No dia 30 de setembro de 2026, fui ao Hospital Lusíadas por causa de uma dor persistente numa perna.
Depois de me medirem a temperatura e a tensão arterial, fui encaminhado para o médico. Expliquei os sintomas, mas o médico não observou a minha perna, não fez qualquer exame físico e não realizou qualquer avaliação para além de ouvir o que eu descrevi**.
Sem sair da secretária, disse-me apenas que poderia tratar-se de uma trombose, mas que ali não tinham meios para avaliar essa situação e que deveria dirigir-me ao Hospital de Santo António.
Compreendo perfeitamente o encaminhamento, se de facto havia suspeita de trombose. O que não considero aceitável é ter sido cobrado €50 por uma consulta de urgência quando, na prática, não houve qualquer exame ou observação médica.
A fatura/recibo tem o número FR26N02/0000150654, emitida em 30/09/2026, no valor de €50.
Na altura, quis logo reclamar, mas disseram-me que o Apoio ao Cliente já estava encerrado.
No dia 2 de outubro, enviei um email a explicar toda a situação e a pedir a devolução dos €50. Como não obtive resposta, enviei depois um segundo email de insistência. Também não tive qualquer resposta.
No dia 29 de outubro, telefonei para o Hospital Lusíadas para tentar perceber o que se passava com a minha reclamação. Fui mal atendido e a pessoa que me atendeu acabou por desligar a chamada a meio da conversa.
O que me leva agora a recorrer à DECO não é apenas o que aconteceu na consulta. É também o facto de já ter tentado resolver diretamente a situação por várias vias e continuar sem qualquer resposta.
Pretendo que o Hospital Lusíadas:
- devolva os €50 cobrados;
- explique que ato clínico foi efetivamente prestado que justifique essa cobrança;
- responda às reclamações que enviei;
- esclareça o sucedido no atendimento telefónico de 29/10.
Não estou a contestar o facto de ter sido encaminhado para outro hospital. Estou a contestar ter pago por uma consulta em que nem sequer houve observação da perna e, depois disso, não conseguir obter uma resposta do Hospital Lusíadas.
Acresce que todo este processo já me obrigou a perder tempo com sucessivos emails e contactos telefónicos para tentar obter resposta a uma situação que poderia e deveria ter sido resolvida de forma simples pelo Hospital Lusíadas.
Caso esta situação continue sem resolução, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes e de reclamar os prejuízos que consiga demonstrar terem resultado desta atuação.