Recusa de atendimento prioritário e tratamento intimidatório no Continente
No dia 22 de outubro de 2026, dirigi-me ao supermercado Continente do Arrábida e solicitei atendimento prioritário a funcionária com nome Marlene Matos na cafetaria.
Sou uma pessoa com deficiência, com um grau de incapacidade de 75 por cento, comprovado por Atestado Medico de Incapacidade Multiuso, e tenho direito a atendimento prioritário nos termos da legislação portuguesa.
Solicitei atendimento prioritário, mas este não me foi concedido. Para agravar a situação, a funcionária ameaçou chamar a segurança e as autoridades, fazendo-me sentir coagido, intimidado e constrangido.
Considero esta situação inaceitável, pois os meus direitos enquanto pessoa com deficiência devem ser respeitados. O atendimento prioritário esta previsto no Decreto Lei numero 58/2016, de 29 de agosto.
Solicito que a situação seja investigada, que sejam apuradas as circunstancias da atuação da funcionária e que sejam tomadas medidas para evitar que situações semelhantes voltem a acontecer.
Solicito igualmente uma resposta formal a esta reclamação.
Apresento esta reclamação para defender os meus direitos e para que todas as pessoas com deficiência sejam tratadas com dignidade e respeito.