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Avaria Recorrente e demora no diagnóstico
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal (a 3.ª em 6 meses) ao meu veículo Dacia Jogger, matrícula BB-34-IE, adquirido há relativamente pouco tempo e que, desde então, tem apresentado sucessivas avarias, com impacto direto e significativo na minha atividade profissional. Passo a descrever o histórico de ocorrências: - Julho de 2024 – Substituição do alternador na CARBY de Vila Nova de Gaia. - Outubro de 2025 – Nova avaria, diagnosticada como problema na polia do alternador. O veículo deu entrada na CARBY de Santa Maria da Feira e permaneceu cerca de 30 dias imobilizado, o que considero absolutamente inaceitável. - Janeiro de 2026 – Novo episódio de avaria, com todas as luzes do painel a acenderem. O veículo voltou à CARBY, onde, além desta situação, foi também reportado problema no cinto de segurança (já anteriormente identificado e não resolvido). - Foram necessários cerca de 7 dias apenas para diagnóstico; - Posteriormente, mais 15 dias para autorização e conclusão do serviço, apesar de se tratar de intervenções ao abrigo da garantia. - Março de 2026 (semana passada) – Nova avaria grave, com indicação de possível gripagem do motor, obrigando à imobilização imediata do veículo e acionamento de reboque para a CARBY de Santa Maria da Feira. - Foram ainda identificados problemas adicionais: compressor do ar-condicionado e braços de suspensão. O veículo deu entrada na oficina na quarta-feira de manhã, sendo eu o primeiro cliente do dia (08h30). No entanto, até à presente data, o veículo permanece sem qualquer diagnóstico efetuado, mesmo depois de 120 horas. Acresce que, no dia de ontem, fui contactado por um colaborador dessa oficina, Sr. Pedro, informando que o veículo ainda não tinha sido analisado pelo chefe de oficina, com a indicação de que o mesmo seria visto durante o dia de ontem (terça-feira), comprometendo-se a dar-me um retorno – o que não aconteceu até ao momento. Esta situação revela uma total falta de organização, acompanhamento e respeito pelo cliente. Importa ainda salientar que este veículo é um instrumento essencial de trabalho, e que cada dia de imobilização representa prejuízos financeiros diretos, estando neste momento a suportar custos adicionais com aluguer de viatura para poder exercer a minha atividade. Mais preocupante ainda é o padrão recorrente de avarias, que demonstra claramente que o veículo não apresenta a fiabilidade expectável, apesar de se encontrar ainda dentro do período de garantia. Adicionalmente, não é aceitável que um cliente tenha de aguardar vários dias apenas para obtenção de um diagnóstico, ao qual ainda acrescem prazos indefinidos para aprovação, encomenda de peças e reparação, prolongando de forma incomportável o tempo total de imobilização. Face ao exposto, venho exigir: 1. Diagnóstico imediato e conclusão urgente da reparação do veículo; 2. Garantia de resolução definitiva das avarias recorrentes; 3. Compensação pelos prejuízos causados pela imobilização prolongada do veículo; 4. Uma explicação formal para os sucessivos atrasos e falhas no acompanhamento do processo. Informo que esta reclamação está igualmente a ser submetida junto de entidades competentes de defesa do consumidor, nomeadamente DECO, Portal da Queixa, bem como através do Livro de Reclamações e outras plataformas públicas. Aguardo uma resposta urgente e uma solução célere para esta situação, sob pena de avançar com outras diligências legais. Com os melhores cumprimentos, LUIS JORDAN GOMES DO NASCIMENTO LÓCIO
avaria em viatura
Bom da, Eu tenho um Renault Zoe de 2020, a viatura tinha uma extensão de garantia até Agosto de 2025, em Junho entrei em contacto com a Carby da Abrunheira para efetuar a revisão e relatar que a viatura apresentava alguns problemas, nomeadamente: o contador de quilómetros zerava do nada, a bateria estava com problemas em carregar, sobreaquecia e dava erro no motor, além disso quando estava parado por vezes o motor acelerava em modo neutro. Foi efetuada uma atualização no software e informado que se o problema se mantivesse deveria reportar para a empresa entrar em contacto com a Renault e pedir nova atualização. Em Julho (julgo eu), informei a empresa que o carro mantinha os mesmos problemas. Foi efetuada nova atualização de software e informado novamente de que o problema se mantivesse deveria entrar em contacto. No dia 20/10/2025 eu estava a estacionar o carro quando o mesmo do nada acelerou indo bater num poste. Ao bater no poste e ao tentar puxar o travão de mão o mesmo acelerou ainda mais, o painel desligou e continuou a acelerar uns 2 minutos até e eu conseguir que o painel desse sinal e eu conseguisse "desligar o mesmo", ficou impossibilitado de circular devido a ter retraçado completamente a jante do pneu dianteiro esquerdo. Ao entrar em contacto com a carby mandaram no call center entrar em contacto com o seguro e pedir reboque para enviar o carro para a carby da abrunheira de modo a ser efetuado diagnóstico do mesmo. Na abrunheira não aceitaram o carro por ser sinistro e enviaram o mesmo para o alto do Cacém, lá efetuaram um orçamento de arranjo e não tinham como o ligar á máquina, o veículo foi então enviado para a abrunheira e só em Janeiro foi efetuado o diagnóstico dando um erro no travão de mão (o erro seria que quando o travão de mão foi acionado este não respondeu), excluíram qualquer responsabilidade e apresentaram um orçamento, sendo que a peça que dizem estar avariada não conta no orçamento. Neste momento e após quase 4 meses sem veículo estamos num impasse pois além de enviarem o orçamento em francês (já foi requisitado o pedido em português para avaliar o que está a ser orçamentado e não enviaram até á data de hoje (17/02/26), não querem assumir qualquer responsabilidade, embora o problema já tivesse sido reportado antes da garantia terminar. O que informaram foi que o veículo seria consertado (parte da carroçaria) e veriam se o problema continuaria a persistir, sendo que o problema é o veículo acelerar do nada quando se encontra semi-imobilizado. Peço desta forma orientação para resolver o assunto de forma a que se responsabilizem pela avaria e esta seja devidamente reparada.
avaria em viatura
Bom da, Eu tenho um Renault Zoe de 2020, a viatura tinha uma extensão de garantia até Agosto de 2025, em Junho entrei em contacto com a Carby da Abrunheira para efetuar a revisão e relatar que a viatura apresentava alguns problemas, nomeadamente: o contador de quilómetros zerava do nada, a bateria estava com problemas em carregar, sobreaquecia e dava erro no motor, além disso quando estava parado por vezes o motor acelerava em modo neutro. Foi efetuada uma atualização no software e informado que se o problema se mantivesse deveria reportar para a empresa entrar em contacto com a Renault e pedir nova atualização. Em Julho (julgo eu), informei a empresa que o carro mantinha os mesmos problemas. Foi efetuada nova atualização de software e informado novamente de que o problema se mantivesse deveria entrar em contacto. No dia 20/10/2025 eu estava a estacionar o carro quando o mesmo do nada acelerou indo bater num poste. Ao bater no poste e ao tentar puxar o travão de mão o mesmo acelerou ainda mais, o painel desligou e continuou a acelerar uns 2 minutos até e eu conseguir que o painel desse sinal e eu conseguisse "desligar o mesmo", ficou impossibilitado de circular devido a ter retraçado completamente a jante do pneu dianteiro esquerdo. Ao entrar em contacto com a carby mandaram no call center entrar em contacto com o seguro e pedir reboque para enviar o carro para a carby da abrunheira de modo a ser efetuado diagnóstico do mesmo. Na abrunheira não aceitaram o carro por ser sinistro e enviaram o mesmo para o alto do Cacém, lá efetuaram um orçamento de arranjo e não tinham como o ligar á máquina, o veículo foi então enviado para a abrunheira e só em Janeiro foi efetuado o diagnóstico dando um erro no travão de mão (o erro seria que quando o travão de mão foi acionado este não respondeu), excluíram qualquer responsabilidade e apresentaram um orçamento, sendo que a peça que dizem estar avariada não conta no orçamento. Neste momento e após quase 4 meses sem veículo estamos num impasse pois além de enviarem o orçamento em francês (já foi requisitado o pedido em português para avaliar o que está a ser orçamentado e não enviaram até á data de hoje (17/02/26), não querem assumir qualquer responsabilidade, embora o problema já tivesse sido reportado antes da garantia terminar. O que informaram foi que o veículo seria consertado (parte da carroçaria) e veriam se o problema continuaria a persistir, sendo que o problema é o veículo acelerar do nada quando se encontra semi-imobilizado. Peço desta forma orientação para resolver o assunto de forma a que se responsabilizem pela avaria e esta seja devidamente reparada.
Garantia
Exmos. Senhores da Dacia Portugal, Na qualidade de proprietário do veículo Dacia Logan 2024, matrícula BL-86-ZA, adquirido em 02/07/2024, venho, por meio da presente, reiterar e reforçar formalmente as reclamações já apresentadas, face à persistência de defeitos graves, à falha reiterada da concessionária autorizada e aos prejuízos profissionais e financeiros que venho suportando. Conforme já comunicado, o veículo apresenta, desde os primeiros meses de utilização, múltiplos problemas cobertos pela garantia, nomeadamente: • ruídos anormais provenientes dos plásticos das portas; • barulhos na suspensão / amortecedores; • estralos no volante, que se manifestam quando circulo em estradas de calçamento; • falhas recorrentes no sistema GPL, com perda de potência, alertas no painel e funcionamento irregular do motor. Ressalto que o veículo é utilizado para atividade profissional (TVDE), pelo que tais defeitos afetam diretamente a segurança, a confiabilidade e a minha fonte de rendimento. Sinistro e falha grave no reparo Na sequência de um sinistro ocorrido no para-choque traseiro direito, verificou-se que, imediatamente após a colisão, passou a surgir no painel o alerta “Verificar sistema de antipoluição”, situação inexistente antes do acidente e diretamente relacionada ao impacto sofrido. O veículo foi entregue na concessionária na segunda-feira, dia 05/01/2026, às 8h30, tendo sido retirado na quarta-feira, dia 07/01/2026, às 11h30, com os mesmos problemas anteriormente reportados, sem que tivesse sido efetuada qualquer reparação eficaz relativamente ao alerta de antipoluição ou aos demais defeitos cobertos pela garantia. Durante esse período, a concessionária limitou-se exclusivamente à: • substituição do para-choque traseiro, e • troca do farolim direito. A concessionária recusou-se a diagnosticar e reparar a falha no sistema de antipoluição, alegando que tal problema não estaria relacionado com o sinistro, argumento que não se sustenta, considerando que: • o alerta surgiu imediatamente após a batida; • não existia qualquer histórico prévio desse defeito; • o sistema é sensível a impactos na zona traseira do veículo. Adicionalmente, os estralos no volante e demais anomalias relatadas não foram constatados pelos mecânicos da concessionária durante os testes com o veículo. Contudo, logo que retirei o carro da concessionária, os problemas se manifestaram imediatamente, provando que o diagnóstico realizado não refletiu a realidade das falhas. Saliento ainda que possuo registos fotográficos, que serão anexados, comprovando que o veículo saiu da concessionária com as luzes de alerta de antipoluição acesas, reforçando a ineficácia do reparo realizado. Prejuízo profissional e financeiro Embora a concessionária tenha disponibilizado um veículo de substituição, este não é adequado para a minha atividade profissional (TVDE), pelo que continuo impossibilitado de trabalhar normalmente, sofrendo prejuízo direto em meus rendimentos. Além disso, sou obrigado a: • suportar custos de deslocação; • permanecer com o veículo em condições inadequadas de utilização para minha atividade, sem que me seja oferecida qualquer compensação adequada pelos prejuízos financeiros e profissionais causados. Quebra de confiança e pedido expresso Diante da falha reiterada, do reparo incompleto, da ausência de solução definitiva e da quebra total de confiança, não aceito que o veículo volte a ser intervencionado pela mesma concessionária. Assim, requeiro formalmente: 1. Substituição imediata da concessionária, com autorização expressa para que o veículo seja atendido por outra unidade da rede autorizada Dacia/Renault, à minha escolha; 2. Avaliação técnica completa e independente, com diagnóstico e reparação definitiva do alerta “Verificar sistema de antipoluição” e demais defeitos; 3. Solução integral de todos os defeitos cobertos pela garantia já comunicados; 4. Manifestação formal da Dacia Portugal quanto à compensação pelos prejuízos profissionais e financeiros sofridos, nomeadamente por meio de cortesia de serviços, revisões, extensão de garantia ou medida equivalente. O veículo encontra-se dentro do período de garantia legal de três anos, sendo aplicáveis, entre outros, o Decreto-Lei n.º 67/2003 e as normas do Código Civil, que asseguram o direito à reparação adequada, à substituição do bem e à indenização por danos. Reitero que pretendo a resolução administrativa e amigável da situação. Contudo, na ausência de resposta célere e eficaz, serão adotadas, sem novo aviso, as medidas cabíveis junto ao Livro de Reclamações Eletrónico, ASAE, entidades de defesa do consumidor e vias judiciais competentes. Aguardo resposta formal, com indicação clara de prazos e providências concretas. Com os melhores cumprimentos, Thiago dos Santos Brandão Matrícula: BL-86-ZA Dacia Logan 2024 Data da compra: 02/07/2024 Contacto: 936 329 883
Problemas com um carro novo
Comprei um Dacia Spring em Janeiro de 2025. Tenho apenas 9 mil quilômetros e ao longo do ano passado tive três problemas semelhantes. Todos ao tentar carregar o carro diziam "Carga bateria impossível". O primeiro foi no final de Agosto e fiquei impedido de usar o carro. Liguei para a linha para verificar se seria algo simples e se poderiam me ajudar sem me ter que deslocar à oficina pois preciso do veiculo para trabalhar mas infelizmente tinham de fazer o diagnostico do mesmo. Mas agora vem a parte pior. Disseram que só podiam fazer o diagnostico na oficina do Stand que adquiri o carro no dia 29 de Outubro. (daqui a + de 2 meses). Disseram que poderia ver noutras oficinas próximas de Lisboa se tinham uma alternativa mais rápida. Disseram que o mais rápido que poderia ser seria dia 10 de Outubro. Estamos a 28 de Agosto. É lamentável este tipo de serviço pós-venda e falta de consideração pelo cliente. Não é um erro pequeno que o rádio não funciona ou algo parecido. É mesmo impeditivo de circular com o carro. Tive que alugar um carro durante esse tempo com os custos associados e fiquei com o carro parado. Deveriam no mínimo dar um carro substituto gratuito. Não é alugar um carro como o senhor da linha me estava a dizer. Se o meu carro está dentro da garantia é inacreditável esta situação! Entretanto chegou o dia para resolver e fui à oficina da Carby do TagusPark. O carro ficou a circular normal. Disseram me apenas que o carro tinha dado um erro e por isso não funcionava o carregamento. Eles apagaram o erro. Eu mudei o lugar de carga para os postos EDP ao inves dos do Continente pois achei que poderia ser isso. No entanto, no dia 28 de Outubro aconteceu a mesma coisa. A sorte é que não tinha desmarcado o serviço de 29 de Outubro na Carby de Alfragide e por isso mesmo desloquei me lá. Aqui é que me avisaram que os carregadores públicos por vezes davam problemas. Apagaram novamente o erro. A senhora disse que não podia dizer o que era mas que basicamente eram dois erros diferentes e que tinham apagado. Por segurança coloquei a carregar num sitio privado. A verdade é que dia 11 de Novembro aconteceu a mesma coisa e mais uma vez liguei para a linha a explicar a situação e disseram que só tinham vaga para Janeiro. Disse que não poderia ser pois já perdi imenso dinheiro a alugar carros porque o meu novo que comprei no inicio de 2025 não funciona e por isso eles têm que corrigir a situação. Ela passou me a linha para oficina do TagusPark e eles disseram que iria falar com o chefe para ver se arranjavam vaga mais cedo e ligavam. Nunca ligaram. Tive que voltar a ligar novamente para a linha e marcar para 13 de Janeiro. Desde entao tenho o carro parado. Há cerca de 2 meses. É lamentável. Investi num carro novo para não ter problemas e estou a ter mais problemas que alguma vez com carros usados que já tive. Peço a intervenção da Deco para me ajudarem a resolver este problema. A questão não é só apagar erros. Há algum problema com o carro e por isso ou arranjam o carro como deve ser ou têm que me dar outro carro ou devolver o dinheiro. Aguardo rapidamente uma solução
Falta de entrega do DUA (Documento Único Automóvel) após mais de 60 dias da compra
No dia 29/08/2025, adquiri um veículo novo no stand Carby Guimarães. Passados mais de 60 dias desde a data da compra, ainda não recebi o DUA (Documento Único Automóvel), documento indispensável para a circulação e utilização profissional do veículo. Sou motorista TVDE, e as plataformas como a Uber exigem a apresentação deste documento para permitir a minha atividade. Já entrei em contacto diversas vezes com o stand, expondo a urgência e os prejuízos causados, mas até à data a situação mantém-se sem resolução. Esta demora está a causar-me prejuízos financeiros significativos, uma vez que estou impedido de exercer a minha atividade profissional por motivo alheio à minha responsabilidade. Solicito, assim, a resolução imediata da situação, com a emissão e entrega do DUA, bem como uma resposta formal sobre as causas do atraso e as medidas tomadas pela Carby Guimarães para corrigir o problema. Com melhores cumprimentos, Marcio Poppe
Orçamento 49-SB-23
Considerando a entrega do veiculo eletrico 49-SB-23 (Renault Twizy) para diagnóstico no passado dia 22 de Fevereiro de 2024 e à data de hoje, 3 de Abril de 2024, continuo sem data de devolução do veiculo entregue na Carby da Abrunheira.
reparaçao de veiculo
Venho desta forma comunicar a V.Exas, o meu profundo desagrado pela reparação feita ao veiculo com matricula 15-RG-88, Este veiculo sofreu uma colisão sem qualquer culpa, tudo descrito em auto da policia, o mesmo deu entrada na oficina Carby Renault Abrunheira (colisões) que desde o primeiro dia prestou em péssimo serviço. - inicialmente não encontrou o veiculo que ja tinha dado como recebido alegando não o ter nas instalações- quando a seguradora envolvida (fidelidade) ja tinha dado o avalo positivo para o inicio da reparação a mesma oficina alegava não ter qualquer avalo o que foi posteriormente provado que o mesmo tinha sido dado há 2 dias atrás-1º tentativa de reparação desastrosa, para-choques desalinhado, peças partidas... a mesma reparação foi assumida pelo chefe da manutenção não ter passado no controlo de qualidade, mas só poderia reparar novamente a viatura após 8 dias, quando o funcionário responsável voltaria de ferias, algo inadmissível para o cliente que precisa da viatura diariamente- nova tentativa frustada, nesse momento a oficina culpa o perito João Costa por não ter autorizado a peça completa do para-choques e apenas peças para substituir que junto das outras não conseguiam uniformizar a peça na sua totalidade- o perito voltou a pedido da oficina mas como deu o relatório como fechado pediu para as peças serem retiradas e novamente colocadas, ficou tudo igual... a oficina assume no nome do chefe da manutenção, Rodrigo Santos, que o trabalho não ficou bem feito mas que não pode deixar por escrito para apresentarmos à seguradora porque a sede de Paredes NÃO AUTORIZA.Desta forma tinha um carro à 3 dias que sofre uma colisão sem ter qualquer culpa e vejo-me com o meu carro mal reparado com um valor exorbitante numa fatura que me deixa a questionar onde será que o dinheiro foi gasto, porque neste carro não foi de certeza.
viatura mal reparada
Venho desta forma comunicar a V.Exas, o meu profundo desagrado pela reparação feita ao veiculo com matricula 15-RG-88, Este veiculo sofreu uma colisão sem qualquer culpa, tudo descrito em auto da policia, o mesmo deu entrada na oficina Carby renault abrunheira (colisões) que desde o primeiro dia prestou em péssimo serviço. - inicialmente não encontrou o veiculo que ja tinha dado como recebido alegando não o ter nas instalaçoes- quando a seguradora envolvida (fidelidade) ja tinha dado o avalo positivo para o inicio da reparação a mesma oficina alegava não ter qualquer avalo o que foi posteriormente provado que o mesmo tinha sido dado ha 2 dias atrás-1º tentativa de reparação desastrosa, para-choques desalinhado, peças partidas... a mesma reparação foi assumida pelo chefe da manutençao não ter passado no contolo de qualidade, mas so poderia reparar novamente a viatura após 8 dias, quando o funcionario responsavel voltaria de ferias, algo inadmissivel para o cliente quew precisa da viatura diariamente,- nova tentativa frustada, nesse momento a oficina culpa o perito João Costa por não ter autorizado a peça completa do para-choques e apenas peças para substituir que junto das outras não conseguiam uniformizar a peça na sua totalidade- o perito voltou a pedido da oficina mas como deu o relatorio como fechado pediu para as peças serem retiradas e novamente colocadas, ficou tudo igual... a oficina assume no nome do chefe da manutenção, Rodrigo Santos, que o trabalho não ficou bem feito mas que não pode deixar por escrito para aopresentarmos à seguradora porque a sede de Paredes NÃO AUTORIZA.Desta forma tinha um carro à 3 dias que sofre uma colisão sem ter qualquer culpa e vejo-me com o meu carro mal reparado com um valor exorbitante numa fatura que me deixa a questionar onde será que o dinheiro foi gasto, porque neste carro não foi de certeza.
Falta de serviço e repetida falta de trabalho contratado
Concordamos em comprar um Dacia Duster da Vesauto principalmente porque eles eram um revendedor Dacia registrado e pagamos 21.500 por modelo Prestige com garantia de 3 anos. Demos à Vesauto um mês inteiro para fazer um serviço completo e preencher toda a papelada necessária, incluindo IPO, recebemos o carro em 27 de fevereiro de 2023. Os papeis não foram preenchidos, o IPO tinha menos de três semanas, a bateria acabou em dois dias e as chaves recusaram-se a funcionar. Uma semana depois o escape quebrou. Ao inspecionar a parte inferior do carro, vimos que havia fornecido o veículo sem roda suplente. Claro que nenhum serviço havia sido realizado, mas somente após prolongados telefonemas e e-mails para Vesauto, Deco Proteste e Queixo Portal é que eles concordariam em cumprir seu contrato original de serviço completo. Eles recuperaram o carro e o devolveram três semanas depois, 11 de abril, com IPO. Uma semana depois, levamos o carro para outra garagem quando o veículo parecia instável e havia luzes de advertência repetidas. Foi imediatamente obvio que mais uma vez nenhum serviço foi realizado, pois foi notado que o eixo estava torto e o carro estava em condições de alta periculosidade. Foi realizado um relatório completo nesse sentido que afirmou que o carro não havia sofrido nenhuma colisão. Este relatório foi solicitado à Vesauto em quatro ocasiões, mas, até 9 de maio, não foi recebido. É óbvio que este carro se envolveu em um acidente grave antes de nossa compra e não desejamos mais com isso. Como poderia ter passado por uma inspeção legal é inacreditável. Ao reclamar com a Vesauto, sua única solução foi que deveríamos pagar a eles mais 1.500 por um veículo substituto. É certo que este substituto é um ano mais novo e tem menos quilómetros, mas não queremos pagar mais e a sua proposta não houve aceitação do seu péssimo serviço e as despesas que isso nos causou, nem do perigo em que essas falhas colocaram a nossa família. Queremos receber uma proposta razoável.
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