contactos com o banco, cuja conduta tem sido absolutamente lamentável neste processo.Resultado: hoje, dia 2 de maio, 15 dias volvidos desde o débito da prestação na minha conta, o dinheiro não me foi ainda devolvido. Isto é inaceitável, pelo que não me resta alternativa a apresentar uma reclamação em todas as plataformas disponíveis para o efeito.Numa fase de particulares dificuldades e privações, ironicamente concomitante com a apresentação de lucros recorde por parte das entidades bancárias, este tipo de situações são desumanas e reveladoras de uma absoluta incompetência da CGD para a gestão destes processos. Continuo, assim, a aguardar a restituição do valor indevidamente cobrado no passado dia 17 de abril. E que esta tenha sido a última vez que isto acontece, porque irei continuar a pedir o resgate nos próximos meses.

Encerrada
R. C.
08/04/2023

Penh. e habilitação de herdeiros

Venho por este meio apresentar uma queixa que foram a minha conta bancária e retiraram me para saldo cativo o valor acima de 100€ com a descrição CO UCO2.6 Penh e habilitação de herdeiros sem me avisar, sendo que nao faleceu ninguém da familia e nao herdei nada.Gostaria de saber como fazer ou resolver esta situação.

Encerrada
P. C.
25/02/2023

Debito indevido

Venho por este meio, reclamar da CGD, por ter efetuado um debito da minha conta Nº 0774138727600 sem meu conhecimento e autorização. Alem disso, de aparentemente atrasar a devolução do montante debitado, de agir de má fé e com abuso de confiança para comigo.No final do ano de 2021, a CGD solicitou via mensagem na CaixaDiecta, um comprovativo do meu seguro multi-riscos, relativamente a minha habitação do qual possui credito habitação.Por nao ter vista a mensagem, no dia 13 de Janeiro de 2022, verifico um debito nao autorizado de 56,48€, feito pela CGD com a descrição COMPENSAÇAO CGD SEGUR. Fui ao balcão da CGD em Setúbal na Av. Infante Dom Henrique 15 B, e pedi esclarecimentos. Fui informado que, por nao ter respondido e apresentado o seguro, a CGD contratou um seguro para minha habitação.Apresentei no dia 20 de Janeiro de 2022, documentação do que possuía seguro multi riscos e solicitei o reembolso do valor debitado da minha conta.Desde esta data, desloque me mensalmente a este balcão para acompanhar a situação, mas sempre fui informado que o balcão responsável seria o balcão em Santarém e que mandavam comunicações internas a questionar minha situação.Por vezes porque nao respondia, outras vezes porque era época de ferias e no inicio do caso, porque no seguro tinha no seguro minha morada e numero de porta 7 e na caderneta predial tinha lote 4.Fui a Camara Municipal e serviços das finanças, e resolvi esta situação, alternando e eliminando o Lote 4 e colocando o numero de policia 7, correspondente a morada.Todos estes documentos foram supostamente enviados para Santarém pela agência de Setúbal, para justificar e comprovar que a morada e a mesma e que nao existir qualquer burla, e a pedido da funcionaria deixei meu contacto telefónico de modo a ser informado.Todos os meses passava na agência, sem qualquer resposta da minha situação.Na minha ultima visita a agência da CGD de Setúbal, fui informado que a agência de Santarém tinha respondido via comunicação interna que, tinha passado muito tempo e que nao iriam reembolsar o valor debitado.A funcionaria com quem falei, disse me que iria enviar novamente o pedido de reembolso e comprovativos e solicitou me que voltasse a agência nos próximos 15 dias.Passado 1 ano, o reembolso de 56,48€ nao foi efetuado, nunca tive uma resposta oficial por carta, email, SMS ou telefónico, nunca justificaram porque fizeram um debito sem meu conhecimento e autorização, nunca recebi qualquer documento do suporte seguro que a CGD diz ter contratado, nunca justificam o arrastar desta situação que dura a um ano.Simplesmente quer meu dinheiro de volta, que nunca devia ter saído da minha conta bancaria.

Resolvida

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.