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recusa injustificada da garantia PureTech pelo concessionário
Venho apresentar, pela terceira vez, uma reclamação urgente devido à recusa injustificada da garantia PureTech pelo concessionário, o que me tem impedido de utilizar o meu Citroën C3 por mais de um mês. A oficina recusou-se a acionar a extensão de garantia, mesmo estando o veículo dentro das condições (menos de 10 anos e menos de 180.000 km), alegando, sem provas, que a distribuição foi alterada fora da rede e apontando possíveis resíduos no cárter. No entanto, a viatura realizou a revisão oficial na vossa rede em Maio de 2026, com 101.363 km, tendo sido aplicado o lubrificante recomendado pela marca. Detetei uma avaria grave no início de agosto e, por indicação técnica, imobilizei o carro. Contactei a oficina a 18 de agosto, mas só consegui agendamento para setembro devido à falta de pessoal e atrasos do concessionário em época de férias. Por motivos profissionais, só pude levar o carro para diagnóstico a 15 de setembro, já com 103.859 km. Ou seja, o carro percorreu apenas cerca de 2.500 km desde a última revisão até à avaria. Não faz sentido justificar o problema com resíduos antigos, pois se existissem, a oficina oficial teria detetado e reportado durante a revisão. Esta situação tem-me causado sérios prejuízos diários, a nível profissional e pessoal, pois estou privada de utilizar o meu carro há demasiado tempo devido a atrasos de agendamento e à negação injusta da garantia. Além disso, recordo que sou a proprietária em segunda mão do veículo, sem responsabilidade por possíveis intervenções anteriores feitas por terceiros, e que a viatura foi adquirida de boa-fé. Não faz sentido penalizarem-me pela falta de registos ou manutenções passadas fora da rede, especialmente quando se trata de um defeito conhecido do motor. Solicito que a marca assuma de imediato a gestão direta do processo, cancele o orçamento apresentado, autorize a reparação completa (peças e mão de obra) ao abrigo da garantia e disponibilize um veículo de substituição enquanto não tenho o meu carro. Já contactei a marca duas vezes e continuo sem resposta. Esta situação é inadmissível e exijo uma solução rápida, pois não é viável ter o carro parado tanto tempo. Obrigada.
RECLAMAÇÃO FORMAL - Peugeot Partner 1.5 BlueHDi
Reclamação Formal Falha da corrente da árvore de cames e falha interna da bomba de alta pressão — pedido de cobertura, análise técnica e solução integral Peugeot Partner 1.5 BlueHDi que apresentou duas avarias graves. Viatura imobilizada. Destinatário Stellantis Portugal - Rodda Figueira da Foz Veículo Peugeot Partner Premium Standard 1.5 BlueHDi 100 cv CVM6 VIN VR3EFYHT2NN529587 Data de fabrico 03/06/2022 Primeira matrícula 21/06/2022 Quilometragem no diagnóstico 99.597 km Identificação do veículo Ocorrência e gravidade da situação Primeira ocorrência: corrente da árvore de cames Segunda ocorrência: falha interna da bomba de alta pressão Necessidade de esclarecimento técnico independente e documentado Histórico de manutenção — manutenção realizada na rede oficial Peugeot Confiança continuada na rede oficial Peugeot e realização de trabalhos adicionais Idade e quilometragem do veículo Pedido de cobertura da bomba de alta pressão Preservação das peças e componentes substituídos Pedido formal de solução Documentação disponível Pedido de resposta ANEXOS — DOCUMENTAÇÃO E FOTOGRAFIAS
Defeito de Fabrico Automovel
Exmos. Srs. Venho apresentar a minha reclamação à Marca Stellantis Portugal, com o seguintes fundamentos: 1- Adquiri o veiculo Peugeot 2008 1.2 Puretech - Allure, em junho de 2020, no Stand da marca, em Coimbra 2-Passado algum tempo após a compra, tive conhecimento que este modelo tem um defeito de fabrico relacionado com a correia de distribuição 3-Ora, esta correia foi fabricada em plástico, que trabalha dentro do motor, com óleo, o que leva a que se danifique ou desgaste de forma muito mais rápida que o suposto 4-Tive agora conhecimento que a Stellantis (entidade responsável), já admitiu o erro de fabrico e tem feito o recall de vários veiculos, para substituirem a correia por outro, de outro material 5-Ora, neste sentido, a minha reclamação tem como objetivo que também o meu veiculo seja chamado para reparação gratuita, uma vez que tem o mesmo defeito, o que já me levou a elevados gastos pessoais com a manutenção do mesmo. Assim, solicito o vosso apoio na resolução da situação.
Faturas manutenção Peugeot 2008 (matrícula BB-69-IL) anteriores à venda de Julho 2025
Eu, Hermes Morais, venho por este meio apresentar reclamação à empresa Corlexis Lda com o NIF 514102730 relativa às manutenções do carro impactado. Será apresentada uma segunda queixa à empresa Stellantis Portugal, S.A., com o NIF 502995912, por uma questão de pouca clareza do dono do veículo em 2023-2024 e pela Peugeot aparentar não ter uma base de dados completa (consulta de dados por parte da central sem certezas absolutas de que todas as faturas/serviços são carregados/registados no sistema). Avancei com o pedido de marcação de manutenção do carro Peugeot 2008 (BB-69-IL) para o presente ano (2026). Deixei o carro na Stellantis Sacavém no dia 20/07/2026 por volta das 11h da manhã.O valor estimado desta manutenção ronda os 200€. Já tinha feito manutenção em Setembro de 2025 (custo de 435,58€ - ver anexo). A venda do carro foi no início de Julho de 2025. A empresa Corlexis Lda., que detém o stand Prestimo automóvel (onde fiz a compra), fez a manutenção em julho de 2025 (custo de 87,10€ - ver anexo). Por que foram feitas duas manutenções no mesmo ano com apenas 2 meses de intervalo? A empresa Stellantis Portugal (Stellantis Sacavém) não conseguia confirmar na base de dados/computador de bordo do carro que foi feita outra manutenção no mesmo ano? É legal este ato? Estas manutenções seguem o plano de manutenções? (Deco proteste preciso que avaliem este ponto sff) Focando no principal problema: Por volta das 16h30 do dia 20/07/2026 recebo uma chamada de Filipa Soares (da Stellantis Sacavém) indicando que a correia pode partir a qualquer momento e que não poderia retirar o carro nas mesmas condições. Solicitou-me a fatura de 2024 de modo a apresentar todas as faturas à marca e então pedir o arranjo à Peugeot. Posto isto, pedi ao Joaquim Neves a fatura em questão. O mesmo apresentou-me a de 2025 (julho) e indicou que ainda estava à espera da de 2024 (fornecida no dia 21/07). Depois de vários contactos (mensagens e chamadas), indicou que as manutenções anteriores foram feitas na Peugeot e que o dono anterior do carro era a Stellantis e que assim de alguma forma conseguiam chegar a essa fatura. A Peugeot (apoio ao cliente) não encontrou qualquer fatura/manutenção na sua base de dados. Com este telefonema não me deram certezas de que tudo estava carregado no sistema, apenas que à data de 21/07/2026 não tinham info de qualquer fatura de manutenção do carro em 2024. Nas conversas com o Joaquim, o mesmo indicou que possivelmente a MSCAR tinha feito a manutenção em 2024. Liguei no dia 21/07/2026 à central MSCAR e não encontraram no sistema a mesma fatura. Liguei de novo à Stellantis e a Filipa indicou-me que precisa da fatura de 2024 e que sem isso não consegue pedir arranjo à marca. Também indicou que Stellantis não era a antiga dona do carro e que não tinha qualquer registo de manutenção do carro em 2024. Posto isto, temos os seguintes cenários para manutenção/fatura 2024: Não foi realizada; Realizada numa concessionária Peugeot mas não carregada no sistema; Realizada numa concessionária que não é da marca; O carro continua no mesmo estado, parado na Stellantis Sacavém à espera de avançar com o arranjo. Ajustei a minha agenda de ontem ao final do dia e de hoje (21/07/2026) por não ter o carro pronto. Com o desenrolar da situação, não sei se o assunto irá começar a ser resolvido amanhã. Pois o Joaquim diz que aguarda a fatura de 2024 e que a MSCAR está em conversações com a Stellantis, mas a Stellantis diz que não foi dona do carro em 2024. Tenho várias informações contraditórias e, posto isto, solicito o auxílio da Decoproteste para resolver a situação. Acrescentar que não tenho um meio de transporte alternativo nestes dias (entre a decisão se há fatura ou não, o pedido e a substituição do kit completo). Qual a empresa responsável por fornecer esse meio de transporte alternativo? Sem mais, Hermes Morais
Agradecimento à Jeep Stellantis
Agradecimento à Jeep Stellantis Gostaria de aproveitar este espaço, tradicionalmente reservado para reclamações, para deixar o meu mais sincero agradecimento à Jeep Stellantis por todo o empenho em contribuir para o meu crescimento como ser humano. Graças à minha experiência como proprietário de um Jeep, tive a oportunidade de desenvolver virtudes que talvez jamais tivesse aprendido em qualquer curso, livro ou terapia. Paciência, por aguardar durante tanto tempo, não apenas pelo diagnóstico, mas também pelo conserto do veículo. E, claro, por aprender a apreciar o silêncio... especialmente nas raras ocasiões em que a marca poderia ter entrado em contacto para atualizar o cliente sobre a situação. Compreensão, ao ouvir repetidamente a já memorável frase: "Estamos a fazer o possível." Uma expressão dita sempre com a mesma serenidade, quase robótica, como se tivesse sido cuidadosamente programada para substituir qualquer informação concreta. Resiliência, por voltar a caminhar longas distâncias ou utilizar a bicicleta para resolver os compromissos mais simples do dia a dia, enfrentando sol, chuva e vento, enquanto o meu Jeep repousava confortavelmente na oficina, aparentemente à espera do único engenheiro especializado existente em Portugal. Humildade, por abandonar a antiga convicção de que conduzia um automóvel superior, mais bonito ou mais especial do que os demais. Hoje compreendo que a verdadeira beleza de um carro não está no seu design, nas suas campanhas publicitárias ou no prestígio da marca, mas na sua capacidade de cumprir aquilo que dele se espera: funcionar, transportar os seus ocupantes com segurança e inspirar confiança quando mais precisamos. Sabedoria, por perceber que um excelente serviço pós-venda vale infinitamente mais do que qualquer acabamento premium, logótipo sofisticado ou promessa de aventura. E, por fim, desapego, por compreender que chegou o momento de encerrar esta relação. Afinal, todos merecemos um automóvel que transmita segurança, confiabilidade e tranquilidade, acompanhado por uma assistência técnica competente, eficiente e verdadeiramente preocupada com o cliente quando ele mais necessita. Por tudo isto, deixo aqui o meu mais profundo agradecimento. Nem todos os mestres aparecem na nossa vida para nos ensinar através do exemplo. Alguns ensinam exatamente pelo contrário. A Jeep Stellantis ensinou-me que a confiança de um cliente leva anos para ser construída, mas pode desaparecer muito antes de um automóvel sair da oficina. Muito obrigado pela inesquecível lição.
Avaria grave sem diagnóstico e recusa de veículo de substituição
Gostaria de deixar registado o meu mais profundo descontentamento com a marca Jeep. Em junho de 2022 realizei o sonho de adquirir um Jeep Compass Limited, acreditando estar a comprar um veículo sinónimo de qualidade, robustez e fiabilidade. Infelizmente, a realidade revelou-se exatamente o oposto. Na manhã do dia 29/06, o veículo apresentou um defeito absolutamente inacreditável: a ignição bloqueou e o carro simplesmente não desligava. Entre compromissos cancelados, a espera pelo reboque, o transporte até à assistência técnica e o respetivo atendimento, o motor permaneceu ligado durante quase quatro horas. Um problema desta gravidade seria inadmissível em qualquer fabricante. Num Jeep, torna-se ainda mais dececionante. O cenário consegue, infelizmente, ser ainda pior. A oficina Stellantis &You Portugal S.A. na Amadora informou-me de que existe apenas um engenheiro Jeep para todo o território português, não existindo sequer uma previsão para o diagnóstico da avaria. Os próprios mecânicos não conseguiram identificar a origem do problema e admitiram a possibilidade de se tratar de um defeito de fabrico. Acresce que tive conhecimento da existência de boletins técnicos emitidos pela própria Jeep para problemas relacionados com o módulo eletrónico da transmissão (Electronic Shift Module), nos quais são descritos sintomas como a impossibilidade de desligar o veículo e o incorreto reconhecimento da posição "Park". Embora não possa afirmar que o meu veículo esteja abrangido por esses boletins, considero incompreensível que uma avaria com sintomas tão graves permaneça sem diagnóstico e sem qualquer previsão de resolução, quando a própria marca já publicou documentação técnica para problemas semelhantes. Perante esta situação, solicitei a atribuição de um veículo de substituição, uma vez que não tenho absolutamente qualquer responsabilidade pelo sucedido e resido numa zona rural, onde ficar sem automóvel significa, na prática, ficar sem qualquer alternativa de mobilidade. Ainda assim, a Jeep recusou esse pedido, apesar de reconhecer que a demora na reparação resulta exclusivamente da sua própria incapacidade em diagnosticar e resolver o problema. Estamos a falar de um veículo praticamente novo, com todas as revisões efetuadas rigorosamente dentro dos prazos recomendados, que apresenta uma avaria completamente absurda, permanece sem diagnóstico, sem prazo para reparação e sem qualquer previsão de entrega em perfeitas condições de funcionamento. Aquilo que começou por ser a concretização de um sonho de infância transformou-se num verdadeiro pesadelo. A imagem de uma marca forte, resistente e fiável desfaz-se a cada dia que passa, enquanto o veículo permanece imobilizado e sem qualquer solução concreta por parte da Jeep. Mais grave do que o defeito em si é a forma como o cliente é tratado depois de ele acontecer. Problemas mecânicos podem surgir em qualquer marca. O abandono do cliente, esse sim, é uma escolha. Neste momento, sinto-me vítima da incapacidade da Stellantis em resolver um problema cuja origem tudo indica não resultar de qualquer utilização inadequada da minha parte. Não existe um prazo para o diagnóstico, não existe um prazo para a reparação e não existe um prazo para a entrega do veículo em condições normais de funcionamento. A única certeza é que todas as consequências desta situação recaem exclusivamente sobre mim. É profundamente lamentável que, além de não conseguir resolver o problema, a Stellantis também não tenha demonstrado o mínimo de bom senso e respeito pelo cliente ao disponibilizar um veículo de substituição. A demora na reparação não decorre de qualquer responsabilidade minha; resulta exclusivamente da incapacidade da própria marca em diagnosticar e reparar o veículo. Ainda assim, sou eu quem fica sem transporte, quem cancela compromissos, quem perde tempo, quem suporta todos os transtornos e quem continua a pagar por um automóvel que não pode utilizar. Uma marca premium mede-se não apenas pela qualidade dos seus produtos, mas, sobretudo, pela forma como trata os seus clientes quando as coisas correm mal. Infelizmente, nesta experiência, a Jeep Stellantis falhou em ambos os aspetos. Perante tudo isto, solicito que a Jeep Stellantis reconsidere, com a máxima urgência, a decisão de indeferir o meu pedido de atribuição de um veículo de substituição. Não estou a pedir um favor nem um privilégio. Estou apenas a solicitar uma solução justa para uma situação cuja responsabilidade não me pode ser imputada. A impossibilidade de utilizar o meu veículo resulta exclusivamente da incapacidade da Stellantis em diagnosticar e reparar uma avaria grave, sem que exista qualquer previsão para a sua resolução. Espero sinceramente que esta reclamação seja finalmente tratada com a seriedade que merece e que a Jeep assuma as suas responsabilidades. A atribuição de um veículo de substituição não apagará a enorme desilusão que esta experiência me causou, mas será, no mínimo, um sinal de respeito por um cliente que confiou na marca e que, neste momento, suporta sozinho todas as consequências de uma falha que não provocou.
avaria de fábrica em peças do motor
Exmos. Senhores, Comprei um carro no fim de janeiro que me foi entregue no início de fevereiro de 2026. No início de abril de 2026 (dia 11) o carro avariou, deixou de acelerar e pedi o reboque (apoio)Citroën, que (dia 13 de abril) o foi buscar à minha porta - Sesimbra - para ser levado para Setúbal Stellantis, na parte da manhã. Reclamei e tive um carro de empréstimo que continuo com um carro de empréstimo e estamos a 18/6/26. Já reclamei também para o portal da Citroen que me enviou 2 emails, um dizendo que a peça tinha chegado e outro que não conseguem colmatar o problema. estou a pagar um terço do meu ordenado na prestação do carro "NOVO" e tenho o carro "esventrado" e sem solução??? O que posso fazer para resolver a minha situação? Comprei e estou a pagar um carro novo, suspostamente saído de fábrica. Vou ficar com um carro com um motor todo aberto e peças trocadas, quando o defeito é de raiz? Preciso de ajuda! O carro que comprei é um Citroën C4 Hibrido 145 CV automático.
Reclamação Formal – Pedido de Assunção de Responsabilidade por Defeito de Fabrico em Motor PureTech
A viatura deu entrada na oficina pela primeira vez com a luz de avaria do motor acesa. Após diagnóstico, foi identificada uma falha de combustão no cilindro n.º 1 e constatado o desgaste das velas, que foram substituídas mediante autorização. Poucos dias depois, a avaria voltou a ocorrer, tendo a viatura regressado à oficina com a mesma queixa. Após novo diagnóstico, verificou-se que a falha inicial estava resolvida, mas persistia uma avaria relacionada com a eficiência do catalisador. Durante a inspeção, foi detectada a presença de óleo na zona do escape, o que levou à desmontagem do cárter para avaliação do estado interno do motor. Segundo informação prestada pela própria oficina autorizada, foram encontrados resíduos metálicos e limalhas no interior do motor, evidenciando desgaste mecânico interno significativo. A oficina concluiu que esta degradação estava a provocar a passagem de óleo para o sistema de escape, comprometendo o funcionamento do catalisador, tendo recomendado a substituição integral do motor. Foi então apresentado um orçamento de 7.113,70 € para a substituição do motor. Contudo, a marca recusou qualquer apoio na reparação, alegando ausência de documentação de manutenção considerada válida. Importa ainda referir que a própria oficina confirmou por escrito a existência de desgaste interno do motor e a presença de partículas metálicas no cárter, elementos que sustentam a conclusão de que se trata de uma avaria mecânica grave e prematura, incompatível com o desgaste normal expectável para a utilização da viatura. A Citroen após abertura de processo descartou responsabilidades por ausência de fidelização, segundo a marca, quando o veículo só teve garantia de 1 ano e a revisão foi efetuada na marca enquanto a garantia estava em vigor.
Viatura imobilizada por falta de solução para substituição de airbags defeituosos.
Exmos. Senhores. Após ver a minha viatura reprovada na IPO anual por falta de atendimento a recall MK7 (substituição de airbags TAKATA), recebo folha vermelha e a informação que a viatura não pode circular de forma alguma, só em reboque. Dirijo-me à Citroën local (SACEL) onde me indicam que no mínimo são 2 meses de espera quando tenho 30 dias para resolver e fazer a reinspeção, assim fico obrigado a nova inspeção sendo que um são 9€ e a outra 38€. Estou privado de usar a viatura. Em contacto com a Stellantis dizem que a unica coisa que podem fazer é dar contacto de outros concessionários para eu tentar agendar. Para isso tenho o Google honestamente. A única coisa que quero e está previsto na lei é que recolham a viatura em reboque livre de custos para mim, viatura de cortesia e se não resolvem em menos de 30 dias que assumam o valor da nova inspecção. A acção de recall para esta viatura está activa desde 2024, mas eu só sou proprietário desde Março de 2026.
Defeito de fabrico
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à situação ocorrida com a minha viatura Peugeot 5008 V2 (P87), com VIN VF3MCYHZJJL030476 , no âmbito da campanha técnica de segurança identificada como MXL – Corrente da árvore de cames. Recebi a vossa comunicação datada de 25.02.2026, na qual é reconhecido um potencial defeito no motor 1.5 BlueHDi, suscetível de provocar desgaste prematuro da corrente da árvore de cames, podendo originar ruído anormal ou até a sua rutura. Acontece que o problema já surgiu, tendo ficado com o carro imobilizado e ficando a meu encargo uma reparação no valor de 1887.50€ sem que eu tivesse alguma responsabilidade na mesma avaria! A avaria corresponde exatamente ao problema previamente identificado e reconhecido pela própria marca; Trata-se de um defeito de fabrico assumido pela marca, com potencial de causar danos graves no motor. Face ao exposto, solicito que a Stellantis assuma integralmente os custos da reparação da viatura, incluindo todas as peças e mão de obra necessárias, uma vez que o problema decorre diretamente de uma falha técnica já reconhecida. E salvaguarda ao abrigo do regime jurídico aplicável á responsabilidade de produtos defeituosos nomeadamente nos termos do decreto -lei n383/89 de 06/11 relativo á responsabilidade civil do produtor bem como o decreto -lei 84/2021, de 18de outubro que regula os direitos do consumidor na compra e venda de bens. Aguardo uma resolução célere e favorável desta situação. Fico a aguardar o vosso contacto com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Dora Fernandes
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