Exmos. Srs.
No dia 30 de abril de 2026, o meu irmão adquiriu a viatura Opel Vectra (00-BS-92) ao stand reclamado pelo valor de 3.000,00 €, com o objetivo de me oferecer, uma vez que resido isolada no interior, estou desempregada e tenho uma criança pequena a cargo. O veículo foi publicitado como estando em 'Bom estado geral' e com 'Películas escurecidas averbadas no DUA'.
Imediatamente após a entrega, a viatura manifestou avarias mecânicas graves. Foi realizada uma revisão geral onde se detectaram problemas severos. Foi tentada devolução da viatura mas sem sucesso. Apos revisão geral foi detectado problemas no turbo, avançando-se para a substituição do turbo, coletor de escape e descarga de óleo. Contudo, o problema mantém-se e o estado do carro deteriora-se a cada dia. O relatório da oficina técnica confirma um defeito oculto e estrutural no motor (passagem massiva de óleo para o escape), o que carboniza e inutiliza qualquer turbo novo, estando a viatura em estado de abate. Já temos mais de 1400€ gastos em reparações no carro, o que é mais de 50% do valor dele e ele continua a piorar.
No dia 2 de julho de 2026, a viatura Reprovou na Inspeção Técnica Periódica (custo de 39,14 €) devido à opacidade extrema de gases e fugas, tendo-se verificado também que as películas afinal não estão legalizadas.
O vendedor usou de astúcia ao fazer assinar um 'termo de responsabilidade' abusivo para tentar contornar a garantia legal obrigatória. Atualmente, recusa-se a atender chamadas, encerrou o stand e não disponibiliza o Livro de Reclamações físico. O carro encontra-se imobilizado, sem poder circular legalmente.