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Exercício de direitos ao abrigo da garantia legal – recusa indevida
Adquiri um televisor Samsung OLED 55” (modelo S90) na Darty, em 29/03/2026 o qual apresentou uma avaria grave com menos de 30 dias de utilização. A avaria foi confirmada por técnico ao domicílio, tratando-se de um componente essencial ao funcionamento do equipamento, pelo que é incompatível com o estado expectável de um bem novo. Apesar de várias tentativas de resolução — incluindo contactos por email e várias deslocações presenciais à loja de Braga — a Darty não apresentou qualquer solução concreta, limitando-se a remeter a situação para a Samsung. Adicionalmente, recusou a substituição ou devolução do equipamento com base na ausência de embalagem original. Por sua vez, a Samsung tem vindo a insistir exclusivamente na via da reparação, não viabilizando uma solução de substituição ou resolução do contrato. Foi já apresentada reclamação no Livro de Reclamações, que foi recusada pela Samsung. Aguarda-se resposta por parte de Darty. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, tratando-se de uma falta de conformidade manifestada num prazo inferior a 30 dias após a compra e sendo a avaria de natureza relevante, o consumidor tem direito à reposição da conformidade, podendo exigir a substituição do bem ou a resolução do contrato. A exigência de embalagem original não tem fundamento legal para limitar estes direitos. Face ao exposto, venho solicitar a intervenção da DECO Proteste junto das entidades envolvidas, no sentido de ser assegurada uma solução adequada, designadamente: - Substituição do equipamento por um novo; ou, em alternativa, - Resolução do contrato com devolução do valor pago. Solicito igualmente apoio na condução do processo, nomeadamente quanto à eventual necessidade de recurso a arbitragem de consumo.
Falta de conformidade e pedido de resolução do contrato
Eu, Iluise Solange Barbosa Carmelino venho por este meio apresentar reclamação relativamente a um Apple Watch adquirido em Fevereiro de 2025 na antiga entidade MediaMarket, atual Darty do retail park Sintra. O referido equipamento apresentou, desde cedo (dezembro de 2025) anomalias graves, nomeadamente descarga anormal da bateria (autonomia de cerca de 2 horas), o que compromete claramente a sua utilização normal. O produto foi enviado para reparação por duas vezes. Na primeira intervenção, o equipamento foi devolvido com novos problemas, designadamente falhas no envio e receção de mensagens. Após nova reparação, o equipamento voltou a apresentar exatamente os mesmos defeitos, não tendo sido reposta a conformidade do bem. O equipamento foi para análise através do seguro, sem que até ao momento tenha sido apresentada uma solução eficaz e definitiva. Nos termos da legislação em vigor relativa à garantia de bens de consumo (Decreto-Lei n.º 84/2021), verifica-se uma clara situação de falta de conformidade persistente, uma vez que, após múltiplas tentativas de reparação, o produto continua a apresentar defeitos. Assim, venho por este meio exigir a resolução do contrato, com a consequente devolução do valor pago, por incumprimento das obrigações legais de reposição da conformidade do bem. Solicito ainda uma resposta célere à presente reclamação, sob pena de recorrer às entidades competentes para defesa dos meus direitos enquanto consumidora. Agualva-Cacém , 28/04/2026 Solange Carmelino
Garantia recusada
Boa tarde dia 2/4/2026 digiri me a darty para mandar um iPhone 14 pro max para substituir a bateria que ainda se encontra na garantia Dia 9/4/2026 dirigi me novamente a loja porque tinha recebido um orçamento de 75€ para substituição da bateria. Neguei o orçamento porque o temível ainda se encontra em garantia Eles alegaram que o orçamento veio da aplle a dizer que a bateria era considerada uma peça de desgaste e por isso tinha que cobrar a reparação Comprei o iPhone na darty antiga media market dia 2/08/2023 tendo garantia de 3 anos acabando a garantia dia 2/08/2026. Agradecia que me ajudassem neste problema Obrigado
Denúncia de publicidade potencialmente enganosa – LG WashTower
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma situação de publicidade potencialmente enganosa verificada numa loja da Darty Portugal. No estabelecimento, encontrava-se exposto um equipamento identificado como “LG WashTower”, com um alegado preço promocional de 1889,99€, sendo indicado como preço anterior o valor de 2699,99€. Após análise e comparação com o mercado, verifiquei que: • O valor apresentado como “preço anterior” (2699,99€) aparenta estar inflacionado e não corresponde ao preço normalmente praticado para este modelo específico; • Existem indícios de que esse preço poderá referir-se a outro modelo diferente, induzindo o consumidor em erro quanto ao desconto real; • O preço atualmente apresentado como promoção (1889,99€) corresponde, na prática, ao valor habitual de mercado, não representando uma verdadeira redução. Adicionalmente, o anúncio destaca a possibilidade de pagamento em “10x sem juros”, contudo: • É mencionada uma TAEG de 19% associada ao cartão de crédito, bem como comissões adicionais; • Esta apresentação pode induzir o consumidor em erro, ao sugerir ausência de custos quando, na realidade, existem encargos associados ao financiamento. Considero que esta prática poderá configurar publicidade enganosa, nomeadamente por: • Indicação de um desconto baseado num preço de referência não realista ou não aplicável ao produto em causa; • Comunicação pouco clara e potencialmente enganadora relativamente às condições de pagamento. Solicito, assim, a análise desta situação e eventual encaminhamento para as entidades competentes, caso se verifique incumprimento das normas legais aplicáveis à publicidade e defesa do consumidor. Anexo fotografias do produto e da informação apresentada em loja como prova. Com os melhores cumprimentos,
TV Hisense avariou em garantia
Exmos. Senhores, Em 4 de Outubro de 2024 adquiri uma TV Hisense. Passado cerca de um ano, em Outubro 2025 o aparelho começa a apresentar riscos e defeitos na imagem. Reclamação feita junto da loja que participa ao fabricante. No dia 28 de Outubro 2025, a Hisense pediu, por e-mail, fotos da falha, da factura e do n.º de série, o que foi de imediato facultado. O fabricante não agendou visita ao local nem solicitou que o aparelho fosse entregue para avaliação técnica. Após insistência minha por ausência de resposta, a Hisense responde, no dia 21 de Novembro, a informar que o "diagnóstico é quebra de painel causada externamente, fora da garantia." Num segundo e-mail, afirma "que realmente em casos de ecrã partido, não entra como garantia, e a marca não se responsabiliza por esta averia" O aparelho não apresenta quaisquer danos. Em nenhuma das fotos apresentadas é possível verificar qualquer dano ou quebra no aparelho. Após mais insistência minha, a Hisense envia duas pequenas fotos da TV com setas desenhadas pelo fabricante a indicar que, passo a citar, "Neste caso específico, tudo está perfeitamente claro: o televisor apresenta um dano físico, o que não é coberto pela garantia. O impacto é claramente visível na fotografia, que também está anexada ao mesmo relatório." O equipamento não apresenta qualquer quebra ou danos. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos 10 dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Privação de Bem Essencial e Atraso Injustificado Superior a Trinta Dias (Darty)
A presente reclamação visa reportar uma anomalia grave no cumprimento de um contrato de compra e venda celebrado com a superfície comercial Darty. No passado dia 23 de fevereiro de 2026, desloquei-me às instalações da referida entidade com o propósito definido de adquirir um equipamento de lavagem de roupa da marca Bosch. Contudo, a narrativa adotada pela equipa de vendas revelou-se de tal modo diretiva que acabei por ceder a uma alteração substancial do meu planeamento inicial. Fui persuadido a adquirir um modelo da Whirlpool, sob o pretexto de uma superior adequação técnica e com a garantia implícita de uma transição célere do bem. A realidade material, todavia, tem contrariado frontalmente o compromisso assumido. Hoje, dia 30 de março, o equipamento transacionado permanece por entregar. A privação de um bem desta natureza ao longo de mais de trinta dias ininterruptos configura um incumprimento substancial das obrigações fundamentais do vendedor, transtorno este que é profundamente agravado pela ativação do crédito ao consumo contraído no momento exato da aquisição. A conduta da Darty não apenas cerceou a minha escolha primária através de uma recomendação comercial que se afigura agora duvidosa - possivelmente ancorada em imperativos internos de escoamento de inventário -, como me imobilizou num compasso de espera contínuo que inviabilizou o acesso a outras campanhas de mercado então vigentes em espaços concorrentes. Perante a ineficácia dos contactos desenvolvidos com o apoio ao cliente da marca, cuja retórica se tem limitado a protelar o processo sem apresentar um horizonte temporal definitivo ou uma justificação plausível, recorro à vossa análise. Solicito a intervenção desta associação para mediar a exigência da entrega imediata do equipamento ou, em alternativa, a justa resolução do contrato de crédito associado, salvaguardando os devidos mecanismos de compensação pelo prolongado constrangimento logístico e pessoal a que fui sujeito.
Serviço pós venda defeituoso. Não devolução do dinheiro
Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativa a um comando da PlayStation 5, adquirido na loja Darty de Alfragide, associado ao processo de reparação n.º 990004756. No dia 13 de dezembro de 2025, desloquei-me à referida loja para acionar a garantia do equipamento, que se encontrava dentro do prazo legal. Fui informado de que o comando seria enviado para reparação e que obteria uma resposta no prazo máximo de duas semanas. No entanto, passaram-se 39 dias sem qualquer contacto por parte da Darty. Ao contactar o apoio telefónico geral da empresa, fui informado de que não poderiam resolver a situação e que teria obrigatoriamente de me deslocar novamente à loja. Quando regressei à loja, já após 42 dias, fui informado de que a decisão de não reparar o equipamento tinha sido tomada há bastante tempo, mas que não me tinham comunicado por esquecimento. Perante a impossibilidade de troca por um comando igual, foi acordado o reembolso do valor pago, tendo-me sido garantido que o mesmo seria processado no prazo máximo de 3 a 4 horas. Até à presente data, o valor não foi devolvido. Voltei a contactar o apoio ao cliente da Darty há cerca de 3 a 4 dias, tendo sido informado de que a loja de Alfragide seria notificada para me contactar no prazo de 24 a 48 horas, o que também não aconteceu. Considero esta situação inaceitável, marcada por atrasos injustificados, falhas graves de comunicação e incumprimento de um reembolso já confirmado. Solicito, assim, a resolução imediata da situação e a devolução do valor em falta, sem mais demoras.
Não recolha de forno elétrico substituído / Falta de informação no ato de compra
No dia 11/01/2026 comprei um forno elétrico na loja Darty de Mem Martins, tendo a montagem/instalação ocorrido no dia 20/01/2026. No ato de compra, o vendedor sugeriu que eu próprio transportasse o equipamento novo para evitar o custo de 19 € da entrega. Aceitei essa sugestão, sem que me tivesse sido prestada qualquer informação de que essa opção implicaria a não recolha do forno substituído/antigo. Até à presente data, o forno substituído não foi recolhido, permanecendo na minha posse, o que me causa transtorno e ocupação de espaço. Considero que houve falta de informação clara e completa sobre as condições do serviço. Solução solicitada: Agendamento e recolha urgente do forno substituído na minha morada, sem custos adicionais; Confirmação por escrito (e-mail/SMS) da data e janela horária da recolha. Dados anexados: fatura/recibo.
Avaria e espera
Adquiri duas máquinas no dia 3 de janeiro uma de secar roupa e outra de lavar roupa. A de secar levantei no próprio dia porque necessitávamos mesmo dela . No dia 7/8 deixou de dar , desde dia 9 a ligar mos para o apoio ao cliente e cada chamada registada foi em vão . Mandavam me ver os filtros , se estava bem ligada a ficha e nada . Mandaram me ligar para a marca o qual não era suposto porque ela está dentro dias 30 dias como diz a lei . Dirigi me hoje a loja para reclamar uma máquina nova onde me foi dito e que não tinham nenhum registo das minhas reclamações . Ah e o prazo que me deram da máquina de lavar já ultrapassou.
Incumprimento da garantia legal e gestão indevida da reparação
No âmbito da garantia legal, entreguei um computador portátil da marca ASUS, adquirido na Darty, para reparação devido a uma avaria ocorrida dentro do período de garantia. Trata-se de um equipamento cuidadosamente escolhido após extensa pesquisa, adquirido a um preço muito competitivo na altura (cerca de 600€), sendo que atualmente o mesmo modelo se encontra listado no site da Darty por 999,99€, valor que comprovo noutro anexto nesta mesma queixa. O equipamento encontra-se identificado pelo número de série NCN0LP00T120500 e pelo número de processo ASUS (RMA) PTB1TC0600. O computador foi enviado para reparação e devolvido cerca de 15 dias depois com exatamente o mesmo problema, o que demonstra uma reparação mal executada. Após testar o equipamento em loja (onde aparentemente funcionava), ao regressar a casa verifiquei que a avaria persistia, tendo regressado de imediato à loja para abertura de um novo processo de reparação. Nesta segunda reparação foi colocada uma nota de prioridade. Ainda assim, o computador só foi dado como “arranjado” 31 dias depois, ultrapassando o prazo legal máximo de 30 dias, previsto na legislação aplicável à garantia de bens de consumo. Mesmo com prioridade, o prazo legal foi excedido, o que constitui incumprimento. Quando me desloquei à loja para levantamento do equipamento, verifiquei que o computador se encontrava fisicamente danificado (amassado num dos cantos), dano esse claramente provocado por queda ou mau manuseamento durante o período em que esteve sob responsabilidade da reparação. O dano era evidente e impossível de ignorar. O dano físico foi registado em loja, tendo sido tiradas fotografias pelos colaboradores da Darty do estado do equipamento antes e depois de ter sido deixado ao seu encargo, associadas ao respetivo processo. Estas fotografias já foram solicitadas à Darty, no meu último contacto telefónico bem-sucedido com eles, mas ninguém as enviou. Tenho tentado contactar a loja para as requisitar novamente e ninguém me atende o telemóvel há pelo menos 1 semana. Apesar de o problema original estar resolvido, o computador foi devolvido num estado inaceitável, impossibilitando o seu levantamento. Os colaboradores da Darty informaram-me de que não poderiam resolver a situação de imediato, alegando ser necessária autorização da ASUS para eventual emissão de crédito. Desde logo manifestei que não aceitava nova reparação, uma vez que: • o equipamento esteve quase dois meses sem poder ser utilizado; • uma das reparações teve nota de prioridade e mesmo assim ultrapassou o prazo legal; • o computador foi danificado pela entidade responsável pela reparação; • necessito do equipamento para fins académicos e exames, tendo enviado o computador para garantia com antecedência precisamente para evitar este prejuízo – o meu calendário de exames está anexado e disponível para consulta. Foi-me garantido que teria resposta no dia seguinte ou, no máximo, no dia imediatamente a seguir. Tal não aconteceu. Esta situação ocorreu a 7 de janeiro, e até à data de hoje, 19 de janeiro, continuo sem qualquer resposta concreta ou solução apresentada, tendo sido eu a insistir repetidamente por contacto telefónico. Acresce ainda que: • foi-me indicado que um equipamento igual ao meu “já não está disponível”, o que não é da minha responsabilidade, tratando-se de um bem adquirido há cerca de dois anos; • tenho conhecimento de que o mesmo modelo está disponível noutras superfícies comerciais à data; • caso seja atribuído apenas crédito pelo valor originalmente pago, não consigo adquirir um equipamento equivalente, ficando claramente prejudicado por uma situação que não causei; • o dano foi causado exclusivamente durante a responsabilidade da reparação, não podendo eu sair lesado. Acresce ainda que, no âmbito desta reclamação formal, tomei conhecimento, apenas no dia 20 de janeiro, de que o meu computador já não se encontrava na posse da Darty, tendo sido enviado novamente para reparação sem o meu consentimento expresso e sem qualquer aviso prévio. Esta situação ocorreu contra a minha vontade, que havia sido claramente manifestada em loja e ao telefone várias vezes, onde declarei que não aceitava nova reparação e exigia uma solução definitiva. A descoberta desta situação deu-se unicamente porque me vi obrigado a deslocar novamente à loja para exigir o acesso às fotografias dos danos físicos causados ao equipamento, não tendo sido informado por qualquer outro meio. A justificação apresentada pelos colaboradores foi a de que tal envio seria “protocolo, por o equipamento já se encontrar há demasiado tempo em loja”, argumento que considero inaceitável, uma vez que o prolongamento do tempo decorreu exclusivamente da incapacidade da Darty em apresentar uma solução, bem como da ausência total de comunicação e acompanhamento do processo. O envio do equipamento para reparação, nestes termos, constitui uma atuação unilateral, não autorizada e lesiva dos meus direitos enquanto consumidor. Face ao exposto, considero existir: • incumprimento da garantia legal; • ultrapassagem do prazo máximo de reparação; • dano do bem durante reparação; • falta de resposta e acompanhamento ao consumidor; • prejuízo sério, continuado e de caráter pessoal e académico; • envio do equipamento para reparação sem consentimento do consumidor e sem comunicação prévia, configurando perda de controlo do bem entregue. Solicito, com caráter de extrema urgência, uma resolução definitiva e justa, nomeadamente: • substituição do equipamento por outro equivalente ou superior, sem custos adicionais, ou • solução alternativa que não me coloque em situação de perda face ao bem originalmente adquirido. • localização imediata do equipamento, identificação da entidade que o detém atualmente e restituição do bem ou solução definitiva no prazo máximo de legalmente admissível por escrito. Solicito igualmente a intervenção das entidades competentes para análise desta situação.
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