Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa
Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
Voos: reembolso pela bagagem de mão
A Euroconsumers, que reúne as organizações de consumidores de Portugal, Itália, Bélgica, Espanha e Brasil, e de que a DECO PROteste faz parte, vai exigir o reembolso das taxas adicionais cobradas pelo transporte da bagagem de mão aos passageiros.
Reclamações recentes
incumprimento de contrato
Em 2022 aderimos ao Dellasol Club de Férias que garantia oferta a preços vantajosos de pacote de viagens (vôo + estadia) a escolher durante determinados períodos a partir do site, mediante a subscrição de um acordo de crédito com a Cofidis. Em alternativa aos pacotes também se poderia usufruir de estadias em multipropriedades por um x número de dias por ano (opção que recusámos em troca da devolução de parte do valor do emprestimo). Como bonus de inscrição havi ainda um voucher a resgatar dentro de um prazo contado a partir da data de inscrição. Ainda, como viajamos muito por causa do trabalho, foi-nos assgurado que o Club teria condições muito vantajosa em relação à compra de bilhetes aereo através das companhias: bastaria enviar e-mail a solicitar a quotação. nada do que descrevi acima aconteceu: - apesar de termos desistido do uso das multipropriedades, o valor nunca foi devolvido; - apesar de termos efectuado várias tentativas de marcação de pacotes de viagem de férias, havia sempre qualquer coisa que não estava bem: ou não era no período certo, ou já não havia disponibilidade para aquilo que nós queríamos, ou havia problemas no site; - apesar de termos pedido várias vezes propostas para viagens de trabalho, as respostas ou não chegavam a tempo, ou não eram competitivas; Durante quase 2 anos tentámos contactar o Dellasol por mail ou por telefone, mas nunca obtivemos resposta. Entretanto, o número de telefone já não existe, as instalações físicas estão fechadas e vandalizadas e resolvemos cancelar o débito direto com a Cofidis, por incumprimento contratual, mas a Cofidis exige-nos a quantia remanescente.
Emissão de Declaração de Não Dívida
Ao solicitar uma declaração de não divida, para efeitos de venda do meu imóvel é-me solicitado o pagamento de 50€ para uma minuta com assinatura digital, ou 100€ para uma minuta com assinatura reconhecida. Considerando que o valor praticado para reconhecimento de assinatura se encontra entre os 15€/20€, não compreendo a natureza deste valor. Quando questionados sobre esta questão, alegaram que "A declaração de encargos não está prevista no nosso contrato de prestação de serviços com o condomínio, nesse sentido aplicasse o preçário em vigor, em anexo.", e remeteram um preçário, que não se encontra disponível no site, nem vem mencionado no contrato de condomínio. Quando solicitei a acta da assembleia onde tivesse sido apresentado o dito preçário, e aceite pelos condóminos, é-me respondido o seguinte: "Cumpre esclarecer que o contrato de prestação de serviços existente é celebrado exclusivamente entre a Lux Condomínios e o Condomínio, tendo por objeto a administração das partes comuns do edifício. O serviço em causa, designadamente a emissão de declaração e o respetivo reconhecimento de assinatura, não se enquadra no âmbito das obrigações contratuais relativas às partes comuns, tratando-se de um serviço prestado a uma fração autónoma específica, a pedido do respetivo condómino, e não ao Condomínio enquanto entidade coletiva. Nessa medida, não estamos perante a aplicação de um preçário relativo ao contrato de administração do condomínio, nem perante um encargo imputável às partes comuns ou sujeito a deliberação em Assembleia de Condóminos. Trata-se, sim, de um serviço individualizado, prestado a título particular, fora do âmbito contratual existente com o Condomínio." Ora coube-me relembrar que, ao abrigo do Art.º 1436.º, n.º 1, alínea r) do Código Civil, a emissão da declaração de encargos não é um serviço facultativo ou particular; é uma competência legal e funcional do Administrador do Condomínio, função para a qual a Lux Condomínios foi contratada. Ainda assim, a empresa reitera a posição tomada, não cumprindo com a sua obrigação legal, a não ser mediante o pagamento de um valor claramente abusivo.
Incumprimento grave do contrato – Interrupção prolongada de serviços
Exmos. Senhores, Eu, Carlos Pereira, titular de um contrato relativo ao serviço Vodafone – Pacote Fibra 4P (TV, Internet, Voz Fixa e Telemóveis), venho por este meio apresentar reclamação formal pelo incumprimento grave do contrato celebrado. Desde o dia 28 de janeiro, na sequência da depressão Kristin, encontro-me totalmente privado dos serviços contratados, situação que já perdura há 15 dias consecutivos. Apesar dos diversos contactos efetuados com os serviços de apoio da Vodafone, apenas no dia 10 de fevereiro fui contactado, pela primeira vez, por um técnico, que me informou que a deslocação ao domicílio ocorreria apenas no dia 18 de fevereiro. Tal significa que, mesmo admitindo a resolução nessa data, estaria 22 dias consecutivos sem Internet, Televisão e Telefone fixo. Acresce a esse facto a dificuldade extrema na ligação por telemóvel devido â falta de rede. No próprio dia 10 de fevereiro contactei novamente o apoio ao cliente para obter esclarecimentos sobre a eventual cessação contratual, tendo sido informado de que a resolução implicaria o pagamento de 174,91€, referente ao período remanescente de fidelização. Até ao momento, não me foi apresentada qualquer proposta de compensação ou esclarecimento sobre a forma como a Vodafone pretende ressarcir-me pelo período em que estive privado dos serviços contratados, incluindo a impossibilidade de utilização de serviços pagos por mim, como Netflix, HBO e PlayStation Plus, cuja fruição depende diretamente da ligação de Internet. A situação descrita configura, em meu entendimento, incumprimento contratual grave, por falha na prestação contínua e regular dos serviços contratados. Nos termos da Lei n.º 16/2022 (Lei das Comunicações Eletrónicas), a interrupção prolongada e injustificada do serviço constitui fundamento para resolução do contrato sem quaisquer encargos para o consumidor. Acresce que esta situação me impede de contratar outro operador que me assegure o acesso a serviços que, na sociedade atual, assumem carácter essencial, mantendo-me vinculado a um contrato que não está a ser cumprido pela própria operadora. Chamo a atenção que tanto eu como a minha mulher temos de utilizar diariamente a Internet por questões profissionais, vemo-nos assim impedidos de trabalhar em casa. Assim, venho por este meio solicitar a reposição integral do serviço no prazo máximo de 3 (três) dias a contar da receção da presente comunicação ou em alternativa, a autorização para resolução imediata do contrato, sem pagamento de quaisquer encargos de fidelização. Solicito ainda esclarecimento escrito quanto à compensação devida pelo período de interrupção do serviço. Aguardo resposta célere. Carlos Pereira
Encomenda com defeito grave
Exmos. Senhores, Na passada semana, comprei umas botas online na secção da Mango teen outlet. Quando as calcei notei imediatamente que a bota esquerda tinha dois altos por baixo da palmilha, na zona do calcanhar, que doíam bastante ao calçar. Levantei ligeiramente a palmilha para entender e deparei me com dois pregos levantados que não foram corretamente pregados até ao fundo na confecção. Sendo que a bota está completamente inutilizável, e o tamanho no site está esgotado, gostaria de receber o reembolso ou alguma forma de compensação para pagar o arranjo das mesmas. Nr do pedido: UG5QFR Cumprimentos.
Não devolvem o dinheiro
Exmos. Senhores, Em 10/11/2025 comprei-vos, através do vosso site, uma Batería Yuasa YT19BL-BS por 97,24 €. A referência da encomenda é SOW25/10927. Contudo, e dentro do prazo legal para o efeito, cancelei a encomenda, como é meu direito. Recebi, entretanto, e após vários pedidos de restituição a vossa última comunicação de 19/12/2025 indicavam que iriam devolver o valor que paguei o que até à data de hoje (11/02/2026) foi negado o exercício deste meu direito. Não aceito esta posição de modo algum, e exijo a restituição imediata do preço que paguei, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
