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Voos: reembolso pela bagagem de mão
A Euroconsumers, que reúne as organizações de consumidores de Portugal, Itália, Bélgica, Espanha e Brasil, e de que a DECO PROteste faz parte, vai exigir o reembolso das taxas adicionais cobradas pelo transporte da bagagem de mão aos passageiros.
Reclamações recentes
Burla do Banco Abanca
Bom dia, Tem muita gente a ser lesado com este banco que desilusão, são uns incompetentes não ajudam não dão respostas, desde o dia 18 de Novembro de 2025 devia ter entrado uma transferência que nos foi feita dos Estados Unidos no valor de 4000$ desde então como não me encontro em Portugal temos feitos inúmeras chamadas telefonicas sem ajuda dizem que não nos conseguem dizer onde esta o dinheiro mesmo com todas as provas que ja foram enviadas por email para ai 15 vezes, como não obtive ajuda larguei o meu trabalho apanhei um avião a Barcelos que é onde se encontra a minha agencia e na frente do gestor comprovei que ate então não tinham feito nada só comigo ai é que começou a ligar para colegas do sistema interno do banco, mas de novo sai daí sem respostas disse não sabem como me ajudar, a pessoa que tinha feito a transferência de dirigiu ao banco nos Estados Unidos (Bank of America) para lhes fazer saber que o Banco em Portugal não queria colaborar sendo assim ate a data o proprio banco dos Estados Unidos ja lhes enviou 10 e-mail tambem sem respota da parte do Abanca e ate hoje ja nem as chamadas naquele balcão de Barcelos me atendem o telefone porque ja sabem que sou eu, ja fiz reclamação no banco de Portugal ja enviei inumeros e-mail para todos os endereços do banco e nada não tenho resposta, so me resta dizer que sao uns incapazes mas não vou deixar de lutar pelo meu dinheiro.
Cobrança indevida
Foi realizada uma cobrança de 25,67 euros no meu cartão, sendo que, só autorizei um pagamento de 1,99, quando contratei o serviço durante 14 dias. A cobrança foi fraudulenta e não autorizada
Assembleia geral de condomínio não realizada
Estamos quase no final de janeiro e a assembleia geral de condomínio a realizar anualmente na primeira quinzenade janeiro ainda não foi realizada e nem mesmo convocada. Há assuntos urgentes: - Obras na minha fração para repração dos danos provocados pelas infiltrações passadas na cobertura e para as quais já tenho orcamento a ser aprovado. - Prestação de contas devidamente documentada com todos os comprovativos, nomeadamente: extratos bancários, faturas, etc. - Orçamento para 2026. - Discussão das outras obras a realizar. - Eleicao da administração para 2026. Solicito, para o bem comum, que seja realizada esta assembleia até a final de janeiro de 2026.
Faltaram livros já pagos
De uma factura em meados de 2025 a oportunity ficou de me enviar uns livros de cinema já pagos, que não se encontravam no armazem quando me lá desloquei sem tampouco pensar que aquilo ia fechar. Não sei da factura. Com os melhores cumprimentos Fernando Pereira
Péssimo Atendimento
Venho por este meio apresentar queixa formal relativa à atuação do mediador imobiliário João Neto, associado à agência imobiliária por si representada, no âmbito de um processo de compra de imóvel ocorrido recentemente. No âmbito da aquisição de um imóvel anunciado pelo valor de 325.000€, realizámos visita ao imóvel e estabelecemos contacto direto com os proprietários, com os quais foi alcançado um acordo verbal para aquisição pelo valor de 320.000€, condicionado à celeridade do processo, devido à urgência manifestada pelos próprios proprietários. Fomos expressamente informados pelos proprietários de que pretendiam vender-nos o imóvel, tendo-nos sido solicitado que transmitíssemos essa decisão ao mediador imobiliário acima identificado, que a partir deste momento se mostrou desconfiado e desagradado com esta informação. Na sequência deste acordo, avançámos de imediato com várias instituições bancárias, tendo obtido pré-aprovações de crédito, ficando apenas pendente a avaliação do imóvel, para a qual era necessária a documentação do mesmo. Apesar de sucessivos pedidos — nossos e dos bancos — o mediador: • Repetidamente afirmou que “já enviava” a documentação, o que nunca aconteceu; • Deixou de responder a mensagens e chamadas; • Passou a não atender números conhecidos, atendendo apenas contactos novos; • Ignorou contactos diretos das instituições bancárias. Mais tarde, o mediador afirmou que não enviava a documentação por alegada falta de autorização dos proprietários, justificação que nos foi contrariada por várias entidades bancárias e profissionais do setor, que confirmaram que tal documentação é normalmente disponibilizada pelo mediador para efeitos de avaliação. O mediador afirmou-nos presencialmente que: “O problema não é o valor, é a rapidez. O primeiro a marcar a avaliação fica com a casa.” Contudo, a sua conduta impediu-nos ativamente de marcar a avaliação, criando um bloqueio artificial ao processo. Posteriormente, fomos informados de que o imóvel teria sido atribuído a outra proposta. Tomámos ainda conhecimento de que: O mediador é responsável pela agência imobiliária; A sua esposa está ligada a uma empresa de intermediação de crédito; Existem relatos, meramente especulativos, optaram por deixar de colaborar com estas entidades devido a práticas consideradas pouco transparentes, nomeadamente favorecimento de processos financiados pela referida empresa. Importa ainda referir que o imóvel já se encontrava em fase avançada de negociação, tendo tido várias visitas e, pelo menos, duas propostas conhecidas por nós em consideração. No próprio dia em que fomos informados de que a proposta de terceiros teria sido aceite, algumas horas antes, o anúncio do imóvel foi subitamente alterado para o valor de 390.000€, apesar de não haver intenção real de angariar novas propostas, uma vez que o processo se encontrava já em fase de decisão final. Esta alteração de preço, ocorrida num momento crítico do processo, foi-nos apontada por outros profissionais do setor imobiliário como uma prática potencialmente enganadora, suscetível de inflacionar artificialmente a perceção de valor do imóvel para efeitos de avaliação bancária, reforçando as dúvidas quanto à transparência, boa-fé e correção da atuação do mediador. Esta atuação prejudicou-nos deliberadamente, impediu-nos de concluir um negócio para o qual estávamos plenamente preparados e, no mínimo, levanta sérias dúvidas quanto à imparcialidade, transparência e cumprimento dos deveres legais do mediador. Ainda que seja reconhecido no setor como um mediador de atuação comercialmente agressiva, o comportamento acima descrito ultrapassa largamente os limites de uma negociação legítima, não se tratando de competitividade de mercado, mas sim de uma conduta que, pela sua natureza e impacto, merece escrutínio rigoroso.
