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Prestação de informação errada quanto ao valor de exame de saúde
A minha esposa marcou uma colonoscopia na CUF Cascais, por telefone, pois no passado havia realizado esse exame naquele hospital. No dia do exame, a funcionária do atendimento, durante a admissão disse que estava a decorrer acertos com a tabela da ADSE, mas que o valor do exame seria 260 euros. A funcionária disse ainda que não poderia pagar naquele momento, pois durante o exame poderia ter que fazer mais algum procedimento, o que não aconteceu. Em nenhum momento foi dito que este exame não tinha acordo com a ADSE. Não estava à espera desse valor, pois no passado havia pago cerca de 80 euros, salvo erro, mas como já tinha feito a preparação decidi avançar com o exame. Por curiosidade perguntei o valor do exame pelo serviço nacional de saúde e a funcionária disse que custava cerca de 585 euros. Tudo isto aconteceu esta segunda-feira, dia 9 de março. Hoje, dois dias depois do exame, recebi no meu email uma fatura para pagar no valor de 437,83 euros, mais do dobro do valor mencionado no atendimento. É inadmissível que esta situação tenha ocorrido. Em momento algum eu faria este exame pelo valor mencionado na fatura. Já enviei mensagem para a CUF Cascais e aguardo por uma resposta. Gostaria de saber se me podem ajudar com esta situação. Se já tiveram casos semelhantes e de que forma foram resolvidos. Muito obrigada pela atenção.
Fatura
O Hospital CUF Cascais me cobrou no adiantamento €1125,00 por KIT 98000804 dizendo que é energia mas na literatura é KIT EPI cobrado durante a pandemia por 5 a 15€ Cobraram também €111,29 por uma unidade eritrocitária (bolsa de sangue) o que é proibido a cobrança em Portugal Também me cobraram erroneamente €53,00 por uma visita de especialista em otorrinolaringologia Dra Tânia Constantino, visita esta que nunca aconteceu (nem o cirurgião pediu)
Cobrança ilegal
PODE PUBLICAR NOS MEDIA Dia 02 de maio, quando descobri que meu seguro saúde não cobrava internamento fiz e paguei de imediato o Plano + CUF Depois da alta recebo uma cobrança do Hosp. CUF Cascais de 2 dias a mais na UI, dias estes que tive que ficar lá por não ter quarto disponível, mesmo tendo recebido alta médica 2 dias antes. Depois com muita insistência e apoio da Entidade Regularizadora de Saúde tive meu dinheiro de volta. A legislação diz que o plano de saúde tem que arcar com estas despesas, o que o plano + CUF se recusou. Mas recebi a fatura detalhada (só após ter pedido a ERS) com cobrança de 1125€ de Kit de Energia, (anexo) o que não constava no Valor Indicativo Cirúrgico (anexo) especificamente ( o gabinete de clientes diz que estava lá com fármacos, consumíveis e outros, não especificamente energia como A ERS diz que tem que estar pormenorizado na cobrança) (só menciona KITS: 98000804)(anexo). Em 22 de fevereiro li no Google que FOMOS ENGANADOS pois não existe Kit de Energia e o Kit 98000804 que ele refere é de EPI usado e cobrado durante a pandemia por ordem de 5€ a 15€ minha reclamação anterior junto a ERS - REC 95979/2925 e EXP - 109103/2025 Já que cobraram pelos 2 dias a mais de UI, não sei se estão inventando esta também. Além disso recebi a cobrança de uma unidade de sangue 111,29€ que fiquei sabendo ser proibido esta cobrança em Portugal (anexo) Também fui cobrado por uma visita de especialista (anexo) 53€ em otorrino Dra Tania Constantino dia 26/06/25 que não existiu e nem foi chamada pelo cirurgião que é Otorrino TUDO ISSO FOI PAGO ADIANTADO, como se eles esperassem que eu morresse. O gabinete dos clientes da CUF, por causa da ERS só manda e mail sem especificar nada só para tentar provar a ERS que está resolvido, o que não é verdade pois o meu dinheiro não foi devolvido Tenho todos estes documentos para provar. (anexos)
Faturação após não comunicação da não compartipação do seguro
Exmos. Senhores, Espero que se encontrem bem. Venho, por este meio, expor a seguinte reclamação: No passado dia 21 de fevereiro de 2026, pelas 19h50, dei entrada na CUF de Cascais. Ao ser chamada à receção/balcão, questionaram se tinha seguro. Respondi afirmativamente. Perguntaram se era o seguro Médis. Ao qual respondi que não, que já não tinha esse seguro e que seria o seguro da SAD PSP. Após ser atendida, recebi uma fatura no email sem qualquer comparticipação da SAD PSP. Liguei para o atendimento da faturação, que me explicou que a SAD PSP já não tinha comparticipação para o atendimento permanente de adulto. Caso esta informação me tivesse sido facultada anteriormente, não teria escolhido a CUF como opção. Não é correto faturarem um valor de 167€ sem comunicarem que o seguro não tem comparticipação. É um direito meu ser informada. Depois desta situação, a minha família deixará de frequentar toda a rede CUF. Com os melhores cumprimentos, Constança Domingues
Duplicação de Faturação
Exmos. Senhores No passado dia 17/11, desloquei-me à Cuf Sintra para fazer uma Endoscopia Alta e Colonoscopia Total, ambas com sedação assistida por Anestesista. No dia 18/11/2025 liquidei as faturas CSF2025/0000478343 e CSF2025/0000478346, onde consta desta, uma Biopsia Endoscopica (acresce ao valor da Endoscopia). Qual é o meu espanto, quando no dia 26/11/2025 recebo uma fatura, de que se reclama, para liquidar outro montante de 24,50€, em duplicação da fatura CSF2025/0000478346. Reclamei da referida fatura por telefone, e presencialmente hoje, não tendo a resposta sido satisfatória. No decurso dos últimos 9 meses, esta é a quarta Reclamação feita por telefone, por irregularidades com a faturação. Agradeço anulação urgente da fatura CSF 2025/0000491517. Procedimentos constantes do relatório Clínico. "Procedimentos: • 1 Anestesia P/ Exames De Gastro • 1 Biópsia Endoscópica (Corpo/antro)" Seguem em anexo 5 documentos. Atenciosamente,
Diagnóstico incorreto
Cheguei lá com sintomas muito maus, senti-me como se estivesse a morrer. O médico disse que eu estava com uma constipação ligeira, nessa noite fui às urgências por causa de uma pneumonia muito forte, mas o médico da manhã riu-se de mim e disse-me para não fazer tanto alarido. Tinha a certeza de que algo estava errado. Nas urgências, fui o último a ser atendido devido a problemas de comunicação (mesmo quase tendo caído da cadeira), porque sou estrangeiro, e o médico repreendeu-me, perguntando o que tinha feito, estava com pneumonia. Depois, no sistema CUF, consultei 3 ou 4 pneumologistas diferentes nas semanas seguintes, que prescreveram antibióticos diferentes porque nenhum deles funcionou. Ninguém se mostrou interessado quando pedi um exame de sangue para verificar o antibiótico certo. Assim, fiquei doente com os efeitos secundários da medicação.
Exame com custo extraordinário sem consentimento
Exmos. Srs.No dia 18 de Junho de 2020, acompanhei a minha filha ao serviço de ginecologia da Cuf de Cascais, para uma consulta desta especialidade com a Dra. Amélia Oliveira Pedro, consulta esta marcada por mim, tendo em conta que a referida Dra. faz parte da lista de médicos comparticipados pelo meu seguro de saúde Médis.Tratando-se de uma consulta de adolescente, a minha filha entrou sozinha, como seria natural, na sala de observação. No final do acto médico, sou informada que para além do pagamento da consulta normal da especialidade, teria de pagar a realização de um exame especial, com um custo extraordinário de 196,90€, uma vez que o mesmo nem sequer é comparticipado pelo seguro. Quando questionei o serviço sobre este assunto, foi-me dito que deveria ser engano e que iriam verificar. Telefonei inclusive para o próprio seguro conforme me foi sugerido pela Cuf, e o mesmo diz-me que não tem conhecimento de nenhuma análise que não tenha sido comparticipada.Não estando o assunto resolvido, dirigi-me pessoalmente ao hospital da Cuf apresentando a minha reclamação oralmente, na recepção central, sendo que ninguém, me soube explicar o sucedido, concordando finalmente com a incongruência da situação, porque independentemente do seguro em causa comparticipar ou não, qualquer paciente tem o direito de ser informado sobre os demais exames de saúde realizados sobre o mesmo. Com a agravante, no caso descrito, de que se tratava de uma menor. Não deveria a Mãe ou o Pai do adolescente ser consultado e informado sobre a realização deste exame com um custo extraordinário desta ordem de valor, como acabou por acontecer? Tendo a Cuf acesso ao contacto da Mãe, na ficha da paciente, não poderei aceitar que não tenham entrado em contacto comigo, tendo eu mesma estado presente neste serviço, para no final me surpreenderem com esta situação.Considero que estamos face a uma violação do direito ao consentimento informado do acto médico realizado, com várias agravantes. A primeira, foi a de não terem tido o cuidado de entrar em contacto com a Mãe ou o Pai da menor, para a realização de um exame extra à consulta marcada. A segunda, foi a de não terem igualmente informado nem a menor nem nenhum dos Pais, do custo elevado deste mesmo exame, pelo facto de não ser comparticipado pelo seguro descrito na ficha do utente. A terceira, foi a de exigirem o pagamento de um exame, sem sequer facultarem ao utente o resultado do mesmo, sendo que para nós sabermos esse resultado, foi-nos dito pela Cuf que teríamos de voltar a marcar uma nova consulta, com a mesma médica, uma vez que o dito exame foi realizado pelo médico dentro do gabinete. Ora isto é inadmissível! Por todas estas razões que considero de uma enorme falta de respeito para com os vossos utentes, não irei proceder ao pagamento desta fatura, uma vez que nenhum destes exames foi solicitado nem pela minha filha, nem por nós Pais. Caso a Cuf pretenda continuar a insistir, ao ponto de entrar num processo litigioso, estaremos igualmente disponíveis em caso de necessidade, para recorrer aos demais meios judiciais em função da nossa defesa.
Cobrança de Cuidados Saúde Não Prestados
No dia 5 de julho fui ao serviço de urgência, fizeram-me a triagem e fui encaminhada para a médica de medicina geral e familiar dra Maria Teresa Branco que pediu para abrir a boca onde observou um edema sublingual que não sabia diagnosticar, nem prestou quaisquer cuidados de saúde (exame físico, exames complementares de diagnóstico e prescrição medicamentosa), falou com o serviço de radiologia na qual não havia radiologistas disponíveis. Acabei sendo encaminhada para um médico otorrinolaringologista dr José Filipe Lacerda Mello onde foi diagnosticado e corretamente tratada.À saída foi me apresentada uma fatura no valor de 100 euros, descrevendo uma consulta de medicina geral e familiar em contexto de urgência, tendo pago em numerário.No dia 11 do mesmo mês foi me enviado uma mensagem no telemóvel que tinha uma divida no valor de 59.50 euros na qual liguei de seguida para o hospital a pedir esclarecimentos, informaram me que iriam averiguar a situação junto ao departamento de faturação e que depois iriam me dar uma resposta. Não houve resposta mas sim sucessivas mensagens com o valor em divida, seguindo se novos pedidos de esclarecimentos sendo a resposta sempre a mesma.No dia 23 agosto, recebo uma carta do hospital a solicitar a liquidação de uma fatura no valor de 59.50 euros, cuja fatura nunca me foi facultada (atendendo ao preçário no site do hospital, presumo que seja de chamada de especialista em contexto de urgência).Atendendo a esta situação, não concordo com a cobrança da prestação de cuidados de saúde na consulta de medicina geral e familiar a qual foi inexistente e foi feita uma triagem incorreta.Já fiz reclamação à Entidade Reguladora da Saúde.
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