Reclamações públicas

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A. C.
01/01/0001

Decalaração de rendimentos referentes ao ano de 2015 ERRADA

Em Fevereiro de 2016, recebi da empresa Heading, Recursos Humanos, uma Declaração de Rendimentos do ano de 2015, para efeitos de IRS.Na altura de preencher a declaração de IRS, escolhi a modalidade pré-preenchida e achei muito estranho não aparecer no anexo A quaisquer dados sobre esta empresa....Tive que ser eu a inserir o NIF desta empresa e o valor que me foi declarado na tal declaração de rendimentos.Passado uns dias, recebo um comunicado da Autoridade Tributária a informar que os valores dos rendimentos que indiquei eram divergentes dos valores que a empresa Heading, Recursos Humanos, lhes comunicou (achei estranho, até porque na declaração de IRS pré-preenchida nem aparecia dados deles...). Deram-me a opção de apresentar provas a meu favor e enviei à Autoridade Tributária o comprovativo em PDF da decalração de rendimentos e expliquei que apenas me limitei a introduzir os valores que me foram comunicados.Demorou um mês para obter resposta da Autoridade Tributária, que me comunicou que entrou em contacto com a empresa que lhes forneceu os recibos de vencimento todos e que os valores não coincidiam com os valores que apresentei no meu IRS. PERGUNTO EU: QUAL A RESPONSABILIDADE DE UMA EMPRESA QUE ENVIA UMA DECLARAÇÃO DE RENDIMENTOS ERRADA A UM FUNCIONÁRIO? NÃO APURAM RESPONSABILIDADES?A Autoridade Tributária pediu para entregar declaração de substituição.... Assim o tive que fazer, recorrendo aos meus recibos de vencimento, pois a empresa Heading, Recursos Humanos nunca me enviou a declaração de rendimentos corrigida...!Acontece que com o tempo que esperei por uma resposta, esta declaração de substituição já foi fora do prazo e o Serviço de Finanças informou-me hoje, presencialmente, que irei sofrer uma coima perto de 100€. Também me aconselhou a pedir à entidade patronal satisfações e assumir a responsabilidade dos erros que cometeu. Já entrei em contacto com a entidade patronal que declina quaisquer responsabilidades, inclusivamente afirmando peremptoriamente ao telefone, que a declaração de rendimentos não está errada... Acho inacreditável...

Encerrada

Segurados da Mutlicare não podem adquirir óculos nas Opticas independentes

No outro dia tivemos uns clientes na Óptica para comprar óculos e lentes oftálmicas, quando ligaram para o seguro da Multicare disseram-lhes que se adquirissem fora das Ópticas que têm acordo com a Multicare, não comparticipariam nada e eles desistiram de comprar na nossa Óptica. Consideramos que esta situação é de uma tremenda injustiça com as Ópticas Independentes que assim não conseguem competir com os grandes grupos e não cumprindo desta forma com a Lei da Concorrência.

Encerrada
S. C.
01/01/0001

Garantia de carro

Comprei um carro com 2 anos de garantia e agora houve um problema na caixa e quando o comprei disseram me que estava tudo/ qualquer problema abrangido pela garantia. Deram me uma garantia da iws e agora ir tenho problemas no carro e ele não circula e agora dizem que não pagam a reparação! Sinto me enganado pelo stand

Encerrada

prótese dentaria com defeito (varias prótese)

Venho por este meio, descrever a minha reclamação.Fui a um consultório dentário pedir um orçamento para uma prótese dentária, foi me pedido um adiantamento em dinheiro para fazer a prótese. Isto tudo em 6-4-2015, foi me dito que a prótese estaria pronta num espaço de 15 dias, fiz prova para a prótese no mesmo dia e foi me dito que dentro de 15 dias estaria pronto. Ao fim de 15 dias, telefonei para a clínica para saber se demorava muito, foi me dito que me ligavam logo que estivesse pronta a prótese, entretanto me ligaram após 20 dias para colocar a prótese, no entanto fui fazer a prova o qual primeiro médico que me atendeu, Dr.Daniele ao provar a prótese ao colocar na minha boca, a prótese quebrou. No entanto, eles levaram-na e disseram para tirar outro molde, o qual estive a esperar mais ou menos 15 dias. Me telefonaram e eu fui outra vez provar a prótese com um Doutor Nuno e o outro se escondeu no consultório sem me dar qualquer tipo de justificação do sucedido. Fui atendida por o Doutor Nuno, mais uma vez me colocaram a prótese na boca e partiu outra vez, o medico muito irónico disse que eu devia ir para casa com ela partida pois ficaria melhor, rindo-se do sucedido sem qualquer tipo de carácter e profissionalismo, depois de eu ficar descontente com a situação tiraram outro molde com outro médico(Doutor João)que disse que ele próprio iria tratar da minha boca, tirou-me o molde e me deu a que estava quebrada como provisória e me disse que teria de aguardar mais uns dias até me ligaram para eu ir lá tirar outra prova. Entretanto fiquei com o que me deram provisória que estava quebrada(nova), enquanto eu estava a espera da outra, estava a trabalhar com ela quebrada na minha boca, mal conseguia falar, inclusive a pior decepção que passei foi quando um dente caiu na frente do cliente, de imediato liguei para lá muito irritada e eles me disseram para eu ter calma, me fizeram fazer 500 quilómetros para me colocar a terceira prótese na boca que já estava feita, entretanto ao colocar a prótese mais uma vez não dava para colocar na minha boca por estar mal feita e me ferindo a boca, me aconselharam ir ao próprio laboratório noutra localidade para ver o que se passava, fui atendida por a própria médica que fazia a prótese, no entanto ela disse que para ter os encaixes melhor tinha de serrar os meus dentes e fazer a parte inferior para encaixar melhor a parte superior que poderia ser esse o problema para a prótese superior, então pedi para ela fazer pensando que ia resolver o meu problema de tanto sofrimento e decepção que passei nesta instituição que se diz chamar clínica dentária.Passado 3 dias fui lá colocar as próteses dentárias, a parte inferior feriu a minha boca toda, ela própria disse que era normal porque era nova e a superior estava no mesmo jeito, a pior.. Resumindo, depois de 3 meses continuo igual com 3 próteses mal feitas, de muitos quilómetros, de muitos gastos, de muitas decepções, falei com o responsável da clínica(Doutor Paulo) no entanto ele já tinha falado comigo pelo menos 3 vezes, onde acompanhou toda a situação e me sugeriu calma porque iria resolver toda minha situação, isto ao fim de 3 meses situação essa me dar o dinheiro das próteses e eu devolver as próteses mal feitas e ficar sem dentes na boca porque não tem competência sendo ele o administrador da CCEES(centro clínico)..Resumindo, eu não aceitei porque além de ter gasto muito dinheiro, muito tempo, muitas faltas ao trabalho e por danos morais e por falta de respeito pelo paciente etc etc, é vergonhoso ter clínicos a trabalhar desta forma junto dos utentes.

Encerrada
A. C.
01/01/0001

Engano na aquisição de zapping

Utilizo os Transportes Sul do Tejo(TST) para a minha deslocação diária para o trabalho, da Margem Sul para a Gare do Oriente, com um passe mensal.Em Julho estive um período de férias, optei por não recarregar o passe e carregar o cartão para utilizar em pré-comprados.Fiz o carregamento por multibanco e foram-se apresentadas duas opções, carregar passe mensal ou zapping.Por exclusão de partes, carreguei 25€ na opção zapping.No dia 1/7/15, ao tentar pagar o bilhete na carreira 333 dos TST, o valor não pode ser utilizado.Contatei os TST que me informaram que não me podiam ajudar uma vez que o zapping esta ligado a outras entidades que não os TST.Contatei os Transportes de Lisboa que me informaram que este carregamento não é reembolsavel nem é possivel transferir o valor de um cartão para outro, que para mim podia ser uma opção uma vez que o meu marido utiliza os transportes de Lisboa.Após vários emails a explicar a situação`aos Transportes de Lisboa e deslocação a dois postos de venda de bilhetes em Lisboa, a resposta é sempre a mesma:Lamentam mas não ha nada a fazer, não devolvem o valor nem passam o crédito de um cartão para outro

Encerrada
A. C.
01/01/0001

Atualização Software

Sou proprietária de um Seat Ibiza 1.2 Diesel, matricula 10-LA-58 de 2010, e venho por este meio expor/impor a resolução da avaria do meu Seat que passo a explicar:Como é do vosso conhecimento, a vossa empresa esta a enviar cartas aos proprietários de carros Seat para se dirigirem a um concessionário a fim de resolverem a situação de emissões de gases, como proprietária de um Seat, recebi a carta e dirigir a um concessionário onde foi feita a atualização do software, esta situação ocorreu no dia 12 de Dezembro de 2016, no concessionário de Vila franca de Xira com o Sr. Vitor Santos.No mesmo dia 15 de Dezembro, quando o fui levantar o carro, notei que o trabalhar do motor estava diferente mas no concessionário disseram-me que era normal.No dia 28 de Dezembro de 2016, quando me deslocava para o trabalho, acendeu a luz do motor no painel, dirigi-me a uma oficina onde foi feito um diagnóstico cujo erro foi precisamente “avaria do sensor de temperatura da reciclagem dos gases”, mais precisamente válvula EGR têm de ser substituída.Como é possível esta situação se fui convocada pela Seat precisamente para fazer uma atualização do software e resolver a emissão de gases? situação que própria empresa Seat assume e que vai resolver a situação sem qualquer encargo para o cliente? Mais uma vez, tive de faltar ao meu trabalho, para me dirigir ao concessionário da Seat de Vila Franca de Xira e solicitar junto do Sr. Vitor Santos uma explicação/resolução desta avaria, a qual me respondeu que a atualização que fizeram nada interfere na avaria apresentada, “avariou porque tinha de avariar”, e se quiser a situação resolvida terá de pagar para substituir a Válvula e pagar todas as despesas.Os valores apresentados em 800 euros.Saliento: “O meu Carro Seat nunca teve qualquer avaria até a data”.Se o carro vem mal programado de origem, responsabilidade da Seat, e a válvula EGR tem influência na emissão de gases, ao fazerem a reprogramação, a válvula avaria, de quem é a responsabilidade? Do Cliente? Ou da própria Seat? que põe um carro em circulação com um sistema que não esta conforme as regras exigidas e que esta a enganar os clientes ao vende-lo?Havendo vários relatos e reclamações no “portal da Queixa” e que é de conhecimento público, não terá a Seat de assumir responsabilidades?A Seat teria obrigação de informar os clientes pormenorizadamente da atualização a fazer e suas consequências, e não o fez, estando agora os clientes com os seus carros avariados, com orçamentos exorbitantes e sem resolução da própria Seat.

Encerrada

Pedido de reembolso do curso de Técnico Auxiliar de Farmácia

Venho por este meio apresentar queixa sobre a empresa Intelectus pelo Incumprimento das cláusulas contratuais. Matriculei-me em Janeiro, para uma formação de Técnico Auxiliar de Farmácia que a empresa fez publicidade através da rede social (Facebook) e de uma página na Internet, que entretanto já apagaram. Após contacto telefónico transferi o valor da formação (550 euros) para a conta bancária que me enviaram (tenho o comprovativo da transferência) e pedi que me enviassem a factura/recibo referente ao curso e valor pago (tenho a factura/recibo e respectivo envelope). Na altura de realizar a formação a Sª Rita Fontes entrou em contacto comigo para me informar que o inicio da formação tinha sido adiada, quando estava quase a chegar a nova data para o inicio da formação voltou a contactar-me para me informar que afinal tinha sido cancelada por falta de formandos. Perguntei então quando seria reembolsada com o dinheiro que tinha pago e a Sª Rita informou-me que dentro de um prazo de 90 dias iriam efectuar a transferência do dinheiro. Infelizmente o reembolso do curso, que nem sequer cheguei a frequentar porque foi cancelado pela Intelectus, e que já devia ter sido efectuado à imenso tempo, visto que me inscrevi em Janeiro e já vamos nos finais de Setembro, nunca chegou a ser efectuado. Após muita insistência consegui estabelecer contacto com esta empresa para saber o dia do reembolso, no qual a D. Sara Simões me informou que esse assunto já tinha sido encaminhado para a contabilidade para efectuar o pagamento, prazo que entretanto passou e não obtive reembolso. Os números de telefone estavam sempre incontactáveis e não respondiam aos email que enviava, apenas iam dando novos prazos, que nunca cumpriram, através de email`s pré defenidos e de envio automático. Entretanto, todos os contactos quer telefónicos, redes sociais, email foram apagados. Existe aqui uma enorme falta de respeito e consideração por parte desta empresa pois além de não terem devolvido o dinheiro ( 550 euros ) dentro do estipulado nunca se disponibilizaram para me fornecer uma data de reembolso real, ou seja, atrevo-me a dizer que desde o inicio tudo isto não passou de um esquema de burla por parte desta empresa.

Encerrada
N. S.
01/01/0001

Burla

Exmºs Senhores,Venho por este meio, expor uma situação que ocorreu comigo hoje, e passo a explicar.Eu e o meu noivo estamos à procura de locais para casar, e como tal o site casamentos.pt é o local ideal para procurarmos fornecedores, para podermos começar a organizar o mesmo.Chamou-me particularmente à atenção uma quinta chamada Quinta do David, uma vez que a mesma tinha um bom espaço, uma decoração bonita, e um preço bastante acessível (min 25 euros por pessoa), visto isso, solicitei através do site casamentos.pt informações sobre a quinta, visto existir apenas uma ementa disponível, e um único preço para a mesma.Visto ter alguma urgência na procura de quinta, decidi ligar hoje de manhã, para poder entender melhor os preços por eles praticados, qual não é o meu espanto quando em chamada, a Senhora que me atendeu através do nº 936322518, explica-me que para conhecermos mais pormenores acerca da quinta, teremos que fazer uma visita à mesma, indicando também que não iria enviar os menus através de email, pois não faz parte do procedimento deles.Solicitei portanto, o preço do menú mínimo para confirmar que se tratava do mesmo preço por eles colocado no site casamentos.pt, ao que a Srª me responde que o preço mínimo da ementa de casamentos será de 60 euros por pessoa e o máximo rondará os 80 e poucos, e que a ementa dos 25 euros é apenas para jantares de empresas.A minha questão é: As empresas vão procurar no casamentos.pt fornecedores para jantares de grupo?Claramente que isto é uma falta de respeito pelo consumidor! Obviamente mostrei a minha insatisfação em relação a esta mesma situação, uma vez que os preços (por eles) colocados no site, não são os que efectivamente são por eles praticados, e isto leva-me a pensar até onde é que “exploram” o consumidor?Eu própria posso responder a esta questão! Até onde o consumidor deixar! De acordo com o decreto lei 330/90 , existe uma violação do respeito pelo consumidor nomeadamente em relação ao principio da veracidade, publicidade enganosa, e principio do respeito pelos direitos do consumidor.

Encerrada
L. D.
01/01/0001

Corte de fornecimento de água, internet e tv à cabo

O senhorio quer que eu saia do quarto que arrendei, mas ainda não denunciou o contrato, pois não recebi nenhum aviso. Propus resolução amigável, mas antes de obter qualquer resposta do senhorio percebi que os serviço de internet, tv à cabo e fornecimento de água foram cortados. Pago por estes serviços adiantadamente, junto com o pagamento da renda mensal. Apesar de haver diversos quartos e moradores, somente eu estou na casa neste período e acredito que esta situação seja para forçar minha saída, na qual, por motivos contratuais, eu seria prejudicado.Grave é a falta de água, pois não consigo tomar banho, escovar dentes, usar a sanita e cozinhar, ou seja, não consigo manter minimamente minha dignidade dada a situação na qual me encontro. Creio ter que alugar quarto em algum hotel e ter que comer fora de casa até que a situação se normalize, o que acarretará em custos não previstos.Tentei me comunicar por meio dos telefones para assuntos urgentes disponibilizados em contrato pelo senhorio, mas não fui atendido. Enviei e-mails e ainda não obtive respostas. Estou à procura de quarto para passar esta noite e me preocupo com meus pertences que ficarão no quarto e no frigorífico enquanto eu estiver fora.

Encerrada
A. C.
01/01/0001

Problema com a fatura de cobrança de prestação.

Boa tarde,N.º de associada: 4400286-75Venho por este meio, solicitar que seja averiguado se a taxa de IVA que está a ser cobrada na comissão de gestão (23%), que é a taxa em vigor no Continente, uma vez que o crédito, em causa foi feito no Balcão da Ilha Terceira, situada no Arquipélago dos Açores, onde a taxa a ser aplicada é de 18%.Já fiz várias reclamações para o banco, UNIDADE DE INCIDENCIAS (helpdesk.incidencias@santander.pt), onde pela última resposta que me facultaram foi a seguinte, passo a citar: Exma. Sra. Dª Sandra Espírito Santo,Agradecemos antes de mais o seu contacto.Relativamente ao assunto exposto, conforme referido anteriormente, nos termos do Código do IVA, o Banco Santander Totta (BST) é um sujeito passivo misto uma vez que, no exercício da sua atividade, efectua operações que conferem direito a dedução e operações que não conferem direito a dedução.Por seu turno, o cliente Paulo Espírito Santo, é uma pessoa singular que não é enquadrada nos termos do artigo 2.º do Código do IVA, motivo pelo qual não é um sujeito passivo sendo considerado consumidor final.Assim sendo, e nos termos do artigo 6.º, n.º 6, alínea b) do CIVA, quando um sujeito passivo, no caso o BST, presta serviços de SFAC a um consumidor final, os seus serviços consideram-se localizados onde o prestador tem a sede, ou seja, na situação em análise a operação será tributada no Continente, uma vez que é neste local que o BST se encontra sediado.Consequentemente, e uma vez que esta operação não se enquadra nas excepções previstas nos n.os 7 a 15 do artigo 6.º do CIVA, conclui-se que a taxa aplicável deverá ser 23%, nos termos do artigo 18.º, n.º 1, alínea c) do Código do IVA.Notamos que a regra geral do artigo 6.º, n.º 6, alínea b) do CIVA tem exceções de aplicação que se encontram espelhadas nos termos dos n.os 7 a 15 do referido artigo 6.º do CIVA. Neste sentido, de facto, em certas operações, como é o caso das telecomunicações (artigo 6.º, n.º 10, alínea h) do CIVA), poderá aplicar-se a tributação do domicílio do destinatário, não sendo essa a operação em causa – prestação de serviços de SFAC.Em face ao exposto, e considerando a complexidade do artigo 6.º do CIVA, a localização da tributação de prestações de serviços, em sede de IVA, depende efectivamente:(i) do destinatário dos serviços que está em causa – se se qualifica como sujeito passivo ou como consumidor final e(ii) do tipo de operação que está em análise.Os dois elementos supra identificados são essenciais para apurar a localização da tributação de prestações de serviços, sendo que varia dependendo do destinatário e da operação – cfr. artigo 6.º, n.os 6 a 15 do CIVA.Deste modo, a posição do Banco Santander Totta cumpre os termos da lei acima mencionados e a prestação de serviços de SFAC deverá ser tributada nos termos da regra geral do artigo 6.º, n.º 6, alínea b) do CIVA.Para qualquer esclarecimento adicional, lembramos estar ao inteiro dispor.Com os melhores cumprimentos,Sofia GouveiaContact CenterBanco Santander TottaChamo também a atenção, para a identificação do 1º titular da conta ser o meu marido: Paulo Fernando da Silva do Espírito Santo, com o NIF 175192332.Com os melhores cumprimentos,Sandra Espírito Santo (NIF 206956487)

Encerrada

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