Reclamações públicas
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Rutura Stock
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente a uma encomenda efetuada junto da Wells, da qual um produto, com valor de 9,90 euros, não foi entregue devido a rutura de stock. Apesar de me ter sido comunicado que o produto não poderia ser fornecido, já decorreram várias semanas sem que o respetivo reembolso tenha sido efetuado. Durante este período, realizei diversos contactos através dos canais disponibilizados pela empresa, procurando obter esclarecimentos e uma solução para a situação, mas sem sucesso. As minhas tentativas têm sido ignoradas ou não têm recebido qualquer resposta concreta. Considero esta situação totalmente inaceitável. A Wells encontra-se a reter um montante que me pertence sem qualquer justificação válida e durante um período manifestamente excessivo. Enquanto consumidor, não tenho qualquer obrigação de financiar a atividade da empresa nem de aguardar indefinidamente pela devolução de valores pagos por bens que nunca me foram entregues. Exijo, por isso: A devolução imediata e integral do valor correspondente aos produtos não entregues; Uma explicação formal para o atraso verificado; Uma compensação adequada pelos transtornos causados, pelo tempo despendido em sucessivos contactos e pela falta de consideração demonstrada para com o cliente. Caso esta situação não seja regularizada com a maior brevidade, reservarei o direito de apresentar reclamação através do Livro de Reclamações e junto das entidades competentes de defesa do consumidor. Aguardo uma resolução urgente desta situação. Com os melhores cumprimentos,
Pré Autorização PA0434175 - FELIPE OLIVEIRA ARRUDA
Sou cliente Médis (Apólice n.º DI56250887) e apresento esta reclamação devido à recusa de autorização de uma cirurgia ortopédica necessária para correção de uma rotura traumática do grande peitoral, devidamente comprovada por exames de imagem e relatórios médicos. A Médis fundamenta a recusa numa alegada situação de pré-existência. Contudo, esta decisão ignora um facto essencial: antes da atual apólice Médis, eu encontrava-me segurado através da apólice Zurich n.º 009940056, tendo posteriormente transitado para a Médis sem interrupção da proteção de seguro de saúde. Durante a transição foi-me transmitido que existiria continuidade de cobertura, sem aplicação de novos períodos de carência, motivo pelo qual mantive o seguro e continuei a suportar os respetivos custos. Após a recusa inicial, solicitei formalmente a reapreciação do processo, apresentando toda a documentação clínica e contratual necessária. Apesar disso, a resposta da Médis limitou-se a reiterar a recusa, referindo uma data clínica considerada relevante para análise de pré-existência, sem esclarecer: * Qual a cláusula contratual concreta que fundamenta a decisão; * Como foi analisada a continuidade de cobertura entre a apólice Zurich e a atual apólice Médis; * Qual o enquadramento contratual aplicado à transição entre os dois seguros; * Nem por que motivo essa continuidade não foi considerada na decisão final. Entendo que uma decisão com impacto tão relevante na saúde do segurado deve ser devidamente fundamentada e não pode ignorar elementos essenciais do histórico contratual apresentado. Solicito a reapreciação integral do processo, com análise efetiva da continuidade de cobertura anteriormente existente, bem como a emissão de uma resposta técnica e contratualmente fundamentada. Considero igualmente preocupante a ausência de esclarecimentos concretos relativamente aos argumentos apresentados, obrigando o consumidor a recorrer a entidades externas para obter uma apreciação adequada do caso.
Desativação Injusta da minha conta pessoal do Facebook
Senhores, venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Meta Platforms devido à desativação permanente e injustificada da minha conta pessoal do Facebook . No dia 17/06/2026, a plataforma desativou o meu perfil sob a alegação genérica de violação dos padrões de integridade da conta. No entanto, a minha conta é totalmente real, utiliza as minhas fotografias reais e nunca violou quaisquer Termos de Serviço da comunidade. O sistema automatizado solicitou uma verificação por selfie. Enviei as imagens conforme pedido, mas o robô de inteligência artificial rejeitou o recurso em menos de duas horas, removendo permanentemente a minha opção de pedir uma nova revisão humana dentro da aplicação.
Gestão do Sinistro
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a Caravela Seguros relativamente à gestão do meu sinistro automóvel (processo 9001171535/1, apólice 9001662597). O meu veículo — Tesla Model X, viatura familiar de 7 lugares — ficou imobilizado desde 18 de fevereiro de 2026. A seguradora demorou cerca de 50 dias a assumir responsabilidade, tendo-o feito no último dia do prazo legal, às 18 horas. Durante os meses seguintes, fui obrigado a alugar veículos de substituição a meu custo, realizar deslocações semanais entre empresas de rent-a-car, e suportar custos de combustível elevados por os veículos cedidos serem a gasolina em vez de elétrico. A minha família, com 5 filhos, faz deslocações diárias Cartaxo-Lisboa, o que tornou esta situação particularmente penosa. A seguradora recusou reembolsar aproximadamente €2.700 em despesas documentadas, invocando que a demora na reparação era da minha responsabilidade — argumento desmentido pelos próprios emails da oficina enviados em cópia à Caravela, que confirmam que os atrasos se deveram exclusivamente à falta de peças originais Tesla, fora do controlo de qualquer interveniente. Em momento algum a Caravela sugeriu oficina alternativa ou qualquer solução para mitigar a situação. As respostas foram tardias, o serviço prestado foi manifestamente inadequado face à gravidade da situação, e a posição assumida é injustificável à luz da documentação existente. O valor total reclamado ascende a €8.232, incluindo despesas de aluguer, combustível e privação de uso. Agradeço a vossa intervenção.
Reclamação sobre o serviço prestado pela oficina A Matos Car Citroën – Castelo Branco
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço prestado pela oficina A Matos Car Citroën, em Castelo Branco, devido a diversas falhas de atendimento, comunicação e qualidade do serviço efetuado no meu veículo. No dia 12/06/2026, foi-me informado que seria contactado pela oficina com uma atualização e resolução relativamente à reparação do meu veículo. Esse contacto nunca aconteceu. Tentei posteriormente obter informações, mas a oficina já se encontrava encerrada, ficando sem qualquer esclarecimento. No dia 15/06/2026, tendo em consideração que o veículo de substituição disponibilizado pelo seguro teria de ser devolvido nesse mesmo dia, desloquei-me por iniciativa própria à oficina, em Castelo Branco, logo pela manhã, para obter informações sobre o estado da reparação. Ao chegar, fui informado de que o veículo apenas estaria pronto algumas horas depois. Como resido a aproximadamente uma hora de distância, fui obrigado a permanecer em Castelo Branco à espera da conclusão do serviço. Foi-me garantido que seria contactado assim que o veículo estivesse pronto, previsivelmente por volta das 12h00. Mais uma vez, esse contacto nunca aconteceu. Perante a ausência de qualquer comunicação por parte da oficina, decidi regressar às instalações juntamente com a minha esposa. Para nossa surpresa, o veículo já se encontrava pronto e à nossa espera, sem que ninguém nos tivesse informado. No momento da entrega, verificámos ainda que o veículo se encontrava extremamente sujo, tanto no exterior como no interior. Ao apresentar esta reclamação à funcionária que nos atendeu, a resposta demonstrada foi de total desinteresse pela situação, tendo inclusive demonstrado pressa para que abandonássemos as instalações sem qualquer tentativa de resolução ou pedido de desculpas. Contudo, a situação mais grave surgiu durante a viagem de regresso. Verificámos que o veículo passou a puxar significativamente para a direita, indiciando uma possível deficiência no alinhamento ou em algum trabalho realizado durante a reparação. Esta situação constitui um sério risco para a segurança rodoviária, sobretudo considerando que tivemos de percorrer cerca de uma hora de viagem até à nossa residência e utilizamos o veículo diariamente. Perante a sucessão de falhas ocorridas — ausência de comunicação, incumprimento dos contactos prometidos, falta de cuidado na entrega do veículo, atendimento inadequado ao cliente e potencial problema mecânico com implicações na segurança — manifesto a minha total insatisfação com o serviço prestado e a perda de confiança nesta oficina. Solicito que esta reclamação seja devidamente analisada e que sejam tomadas as medidas necessárias para corrigir a situação, nomeadamente a verificação imediata do problema de alinhamento do veículo e o esclarecimento das falhas de atendimento ocorridas. Com os melhores cumprimentos, Thiago Henrique Pereira Neres Matrícula: BG-90-ME Contacto: 962 474 719 Email: thiagohenrique1@live.com
Cobrança de serviço de intermediação sem perceção clara de que não se tratava do canal oficial
Exmos. Senhores, No dia 17/06/26, utilizei o vosso website com o objetivo de proceder à alteração de titularidade de um contrato, acreditando estar a utilizar um canal oficial para esse efeito. Apenas após a conclusão do processo percebi que o vosso serviço consiste numa intermediação privada, com um custo de 34,50 €, e não num canal oficial da entidade fornecedora. Considero que a apresentação do website é suscetível de induzir em erro um consumidor médio, uma vez que a natureza de intermediário não me foi suficientemente clara durante a navegação e contratação do serviço. Caso tivesse compreendido de forma inequívoca que estava a contratar um serviço privado de intermediação para uma operação que poderia realizar diretamente junto da entidade fornecedora, não teria efetuado a contratação nem aceite o respetivo pagamento. Solicito, por isso, a análise desta situação e o reembolso do valor de 34,50 €, por considerar que a contratação ocorreu com base numa perceção errada quanto à natureza do serviço prestado. Aguardo resposta e resolução célere da presente reclamação. Com os melhores cumprimentos, Rita Clara
Europcar - Cobranças duplicadas e reembolsos de caução em falta
Desde 13/05/2026 estou a receber cobranças duplicadas da Europcar. Abri o pedido de verificação e regularização com o número 26419953 para que sejam devolvidos os valores devidos referentes aos períodos em que aluguei carro e para que cesse o envio de cobranças repetidas à minha conta. Situação 1: Tive um contrato de aluguer de carro iniciado a 06/04 e terminado a 11/05, após renovação. O valor do caução de 300,00 € deveria ter sido devolvido, mas, devido a um erro do sistema, o reembolso feito em 12/05 foi do valor total do contrato inicial (783,41 €). Relativamente a este contrato, realizei pagamentos de 783,41 €, 455,74 € e 527,36 € e houve ainda um desconto de 500,00 € na minha conta, referente a um pagamento recebido de trabalho. Por ter ficado com saldo negativo, esse valor foi automaticamente absorvido, conforme pude comprovar nos anexos enviados. Situação 2: Um segundo contrato foi iniciado em 11/05 e terminado em 03/06, também após renovação. Novamente deveria ter sido devolvido o caução de 300,00 €, mas em vez disso, foi devolvido o valor do contrato inicial (643,81 €) em 04/06. Efetuei pagamentos correspondentes de 643,81 € e 297,58 €. Portanto, tenho pendentes dois reembolsos de caução de 300,00 € cada, além dos 500,00 € que permanecem bloqueados devido ao saldo negativo associado ao pedido de encerramento de conta. Preciso que removam a nova cobrança de 783,41 que lançaram indevidamente e que está me impedindo de encerrar a conta também. Desde 14/05 que tento resolver esta situação com a Europcar. Apesar de me terem atribuído o número de processo 26419953 e de eu já ter enviado todos os comprovativos solicitados, até ao momento continuo sem qualquer resposta ou explicação. Considero esta situação inadmissível e só quero que regularizem os reembolsos que me são devidos o quanto antes. Espero que os arquivos assim organizados facilitem o entendimento da Europcar em devolver os valores que me são devidos, já que no atendimento a justificativa para não ter resposta é que a equipe de faturação não concluiu a verificação.
Material em Falta
Boa tarde No dia 1 de Outubro de 2025, adquiri uma churrasqueira+forno+lavatório à empresa Flamma Lareiras em Serzedelo, Guimarães. Dei o sinal, metade do valor e ficou combinado quando o espaço onde o material iria ser colocado ficasse pronto avisava. Em janeiro deste ano, 2026 liguei a combinar. Combinamos um dia e foi me solicitado o pagamento por telefone, na boa fé paguei. Parte do material chegou em Maio e depois de solicitar a devolução do dinheiro reclamações e ameaçar chamar a autoridade. No dia de hoje, 17 de Junho 2026 o material continua por concluir devido à falta de entrega de parte do mesmo ( chaminés, tinta, silicone). Ao longo dos últimos meses, contactei a empresa diversas vezes para solicitar a entrega do material em falta. Foram-me dadas várias datas e promessas de entrega que não foram cumpridas. Em várias ocasiões, o responsável deixou de atender chamadas e responder aos contactos efetuados. Ainda recentemente foram indicadas horas para entrega do material, tendo eu reorganizado os meus compromissos para estar presente, mas a entrega voltou a não ser efetuada conforme prometido. Quando as coisas começaram a não correr bem, atraso prolongado e sem justificação, não atender chamadas e desculpas constantes verifiquei que existiam online várias queixas semelhantes à minha. Vou remeter todos os comprovativos para as autoridades competentes. Solicito a intervenção das entidades competentes para que a empresa proceda à entrega do material em falta para conclusão do serviço contratado ou, em alternativa, ao reembolso do valor correspondente ao que não foi entregue/executado. Possuo mensagens que comprovam os contactos efetuados, os sucessivos adiamentos e o reconhecimento da existência de material em falta.
Indução em erro na celebração de contrato à distância
Em março de 2026 aderi a um plano de saúde da Medicare através de uma chamada telefónica comercial. Durante essa chamada não me foi informado que o contrato tinha duração anual nem que estava sujeita a qualquer período de fidelização. Foi-me transmitido que poderia cancelar a qualquer momento. Quando solicitei o cancelamento, fui informada de que o contrato é anual e que só poderia cancelar um ano após a adesão, o que contraria o que me foi comunicado no momento da adesão. Solicitei acesso à gravação da chamada ao abrigo do RGPD. A empresa pediu o motivo do pedido, ao qual respondi. Decorridos mais de 30 dias não obtive qualquer resposta, em violação do prazo legal. Já apresentei reclamação no Livro de Reclamações e queixa na CNPD. Solicito apoio para cancelamento do contrato sem penalização.
Artigo fora de stock
Fiz uma encomenda online, chegou toda danificada. A transportadora recusou-se a ficar com a mesma. Fiquei com a mesma e pedi reembolso pelos produtos danificados e por um produto que entretanto ficou fora de stock, mas foi cobrado na mesma. Devolvi os produtos danificados e devolveram-me o dinheiro dos mesmos, no entanto, quanto à questão do produto fora de stock nunca se pronunciaram. Já enviei vários emails ao apoio ao cliente e nem sequer respondem.
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