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Dívida com meo
Venho por este meio solicitar a vossa ajuda com uma dívida com meo que agora está com a intrum em 26 de fevereiro deste ano entrei em contato com a intrum para poder fazer
Burla
Venho por este meio, comunicar uma burla. Os meus patrões receberam uma carta da empresa Intrum Portugal Unipessoal sobre uma dívida que eu teria cometido no valor superior a 2.000 euros. Eu não tenho conhecimento de qualquer ato cometido. Vieram-me penhorar o ordenado e agora não sei como resolver a situação. Peço, por favor, que me ajudem. Cumprimentos, Mariline Cavalinhos.
Cobrança de fatura indevidamente
Em setembro de 2018 foi feito um pedido de alteração de morada na loja MEO no Oeiras parque, da rua Antonio Sergio n.3 7esq. 2780-188 para a rua Raul Brandão n.42 1 esq. 8800-595, ficou marcado para dia 23 de outubro a ligação na nova casa. No dia da instalação o técnico verificou que não havia vaga na caixa de cabos, não fez a instalação e após dois meses e muitas reclamações na loja e por telefone cancelei o serviço. Agora a MEO enviou uma factura para pagar a totalidade do contrato quando sabem melhor que eu que são obrigados a prestar o serviço ao cliente não podendo passar 5 dias sem ter o serviço activo que leva ao cancelamento automático do contrato por não cumprirem com a sua parte da fidelização visto que paguei pelo serviço. Como devem saber não tenho de pagar absolutamente mais nada visto que quem não cumpriu com o contrato foi a MEO já que se comprometeram a instalar o serviço na nova morada no dia 28 de outubro de 2018 como não o fizeram no tempo devido o contrato automaticamente foi cancelado, sabendo isso ainda têm a lata de enviar uma factura de 500 e tal euros. Agora recebi uma mensagem e um email desta empresa Intrum a cobrar me por parte da MEO o valor total do contrato que não foi cumprido pela MEO e não por mim, na óptica deles acham que se estivesse um ano á espera do instalação do serviço o contrato ainda estaria válido, quando sabem que têm 5 dias para pôr o serviço disponível ao cliente.
COBRANÇA INDEVIDA PTCOM
Fui contactado pela Intrum Justitia com tom de ameaça para pagar uma fatura relativa a 2010 por Violação de contrato de serviço fixo Portugal Telecom, que estava em nome do meu avô, dos quais so me pediam para pagar ou enfrentar o tribunal e risco de penhora. O ultimo serviço que tive em casa do meu avô foi retirado em 2004, dado que a PT não conseguia garatir sinal linha na referida morada (Situação pela qual eles responsabilizaram de imediato anualamento do contrato e remoção de equipamentos). Alem disso O meu avô ja faleceu em 2009. Alem de mais, não foi fornecida qualquer informação sobre que contrato foi violado, e tanto se referiam a violção de contrato como de pagamento de faturas devidas. Queriam era prontamente passar me referencias para que eu pagasse.
Tentativa de cobrança de dívida prescrita
Factos:- Em 13 de Fevereiro de 2017 contratei os serviços de Eletricidade e Gás da GALP ON c/ Débito Direto na minha conta, junto de uma vendedora ao domicilio. (Contrato documento nº R 091832 - Único documento que detenho por parte da GALP em todo este processo).- Em 11 de Abril 2017 constatei um 1º Débito bancário sem ter recebido qualquer fatura e, portanto, sem um aviso prévio não só do valor, mas também do período a que era referente. Solicitei, por diversas vezes o envio desta última. Tal NUNCA se verificou.- Em 25 de Maio de 2017 cessei este contrato, e assinei com fornecedor concorrente, por desagrado com o facto atrás mencionado, e por este ter sido alvo de insistência infrutífera da minha parte.- Em 30 de Maio 2017 foi-me ainda efetuado um 2º Débito, do qual TAMBÉM NÃO recebi qualquer fatura, (razão pela qual optei por desistir do serviço e, consequentemente, cancelar todos os débitos diretos).- Surpreendentemente, no passado dia 2 de Março 2018, recebi uma sms no meu telemóvel, da parte desta empresa, com a informação que eu “mantinha” uma dívida com a empresa GalpPower no valor de 145,33€, da qual não tenho a menor noção do que se trata, pois, reforço, NUNCA recebi qualquer fatura ou notificação de dívida.Desde este dia (passada sexta-feira dia 2 de Março), tenho vindo a ser importunada insistentemente, com vários telefonemas ao dia e noite, por um nº de telefone do Porto, presumo que desta empresa de recuperação de crédito, com uma gravação que me dá conta desta dívida.Até à referida comunicação da passada sexta-feira (sms e posteriores telefonemas desta empresa de recuperação de crédito), nunca tinha sido contactada pela Galp ou qualquer outra entidade para liquidar uma dívida existente nem tampouco tinha conhecimento da suposta existência da mesma.Aliás, custa-me muito reconhecer legitimidade a esta empresa (Intrum) para me fazer qualquer tipo de cobrança, dado que, além de nunca ter autorizado à Galp a divulgação dos meus dados pessoais, foi com ela que detive em tempos uma relação contratual, pelo que, qualquer assunto daí decorrente, deveria ter sido tratado diretamente comigo, pela GALP.Assim, e como certamente não desconhecem, a Lei dos Serviços Essenciais (Lei nº 10/2013, de 28 de janeiro) estipula que “o direito ao recebimento do preço do serviço prestado prescreve no prazo de seis meses após a sua prestação” e que “o prazo para a propositura da ação ou da injunção pelo prestador de serviços é de seis meses, contados após a prestação do serviço ou do pagamento inicial, consoante os casos”.Recordo que detenho um contrato com outro fornecedor de energia desde o dia 25 de Maio de 2017 sendo, portanto, qualquer hipotética e presumível dívida à Galp, anterior a esta data e, estando assim, segundo a lei acima referida, absolutamente ultrapassado o prazo legal para cobrança da mesma.Mais informo que, de todos estes factos dei conhecimento à Galp On, por Carta Registada c/ AR, ontem dia 08 de Março.
insistência em cobranças ilegais
problemas com a MEO - chamadas ofensivas e ameaçadoras da Intrum Justitia
Cobrança suposta dívida Vodafone
Boa tarde, a minha mãe recebeu e-mail da Intrum Justitia a requerer o pagamento de uma dívida à Vodafone no valor de 171,97€, contraída por dois cartões red usados por mim e pelo meu irmão. O e-mail não incluía absolutamente nenhuma referência e/ou explicação sobre o valor anunciado, que, de resto, nunca nos tinha sido informado pela Vodafone aquando do cancelamento do contrato que tínhamos com eles em março de 2017 (tendo, atualmente, contrato com a Meo). Informo que na altura, fomos por várias vezes contactados pela Vodafone tentando que renovássemos o serviço, o que não aconteceu e que em nenhuma dessas alturas foi referido termos um montante em dívida. Por fim, recebi uma sms da Vodafone agradecendo ter sido cliente. Regressando ao e-mail da Intrum Justiçai, adicionalmente, nenhum documento vinha anexado dando explicações das datas a que se referia a falta de pagamento ou qualquer outra informação relevante para o caso. Apenas informavam simplesmente de um valor em dívida à Vodafone a regularizar de imediato. O meu irmão recebeu uma gravação da empresa, posteriormente, intimando-o a pagar no prazo máximo de 3 dias e sempre que tentou contactar a Intrum Justitia para pedir esclarecimentos (por e-mail e telefone), nunca obteve resposta. Infelizmente, o meu irmão, com receio e porque se sentia intimidado e acossado por eles, decidiu pagar o valor exigido sem saber a que se referia e solicitou o envio de uma fatura e de documentos detalhados/discriminados sobre o valor pago, o que ainda não sucedeu.
Tentativa de Cobrança de dívida prescrita - Vossa referência 8129072
Dados os factos seguintes:1. No ano de 2014 cessei todas as minhas relações contratuais com a empresa MEO - Serviços de telecomunicações devido a ter deixado de residir em Portugal.2. No dia 2 de julho de 2016 recebi um email da empresa Intrum Justitia, actuando em nome da MEO, exigindo o pagamento de um montante alegadamente em dívida à meo por serviços prestados.3. No mesmo dia respondi para o email indicado por esta empresa informando que não reconheço qualquer dívida para com a MEO e que mesmo a exisitir a mesma se refiriria a consumos relativos a 2014, consumos esses que, segundo a lei dos serviços públicos, prescreve o direito de cobrança após seis meses.4. Nesse mesmo email solicitei a prescrição da dívida e confirmação do mesmo, por escrito, para o meu email no prazo de 8 dias.5. No dia útil seguinte ao recebimento do email, dia 4 de Julho de 2016, enviei uma carta registada para a empresa intrum Justitia com o mesmo conteúdo do email de resposta do dia 02 de julho.6. No dia 7 de Julho de 2016 a carta registada foi entregue na sede da empresa Intrum Justitia.7. Até ao dia de hoje (14 de julho de 2016) não recebi mais nenhum contacto da empresa de cobrança nem da MEO confirmando a prescrição da dívida e anulando a tentativa de cobrança injustificada.
Pedido cobraça factura Goldenery 2015
Em Janeiro 2015 rescindi contrato com a Goldenergy por falta de resposta da parte da empresa às minhas reclamações. Durante meses não enviaram facturas e depois em espaço de 3 meses cobraram 6 meses de facturas por estimativa muito acima do real consumo. Dirigi-me a um representante da marca e paguei as facturas em atraso. Dei a contagem real do meu contador e foi-me dito que iriam fazer acerto na mensalidade seguinte. No mesmo mês mudei de operador e quando recebi a última factura paguei para terminar com o contrato. nunca mais tive notícias da empresa Goldenergy a solicitar qualquer pagamento. Hoje recebo um Mail da empresa Intrum Justitia a solicitar pagamento de 98,20€ respeitando uma factura da Goldenergy. Passados mais de 12 meses e sem ter sequer nada que comprove que fiquei a dever algum montante a empresa Goldenergy não me parece aceitável que uma empresa de cobranças duvidosas me informe por Mail que devo efectuar este pagamento uma vez que o mesmo já prescreveu e esta empresa não tem legitimidade para cobrar qualquer dívida. Solicito ainda que me enviem a factura em causa com as contagens pois não se pede um pagamento sem comprovativo.Lurdes Silva
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