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Atraso de Reparação de sinistro
Exmos. Senhores, Adquiri uma viatura, com a matrícula BJ-12-DA, Peugeot 308 SW, no dia 27 de junho de 2025, na Stellantis & You Carnaxide. Infelizmente tivemos um sinistro e a carrinha após ter sido feita a peritagem no dia 10JUL25, deu entrada naquela oficina para arranjar em 15JUL25. Mandaram vir as peças para montar na carrinha, com a referência da mesma e é aqui que começa uma verdadeira novela. As peças chegaram, mas uma delas, a grelha frontal, apesar de ser com o registo da minha carrinha, ao montar verificaram que não servia. Após vários contatos e trocas de mensagens, fiquei sem carrinha, até 31JUL25, data que me a entregaram, com as peças novas, mas com a grelha velha. Esta situação foi sugerida pelos funcionários da Stellantis & You Carnaxide e acordado por mim, para ser montado o resto do material novo e a grelha antiga, para não ficar mais dias sem a carrinha. Após receberem a grelha nova, ficaram de me contatar, para a montagem da mesma. Até hoje, dia 06FEV26, ainda espero pela grelha e não tenho qualquer informação sobre o estado da mesma. A resposta que me dão é que não sabem dar informações. É vergonhoso e muito pouco profissional, para uma marca consagrada como a Peugeot. Recebo apenas mails como o que vou transcrever: "Centro Contacto Cliente Peugeot – o seu pedido 02608622 Estimado Sr. Rui De acordo com o seu Pedido com o número 02608622 o qual merece a nossa melhor atenção. Vimos por este meio lamentar os transtornos que este assunto possa ter ocasionado e agradecemos, desde já, o facto de nos ter informado sobre o mesmo. Informamos que a sua reclamação é acompanhada diariamente pelo nosso Departamento com o intuito de oferecer uma resolução com a maior brevidade possível. Assim que possível, entraremos em contacto com novas informações. Agradecemos desde já a sua compreensão, ficamos à sua disposição para qualquer outro assunto. Atenciosamente, Bárbara N". Solicito a vossa ajuda, para a resolução do meu caso. O meu contato é o 918168568. Com os meus cumprimentos. Rui Silva
Recusa indevida de reparação em garantia válida – Stellantis &You Carnaxide
Venho por este meio solicitar o apoio da DECO PROTeste para a resolução de um conflito de consumo com a Stellantis &You Carnaxide, representante oficial da marca Peugeot em Portugal, relativo a uma viatura adquirida através da rede oficial Spoticar. Adquiri a viatura usada (Peugeot 508) na Stellantis &You Carnaxide, confiando na credibilidade da marca e no facto de a viatura ter garantia e histórico assistido na rede oficial. Contudo, apenas três meses após a compra, a viatura sofreu uma avaria grave na caixa de velocidades, que levou à sua imobilização por mais de sete meses nas instalações da própria Stellantis, impedindo-me de usufruir do bem adquirido durante um período prolongado. Em virtude dessa situação excecional, foi-me concedida pela própria Stellantis uma extensão formal da garantia, devidamente documentada, com validade até junho de 2025. Após recuperar a viatura, surgiram ainda outros problemas técnicos (nomeadamente relacionados com o sistema AdBlue), sempre tratados na rede oficial. Posteriormente, na revisão anual realizada em dezembro de 2024, a Stellantis &You Carnaxide identificou uma fuga de óleo pelo suporte da árvore de cames, registando essa anomalia num relatório de controlo de qualidade. No entanto, essa informação não me foi comunicada de forma clara e verbal, nem me foi proposta qualquer reparação imediata, apesar de a viatura se encontrar coberta pela garantia (incluindo a extensão). A anotação feita era manuscrita e de difícil leitura, não permitindo ao consumidor comum compreender a gravidade do problema. Apenas meses depois, ao submeter a viatura à inspeção periódica obrigatória, fui alertado pelo técnico do centro de inspeção para a existência de uma fuga de óleo, sendo aconselhado a procurar uma oficina para resolução urgente. Foi nesse momento que tive conhecimento real da gravidade da situação. De imediato, entrei em contacto com a Stellantis &You Carnaxide, tendo enviado um e-mail formal no dia 13 de outubro. Recebi resposta apenas no dia 30 de outubro, na qual a empresa recusou qualquer responsabilidade, alegando incorretamente que a garantia teria terminado em 2022, ignorando por completo a extensão de garantia concedida pela própria Stellantis. Reenviei a documentação comprovativa da extensão da garantia, incluindo a apólice válida até 2025 e um e-mail oficial da própria Stellantis que a confirma. Ainda assim, a empresa manteve a recusa. Entretanto, apresentei reclamação no Portal da Queixa, tendo a Peugeot Portugal intervindo diretamente para tentar mediar o conflito junto da Stellantis &You Carnaxide. Após várias tentativas, fui informado pela Peugeot, no dia 28 de novembro, de que, apesar de compreenderem a situação e lamentarem os transtornos, não foi possível obter qualquer colaboração da Stellantis, que se recusou a assumir a reparação. Considero que estou perante uma situação de violação dos direitos do consumidor, uma vez que: a anomalia foi identificada durante o período de garantia; a garantia (incluindo a extensão) estava válida; a reparação não foi proposta nem realizada; a responsabilidade está a ser indevidamente transferida para o consumidor. À luz do Decreto-Lei n.º 84/2021, entendo que tenho direito à reparação gratuita de uma desconformidade detetada durante a vigência da garantia, razão pela qual solicito o apoio da DECO PROTeste para intervir neste processo e ajudar a obter uma solução justa. Estou disponível para fornecer toda a documentação necessária (apólices de garantia, relatórios, e-mails, respostas da Peugeot e da Stellantis). Com os melhores cumprimentos, Fernando Reggiani Mendes
5 meses de espera por peça em garantia
Bom dia,estou desde de agosto 2025 (mês da revisão do automovel )à espera do seletor das luzes do meu Alfa Romeo Tonale. O carro está em garantia e a resposta é sempre a mesma, não receberam a peça da Alfa Romeo Itália. Isso tem me criado imensos problemas de segurança porque não posso acionar as luzes de nevoeiro, colocando a minha familia em risco no inverno. Tenho já reclamação feita na Stellantis com o nº 02758312 mas dizem sempre que estão a espera. Preciso da vossa ajuda para solucionarmos isso. Cumprimentos
Recusa de diagnóstico ao abrigo da garantia e imposição de custos sem prova técnica.
A marca está a excluir a garantia antes de concluir o diagnóstico, recusando-se a desmontar o motor sem aceitação prévia de custos e cobrando parqueamento diário. Já autorizei a desmontagem para diagnóstico no âmbito da garantia, sem aceitação de custos, conforme a lei exige. Registei reclamação no Livro de Reclamações. “A marca alega uso de óleo incorreto, mas não produziu prova técnica nem diagnóstico conclusivo."
Avaria não resolvida
Sou proprietário de um DS4 E-TENSE RIVOLI, de novembro de 2021. O automóvel é plug in, porém não consigo utilizá-lo em modo elétrico, pois está constantemente indisponível. Pela 3’ vez coloquei o carro na oficina da marca . Da 1’ vez esteve 2 semanas a reparar e voltou com o mesmo problema. Recentemente coloquei-o novamente na mesma oficina (representante da marca) e ao fim de uma semana, deram como reparado. Paguei 400€ e quando fui buscá-lo, estava exatamente na mesma. Agora, está em reparação há 2 semanas , à espera de uma peça e sem previsão de. data para me entregarem o carro. Posto isto, somando o tempo, estou sem carro há mais de um mês! Onde estão os profissionais da marca? Coloquei o carro na oficina que, à partida, será a mais qualificada para resolver os problemas, e é isto que se vê!!!
Veículo JEEP com avaria de fabrico
ASSUNTO: RECLAMAÇÃO FORMAL, DENÚNCIA DE FALTA DE CONFORMIDADE E PEDIDO DE SUBSTITUIÇÃO IMEDIATA DO VEÍCULO JEEP COMPASS PHEV MY24 – VIN ZACPJFCW3RPS99132 – MATRÍCULA BP-02-PO Exmos. Senhores, Venho, na qualidade de consumidor e proprietário do veículo Jeep Compass PHEV MY24, com o VIN/chassis ZACPJFCW3RPS99132 e matrícula BP-02-PO, Adquiri em 16/12/2024 o veículo acima descrito, totalmente novo e com extensão de garantia de 6 anos. Desde as primeiras utilizações o veículo apresenta falhas graves e recorrentes, incluindo: Problemas no carregamento elétrico, obrigando-me a pagar 150€ por um serviço que não resolveu nada. Falhas nos sistemas de segurança: deteção de obstáculos inexistentes, alarmes de colisão e travagens indevidas. Perdas de potência, engasgamentos e avarias em circulação, exigindo dois reboques em plena via pública, com risco real para a segurança. Ecrã multimédia a desligar, falhas 4WD, “Modo Drive indisponível”, entre outros erros críticos. Após “reparação”, descobri que a bateria de 12V alegadamente substituída não foi trocada. A caixa de fusíveis apresenta 3 porcas em falta e um conector amassado e enferrujado, revelando falta de conformidade estrutural gravíssima. As oficinas Stellantis recusaram atendimento atempado, desvalorizaram as avarias e devolveram-me o veículo sem reparação efetiva. Estou impedido de viajar, com reservas já efetuadas para o Algarve e deslocação prevista a Espanha, e sem confiança para usar o veículo, sofrendo prejuízos materiais e danos morais. Face à falta de conformidade reiterada, ao abrigo do DL 84/2021 e da Diretiva (UE) 2019/771, exijo a substituição imediata do veículo por outro novo ou, em alternativa, a resolução do contrato com devolução do valor pago, bem como indemnização pelos danos sofridos.
ecusa de cobertura em extensão de garantia – Motor PureTech 1.2 (correia de distribuição)
Venho apresentar reclamacao relativa à recusa da Citroen Stellantis em assumir a reparacao do defeito de fabrica do motor PureTech 1.2 do meu veiculo, apesar de existir uma extensao de garantia criada pela marca para este problema. Dados do veiculo: matricula 58XD12 e VIN VF72RHNPJK4138870. O historico de manutencoes em servicos oficiais Citroen e o seguinte: em 2020 tinha 11966 km, em 2021 tinha 16350 km, em 2022 tinha 22765 km e em 2024 tinha 40844 km. Entre 2022 e 2024 o veiculo fez apenas 18000 km. Na revisao de 2025 fui informada pela primeira vez de que o carro apresenta sinais do defeito conhecido da correia de distribuicao dos motores PureTech e fui informada da existencia de uma extensao de garantia ate 10 anos ou 175000 km. Nunca fui informada pela marca sobre este defeito de fabrica, sobre a extensao de garantia ou sobre condicoes especificas de manutencao relacionadas com este problema. Contactei de imediato a marca e o carro foi diagnosticado por representante oficial, que confirmou o problema. No entanto, a Citroen Stellantis recusa assumir a reparacao alegando falta de revisao em 2023. A ausencia dessa revisao nao provocou o defeito, que e reconhecido pela propria marca. Todas as manutencoes anteriores foram feitas dentro dos prazos logicos e de acordo com a baixa quilometragem anual. A marca falhou no dever de informacao ao cliente e esta a penalizar injustamente o consumidor. Solicito que a reparacao seja assumida ao abrigo da extensao de garantia criada precisamente para este defeito.
recusa garantia/falta de conformidade
Sou proprietário de um Alfa Romeo Giulia 2.2 Diesel (matrícula BB-63-NN, VIN ZAREAEGXXN7671893), adquirido à Santogal em outubro de 2023. A garantia do veículo foi, contudo, ativada indevidamente em junho de 2023, aquando da matrícula feita pela marca antes da venda e da entrega efetiva ao cliente. Desde então, o veículo apresentou várias avarias elétricas e eletrónicas, tendo estado imobilizado por períodos longos e intervencionado em várias ocasiões (folhas de obra em anexo). Em setembro de 2025, após nova avaria, a oficina Stellantis & You Amadora recusou a substituição da bateria em garantia, alegando o fim do prazo e invocando uma declaração falsa atribuída à minha esposa, afirmando que o carro esteve parado “vários meses sem manutenção preventiva”. Tal afirmação é falsa e ofensiva. O veículo esteve apenas em paragem temporária devidamente monitorizada, encontrando-me eu em trabalho no estrangeiro, e nunca esteve ao abandono. A recusa de cobertura e a ativação antecipada da garantia violam: – O artigo 13.º do DL 84/2021, que presume os defeitos existentes à data da entrega; – O artigo 15.º do mesmo diploma, que impõe a reparação/substituição sem custos; – E o artigo 762.º do Código Civil, que obriga à boa-fé contratual. Solicito a intervenção da DECO para: Garantir a substituição da bateria ao abrigo da garantia; Verificar o historial de anomalias elétricas; Esclarecer a ativação incorreta da garantia; E assegurar o respeito pelos direitos do consumidor.
Alfa Romeo - Defeito de fabrico zona airbag tablier
Venho por este meio expor um grave problema de consumo que tem afetado inúmeros proprietários de veículos do Grupo Fiat/Alfa, nomeadamente o meu Alfa Romeo Giulietta 2011 (mat. 53-LU-69, 170 000 km), adquirido em jun/2011. O tablier acima do airbag do passageiro apresentou-se com empolamento e rutura espontâneos, expondo a bolsa do airbag. Não houve qualquer impacto externo – tudo indica tratar-se de um vício oculto de fabrico, associado a um pré-corte no painel. Contactei a concessionária oficial (Alfa Romeo Portugal) com duas reclamações registadas (n.º 02464451 e 02494866), mas ambas foram rejeitadas sob o argumento de que “a garantia legal terminou em 2013” e de que o dano teria sido causado externamente. Esta recusa parece violar o princípio de conformidade do Código Civil: o consumidor tem direito à reposição da conformidade do bem sem encargos (reparação ou substituição) quando ocorre defeito de fabrico. Além disso, o CC (art. 914.º) reforça que posso exigir a reparação ou substituição do bem defeituoso, salvo má-fé do vendedor – o que não é o caso. Este defeito compromete a segurança: se o airbag não puder inflar corretamente devido à fissura do tablier, aumenta-se o risco de ferimentos graves. É notório que outras viaturas Alfa e Fiat (500, Punto, etc.) sofrem do mesmo problema. A imparcialidade da Alfa Romeo (e respetivos fabricantes) exige que assumam este vício conhecido e procedam à correção a custo zero para o consumidor. Solicito, assim, o apoio da DECO PROteste para mediar esta situação: seja através de aconselhamento jurídico, seja através de intervenção junto da marca, defesa em possível litígio ou orientação para procedimentos legais. Agradeço a vossa análise e apoio na defesa dos meus direitos de consumidor, incluindo eventuais ações coletivas contra a marca se necessário.
Defeito Peugeot 2008 1.2 PureTech 2016
Venho, por este meio, manifestar o meu descontentamento relativamente à situação do meu Peugeot 2008, a gasolina, motor 1.2 PureTech, do ano de 2016, com cerca de 80.000 km, atualmente na vossa oficina. O sistema de ar condicionado deixou de funcionar, passando a emitir apenas ar quente. Após a revisão mais recente, realizada na vossa oficina, foi-me comunicado que o sistema de ar condicionado é ainda o original e que não foi detetada nenhuma intervenção anterior. Foi igualmente detetado que a correia de distribuição se encontra danificada, sendo também esta a de origem. Além disso, foi identificado um conjunto significativo de falhas no sistema, sem que, até ao momento, me tenham sido prestados esclarecimentos técnicos satisfatórios sobre as suas causas. A proposta de reparação apresentada ultrapassa os 3.500 euros, o que considero desproporcionado, sobretudo tendo em conta que se trata de falhas recorrentes e amplamente documentadas neste modelo e motor, especialmente nos veículos fabricados entre 2015 e 2018. Verifiquei que, em alguns países europeus, foi inclusive acionado um recall oficial, tanto para a correia de distribuição como para o sistema de ar condicionado, devido a problemas reconhecidos de fabrico - como, por exemplo, a fragilidade do alumínio e o desgaste prematuro da correia. As manutenções do veículo foram realizadas em concessionário oficial Peugeot até 2021, e recentemente retomei as revisões na marca, justamente por confiar na assistência especializada. Este é o meu primeiro veículo da marca Peugeot, da qual valorizo o conforto, mas começo a ter sérias reservas quanto à fiabilidade. Perante a natureza sistémica destes problemas, venho solicitar a vossa análise para eventual comparticipação parcial ou total dos custos de reparação, no âmbito de uma política de pós-venda responsável e alinhada com a confiança que os clientes depositam na marca. A Peugeot devera assumir o problema, chamar os veículos para rectificação do problema, e/ou, proceder à justa indemnização.
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