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Google Chromecast Video 3 inova pouco para atualizar televisores

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As diferenças entre o Google Chromecast Video 3 e as versões anteriores (2 e Ultra) são ténues. Saiba se vale a pena investir neste dispositivo. 

  • Dossiê técnico
  • António Alves
  • Texto
  • Inês Lourinho
03 julho 2019
  • Dossiê técnico
  • António Alves
  • Texto
  • Inês Lourinho
chromecast

iStock

 

Na sua sala, pontifica uma moderna televisão, com acesso à internet e a apps de streaming de vídeo, como o YouTube e a Netflix? Então, guarde o dinheiro, pois este artigo não é para si. Já se o seu equipamento não é conectado ou, sendo-o, começa a ter problemas de compatibilidade com as aplicações, por falta de atualização do fabricante, saiba que experimentámos a terceira versão do Google Chromecast Video, um dispositivo que, em troca de 39 euros, dá vida nova aos televisores. Vale a pena? Depende.

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Para quem serve o Chromecast Video

O Chromecast Video 3 é uma ótima opção, olhando ao preço e à simplicidade do uso. Mas há outras. A resposta está condicionada ao seu perfil e aos dispositivos que tem em casa. Se possui um leitor multimédia ou pretende investir num destes aparelhos (os que incluem o sistema operativo Android TV, mais versáteis, custam desde 70 euros), o Chromecast não lhe interessa.

O mesmo acontece se tiver uma consola de jogos, como a Xbox One ou a Sony PS4, ou ainda, apesar de ser menos prático, um computador portátil. Basta ligar um destes equipamentos ao televisor para recuperar a conectividade e o acesso às aplicações de streaming de vídeo. Apenas se tais equipamentos estiverem ausentes dos seus pertences terá vantagem em avançar para um Chromecast Video.

O que traz de novo a versão 3 do Chromecast face à 2?

Praticamente nada. Trata-se sobretudo de um lifting facial, e mesmo as alterações estéticas são subtis. A Google deixou de fora a resolução 4K e o HDR, mantendo estas opções apenas na mais dispendiosa versão Ultra (desde 71 euros), que continuará à venda. Parece um bom equilíbrio, visto que o beneficio de integrar o 4K e o HDR é reduzido e certamente não justifica o preço.

Tal como o modelo 2, o novo Chromecast tem dimensões reduzidas e pode ser carregado através da entrada USB do televisor, o que permite uma instalação muito discreta. Ponto potencialmente positivo: segundo a Google, a versão 3 faz streaming de vídeos em 1080 p, agora até aos 60 fotogramas por segundo (contra 30 na versão anterior) e integra a tecnologia Chromecast Audio, para streaming de música. Isto não significa, porém, que substitua um Chromecast Audio, pois não vem equipado com entrada de áudio analógica.

O nosso conselho

Caso tenha um Chromecast 2, não vale a pena sequer ponderar a troca. Agora, se não tem nenhum equipamento em casa, fica ligeiramente mais bem servido com a versão 3. A troca é ainda interessante para quem comprou o primeiro Chromecast Video, de 2013. Aqui, as diferenças são mesmo notórias.

E quem pretende um televisor moderno, sem problemas de conectividade? Só tem de espreitar características, resultados e preços no nosso comparador.

 

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