Não se decide entre Spotify e Apple Music? A DECO PROteste ajuda
Cerca de metade dos assinantes mundiais de streaming de música estão concentrados em duas empresas: Spotify e Apple Music. Se pretende subscrever um serviço de áudio digital e está com dificuldade em escolher qual, vale a pena ler a comparação entre os dois gigantes do mercado.
A DECO PROteste comparou os dois serviços de streaming de música mais utilizados, Spotify e Apple Music, para responder a uma pergunta: qual escolher? Existe um vencedor no confronto, por uma margem muito pequena, mas a resposta não é única.
Ambos os serviços servem bem diferentes tipos de utilizadores, consoante sejam consumidores de música mais casuais ou mais exigentes. Descubra a seguir o que caracteriza e o que distingue estes serviços, que vantagens e inconvenientes esperar de cada um e, finalmente, qual é o melhor para cada perfil de utilizador.
Quais são os serviços de streaming de música mais usados?
O tempo em que ouvir música dependia de um suporte físico está cada vez mais longe. Atualmente, de acordo com o “Global Music Report 2025” do IFPI, que agrega representantes da indústria musical em todo o mundo, o streaming representa 69% das receitas globais de música.
Há vários serviços disponíveis. Eis os mais populares ao nível mundial.
- Spotify – a plataforma sueca é a mais antiga, tendo sido lançada em 2006. É, de longe, a mais popular, com aproximadamente 270 milhões de subscritores do plano Premium (e quase 700 milhões no total, incluindo o plano gratuito). Acumula cerca de 32% dos assinantes de streaming em todo o mundo.
- Apple Music – lançado em 2015, conta perto de 90 milhões de subscritores do seu plano pago, o que corresponde a cerca de 13% dos assinantes de streaming. Inclui a estação de rádio Apple Music 1, a qual transmite ao vivo para mais de 100 países, 24 horas por dia.
- YouTube Music – detém perto de 10% dos assinantes de streaming e um catálogo com milhões de músicas e vídeos.
Spotify e Apple Music frente a frente
A comparação entre os dois serviços com mais subscritores em todo o mundo foi feita no que diz respeito a preços, diversidade dos conteúdos, qualidade do som, experiência de utilização e eficácia do algoritmo de descoberta de música.
1. Preços: Apple Music não tem serviço gratuito, mas subscrição é mais barata
A grande vantagem do Spotify é o serviço freemium, ou seja, um acesso gratuito com algumas limitações (como qualidade de áudio inferior e publicidade) ao catálogo de música. O Apple Music foca-se exclusivamente na experiência premium (subscrição paga).
Contudo, quando se comparam os preços dos planos pagos, o serviço da Apple revela-se mais barato. A maior diferença encontra-se nos planos para famílias. Com o Apple Music é possível juntar cinco membros do mesmo agregado familiar por 11,99 euros por mês. No Spotify, o plano familiar mais barato só permite juntar quatro contas, pelo valor de 15,49 euros. São mais 3,50 euros e menos uma pessoa.
| Plano | Spotify | Apple Music |
|---|---|---|
| Gratuito | Disponível, com anúncios, qualidade de 128-160 kbps sem downloads offline | Não disponível |
| Premium individual | 8,99 € | 7,49 € |
| Premium casal | 11,99 € | Não disponível |
| Premium família |
4 contas – 15,49 € 6 contas – 16,99 € |
11,99 € (até 5 contas) |
| Premium estudante | 4,99 € | 3,99 € |
Veredito: o Spotify disponibiliza uma versão gratuita, mas os planos pagos do Apple Music são mais baratos, pelo que vence esta ronda.
Dica: Os preços das subscrições dos serviços de streaming, sobretudo os de música, podem variar consoante a subscrição seja feita no browser ou na app dos serviços, sobretudo na versão para iOS, tendencialmente mais cara (por exemplo, Deezer, Napster e Qobuz). A DECO PROteste analisou os preços das subscrições e chegou à conclusão de que, em geral, é preferível aderir aos serviços através do browser e depois usá-los na plataforma que for mais conveniente.
Prática desleal da Apple lesou utilizadores do sistema iOS
Em abril deste ano, foi entregue uma ação coletiva contra a Apple. Pretende-se que a empresa reembolse os utilizadores pelos montantes pagos em excesso, após subscreverem os planos pagos de serviços de streaming de música através das aplicações descarregadas da Apple Store e ativados num iPhone ou iPad. Os valores excessivos podem chegar aos 30% do preço da subscrição. Os consumidores que foram prejudicados ainda se podem juntar à ação e exigir o reembolso dos valores que pagaram a mais na Apple Store pela subscrição de streaming de música.
2. Catálogo: milhões de faixas disponíveis em ambos os serviços
Tanto o Spotify como o Apple Music alegam possuir catálogos com mais de 100 milhões de faixas musicais. O que diferencia, então, as duas plataformas?
Acesso exclusivo a subscritores!
Adira ao plano Subscritor para aceder a conteúdos exclusivos e a todos os serviços. Como subscritor, dispõe de um call center com 50 juristas preparados para responder às suas questões, descontos exclusivos através do cartão DECO PROteste Descontos, e acesso a estudos independentes.
|
O conteúdo deste artigo pode ser reproduzido para fins não-comerciais com o consentimento expresso da DECO PROTeste, com indicação da fonte e ligação para esta página. Ver Termos e Condições. |
Exclusivo
Para continuar, deve entrar no site ou criar uma conta .