Reclamações públicas

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E. C.
27/04/2026

Cobrança indevida

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa a uma cobrança indevida de bagagem efetuada no Aeroporto de Dublin, no voo FR652 da Ryanair, referência/boarding pass I36V9Q. No portão de embarque, fui instruído a medir a minha bagagem de cabine. Tratava-se exatamente da mesma mala de desporto que utilizei no voo de ida (Lisboa–Dublin), sem qualquer problema. A mala não estava cheia e poderia facilmente ser comprimida para cumprir as dimensões permitidas. No entanto, não me foi permitido ajustá-la nem colocá-la no medidor para comprovar a conformidade, tendo-me sido apenas indicado que era “oversized”. Quando questionei a situação e solicitei verificar corretamente o tamanho ou retirar itens se necessário, foi-me dito: “Sir, if you don’t pay now, you’re going to lose your flight”, num tom claramente coercivo. Como me encontrava entre os últimos passageiros a embarcar e me senti pressionado, acabei por ceder. Nesse momento, um funcionário retirou-me o cartão de crédito da mão e procedeu à cobrança de 60€ sem a minha aprovação ou confirmação explícita. Verifiquei ainda que outros passageiros com bagagens visivelmente maiores estavam a embarcar sem qualquer problema, o que levanta sérias dúvidas quanto à consistência e equidade na aplicação das regras. Após a cobrança, solicitei um recibo, o qual me foi recusado. Fui novamente abordado de forma intimidatória: “Sir, do you want to stay in Dublin?” Face ao exposto: Foi-me negada a possibilidade de comprovar o cumprimento das regras de bagagem; Fui sujeito a pressão/coerção sob ameaça de perder o voo; Foi-me cobrado o valor de 60€ sem autorização adequada; Foi-me recusado um comprovativo/recibo da transação; Solicito, assim, o reembolso integral do valor de 60€, bem como um esclarecimento formal sobre os procedimentos adotados no controlo de bagagem no portão de embarque. Caso a situação não seja resolvida com a devida brevidade, reservarei o direito de escalar a reclamação para as entidades competentes de defesa do consumidor e aviação. Com os melhores cumprimentos, Eduardo Carona eduardo.carona@gmail.com

Encerrada
A. F.
27/04/2026

TAXA EXTRA DE BAGAGEM

No dia 03-12-2025, ao embarcar no voo FR689, da Companhia Rayanair, com origem em Viena-Austria e destino Madrid-Espanha, na companhia da minha esposa, ela foi surpreendida pela funcionária da porta de embarque, que a mandou esperar, enquanto eu transpunha a porta de embarque ficando logo ali á sua espera, a minha esposa levava uma mochila e um pequeno saco da seaside, com umas sapatilhas no seu interior. A funcionária disse-lhe que apenas podia levar a mochila e que pelo pequeno saco teria que pagar uma taxa. Tentei entregar á minha esposa a minha mochila para poder la colocar o pequeno saco, pois cabia lá perfeitamente, a funcionária de forma arrogante e arbitrária disse que não podia colocar o saco na mochila pois eu já tinha passado a porta de embarque, dizendo-lhe que tinha de pagar 60,00 € para levar o saco. Não me permitiu dar-lhe a mochila mas como a minha esposa não tinha meios de pagamento e que era eu que tinha o cartão bancário, já permitiu que lho desse, e o facto de ter passado a porta de embarque já não importava. sinto-me lesado e exijo a devolução do dinheiro que paguei pelo pequeno saco que cabia perfeitamente no interior da mochila. Efectuei logo que cheguei a Portugal a reclamação á companhia, mas até agora não obtive resposta.

Encerrada
T. V.
24/04/2026

Queixa - Cobrança Indevida de Taxa de Correção de Nome

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma queixa formal relativa à cobrança indevida de uma taxa pela correção do apelido da passageira constante na reserva Ryanair. O erro resultou de uma correção automática que inseriu o meu apelido por engano. A situação foi identificada imediatamente após a reserva e tratava‑se claramente da mesma passageira, sendo apenas necessária a atualização para o apelido correto. Todo o processo ocorreu muito antes de terem decorrido 48 horas após a compra. De acordo com as políticas da Ryanair e com a prática habitual do próprio suporte da companhia, as correções de nome efetuadas dentro das primeiras 48 horas — mesmo quando envolvem mais de três caracteres — são classificadas como "name correction" e não como "name change", sendo por isso isentas de qualquer taxa. Apesar disso, fui obrigado a pagar 115 euros para garantir que a passageira possa embarcar, o que considero injustificado e contrário às condições aplicáveis. Acresce que situações idênticas de outros passageiros têm sido resolvidas gratuitamente, pelo que não é aceitável que não exista um tratamento equitativo. Tendo em conta que a situação se enquadra inequivocamente nas regras de correção gratuita, solicito o reembolso integral do valor cobrado. Caso não exista uma resolução adequada, estou disposto a escalar o caso para as entidades competentes. Aguardo resposta. Com os melhores cumprimentos, T.V.

Encerrada
F. B.
22/04/2026

Impede verificação de cliente

Exmos srs, Tenho uma reserva, feita numa agência sem acordo com a Ryanair, que criou uma conta falsa no gmail à qual não consigo aceder por ter caracteres proibidos. Como me enganei no nome, em vez de Francisco escrevi Francsico, não consigo fazer a verificação de cliente express pois o nome não coincide com o do CC. A verificação standard remete para um email fictício, que foi criado pela agência de viagens. A Ryanair não permite alterar email de contacto associado à conta. A Ryanair condiciona a minha liberdade de escolher uma agência de viagens e não fornece meios adequados a resolver um pequeno erro. O suporte da Ryanair é o que as capturas e ecrã anexas demonstram. Cumprimentos

Encerrada
J. A.
21/04/2026

Reclamação – comportamento inadequado de funcionário em aeroporto João Alves

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativamente ao comportamento de um funcionário da Ryanair no aeroporto, no dia 17 de abril, referente ao voo Porto–Alicante, às 7h50, FR2028. Durante o processo de embarque/controlo de bagagem, o funcionário em questão dirigiu-se ao meu grupo de forma agressiva e aos gritos, criando um ambiente de hostilidade e total descontrolo por parte da Ryanair. Encontrávamo-nos no final da fila, não por termos chegado mais tarde, mas porque o processo de embarque foi mais demorado. Quando chegou o nosso momento de embarcar, o funcionário João Alves começou a gritar que tínhamos de embarcar imediatamente, alegando que as portas iam fechar e que não havia tempo. Simultaneamente, e de forma descontrolada, exigiu que colocássemos as carteiras dentro das mochilas, afirmando que não era permitido transportar ambos separadamente. Perante esta situação, as oito pessoas que estavam comigo começaram a fazê-lo, enquanto o funcionário continuava a gritar para nos despacharmos. A duas dessas pessoas, sem qualquer justificação, foi exigido que testassem se as mochilas cabiam na caixa de medição da Ryanair. Enquanto o fazíamos, o funcionário mantinha-se aos gritos, de forma mal-educada, intrusiva e completamente desproporcionada, insistindo que as portas iam fechar. A minha mochila tinha espaço suficiente e coube sem qualquer problema. Já a mochila de uma amiga necessitava apenas de ser reorganizada, mas o funcionário não permitiu que o fizéssemos, nem que ela ajustasse os seus pertences de forma a cumprir as dimensões exigidas. Apesar de a mala cumprir os requisitos e poder caber, foi-lhe imediatamente ordenado, aos gritos, que se dirigisse ao pagamento. Enquanto ela se dirigia ao balcão, reorganizei os itens dentro da mochila, de forma a que esta passasse a cumprir as dimensões. Solicitei então que fosse novamente testada antes do pagamento, mas o funcionário recusou, afirmando que tal já não seria possível e que o pagamento teria de ser efetuado de imediato. Durante todo o processo, todos os membros do grupo mantiveram uma postura calma e colaborante, ao contrário do comportamento do funcionário, que permaneceu sempre aos gritos e visivelmente alterado. A minha amiga foi, assim, pressionada a efetuar o pagamento sem qualquer possibilidade de resolver a situação de outra forma. Considero esta atitude completamente inadequada, desnecessária e desproporcional, especialmente tendo em conta que a situação poderia ter sido resolvida de forma simples e respeitosa. Para além do constrangimento causado, sentimo-nos pressionados a efetuar um pagamento adicional sem termos tido oportunidade de cumprir as regras de forma adequada. Assim, solicito: - A análise desta situação - A identificação do funcionário em causa - Esclarecimentos sobre este procedimento - E, se aplicável, a devolução do valor pago Fico a aguardar uma resposta, bem como informação sobre as medidas que serão tomadas relativamente a este funcionário. Informo ainda que apresentarei também queixa no Livro de Reclamações Online. Com os melhores cumprimentos, Joana Alves

Encerrada
J. R.
20/04/2026

Reclamação contra o abuso de posição a uma funcionária da porta de embarque da Ryanair

A funcionária Ana Aguiar teve uma atitude discriminatória e inadequada durante o embarque do voo Porto–Milão BGY FR4041 no aeroporto do Porto. Foi-me aplicada uma taxa de bagagem de forma injustificada, apesar de a mala cumprir as dimensões e caber perfeitamente debaixo do assento, como se comprovou durante o voo, já que nenhum hospedeiro de bordo questionou o seu tamanho e a mala foi utilizada normalmente sem qualquer problema. Além disso, a funcionária demonstrou uma postura pouco profissional e má gestão emocional, acusando-me de ser indelicado sem qualquer fundamento e obrigando-me a esperar até ao final da fila, de forma infantilizante e desnecessária. Durante este processo, senti-me exposto e pressionado perante outros passageiros, o que agravou ainda mais a situação. No final, foi-me dirigida a frase “tens 2 minutos para pagar a taxa ou partir as rodas da mala”, o que considero uma abordagem inaceitável, agressiva e completamente desproporcional ao contexto. Este tipo de linguagem e pressão não é compatível com um serviço de atendimento ao cliente adequado. Importa ainda referir que a taxa cobrada para envio da mala para o porão acabou por não ser utilizada, uma vez que a bagagem viajou comigo na cabine sem qualquer restrição ou observação por parte da tripulação. Este facto reforça a minha convicção de que a taxa foi aplicada de forma indevida e sem justificação objetiva. Considero que toda a situação envolveu abuso de autoridade, tratamento desproporcional e falta de profissionalismo, com impacto negativo na minha experiência de viagem. Solicito que esta ocorrência seja devidamente analisada e que sejam tomadas medidas adequadas para evitar situações semelhantes no futuro.

Encerrada
A. S.
13/04/2026

Cancelamento do Voo

O voo Funchal–Porto (reserva EQ244Y, 29/03/2026) foi cancelado, tendo sido apenas comunicado via sistema de som no aeroporto, sem aviso prévio individual. Após o cancelamento, fomos instruídos pela GroundLink a dirigir-nos para um hotel e a submeter todas as despesas (alojamento, transportes e refeições) através dos links fornecidos. Nesse contexto, foi prestada apenas assistência parcial, tendo sido assegurada uma única noite de alojamento e o respetivo transporte para o hotel. No dia seguinte, o hotel informou que a estadia não seria prolongada, não tendo sido apresentada qualquer solução alternativa pela companhia aérea. Dirigimo-nos então ao aeroporto, onde nos foi proposta apenas uma alternativa de voo 7 dias depois, o que não cumpre o requisito de reencaminhamento “na primeira oportunidade”, conforme previsto no artigo 8.º do Regulamento (CE) n.º 261/2004. Foi ainda indicado que apenas uma noite de alojamento seria suportada, em incumprimento do dever de assistência previsto no artigo 9.º do mesmo regulamento. Perante a ausência de uma solução adequada — e considerando que viajávamos com um bebé de 1 ano — fomos obrigados a organizar o regresso por meios próprios (ferry para Porto Santo e voo alternativo Porto Santo–Porto), incorrendo em despesas adicionais. Ficamos mais uma noite no hotel, fomos de ferry até Porto Santo e viajamos no dia 30/03/2026 de Porto-Santo até ao Porto. Adicionalmente, e induzidos em erro pelos links fornecidos pela GroundLink, submetemos inicialmente um pedido onde apenas foi processado o reembolso do bilhete (189,47€), não tendo sido consideradas as restantes despesas. Assim, considero que a assistência prestada foi manifestamente insuficiente e não cumpriu o disposto no Regulamento (CE) n.º 261/2004. Total de despesas: 861,96€ Valor já reembolsado: 189,47€ Valor em falta: 672,49€ Solicito o reembolso do valor remanescente: 672,49€.

Encerrada
J. R.
13/04/2026

Taxa indevidamente aplicada

Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma situação ocorrida no embarque do meu voo operado pela Ryanair. Durante o processo de embarque, fui abordado por uma funcionária identificada posteriormente como Ana Aguiar, que insistiu que a minha mala deveria ser colocada no porão mediante o pagamento de uma taxa de 60€. Contudo, a minha mala cabia dentro do medidor de bagagem da companhia, tendo inclusivamente sido colocada no encaixe disponível no local. Informei a funcionária de que já viajei diversas vezes com a mesma mala como bagagem não prioritária e que esta sempre cumpriu os requisitos. Apesar disso, a funcionária manteve uma postura inflexível e exigiu que eu aguardasse até ao final da fila, tratando-me de forma pouco adequada. No final do embarque, foi-me dada apenas a opção de pagar a taxa ou tentar forçar a mala no medidor em dois minutos, situação que considerei pressionante e inadequada. Após o pagamento da taxa e já dentro da aeronave, a mala nunca foi recolhida para o porão, tendo viajado debaixo do meu assento durante todo o voo. Tanto no embarque como na aterragem, a tripulação verificou a mala e nunca colocou qualquer objeção relativamente às suas dimensões. Assim, considero que: • A taxa de 60€ foi indevidamente aplicada. • O serviço associado à taxa (transporte em porão) não foi prestado, apesar de a mala ter sido etiquetada. • O tratamento durante o embarque foi desadequado e desproporcional. Desta forma, solicito o reembolso integral dos 60€ pagos, uma vez que a taxa foi aplicada sem fundamento e o serviço correspondente não foi utilizado. Caso esta situação não seja resolvida de forma adequada, reservarei o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes e recorrer aos meios legais disponíveis. Aguardo a vossa resposta. Com os melhores cumprimentos, João Rodrigues

Encerrada
J. F.
08/04/2026

Voo cancelado sem aviso prévio

Exmos. Senhores, Ryanair, Em 02/03/2026 dirigi-me ao aeroporto de (FCN) Madeira Funchal, para embarcar no vosso voo Nº FR384 para Lisboa (LIS) Aeroporto Humberto Delgado. Sucede que o voo cuja partida estava marcada para as 13:05h, foi adiado, só tendo os passageiros sido informados no aeroporto. O vosso balcão de apoio, não tinha alternativa de voos, nem meios para acomodação, os contactos de hotéis que tinham, estavam lotados. Recebemos mensagem (SMS) da companhia Ryanair, sugerindo, encontrar acomodação, refeições e transporte por conta própria, que restituiriam os valores despendidos. Foi-nos solicitado que estivéssemos presentes no aeroporto (FCN) no dia seguinte, 03/03/2026, para embarcar no voo FR384, para Lisboa (LIS) Aeroporto Humberto Delgado às 17.15h. Dia 03/03/2026 volto ao aeroporto do Funchal (FNC) para embarcar no voo FR384, para Lisboa (LIS) Aeroporto Humberto Delgado às 17.15h, e o voo é cancelado, sem alternativas de qualquer espécie. Agora com a agravante que seria o último dia que assumiriam despesas. Questionei quando teriam voo com lugares disponíveis para Lisboa (LIS), disseram que só conseguiam para sábado dia 07/03/2026, que para mim e minha mulher, era incomportável, a nível profissional. Sem alternativa da parte da Ryanair, conseguimos encontrar outro voo para Lisboa (LIS), Aeroporto Humberto Delgado, no voo TAP para dia 04/03/2026, TP1692/2026-03-04. Significa isto que, os sucessivos adiamentos e cancelamento do vosso voo Nº FR384 para Lisboa (LIS) Aeroporto Humberto Delgado da vossa parte, durante duas (2) noites, dá direito a uma indemnização de (958.64€), de acordo com as regras de transporte aéreo sobre atrasos e cancelamentos nas viagens aéreas, Regulamento (CE) n.º 261/2004 Exijo que me paguem este valor o mais rapidamente possível, ou terei de tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos. José Luís Mendes Fernandes Nif:190542900

Encerrada
R. M.
18/03/2026

Cancelamento de voo

Exmos. Senhores, Em 27/01/2026 fiz uma reserva na vossa companhia para um voo YZ8J2Z a ter lugar no dia 12/03/2026, entre Lisboa - Aeroporto Internacional de Lisboa Humberto Delgado e BRUXELAS - Aeroporto de Charleroi Bruxelles-Sud. Entrei em contato com o apoio da vossa companhia aerea a 07/03/2026 a questionar sobre o voo e a informar que iria ocorrer uma greve geral e que tinha todo o interesse em manter os voos de ida e regresso, uma vez que tinha alojamento já pago. Uma vez que disseram que iriam manter o voo, achei que me deveria prevenir e fiz nova reserva para o dia 11/03/2026. Sucede que, em 09/03/2026 às 20h, isto é, menos que 2 semanas antes da data do voo, fui por vós informada que este tinha sido cancelado por greve geral na Bélgica. Pedi reembolso parcial do voo que tinha sido cancelado, no dia seguinte verifico que tenho em carteira a totalidade do valor da compra (3 bilhetes de ida e volta). Entrei em contato com o apoio e referem que se foi realizado inadvertidamente não poderia fazer nada, que teria de comprar nova reserva. Já em bruxelas tive de comprar voo para dia 15/03 mas mais cedo e pelo triplo do valor inicial. Apenas meti informação do numero de voo de ida mas realmente a aplicação reiniciou por diversas vezes. Venho por isso exigir que me devolvam o valor da diferença dos valores entre os voos, bem como a indeminização legalmente prevista pelos prejuízos sofridos. Exijo que me paguem este valor o mais rapidamente possível, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos. (posso adicionar chats do apoio e email com informação aos clientes de que o site iria estar inoperacional entre 11/03 as 23h e 5h de dia 12/03)

Encerrada

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