Reclamações públicas

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B. D.
27/10/2025

recusa garantia/falta de conformidade

Sou proprietário de um Alfa Romeo Giulia 2.2 Diesel (matrícula BB-63-NN, VIN ZAREAEGXXN7671893), adquirido à Santogal em outubro de 2023. A garantia do veículo foi, contudo, ativada indevidamente em junho de 2023, aquando da matrícula feita pela marca antes da venda e da entrega efetiva ao cliente. Desde então, o veículo apresentou várias avarias elétricas e eletrónicas, tendo estado imobilizado por períodos longos e intervencionado em várias ocasiões (folhas de obra em anexo). Em setembro de 2025, após nova avaria, a oficina Stellantis & You Amadora recusou a substituição da bateria em garantia, alegando o fim do prazo e invocando uma declaração falsa atribuída à minha esposa, afirmando que o carro esteve parado “vários meses sem manutenção preventiva”. Tal afirmação é falsa e ofensiva. O veículo esteve apenas em paragem temporária devidamente monitorizada, encontrando-me eu em trabalho no estrangeiro, e nunca esteve ao abandono. A recusa de cobertura e a ativação antecipada da garantia violam: – O artigo 13.º do DL 84/2021, que presume os defeitos existentes à data da entrega; – O artigo 15.º do mesmo diploma, que impõe a reparação/substituição sem custos; – E o artigo 762.º do Código Civil, que obriga à boa-fé contratual. Solicito a intervenção da DECO para: Garantir a substituição da bateria ao abrigo da garantia; Verificar o historial de anomalias elétricas; Esclarecer a ativação incorreta da garantia; E assegurar o respeito pelos direitos do consumidor.

Encerrada
L. A.
20/07/2025

Alfa Romeo - Defeito de fabrico zona airbag tablier

Venho por este meio expor um grave problema de consumo que tem afetado inúmeros proprietários de veículos do Grupo Fiat/Alfa, nomeadamente o meu Alfa Romeo Giulietta 2011 (mat. 53-LU-69, 170 000 km), adquirido em jun/2011. O tablier acima do airbag do passageiro apresentou-se com empolamento e rutura espontâneos, expondo a bolsa do airbag. Não houve qualquer impacto externo – tudo indica tratar-se de um vício oculto de fabrico, associado a um pré-corte no painel. Contactei a concessionária oficial (Alfa Romeo Portugal) com duas reclamações registadas (n.º 02464451 e 02494866), mas ambas foram rejeitadas sob o argumento de que “a garantia legal terminou em 2013” e de que o dano teria sido causado externamente. Esta recusa parece violar o princípio de conformidade do Código Civil: o consumidor tem direito à reposição da conformidade do bem sem encargos (reparação ou substituição) quando ocorre defeito de fabrico. Além disso, o CC (art. 914.º) reforça que posso exigir a reparação ou substituição do bem defeituoso, salvo má-fé do vendedor – o que não é o caso. Este defeito compromete a segurança: se o airbag não puder inflar corretamente devido à fissura do tablier, aumenta-se o risco de ferimentos graves. É notório que outras viaturas Alfa e Fiat (500, Punto, etc.) sofrem do mesmo problema. A imparcialidade da Alfa Romeo (e respetivos fabricantes) exige que assumam este vício conhecido e procedam à correção a custo zero para o consumidor. Solicito, assim, o apoio da DECO PROteste para mediar esta situação: seja através de aconselhamento jurídico, seja através de intervenção junto da marca, defesa em possível litígio ou orientação para procedimentos legais. Agradeço a vossa análise e apoio na defesa dos meus direitos de consumidor, incluindo eventuais ações coletivas contra a marca se necessário.

Encerrada
F. S.
17/07/2025

Defeito Peugeot 2008 1.2 PureTech 2016

Venho, por este meio, manifestar o meu descontentamento relativamente à situação do meu Peugeot 2008, a gasolina, motor 1.2 PureTech, do ano de 2016, com cerca de 80.000 km, atualmente na vossa oficina. O sistema de ar condicionado deixou de funcionar, passando a emitir apenas ar quente. Após a revisão mais recente, realizada na vossa oficina, foi-me comunicado que o sistema de ar condicionado é ainda o original e que não foi detetada nenhuma intervenção anterior. Foi igualmente detetado que a correia de distribuição se encontra danificada, sendo também esta a de origem. Além disso, foi identificado um conjunto significativo de falhas no sistema, sem que, até ao momento, me tenham sido prestados esclarecimentos técnicos satisfatórios sobre as suas causas. A proposta de reparação apresentada ultrapassa os 3.500 euros, o que considero desproporcionado, sobretudo tendo em conta que se trata de falhas recorrentes e amplamente documentadas neste modelo e motor, especialmente nos veículos fabricados entre 2015 e 2018. Verifiquei que, em alguns países europeus, foi inclusive acionado um recall oficial, tanto para a correia de distribuição como para o sistema de ar condicionado, devido a problemas reconhecidos de fabrico - como, por exemplo, a fragilidade do alumínio e o desgaste prematuro da correia. As manutenções do veículo foram realizadas em concessionário oficial Peugeot até 2021, e recentemente retomei as revisões na marca, justamente por confiar na assistência especializada. Este é o meu primeiro veículo da marca Peugeot, da qual valorizo o conforto, mas começo a ter sérias reservas quanto à fiabilidade. Perante a natureza sistémica destes problemas, venho solicitar a vossa análise para eventual comparticipação parcial ou total dos custos de reparação, no âmbito de uma política de pós-venda responsável e alinhada com a confiança que os clientes depositam na marca. A Peugeot devera assumir o problema, chamar os veículos para rectificação do problema, e/ou, proceder à justa indemnização.

Encerrada
M. S.
11/07/2025

Reclamação contra Stellantis & You Portugal – Avaria motor PureTech 1.2 (Peugeot 308 SW)

Exmos senhores Boa noite Adquiri um Peugeot 308 SW novo (AC-26-II) em 2020, com todas as revisões feitas na oficina oficial. Em fevereiro de 2025, fiz uma revisão geral. Menos de 3 meses depois, surgiu uma avaria grave no motor (pressão do óleo). A viatura está na oficina desde 20/06/2025. A marca recusa qualquer apoio, alegando falhas de manutenção em 2021 e 2023. No entanto, nunca me foi entregue qualquer plano de manutenção nem fui alertada para incumprimentos. Sempre segui as instruções da oficina oficial. A falha resulta de um defeito reconhecido pela Stellantis no motor PureTech 1.2. A própria marca lançou programas de garantia alargada e compensação na Europa. Apesar disso, não foi feita qualquer ação preventiva nem informativa junto dos clientes portugueses, o que considero inaceitável. Exijo que os custos de reparação sejam assumidos e que a situação seja resolvida com urgência e boa-fé. Muito obrigada desde já Maria Sousa Martins

Encerrada
R. M.
02/07/2025

Defeito no motor peugeot 308, 1.2 de 2018

Estou solidário com todos os reclamantes, relativamente ao motor 1.2 de 3 cilindros da Peugeot. Tenho um Peugeot 308, 1.2 puretech, de 2018, comprado novo na Peugeot, concessionário na Praça de Espanha, e, confirmo todos os problemas relatados pelos proprietários e utilizadores dos veículos com o motor puretech. É uma vergonha o comportamento da Peugeot em Portugal. A pensar que estaria a comprar um bom carro, adquiri um pesadelo de 4 rodas. Os funcionários da Peugeot escudam-se e declinam a responsabilidade na reparação do motor por alegaram que a manutenção não é efectuada na Peugeot. O problema é o motor e não as reparações que sejam feitas dentro ou fora da marca. O problema é na origem, na construção do motor, a qual tem uma correia banhada a óleo e que perde partículas desse material entupindo o filtro do óleo, impedindo que o óleo passe para o motor. A Peugeot devera assumir o problema, chamar os veículos para rectificação do problema, e/ou, proceder à justa indemnização.

Encerrada
J. M.
06/06/2025

Alfa romeo tonale com problemas persistentes

Exmos. Senhores, Adquiri um Alfa Romeo Tonale novo em 2023 e, ainda nos primeiros meses de uso, começaram a surgir problemas. Passados pouco mais de dois anos, o carro continua a apresentar problemas técnicos recorrentes, resolvidos apenas com muita insistência e diversas visitas à oficina — já contabilizo dezenas de deslocações e de chamadas para a oficina autorizada e para o serviço de apoio ao cliente. Foram vários os problemas identificados ao longo do tempo, e diversas peças já foram substituídas, entre elas a coluna de direção, a centralina da bagageira eletrónica, componentes interiores soltos ou com defeito, cablagens mal montadas e molas de fixação, algumas substituídas mais do que uma vez. Além disso, o veículo apresenta falhas eletrónicas constantes, exigindo atualizações frequentes e revisões ao sistema. Para além dessas avarias, o carro apresenta ruídos constantes, tanto mecânicos como parasitas. Alguns desses ruídos foram solucionados temporariamente, outros só duraram algum tempo depois de reparados e voltaram a surgir, e há ruídos que persistem desde o início, mantendo-se mesmo após várias intervenções. Apesar de cada problema acabar por ter solução, o mais grave é a sua frequência e persistência. Resolvo uma falha e, passados dois ou três meses, aparece outra diferente. Já precisei de mais de vinte visitas para lidar com essas anomalias, o que dá em média cerca de uma visita por mês, havendo alturas em que foram necessárias várias visitas seguidas e o carro permaneceu na oficina por mais de uma semana. O carro passa demasiado tempo na oficina e eu passo demasiado tempo em contacto com o apoio ao cliente. Em várias chamadas para o apoio ao cliente, foi reconhecida a gravidade da situação e chegou a ser mencionada a possibilidade de compensação, incluindo apoio na retoma com um valor percentual do carro, dadas as falhas sucessivas e a consequente desvalorização. No entanto, a resposta final dos superiores é sempre a mesma: “o carro está em conformidade” e “deve continuar a reportar os problemas”. Na última chamada, a própria colaboradora que acompanha o caso reconheceu que o veículo apresenta claros problemas de qualidade e, perante a falta de solução por parte dos superiores, aconselhou-me a apresentar uma reclamação formal e judicial à Stellantis. Este cenário não é normal num carro com pouco mais de dois anos. Não se trata apenas de reparar falhas pontuais, mas de viver numa sequência interminável de problemas que comprometem a utilização normal e a confiança no veículo. Além disso, todos estas reparações só foram possíveis porque o carro ainda está na garantia. Porém, estou cada vez mais próximo da data limite dessa garantia e os problemas continuam a surgir. Se me for exigido pagar por essas reparações, torna-se insuportável — ficaria financeiramente prejudicado, sem meios para manter um carro que está sempre com defeitos e a exigir peças novas. A manutenção já é cara, mas isso seria aceitável se os problemas não existissem. Cumprimentos.

Encerrada
J. A.
08/05/2025

Comprei carro com defeito

EXMOS SRS Boa tarde comprei um Citroën C3 em Março 2023 na Citroën sacavém vinha com defeito do fabricante onde só soube quando meses depois acendeu me a luz com nível de óleo baixo,,comuniquei meti óleo e disseram quando acontece se novamente para ir a Citroën sacavém, em Dezembro 2024 aconteceu de novo,fui à Citroën sacavém, onde tiraram o óleo para pesar e mandaram me andar 1000km ,o que fiz entreguei o carro 22/1/25 onde a Citroën França 15 dias depois mandou a Citroën sacavém por um motor novo,fui buscar a viatura quase 4 meses depois 6/7/25 ,no dia 7/5/25 acendeu a luz da temperatura, onde desliguei a viatura, quando o carro arrefeceu fui ver não tinha anticongelante, óleo abaixo do nível mínimo a viatura a engasgar, foi de reboque para Citroën sacavém e até agora não sei nada é muito triste é uma vergonha compramos o carro na marca para isto

Resolvida
S. P.
17/03/2025

Garantia Spoticar

Boa tarde, adquiri uma viatura Fiat 500 à Caetano Gamobar em 27/07/2024, com garantia spoticar de 3 anos. A informação constante na mesma não estava correta: KM que constam no documento da entrega são 75166, mas quando levantei o carro foi-me entregue com 75663, ou seja o certificado não foi emitido com os kms corretos. Após a entrega da viatura tive de a levar de volta ao concessionário porque vinha com um problema na chave, entretanto foram feitos alguns kms extra pelos senhores do stand da Caetano para resolver o defeito da chave. Sempre se notou um consumo excessivo de combustível (9 a 10 litros aos 100km), esta situação não foi logo detetada pois era eu que andava com a viatura. Um dia, o meu marido foi abastecer a e passado pouco tempo pedi-lhe novamente para atestar a viatura pois já não tinha combustível, ele estranhou a situação pois tinha feito poucos kms, e com o decorrer dos kms ele acabou por confirmar que existia um consumo excessivo de combustível (os tais 9 a 10 litros aos 100km) Paralelamente com esta situação, e após o carro ter feito por nós 1500 km, foi verificado o nível de óleo e o mesmo já se encontrava a meio, atendendo a que o intervalo de revisões é de 15.000km ou 1 ano, entramos em contacto com o responsável das vendas da Caetano Vila Nova de Gaia, Sr Nelson enviando fotografia do nível do óleo, à qual obtive a resposta que estava nos níveis normais mas que poderia ir à Midas para acrescentar óleo. Levei o carro à Midas e disseram que era normal não valia a pena acrescentar óleo, para ir controlando. No dia 21/01 surgiu no painel da viatura a informação de Avaria/controlar motor, mais uma vez entrou-se em contacto com o Sr. Nelson (Caetano) e fomos à Midas a dia 28/01 (ver anexo), ligaram a viatura à máquina, informaram-nos que o erro estava no sistema de catalisador( ver anexo- erro P0420), num sensor, apagaram o erro, informaram que podia ser uma coisa pontual e pediram para andar com a viatura na autoestrada. Nesta data a viatura tinha 80.000km, ou seja, tinha feito 4000 km em 6 meses. Antes desta situação, já tinham sido reportadas várias falhas iniciais na verificação dos 300 ou 400 pontos antes da entrega da viatura usada. 1.ª falha reportada, a chave da viatura não é a original e logo no primeiro dia deixou abrir e fechar o carro; 2.ª falha barulho na roda dianteira do lado direito; 3.ª falha, ausência de iluminação no painel de comandos da viatura. Estas falhas obrigaram-nos a um vai e vem para a oficina ficando dias sem carro e sem direito a viatura de substituição. Voltando à questão da Avaria/Controlar motor, no dia 27/02 a luz voltou a acender, contactei novamente o Sr. Nelson, desta vez por e-mail e enviei fotos da luz, desta vez encaminhou para a marca. Entre o dia 28/01 e 27/02 foram feitos 1400km tendo nesse período o carro andado mais em autoestrada conforme recomendado pela Midas. Levamos então o carro à marca (Fiat) foi efetuado o diagnóstico e ativada a garantia. O defeito é no sistema do escape/catalisador/ sensores. No dia 7/03 fomos contactados pela marca com a informação que a garantia não cobria a avaria. Um carro, com 6000km feitos por nós e 7 meses de uso, com garantia de 3 anos e com 450 pontos verificados. Analisando o certificado de garantia, artigo 4.º, linha 9, está explicito que catalisador está comtemplado até aos 120.000km. tendo o carro 81.441km. Examinando as premissas da garantia sobre a preparação/recondicionamento da viatura, que seguem determinados parâmetros de qualidade, e o que efetivamente o concessionário realizou em oficina, é de desconfiar que a mesma não respeitou o preconizado pela FIAT (plano de manutenção FIAT tendo em conta os KM que a viatura tinha) e a política SPOTICAR, nomeadamente a substituição das velas que segundo as informações técnicas, propicia e agrava a avaria reportada. Assim, de acordo com o art.º 9.1.3 e seguintes do Código Civil, a viatura foi entregue com vicio/defeito oculto, vicio esse coberto pela garantia (artigo 4º da garantia) existe a ressalva que o sistema catalisador é coberto pela referida garantia até aos 120.000kms. Pedimos a reparação imediata sem custos para a nossa pessoa, crédito do diagnóstico (68,46€- fatura anexa), e viatura de substituição. A decisão de avançar comprar a viatura no vosso stand da Caetano Retail em detrimento de outras ofertas, foi a garantia de 3 anos e renome da vossa empresa/grupo. Em anexo: -extrato garantia pag.3 -Comprovativo de kms a data de entrega. -Diagnosticos agrupados

Encerrada
F. B.
21/01/2025

citroen nao quer assumir avaria

Exmos. Senhores, Em 2024 comprei um C4 SPACETOURER ANO 2019 com 40 mil km num stand em lisboa , logo a seguir foi so chatices derivado ao Addblue , foi varias vezes a marca Motorpor em Faro . Em agosto mandei mudar o kit da correia distribuição na marca , paguei mais de mil euros . No mes de dezembro agora 2024 parou chamei reboque e foi para Faro a marca esta desde então hoje fiquei a saber que é a famosa arvore de cames , e a soma é enorme . Pedem as revisões na marca , eu tenho duas mas antes de min não sei eles não encontram nada . Dai nem sei a melhor solução . Ao mesmo tempo em agosto a marca era para ter visto isso e mudado logo tudo . Sabendo dos problemas . Cumprimentos.

Encerrada
J. A.
29/10/2024

Problemas motor Peugeot 3008 Bluehdi 130 EAT de 11/20188

Exmos.Senhores Ao levar o carro para a revisão dos 120000 kms, assinalei também um alerta de vido ao A dblue. Foi diagnosticada pelo concessionário MSCAR de Faro a necessidade de mudar a árvore de cames, turbo, correia de distribuição, injectores Adblue e mais tarde o próprio depósito Adblue (comparticipado a 50%). Total da despesa 3837 € + 604,05 €. Tratando-se de uma avaria recorrente e reconhecida pela Stellantis, peço que intercedam junto desta empresa para o reembolso integral desta factura e os 50% do depósito Adblue

Encerrada

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