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Encomenda não entregue
Em 2026.07.06 (10:57), a GLS informou-me, através de e-mail, de que a encomenda 48150958646 de CASISOFT MindWare GmbH com o N.º de seguimento GLS 1318132893, já se encontrava em distribuição. No mesmo dia, às 16:01, também através de e-mail, a mesma transportadora informou-me que, às 17:00 - uma hora depois - a encomenda não pôde ser entregue por me encontrar ausente, o que é redondamente falso: permaneci no meu domicílio durante todo o dia, podendo inclusive arrolar testemunhas. Mas, ainda que fosse verdade, a GLS encontrava-se obrigada a efectuar nova tentativa de entrega. No entanto, direcionou a encomenda, de imediato, para um ponto de recolha. Reclamado o procedimento no mesmo dia e requerida a entrega em mão, conforme contratualizado e pago, a GLS não respondeu até à data, nem sequer acusou a recepção do e-mail.
Reembolso não recebido
Realizei uma encomenda na Showroomprivé no dia 11 de junho de 2026, no valor de 319,99 €, através da plataforma online. Contudo, a encomenda foi cancelada e o produto nunca chegou a ser entregue, mas até ao momento não recebi o reembolso do valor pago. Nas últimas semanas, contactei várias vezes o serviço de apoio ao cliente da Showroomprivé, que me informou que a responsabilidade do reembolso era do parceiro Moonia Mattresses. No entanto, o próprio parceiro comunicou-me, através da plataforma da Showroomprivé, que teria já efetuado o reembolso durante o mês de junho e pediu à Showroomprivé para verificar a situação, pois eu continuava sem receber o valor. A Showroomprivé pediu-me ainda documentação adicional e capturas de ecrã, que forneci de imediato, mas mesmo assim continuo sem qualquer resolução ou devolução do dinheiro. Considero esta situação totalmente inadmissível, pois, apesar do cancelamento da encomenda já há algum tempo, continuam a passar a responsabilidade entre si, deixando o consumidor prejudicado. Peço que a Showroomprivé proceda ao reembolso imediato do valor em causa e que me seja dada uma resposta clara e definitiva sobre este processo.
Concerto cancelado
Boa tarde, vnho por este meio apresentar uma reclamação relativa ao Festival EvilLive, organizado pela promotora Prime Artista, no passado Domingo, dia 5 de Julho, de 2026, na MEO Arena, em Lisboa. O alinhamento do festival consistia em 6 bandas, sendo que uma delas, os Megadeth, a penúltima banda a tocar, cancelaram a sua actuação já no local, cerca de 30 minutos após a a hora marcada, já com o palco montado, para o início da sua actuação. A informação do cancelamento, foi dada por alguém da organização através do sistema de som do evento, gerando a óbvia indignação por grande parte do publico que viu na banda o principal motivo para adquirir o bilhete. Olhando para as horas anunciadas, Megadeth às 20:50, Marilyn Manson às 22:45, e considerando os habituais 30 minutos de change-over entre bandas, percebemos que a banda cancelada teria um set de aproximadamente 1h e 20min, sensivelmente o mesmo tempo que Marilyn Manson, considero que que ambas partilhavam o estatuto de headliners co-headliners. Posto isto foram divulgados dois comunicados oficiais, um da banda que alega problemas tecnicos e um da promotora que passa a responsabilidade para a banda, dizendo que foram efectuados todos os esforços necessários no decorrer do dia. Independentemente do facto de os Megadeth terem sido o factor que nós, o meu marido e eu, a adquirir o bilhete para o evento, consideramos que os factos aqui relatados, em conjunto com a lei, são razão suficiente para pelo menos uma devolução parcial do valor total dos nossos bilhetes. Com os melhores cumprimentos, Aida Duarte
movimentos financeiros indevidos
Exmos senhores estou a contatar porque estão a retirar dinheiro da minha conta sem autorização da minha parte e sem nunca ter fornecido qualquer dado financeiro em nenhuma plataforma digital da eneba, pois nunca efetuei qualquer tipo de compra convosco. Já são dois movimentos financeiros, um no valor de 20,56€ no dia 17/07/2026 e outro de 20,15€ no dia19/07/2026. Gostaria de ver esta situação resolvida o mais rapidamente possível e com o reembolso dos valores retirados da minha conta indevidamente.
Impossibilidade de acordo diante de dificuldades financeiras a pagar
Iniciei o meu curso de cibersegurança há cerca de dois meses e, desde então, não consegui adaptar-me nem superar as dificuldades financeiras para continuar a pagar. Já enviei vários emails para a escola e, em todas as respostas, apenas me dizem que já ultrapassei o prazo de 14 dias. Eu compreendo essa regra, mas considero que, em apenas 14 dias, um aluno não consegue perceber totalmente se deve ou não prosseguir com o curso. Lamento que não apresentem qualquer hipótese de rescisão ou de acordo, deixando o aluno obrigado a pagar todas as prestações até ao fim, sem qualquer alternativa. A única solução proposta é a transferência de titularidade ou a mudança de curso, o que considero insatisfatório, pois não há mais opções disponíveis. Gostaria de encontrar uma solução razoável para ambas as partes. Também já solicitei o livro de reclamações e não me foi facultado. No CONTRATO: 00621216
Voucher oferta não recebido
Na sequência da minha contratação do pacote de TV+NET+Voz feita no dia 23 de Junho à empresa MEO, foi-me indicado por telefone (cuja chamada está gravada e que a MEO pode ouvir) que teria a oferta de dois vouchers para gastar na loja MEO online: um no valor de 35€ e outro de 150€ (além da oferta das mensalidades mais baratas, adesão a uma plataforma de streaming de forma gratuita, etc), tendo sido essa a razão que me levou a optar pela MEO comparativamente à concorrência. Acontece que após a visita do técnico de dia 27 de Junho para a instalação do serviço, recebi no dia 29 por SMS a oferta do voucher dos 35€, mas não o dos 150€. Entrei em contacto por chamada com o apoio ao cliente já no dia 3 de Julho (uma vez que continuava sem o voucher), que me confirmou que teria direito a esse voucher de 150€ além das outras ofertas e que iam corrigir a situação nos próximos dias (essa chamada mais uma vez encontra-se gravada), tendo eu recebido um SMS nesse dia a indicar: "Estamos a analisar o seu pedido que registamos com o nº 3-980443881052. Prevemo dar uma resposta à situação apresentada dentro de 10 dia(s).". Hoje, dia 20 de Julho (quase um mês depois!), continuo a aguardar a receção do voucher dos 150€ para poder proceder à compra de um eletrodoméstico, oferta essa que continua em vigor para novos contratos no site MEO, tendo sido esse o motivo diferenciador para a contratação do serviço com esta empresa. Voltei a contactar hoje o apoio ao cliente que me indicou que não podiam fazer nada, "que o assunto está em tratamento", e não havia mais nada a acrescentar. Apenas quero receber aquilo que me prometeram por duas vezes que tinha direito (uma na contratação e outra no 1º contacto com o apoio ao cliente), havendo provas pelas chamadas gravadas do que foi dito pelos assistentes da MEO, caso contrário teria optado pela concorrência.
Recessão de contrato
Venho por esse meio, comunicar que já enviei três email para a Interpass pedindo a cessação do contrato, pois não estou satisfeita com os serviços,não superou as expectativas prometidas pelo o vendedor na altura, sendo que entraram em contacto comigo para comunicar que eu havia ganhado um voucher, e tinha que ser apanhado em um hotel em Portimão onde vivo, lá fui abordado em um evento da Interpass … com muita confusão acabei sendo induzida a aceitar as condições que até hoje não aconteceu, já pago a mais de um ano.. sem falar que a fidelizaçǎo é abusiva de 73 meses. Sendo que nenhum dependente da minha família que são cinco,nunca usou os serviços e eu que sou a titular só usei no máximo três vezes… Estou completamente insatisfeita com a prestação de serviços da Interpass. Peço ajuda a Deco pro teste Desde já agradeço
Recolha não efetuada
Realizei um pedido de recolha e envio de uma encomenda dia 13/07 com promessa de recolha no dia seguinte e até agora não foi efetuada. Não respondem a emails nem atendem o telemóvel. Têm um chat cujos trabalhadores (ou bots?) pedem para enviar email porque não podem fazer nada, mas depois continuam sem responder a emails.
Pingo Doce - Débito a dobrar de embalagem
Boa tarde. O Pingo doce está de forma abusiva a debitar a dobrar a embalagem da garrafa de água, pelo preço de 10 cêntimos, pois o preço de compra (que é o mesmo) sempre incluiu a embalagem. Agora debitam a embalagem duas vezes. Obrigado . Paulo Rodrigues
Cartão tacógrafo 2via defeituoso
Assunto: Reclamação – Segunda via do cartão de tacógrafo com defeito e prejuízos causados Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal relativamente à emissão da segunda via do meu cartão de tacógrafo. Após cerca de 30 dias de espera, recebi o cartão, porém o mesmo apresentava defeito, identificado pelo código de erro 50, o que impossibilitou a sua utilização. Perante esta situação, desloquei-me ao IMT, onde fui informado de que teria de obter um laudo técnico numa oficina/centro autorizado, de forma a comprovar que o cartão se encontrava efetivamente defeituoso. Tal situação obrigou-me a suportar deslocações, perdas de tempo e diversos transtornos, sem que a origem do problema me fosse imputável. Em consequência, continuo impossibilitado de exercer a minha atividade profissional, encontrando-me em risco de perder o emprego devido aos sucessivos atrasos e à ausência de uma solução para um problema que resulta exclusivamente da emissão de um cartão defeituoso. Acresce ainda que tive despesas adicionais com transportes, nomeadamente viagens de Uber, tanto para me deslocar ao IMT como ao local onde foi emitido o laudo técnico. Considero inaceitável que, após o período de espera pela segunda via, o cartão tenha sido entregue com defeito e que eu tenha sido ainda obrigado a suportar novos custos e diligências para comprovar um erro que não me é imputável. Solicito, assim, a resolução urgente desta situação, a emissão imediata de um cartão em perfeitas condições de funcionamento e a apreciação da responsabilidade do IMT pelos prejuízos e despesas que me foram causados. Aguardo uma resposta célere e uma solução definitiva para este assunto.
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