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Reembolso
Exmos. Senhores, Em 17 de julho de 2025 dirigi-me ao aeroporto do Porto, para embarcar no vosso voo FR 975 para Tenerife Sul. Sucede que o voo, que estava marcado para as 9h40, se atrasou, com partida a ter lugar pelas 12h15/12h30 e a chegada ao destino a ocorrer passadas 2h30. Significa isto que o atraso excedeu ass 2h, o que me causou um prejuízo, já que tivemos que almoçar no aeroporto do Porto, pois temos crianças e já não chegaríamos a tempo de almoçar no hotel, conforme previsto, pelo que exijo uma compensação no valor de 28,25€. Exijo que me paguem este valor o mais rapidamente possível, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos. Joana Rodrigues
Check in em falta e cobrança do mesmo
Venho por este meio formalizar a minha queixa contra o atendimento e serviço prestado pela empresa Ryanair. Depois de várias tentativas de fazer o check online , sem sucesso e de termos recebido uma reposta automática por parte da própria empresa dizendo que estava a avaliar o nosso pedido e que o check in seria confirmado pelo menos 3 horas antes do embarque. O mesmo não chegou a na hora próxima do voo dirigimos nos com antecedência ao balcão da Ryanair a explicar a situação. Disse-mos que nunca obtivemos retorno da companhia como prometido e não foi permitido faxer o check in online. Foi então no balcão da companhia aérea, do aeroporto de Eindhoven que o profissional da Rynair não quis sequer ouvir a nossa queixa e com a maior falta de educação nos cobrou 55 euros por cada check in (total de 110 euros). Uma gigante falta de profissionalismo e educação. Não se propôs em ajudar e ainda nos menosprezou com palavras desrespeitosas . Inaceitável quando o problema de origem estava na companhia, e mesmo quando buscamos solução e nos foi prometida a mesma, nada aconteceu.
Atraso do voo
Exmos. Senhores, Em 12/07/2025 dirigi-me ao aeroporto de Lajes, ilha terceira para embarcar no vosso voo FR6038 para aeroporto do Porto Francisco Sá Carneiro. Sucede que o voo, que estava marcado para as 19:30, se atrasou, com partida a ter lugar pelas 23:35 e a chegada ao destino a ocorrer às 02:31 senfo que a chegada agendada seria às 22:55. Significa isto que o atraso excedeu mais que 3 horas, pelo que tenho direito a uma indemnização de 400€ por passageiro, de acordo com as regras de transporte aéreo sobre atrasos nas viagens aéreas. A reclamação refere-se a 2 reservas em separado de 4 passageiros, sendo o número das reservas o seguinte: Número de reserva: L3DW4R Número de reserva: Y3448H Exijo que me paguem este valor o mais rapidamente possível, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Envio em anexo recibo das reservas Cumprimentos.
Reembolso não efetuado
Boas. Venho através deste efetuar a reclamação por até hoje dia 16/07/2025 não ter recebido um reembolso (por motivo de reserva duplicada) o qual foi confirmado pelo agente da Ryanair, tendo eu em posse a conversa via chat com o mesmo, foram enviados e mails, efetuadas novas conversas via chat e ligação telefônica, onde confirmei os dados corretamente e não puderam me dar a informação, gostaria de uma solução para resolver, pois na data em que foi feito o contato foi confirmado o cancelamento e o reembolso da tarifa.
Atraso de um VOO
Exmos. Senhores, Em (DATA) dirigi-me ao aeroporto de CIDADE E AEROPORTO, SE HOUVER MAIS QUE UM) para embarcar no vosso voo (Nº DO VOO) para (CIDADE E AEROPORTO, SE HOUVER MAIS QUE UM). Sucede que o voo, que estava marcado para as (HORAS), se atrasou, com partida a ter lugar pelas (HORAS) e a chegada ao destino a ocorrer às (HORAS). Significa isto que o atraso excedeu mais que 3 horas, pelo que tenho direito a uma indemnização de (VALOR), de acordo com as regras de transporte aéreo sobre atrasos nas viagens aéreas. Exijo que me paguem este valor o mais rapidamente possível, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Obrigado a pagar para acompanhar menor de idade
Fiz reserva de voo na Ryanair para dois passageiros, sendo um menor de idade, minha filha. Aquando do check in online foram atribuídos lugares separados no avião. Recorri ao apoio da Ryanair e foi- me dito que não tinha alternativa senão pagar para reservar lugar ao lado da minha filha, e que tinha mesmo de o fazer porque um menor não pode viajar sozinho! Acho inconcebível que por viajar com menor seja obrigatório a pagar mais para ter a minha filha menor junto de mim! Tive de gastar 33,50€ para ida e regresso para selecionar os lugares e ainda por cima colocaram a menor na zona com lugares mais caros para onde tive de me mudar! Tudo nesta companhia aérea é feito para cobrar valores extra!
Pedido de indemnização e queixa por falta de assistência
Venho por este meio, visto o recurso ao preenchimento do formulário relativamente a indemnizações por cancelamento/atraso de voos da Ryanair não ser abrangente e justo o suficiente, expor e reclamar da situação relativa ao voo FR4042, com referência EVGDGH, com partida marcada para as 21h05 do dia 7 de julho de 2025 no aeroporto de Bergamo (BGY) em Milão com destino a Porto (POR) e chegada às 22h50, recorrendo a um pedido de indemnização. O voo em questão foi anunciado pelo capitão do mesmo como cancelado por volta das 23h20, com os passageiros já a bordo da aeronave desde por volta das 21h10, após longa espera por permissão para descolagem devido a condições climatéricas adversas, que no entanto apenas se manifestaram já após o horário indicado de partida, portanto cerca das 21h30, visto que o embarque foi realizado e que durante a entrada dos passageiros no avião, já em atraso, o tempo estava favorável ao voo. Foi ainda mencionado pelo capitão a bordo que o cancelamento do voo se deveu a complicações de tráfego aéreo relativamente a restrições de rotas e horários, motivos estes externos às condições climatéricas, que à hora do cancelamento, conforme mencionado pelo mesmo, já eram novamente possibilitadoras de o voo se realizar. Motivo esse ("Perturbação causada por condições climatéricas adversas") que é assumido como única causa do cancelamento e única causa do pedido de indemnização no preenchimento do formulário de pedido de compensação. Quase imediatamente ao cancelamento foi enviado um email por parte da Ryanair, conforme provado pelas imagens em anexo, com indicação de reagendamento do voo FR4042 para as 6h30 do dia seguinte, com os respectivos cartões de embarque, e ainda uma notificação na app da Ryanair com indicação da oferta de um voucher de 4€ por passageiro para alimentação via email, que até à data de hoje não se encontra disponível nem nunca foi atribuído. Sem mais informações adicionais por parte da companhia e do próprio aeroporto relativamente a qualquer assunto relacionado com o cancelamento foi por volta das 4h que aquando da tentativa de novo check-in das bagagens nos foi informado apenas pelo funcionário desse mesmo balcão que o voo das 6h30 não existia e que teria sido reagendado para as 13h, sem nenhum aviso via email ou SMS por parte da Ryanair aos passageiros. Sem possibilidade de contacto via email ou telefónico com a companhia, tendo em conta os horários limitadores disponíveis para tal, nos balcões de informações, bilheteira Ryanair e check-in Ryanair não ofereceram quaisquer soluções relativamente a assistência básica como atribuição de hotel ou verba para alimentação, direitos esses garantidos aos passageiros pelas políticas da companhia nos termos do Regulamento Europeu (CE) N.º 261/2004: Atraso no voo; Cancelamento do voo; Direito a compensação; Direito a reembolso ou reencaminhamento; Direito a assistência. Só nos foi permitido realizar novamente o check-in das bagagens e dirigir ao controlo de segurança após as 7h. O embarque para o voo das 13h não foi realizado devido a um incidente na pista, cujo atraso não foi comunicado nem justificado oficialmente de nenhuma forma até então, quer por parte da Ryanair quer do aeroporto, tendo o voo sido atrasado para as 14h, e apenas anunciado pelos painéis de partidas presentes no aeroporto, às 13h15. O mesmo voo acabou por partir já após as 14h30, com chegada ao destino de 17h de atrasado no total, sem qualquer apoio, indemnização, pedido de desculpas ou fornecimento de informações aos passageiros causando enorme perturbação e desgaste físico e mental, não respeitando as políticas da companhia.
Taxa de checkin presencial absurda
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma exposição relativa a uma situação ocorrida numa viagem recentemente realizada, envolvendo a companhia aérea **Ryanair**. No momento da chegada ao aeroporto, fui surpreendido(a) com uma **cobrança adicional de 55€ por pessoa** para realizar o **check-in presencial**, valor este do qual **nunca fui previamente informado(a)**. Gastamos um total de 220€, uma taxa desproporcional e pouco transparente. Gostaria de salientar que: * A Ryanair, enquanto transportadora aérea, **nao me notificou previamente** da existência desta taxa; * **Nem a agência de viagens**, por onde adquiri os bilhetes e organizei a viagem, **me alertou para tal custo adicional**. A cobrança foi feita de forma inesperada e sem qualquer aviso prévio, apenas no momento do check-in, o que me colocou numa situação de constrangimento e sem alternativa imediata, obrigando-me a efetuar o pagamento para não perder o voo. Na minha perspetiva, esta situação configura **uma prática comercial desleal**, na medida em que não foi prestada informação clara, completa e atempada sobre todos os custos envolvidos na prestação do serviço contratado. Solicito à DECO a vossa análise desta situação e apoio no sentido de: 1. Esclarecer a legalidade desta cobrança desproporcional e pouco transparente; 2. Determinar a eventual responsabilidade da Ryanair sobre taxas desproporcionaid e sobre a exclusivadade de uso online de checkin sem deixar alternativas de escolha ao consumidor; 3. Apurar a possibilidade de reembolso dos valores cobrados indevidamente; 4. Prevenir que outros consumidores passem por situações semelhantes, através de uma atuação junto das entidades envolvidas. Aguardo o vosso parecer e desde já agradeço a atenção dispensada. Com os melhores cumprimentos, Carolina santos
Desvio do avião
Factos (cronologia) Voo FR6051, Porto–Funchal, 1 de julho de 2025, com partida prevista às 16h50. Desvio para Porto Santo devido a ventos fortes (~19h30). Ausência de informação clara, refeições gratuitas ou água fornecida; crianças afetadas. Às 21h00 gerou-se um incidente, foi chamada a polícia. Às 22h30, desembarcaram voluntariamente, exaustos, para dar assistência aos filhos e procurar alojamento e alimentação, pois não havia qualquer apoio material a bordo. O voo retomou sem grande assistência, com passageiros acomodados em más condições até às 14h do dia seguinte. Mas decidimos ir de barco pois o aeroporto ainda tinha constrangimentos. Gasto obrigatório com viagem marítima (Porto Santo–Madeira: 74,80 €) e refeições (6,75 €, 51,00 €, 27,10 €). Tudo isto foi amplamente relatado pelos passageiros à RTP Madeira e Diário de Notícias. Pedido Reembolso dos gastos com: Barco Porto Santo–Madeira: 74,80 € Refeições: 6,75 €, 51,00 €, 27,10 €
Embarque negado
Exmos. Srs., Venho por este meio recorrer à resposta da companhia pela plataforma on-line relativamente à negação do embarque no voo Fr2622 de um grupo de passageiros, no qual me incluía, no dia 13-10-2024 às 12h20 em Ponta Delgada. Nesse dia, tal como os outros sete passageiros com quem viajava, fiz o check-in, passei o bilhete na segurança do aeroporto e aguardei pela minha vez na fila da porta de embarque. De repente, a equipa de terra começou a chamar alguns passageiros pelo nome e depois fechou o embarque. Perante a enorme preocupação de todos os passageiros, um dos funcionários da Ryanair no aeroporto explicou que um elemento da tripulação de cabine que teria sofrido, naquele momento, um acidente de trabalho e que por motivos de segurança um grupo de cerca de 30 a 40 pessoas tinha de ficar em terra. Este grupo foi selecionado aleatoriamente, não tendo sido ouvido os motivos de prioridade para ninguém. Os nossos nomes foram recolhidos numa lista e, em seguida, o funcionário da Ryanair levou-nos de volta para o balcão da Ryanair e deu-nos três opções: obter o reembolso do bilhete e encontrar uma solução; aguardar uma solução pela Ryanair que poderia ser nesse dia ou noutro dia da semana. Segundo o funcionário, esta última hipótese não tinha solução à vista porque, segundo ele, todos os voos estavam cheios e, provavelmente teria de ser um voo de resgaste nos próximos dias. Um pesquisa simples na Internet revelou que o voo da noite ainda tinha 5 lugares disponíveis para compra. Quando confrontei o funcionário com esta informação, ele disse que não podia confirmar tal coisa e que os lugares do voo da noite, se houvessem alguns, poderiam ser distribuídos para as pessoas que tivessem prioridade e que, segundo o que ocorrera horas antes, as pessoas com prioridade foram os idosos e as famílias com crianças. Nas 2 horas e meia que se seguiram, não nos foi dada qualquer solução. Comecei por isso, eu próprio, a procurar uma solução. Consegui encontrar 3 passagens para o Porto numa companhia local e 2 para Lisboa também noutra companhia. Deste grupo de 8 pessoas com quem viajei nesse fim de semana, ficaram apenas 3 passageiros ficaram a aguardar solução pela Ryanair. Dois deles conseguiram viajar no voo da noite e o outro regressou no dia seguinte. Como já descrevi, escolhi ser reembolsado do voo e encontrar eu próprio uma solução e procedemos à reclamação junto da companhia a 15-10-2024. Recebemos a resposta a 23 de outubro de 2024, que decidiu indemnizar todos os passageiros, exceto eu, alegando falsamente de que eu não me teria apresentado na porta de embarque e que por isso não teria direito a reembolso ou indemnização. Perante esta decisão incompreensível e incorreta, recorri à Autoridade Nacional de Aviação Civil, que deu razão à minha queixa. Contudo, mesmo com o parecer favorável à minha queixa pela ANAC, a Ryanair mantém a sua posição incompreensível e ilegal. De acordo com o Regulamento (CE) n.º 261/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de Fevereiro de 2004, tenho direito ao reembolso do meu bilhete e tenho direito a uma indemnização de 250 euros.
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