Aluguei viaturas à Sixt no Aeroporto da Madeira, ao abrigo do contrato n.º 9611874823 (26 a 29 de junho de 2026): um Ford Puma (BS-46-NT), substituído a meio do aluguer por um Toyota Yaris Cross (BS-10-IU) depois de um pneu do Puma ter ficado danificado. Usei o kit de reparação de pneus da própria viatura e levei-a até à estação da Sixt pelos meus próprios meios.
A Sixt exige agora €966,47 por danos (processos 9078296653 e 9078307068) e ameaça enviar o processo para uma entidade externa. Contesto estes valores por escrito desde que os recebi, pelos seguintes motivos:
1. Não há prova do prejuízo real. Apesar de vários pedidos escritos, a Sixt nunca apresentou ordem de reparação nem fatura de oficina independente. Os valores vêm de um catálogo (IDC/DEKRA) que a própria Sixt descreve como "valores médios" que "podem diferir do custo real".
2. Os valores dos pneus estão acima dos preços de mercado e não descontam o desgaste.
3. O relatório de levantamento do Toyota já registava um risco na mesma jante (5-10 cm, até ao primário).
4. O pedido original do Puma (€1.219,67) incluía €150 de assistência em viagem que nunca me foi prestada e €67 por um kit "em falta". A Sixt retirou a assistência e admitiu que o kit foi usado, e não perdido, só depois de eu reclamar.
5. A Sixt tentou debitar o meu cartão pelo menos quatro vezes enquanto os valores estavam contestados por escrito (28/08/2026 às 12:04, 12:07 e 12:10; 01/09/2026 às 14:15), e propôs retirar o IVA apenas se eu pagasse por transferência bancária.
Submeti também este caso ao European Car Rental Conciliation Service (ECRCS) em 16/10/2026.