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Recusa de diagnóstico ao abrigo da garantia e imposição de custos sem prova técnica.
A marca está a excluir a garantia antes de concluir o diagnóstico, recusando-se a desmontar o motor sem aceitação prévia de custos e cobrando parqueamento diário. Já autorizei a desmontagem para diagnóstico no âmbito da garantia, sem aceitação de custos, conforme a lei exige. Registei reclamação no Livro de Reclamações. “A marca alega uso de óleo incorreto, mas não produziu prova técnica nem diagnóstico conclusivo."
Avaria não resolvida
Sou proprietário de um DS4 E-TENSE RIVOLI, de novembro de 2021. O automóvel é plug in, porém não consigo utilizá-lo em modo elétrico, pois está constantemente indisponível. Pela 3’ vez coloquei o carro na oficina da marca . Da 1’ vez esteve 2 semanas a reparar e voltou com o mesmo problema. Recentemente coloquei-o novamente na mesma oficina (representante da marca) e ao fim de uma semana, deram como reparado. Paguei 400€ e quando fui buscá-lo, estava exatamente na mesma. Agora, está em reparação há 2 semanas , à espera de uma peça e sem previsão de. data para me entregarem o carro. Posto isto, somando o tempo, estou sem carro há mais de um mês! Onde estão os profissionais da marca? Coloquei o carro na oficina que, à partida, será a mais qualificada para resolver os problemas, e é isto que se vê!!!
Veículo JEEP com avaria de fabrico
ASSUNTO: RECLAMAÇÃO FORMAL, DENÚNCIA DE FALTA DE CONFORMIDADE E PEDIDO DE SUBSTITUIÇÃO IMEDIATA DO VEÍCULO JEEP COMPASS PHEV MY24 – VIN ZACPJFCW3RPS99132 – MATRÍCULA BP-02-PO Exmos. Senhores, Venho, na qualidade de consumidor e proprietário do veículo Jeep Compass PHEV MY24, com o VIN/chassis ZACPJFCW3RPS99132 e matrícula BP-02-PO, Adquiri em 16/12/2024 o veículo acima descrito, totalmente novo e com extensão de garantia de 6 anos. Desde as primeiras utilizações o veículo apresenta falhas graves e recorrentes, incluindo: Problemas no carregamento elétrico, obrigando-me a pagar 150€ por um serviço que não resolveu nada. Falhas nos sistemas de segurança: deteção de obstáculos inexistentes, alarmes de colisão e travagens indevidas. Perdas de potência, engasgamentos e avarias em circulação, exigindo dois reboques em plena via pública, com risco real para a segurança. Ecrã multimédia a desligar, falhas 4WD, “Modo Drive indisponível”, entre outros erros críticos. Após “reparação”, descobri que a bateria de 12V alegadamente substituída não foi trocada. A caixa de fusíveis apresenta 3 porcas em falta e um conector amassado e enferrujado, revelando falta de conformidade estrutural gravíssima. As oficinas Stellantis recusaram atendimento atempado, desvalorizaram as avarias e devolveram-me o veículo sem reparação efetiva. Estou impedido de viajar, com reservas já efetuadas para o Algarve e deslocação prevista a Espanha, e sem confiança para usar o veículo, sofrendo prejuízos materiais e danos morais. Face à falta de conformidade reiterada, ao abrigo do DL 84/2021 e da Diretiva (UE) 2019/771, exijo a substituição imediata do veículo por outro novo ou, em alternativa, a resolução do contrato com devolução do valor pago, bem como indemnização pelos danos sofridos.
ecusa de cobertura em extensão de garantia – Motor PureTech 1.2 (correia de distribuição)
Venho apresentar reclamacao relativa à recusa da Citroen Stellantis em assumir a reparacao do defeito de fabrica do motor PureTech 1.2 do meu veiculo, apesar de existir uma extensao de garantia criada pela marca para este problema. Dados do veiculo: matricula 58XD12 e VIN VF72RHNPJK4138870. O historico de manutencoes em servicos oficiais Citroen e o seguinte: em 2020 tinha 11966 km, em 2021 tinha 16350 km, em 2022 tinha 22765 km e em 2024 tinha 40844 km. Entre 2022 e 2024 o veiculo fez apenas 18000 km. Na revisao de 2025 fui informada pela primeira vez de que o carro apresenta sinais do defeito conhecido da correia de distribuicao dos motores PureTech e fui informada da existencia de uma extensao de garantia ate 10 anos ou 175000 km. Nunca fui informada pela marca sobre este defeito de fabrica, sobre a extensao de garantia ou sobre condicoes especificas de manutencao relacionadas com este problema. Contactei de imediato a marca e o carro foi diagnosticado por representante oficial, que confirmou o problema. No entanto, a Citroen Stellantis recusa assumir a reparacao alegando falta de revisao em 2023. A ausencia dessa revisao nao provocou o defeito, que e reconhecido pela propria marca. Todas as manutencoes anteriores foram feitas dentro dos prazos logicos e de acordo com a baixa quilometragem anual. A marca falhou no dever de informacao ao cliente e esta a penalizar injustamente o consumidor. Solicito que a reparacao seja assumida ao abrigo da extensao de garantia criada precisamente para este defeito.
recusa garantia/falta de conformidade
Sou proprietário de um Alfa Romeo Giulia 2.2 Diesel (matrícula BB-63-NN, VIN ZAREAEGXXN7671893), adquirido à Santogal em outubro de 2023. A garantia do veículo foi, contudo, ativada indevidamente em junho de 2023, aquando da matrícula feita pela marca antes da venda e da entrega efetiva ao cliente. Desde então, o veículo apresentou várias avarias elétricas e eletrónicas, tendo estado imobilizado por períodos longos e intervencionado em várias ocasiões (folhas de obra em anexo). Em setembro de 2025, após nova avaria, a oficina Stellantis & You Amadora recusou a substituição da bateria em garantia, alegando o fim do prazo e invocando uma declaração falsa atribuída à minha esposa, afirmando que o carro esteve parado “vários meses sem manutenção preventiva”. Tal afirmação é falsa e ofensiva. O veículo esteve apenas em paragem temporária devidamente monitorizada, encontrando-me eu em trabalho no estrangeiro, e nunca esteve ao abandono. A recusa de cobertura e a ativação antecipada da garantia violam: – O artigo 13.º do DL 84/2021, que presume os defeitos existentes à data da entrega; – O artigo 15.º do mesmo diploma, que impõe a reparação/substituição sem custos; – E o artigo 762.º do Código Civil, que obriga à boa-fé contratual. Solicito a intervenção da DECO para: Garantir a substituição da bateria ao abrigo da garantia; Verificar o historial de anomalias elétricas; Esclarecer a ativação incorreta da garantia; E assegurar o respeito pelos direitos do consumidor.
Alfa Romeo - Defeito de fabrico zona airbag tablier
Venho por este meio expor um grave problema de consumo que tem afetado inúmeros proprietários de veículos do Grupo Fiat/Alfa, nomeadamente o meu Alfa Romeo Giulietta 2011 (mat. 53-LU-69, 170 000 km), adquirido em jun/2011. O tablier acima do airbag do passageiro apresentou-se com empolamento e rutura espontâneos, expondo a bolsa do airbag. Não houve qualquer impacto externo – tudo indica tratar-se de um vício oculto de fabrico, associado a um pré-corte no painel. Contactei a concessionária oficial (Alfa Romeo Portugal) com duas reclamações registadas (n.º 02464451 e 02494866), mas ambas foram rejeitadas sob o argumento de que “a garantia legal terminou em 2013” e de que o dano teria sido causado externamente. Esta recusa parece violar o princípio de conformidade do Código Civil: o consumidor tem direito à reposição da conformidade do bem sem encargos (reparação ou substituição) quando ocorre defeito de fabrico. Além disso, o CC (art. 914.º) reforça que posso exigir a reparação ou substituição do bem defeituoso, salvo má-fé do vendedor – o que não é o caso. Este defeito compromete a segurança: se o airbag não puder inflar corretamente devido à fissura do tablier, aumenta-se o risco de ferimentos graves. É notório que outras viaturas Alfa e Fiat (500, Punto, etc.) sofrem do mesmo problema. A imparcialidade da Alfa Romeo (e respetivos fabricantes) exige que assumam este vício conhecido e procedam à correção a custo zero para o consumidor. Solicito, assim, o apoio da DECO PROteste para mediar esta situação: seja através de aconselhamento jurídico, seja através de intervenção junto da marca, defesa em possível litígio ou orientação para procedimentos legais. Agradeço a vossa análise e apoio na defesa dos meus direitos de consumidor, incluindo eventuais ações coletivas contra a marca se necessário.
Defeito Peugeot 2008 1.2 PureTech 2016
Venho, por este meio, manifestar o meu descontentamento relativamente à situação do meu Peugeot 2008, a gasolina, motor 1.2 PureTech, do ano de 2016, com cerca de 80.000 km, atualmente na vossa oficina. O sistema de ar condicionado deixou de funcionar, passando a emitir apenas ar quente. Após a revisão mais recente, realizada na vossa oficina, foi-me comunicado que o sistema de ar condicionado é ainda o original e que não foi detetada nenhuma intervenção anterior. Foi igualmente detetado que a correia de distribuição se encontra danificada, sendo também esta a de origem. Além disso, foi identificado um conjunto significativo de falhas no sistema, sem que, até ao momento, me tenham sido prestados esclarecimentos técnicos satisfatórios sobre as suas causas. A proposta de reparação apresentada ultrapassa os 3.500 euros, o que considero desproporcionado, sobretudo tendo em conta que se trata de falhas recorrentes e amplamente documentadas neste modelo e motor, especialmente nos veículos fabricados entre 2015 e 2018. Verifiquei que, em alguns países europeus, foi inclusive acionado um recall oficial, tanto para a correia de distribuição como para o sistema de ar condicionado, devido a problemas reconhecidos de fabrico - como, por exemplo, a fragilidade do alumínio e o desgaste prematuro da correia. As manutenções do veículo foram realizadas em concessionário oficial Peugeot até 2021, e recentemente retomei as revisões na marca, justamente por confiar na assistência especializada. Este é o meu primeiro veículo da marca Peugeot, da qual valorizo o conforto, mas começo a ter sérias reservas quanto à fiabilidade. Perante a natureza sistémica destes problemas, venho solicitar a vossa análise para eventual comparticipação parcial ou total dos custos de reparação, no âmbito de uma política de pós-venda responsável e alinhada com a confiança que os clientes depositam na marca. A Peugeot devera assumir o problema, chamar os veículos para rectificação do problema, e/ou, proceder à justa indemnização.
Reclamação contra Stellantis & You Portugal – Avaria motor PureTech 1.2 (Peugeot 308 SW)
Exmos senhores Boa noite Adquiri um Peugeot 308 SW novo (AC-26-II) em 2020, com todas as revisões feitas na oficina oficial. Em fevereiro de 2025, fiz uma revisão geral. Menos de 3 meses depois, surgiu uma avaria grave no motor (pressão do óleo). A viatura está na oficina desde 20/06/2025. A marca recusa qualquer apoio, alegando falhas de manutenção em 2021 e 2023. No entanto, nunca me foi entregue qualquer plano de manutenção nem fui alertada para incumprimentos. Sempre segui as instruções da oficina oficial. A falha resulta de um defeito reconhecido pela Stellantis no motor PureTech 1.2. A própria marca lançou programas de garantia alargada e compensação na Europa. Apesar disso, não foi feita qualquer ação preventiva nem informativa junto dos clientes portugueses, o que considero inaceitável. Exijo que os custos de reparação sejam assumidos e que a situação seja resolvida com urgência e boa-fé. Muito obrigada desde já Maria Sousa Martins
Defeito no motor peugeot 308, 1.2 de 2018
Estou solidário com todos os reclamantes, relativamente ao motor 1.2 de 3 cilindros da Peugeot. Tenho um Peugeot 308, 1.2 puretech, de 2018, comprado novo na Peugeot, concessionário na Praça de Espanha, e, confirmo todos os problemas relatados pelos proprietários e utilizadores dos veículos com o motor puretech. É uma vergonha o comportamento da Peugeot em Portugal. A pensar que estaria a comprar um bom carro, adquiri um pesadelo de 4 rodas. Os funcionários da Peugeot escudam-se e declinam a responsabilidade na reparação do motor por alegaram que a manutenção não é efectuada na Peugeot. O problema é o motor e não as reparações que sejam feitas dentro ou fora da marca. O problema é na origem, na construção do motor, a qual tem uma correia banhada a óleo e que perde partículas desse material entupindo o filtro do óleo, impedindo que o óleo passe para o motor. A Peugeot devera assumir o problema, chamar os veículos para rectificação do problema, e/ou, proceder à justa indemnização.
Alfa romeo tonale com problemas persistentes
Exmos. Senhores, Adquiri um Alfa Romeo Tonale novo em 2023 e, ainda nos primeiros meses de uso, começaram a surgir problemas. Passados pouco mais de dois anos, o carro continua a apresentar problemas técnicos recorrentes, resolvidos apenas com muita insistência e diversas visitas à oficina — já contabilizo dezenas de deslocações e de chamadas para a oficina autorizada e para o serviço de apoio ao cliente. Foram vários os problemas identificados ao longo do tempo, e diversas peças já foram substituídas, entre elas a coluna de direção, a centralina da bagageira eletrónica, componentes interiores soltos ou com defeito, cablagens mal montadas e molas de fixação, algumas substituídas mais do que uma vez. Além disso, o veículo apresenta falhas eletrónicas constantes, exigindo atualizações frequentes e revisões ao sistema. Para além dessas avarias, o carro apresenta ruídos constantes, tanto mecânicos como parasitas. Alguns desses ruídos foram solucionados temporariamente, outros só duraram algum tempo depois de reparados e voltaram a surgir, e há ruídos que persistem desde o início, mantendo-se mesmo após várias intervenções. Apesar de cada problema acabar por ter solução, o mais grave é a sua frequência e persistência. Resolvo uma falha e, passados dois ou três meses, aparece outra diferente. Já precisei de mais de vinte visitas para lidar com essas anomalias, o que dá em média cerca de uma visita por mês, havendo alturas em que foram necessárias várias visitas seguidas e o carro permaneceu na oficina por mais de uma semana. O carro passa demasiado tempo na oficina e eu passo demasiado tempo em contacto com o apoio ao cliente. Em várias chamadas para o apoio ao cliente, foi reconhecida a gravidade da situação e chegou a ser mencionada a possibilidade de compensação, incluindo apoio na retoma com um valor percentual do carro, dadas as falhas sucessivas e a consequente desvalorização. No entanto, a resposta final dos superiores é sempre a mesma: “o carro está em conformidade” e “deve continuar a reportar os problemas”. Na última chamada, a própria colaboradora que acompanha o caso reconheceu que o veículo apresenta claros problemas de qualidade e, perante a falta de solução por parte dos superiores, aconselhou-me a apresentar uma reclamação formal e judicial à Stellantis. Este cenário não é normal num carro com pouco mais de dois anos. Não se trata apenas de reparar falhas pontuais, mas de viver numa sequência interminável de problemas que comprometem a utilização normal e a confiança no veículo. Além disso, todos estas reparações só foram possíveis porque o carro ainda está na garantia. Porém, estou cada vez mais próximo da data limite dessa garantia e os problemas continuam a surgir. Se me for exigido pagar por essas reparações, torna-se insuportável — ficaria financeiramente prejudicado, sem meios para manter um carro que está sempre com defeitos e a exigir peças novas. A manutenção já é cara, mas isso seria aceitável se os problemas não existissem. Cumprimentos.
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