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Não pagamento de reembolso acordado – €549,38 – Quitação assinada há mais de 1 mês
Clientes: Matthew Mcgonigall Romero Localizador: 1229463528 Reclamação Logitravel: ROR00000000045596529 Em resposta à minha reclamação por atraso de voo KLM que impossibilitou o uso da noite de hotel e transfer, a Logitravel propôs reembolsar €549,38 (noite de hotel + transfer) pelos serviços não usufruídos do pacote turístico.Enviei o documento de quitação devidamente assinado com o meu IBAN há mais de 1 mês (22 de maio de 2026). No próprio documento enviado por eles consta expressamente que o pagamento seria feito por transferência bancária em prazo máximo de 5 dias.Até hoje, mais de 30 dias depois, ainda não recebi qualquer pagamento nem confirmação de transferência. Apenas recebo respostas evasivas por WhatsApp (“aguarde”) e silêncio total nos emails de follow-up.Peço à DECO que exija da Logitravel:Pagamento imediato dos €549,38 Envio da referência da transferência bancária Anexo todos os documentos comprovativos:Resposta da Logitravel com a proposta Quitação assinada Follow-ups enviados Conversas de WhatsApp Agradeço a intervenção urgente.
Cobrança indevida e falta de provas
Estou sendo cobrada por duas notificações associadas ao meu veículo por deixar meu veículo em um lugar tarifado e sem o pagamento da respetiva taxa de estacionamento. Solicitei provas em que meu veículo estava em uma zona com parquímetro, e me foram negadas quaisquer provas referentes a essas notificações, alegaram ser para uso interno ou com solicitação das autoridades. Não considero correto que seja feita uma cobrança sem que o consumidor tenha acesso aos elementos que servem de base para a mesma. Se existe uma alegada infração, entendo que devo ter o direito de conhecer as provas que sustentam essa acusação, para que eu possa verificar a situação e exercer o meu direito de defesa. Tive de meu conhecimento após 3 meses depois da data em que consta essa notificação, e não obtive nenhuma informação concreta e provas sobre esta cobrança indevida. Neste momento, estão a exigir um pagamento sem apresentarem qualquer elemento concreto que demonstre que a infração realmente aconteceu. Considero que uma cobrança sem provas claras e acessíveis não é transparente nem adequada. Solicito a intervenção da DECO Proteste nesta situação, bem como a análise desta prática, e peço que seja revista a cobrança em questão, exigindo a apresentação das respetivas provas ou, caso não existam elementos suficientes, o cancelamento da cobrança.
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Venho por este meio mostrar o meu desagrado com a empresa GLS Portugal e pedir, imediata resolução do problema. Possuo uma encomenda quer deveria ser entregue pela GLS Portugal até, segundo eles, dia 5 de junho, que não foi entregue. (encomenda com o nº de seguimento 1304103420). Ao utilizar o rastreamento, deparo-me com a informação que a encomenda saiu da agência duas vezes (dia 5 e dia 8 de junho), mas a esta voltou. E, desde então, que lá permanece. Tentei inúmeras vezes ligar para o seu número de apoio, o que foi impossível, pois após colocar o código postal, a chamada desligava-se automaticamente.
Falhas graves no funcionamento do ginásio Fitness UP Portela
Exmos. Senhores, venho solicitar a intervencao da DECO relativamente ao ginasio Fitness UP Portela, situado na Avenida da Republica, Complexo Piscinas, Piso -1, 2685-232 Lisboa, devido a um conjunto grave de falhas que colocam em causa a seguranca, a higiene, a qualidade do servico e os direitos dos consumidores. O espaco apresenta falta de limpeza recorrente, as maquinas nao sao higienizadas entre aulas e nao existe controlo visivel da limpeza diaria. A lotacao nao e controlada, criando situacoes de sobrecarga que colocam em risco a seguranca dos utentes. O ar condicionado raramente funciona, tornando o ambiente desconfortavel e inseguro, especialmente em aulas de maior intensidade. Verifiquei substituicoes de aulas por colaboradores sem qualificacao adequada, o que compromete a qualidade e pode representar risco fisico. As acessibilidades nao estao asseguradas: nao existe elevador nem plataforma elevatoria, o que levanta duvidas sobre como o espaco foi aprovado pela Camara Municipal. Tambem observei colaboradores sem qualificacao tecnica a realizar manutencao e substituicao de pecas em equipamentos de treino, o que constitui risco direto para a seguranca. O controlo de acessos e aplicado de forma desigual e o ginasio bloqueou o meu chip e o de outra socia sem aviso previo e sem apresentar qualquer norma interna que o permita. Em resposta a uma reclamacao que apresentei no local, recebi um email padronizado apenas dois dias depois, sem qualquer indicio de investigacao real, e imputaram-me comportamentos que nao pratiquei, confundindo-me com outra cliente. Isto demonstra falta de rigor, ma conduta e tentativa de descredibilizar a reclamante. Solicito que a DECO avalie estas praticas, apoie a defesa dos meus direitos enquanto consumidora e promova a intervencao das entidades competentes. Disponibilizo-me para fornecer toda a correspondencia e detalhes adicionais.
Cobrança Indevida
Exmos. Senhores, Efetuei a localização de um veículo (matrícula BC-18-NS e modelo Citroen C3) na locadora de veículos Free Rent (avenida Mario Britto 5516) e fui vítima de uma cobrança absurdamente indevida no ato da devolução do mesmo. Eu não tive nenhum tipo de problema ou intercorrência com o veículo durante o período de locação. Entretanto, uma das funcionárias da locadora (Sra Mariana) foi absolutamente leviana e indelicada no ato da devolução ao afirmar que o para-choque esquerdo do veículo estava danificado (ainda chamou seu "chefe" para chancelar a inverdade em um ato certamente premeditado). Me senti em um teatro armado que me custou cerca de 360 euros. Esse valor foi descontado indevidamente (sem qualquer autorização ou concordância minha) do caução que somos obrigados a deixar no ato da locação (utilizam os dados do cartão do cliente). Um absurdo. Me senti totalmente enganado, uma vez que o procedimento deles foi claramente cobrar uma locação barata para chamar a atenção do cliente, em seguida na locadora lhe forçam a pagar um seguro de valor altíssimo no ato da retirada do veículo e, quando não o fazemos (meu caso), forçam uma situação para encontrar danos no ato da entrega e extorquir o cliente. Não havia qualquer arranhão aparente no para choque do veículo (havia sim um pouco de sujidade, uma vez que utilizei o carro por 5 dias) e fui vítima de uma cobrança de absolutamente abusiva por algo inexiste. Me sinto completamente lesado e vou até às últimas consequências para garantir meus direitos e reaver o valor que indevidamente foi me subtraído.
Burla WhatsApp, Telegram e Booking
Vem por este meio apresentar queixa-crime por falso trabalho informática e nas comunicações, nos termos do artigo 221.º do Código Penal, com base nos factos seguintes: No dia 28/05/2026, fui contactado(a) através da aplicação [WhatsApp] pelo número [+1 (557) 444-5967], que se identificava como [sem nome usado pela suposta empresa - apresentando-se como Joana Pereira a trabalhar para a Booking].Foi-me proposta uma atividade de trabalho remoto de meio período, que consistia em avaliar hotéis na plataforma Booking.com para aumentar a sua relevância, prometendo em troca comissões financeiras diárias. Para iniciar a atividade, fui instruído(a) a entrar num grupo/canal da aplicação [Telegram ] gerido pelo utilizador com o Joana Pereira - @joana_pereiraBooking - https:t.me/+Yhwm5XDVa3ZmZGE1] e a registrar-me numa plataforma web externa menos séria com o endereço [David - @BookingMarcelo01 - https://www.liq.autos].Inicialmente, o sistema atribuiu-me tarefas simples e permitiu-me efetuar um levantamento inicial de 5 €, 136,00€, 5€, 463,00€"], como forma de ganhar a minha confiança. Posteriormente, começaram a ser exigidos depósitos de valores progressivamente mais elevados para desbloquear "tarefas pré-pagas" ou "comissões retidas", sob a ameaça de que, caso não transferisse o dinheiro, perderia todo o saldo acumulado. Movido(a) pelo engano e pelo receio de perder o capital já investido, realizei as seguintes transferências/depósitos:[29/05/2026]: Valor de [500 €] para o MBway [914 968 982] , em nome de [ANA MARIA CASTRO].[29/05/2026]: Valor de [1880 €] para o mbWAY [966 091 13] vALOR DE 2000 + 1880 POR TRANFERÊNCIA BANCÁRIA iban pt50001000006531365000124 - DANILO CARDOSO, NO DIA 30/05/2026 3860€ PARA jERUSA CAROLINA FERNANDES SILVA FERREIRA, IBAN PT50019300001051626994033.No total, sofri um prejuízo patrimonial direto de [10 100 euros] €. Ao tentar reaver o meu dinheiro, foi-me exigido o pagamento de mais taxas adicionais de "desbloqueio/impostos", momento em que percebi tratar-se de uma falso emprego. Os autores MANTÉM os contatos E EU RESPONDO E CONTINUO A COLOCAR GOSTOS E A DIZER QUE ESTOU A TENTAR ARRANJAR MAIS DINHEIRO. Junto em anexo todos os comprovativos bancários de transferência, capturas de ecrã das conversas mantidas e dos perfis falsos, bem como registos da plataforma utilizada. Face ao exposto, faço requisição e a instauração do respetivo procedimento criminal contra os autores destes factos.
Devolução parcial em talão
No dia 20/06/2026 comprei 6 cadeiras de jardim numa loja em Guimarães. As cadeiras foram entregues pela parte de trás, no armazém, e apenas colocadas no meu carro. Ao chegar a casa, reparei que duas já estavam partidas e as restantes tinham pernas com muitas marcas. No dia seguinte, levei as cadeiras de volta à loja para devolver, mas só me foi devolvido o valor de duas cadeiras. Para as restantes, deram-me um vale válido por 30 dias, dizendo que os produtos estavam em bom estado e tinham qualidade. Fiquei desiludido com esta postura, pois não entendo como podem considerar que as cadeiras estão boas para vender a outro cliente, mas recusam devolver o dinheiro. Se realmente não estão danificadas, porque aceitaram a devolução de duas e não das outras? Sinto que a opinião e satisfação do cliente são claramente desvalorizadas em prol da faturação. Seria importante reverem as práticas de devolução e focarem-se mais no cliente, como acontece noutras lojas, onde aceitam devoluções logo no dia seguinte, com o material ainda embalado e sem complicações. A política pode até ser legal, mas em termos de satisfação e relação com o cliente deixa muito a desejar. Não recomendo compras nesta loja, pois parece-me claro que dão prioridade à faturação e não ao bem-estar do cliente.
Entrega demasiado tarde comida fria.
Exmos.Senhores venho aqui expor o meu desagrado com a bolt Food pois a minha comida chegou fria no dia 14 e não me deram compensação alegando que o estafeta chegou no prazo, mas eu tenho prints com o prazo inicial e do estafeta a sair de perto do meu local para ir a outro local ainda. E eles também ficam sempre a mudar o prazo para não dar o reembolso. Como podem ver nos ficheiros que enviei.
Produto difere da descrição, devolução com encargos
Excelentíssimos senhores, No passado dia 18 de Maio de 2026, efetuei a compra do artigo “Resistência Térmica para Canecas e Garrafas (Prensas Manuais Auplex)” na loja online www.printepoupe.com (Vistanet Comunicação e Internet, Unip. Lda) , artigo este caracterizado com a voltagem de 220v. Este artigo foi entregue no dia 21 de Maio de 2026, no entanto ao abrir a caixa do mesmo deparo-me com a indicação de “110v”, diferindo do produto adquirido. No dia 24 de Maio, efetuei um contacto através de Whatsapp com a loja identificada (mensagens descritas em anexo), na qual informo os factos e solicito a correção da situação. Foi-me questionado qual o meu equipamento e eu enviei os dados do mesmo, sendo informado que o artigo comprado é “apenas” compatível com a marca Auplex, ao que eu respondi que, ainda assim, o produto vem com a referência de 110v e não de 220v, conforme anunciado na loja online. Foi me respondido que não comercializam resistências de 110v, pelo que deveria devolver o artigo, ao que eu respondi que iria devolver assumindo que me iriam reembolsar os portes de devolução, bem como o valor total da compra. Não tendo obtido qualquer resposta à minha última mensagem no Whatsapp, enviei um e-mail para a loja online, informando que iria proceder à devolução do artigo, assumindo que me iriam enviar o artigo correto e reembolsar os custos de devolução, ou reembolsar a totalidade do valor despendido. A isto foi-me respondido que lamentavam que não tivesse adquirido o produto adequado ao meu equipamento e que não iriam reembolsar qualquer custo além do custo do próprio produto. Posto isto, informei que o facto de o artigo não ser apropriado para o meu equipamento não invalidava que o artigo que me foi entregue seja diferente do produto anunciado e adquirido, pelo que me considerava no direito de ser restituído pela totalidade dos custos pagos e custo de devolução do artigo, caso esta devolução seja pedida, pelo que solicitava a reapreciação dos factos (e-mail em anexo). Na ausência de resposta até ao dia 4 de junho, 15 dias após a chegada do produto e dia até ao qual a loja informou que aceitava a devolução, procurei fazer uma reclamação à ASAE através do livro de reclamações eletrónico, no entanto esta entidade não dispõe de registo na plataforma, conforme exigido na legislação em vigor, pelo que contactei a ASAE que me indicou que deveria fazer uma denuncia através do formulário próprio no site desta autoridade. Não tendo obtido qualquer outra resposta por parte4 da empresa nem por parte da ASAE, venho solicitar ajuda da Deco Proteste na resolução deste conflito. Com os melhores cumprimentos
Inacessibilidade do alojamento
Venho por este meio apresentar reclamação relativamente à minha estadia de 7 a 19 de junho de 2026, no Inatel Palace S. Pedro do Sul Hotel. Hotel ao qual estão atribuídas 4 estrelas. A reserva (N Reserva : 876 / 2026), destinava-se a pessoas idosas com dificuldades de mobilidade. No entanto, foi-nos atribuído um quarto cujo acesso implicava a utilização de escadas, situação que representou um constrangimento significativo e colocou em causa o conforto e a segurança dos hóspedes. Considero que um estabelecimento que recebe regularmente clientes seniores, especialmente numa zona termal muito procurada por pessoas idosas, deve assegurar condições adequadas de acessibilidade ou, pelo menos, informar previamente os clientes quando os quartos atribuídos não são adequados para pessoas com mobilidade condicionada. A inexistência de uma solução adequada ou de uma informação clara e antecipada sobre esta limitação originou transtornos evitáveis durante a estadia. Solicito que esta situação seja analisada e que sejam tomadas medidas para evitar que outros clientes, particularmente idosos ou pessoas com mobilidade reduzida, sejam confrontados com o mesmo problema. Solicito igualmente uma resposta formal à presente reclamação. Com os melhores cumprimentos, Manuel António Barata Vasco, acompanhante do sócio Inatel nº 639839 Maria José do Carmo Emidio endereço de e-mail: baratavasco@gmail.com Oeiras, 22 de Junho de 2026
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