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Máquina de lavar com defeito de fabrica
No dia 1 de abril de 2026, efetuei a compra, paga integralmente à vista em dinheiro, de diversos produtos na loja Jom, incluindo uma máquina de lavar da marca Candy, um frigorífico, uma máquina de lavar loiça, uma cama, dois criados-mudos e um móvel de TV. Após mais de um mês de espera pela entrega da máquina inicialmente escolhida, fui informada de que o modelo já não estava disponível, tendo-me sido proposta outra máquina como alternativa. A máquina foi entregue no dia 14 de maio de 2026, porém apresentou defeitos imediatamente após a entrega, nomeadamente problemas na porta, que não fecha corretamente, obrigando-me a forçar manualmente a borracha para conseguir encerrar a máquina, o que demonstra claramente falta de conformidade do produto. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, que regula os direitos do consumidor na compra e venda de bens em Portugal, os bens entregues devem estar conformes com o contrato, em perfeito estado de funcionamento e adequados ao uso a que se destinam. Um produto novo entregue com defeito presume-se não conforme, assistindo ao consumidor o direito à reposição da conformidade, incluindo substituição, reparação, redução adequada do preço ou resolução do contrato com devolução do valor pago. Perante a gravidade da situação e tratando-se de um produto novo entregue defeituoso logo na entrega, manifestei expressamente a minha perda de confiança no produto e solicitei a resolução do contrato com devolução integral do valor pago, recusando assistência técnica para um artigo novo. Contudo, a loja recusou-se a proceder ao reembolso, insistindo apenas na reparação. Importa ainda referir que os restantes bens adquiridos também apresentam problemas graves: Um dos criados-mudos foi entregue com defeito; O móvel de TV foi incorretamente montado pela equipa responsável; O referido móvel encontra-se a descascar; Até à presente data, apesar das reclamações já efetuadas, não foi realizada qualquer assistência adequada, substituição, verificação técnica ou resolução definitiva dos problemas comunicados. Recordo que a lei obriga o vendedor a prestar assistência e a resolver situações de falta de conformidade sem inconvenientes significativos para o consumidor e dentro de prazo razoável, o que claramente não está a acontecer. Assim, exijo: A resolução imediata do contrato relativamente à máquina de lavar Candy, com devolução integral do montante pago; A reparação, substituição ou resolução adequada dos problemas relacionados com os móveis adquiridos; Uma resposta célere e definitiva à presente reclamação. Na ausência de resolução imediata, irei encaminhar a situação para as entidades competentes, incluindo o Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo e demais meios legais ao meu dispor. Sem mais, Valdeci Alves Barbosa
Falta de resolução de avaria em máquina de lavar
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma máquina de lavar adquirida neste estabelecimento. No dia 20 de março, ao colocar a máquina a funcionar, verifiquei que algo não estava correto. Contactei a JOM, tal como já tinha feito anteriormente pela mesma avaria. O técnico deslocou-se à minha residência e informou que a máquina não apresentava qualquer problema, chegando mesmo a dar a entender que eu não tinha conhecimento sobre a situação. No entanto, importa referir que esta máquina já foi intervencionada três vezes pela mesma avaria. Posteriormente, foi acionada a garantia, tendo o processo demorado cerca de 15 dias. Durante esse período, voltei a contactar o apoio e fui informado de que estavam à espera de uma peça. A máquina encontra-se em Espanha, situação que foi tratada pela própria loja. Ainda assim, foi-me sempre indicado que deveria fornecer uma morada em Portugal para efeitos de gestão, apesar de terem conhecimento do local onde a máquina deveria ser entregue. Após os referidos 15 dias, fui contactado para agendar a reparação de uma máquina que, embora adquirida neste estabelecimento, não correspondia àquela para a qual eu tinha solicitado a assistência. Voltei a entrar em contacto, tendo sido aberta uma nova garantia. Passado cerca de um mês, e após novo contacto da minha parte, fui informado de que a marca Candy tinha encerrado o processo, alegando não ser possível realizar a reparação em Espanha — informação essa que apenas obtive por iniciativa própria. Até à presente data, 6 de maio, continuo sem qualquer resolução, sem máquina e sem um esclarecimento adequado. Face ao exposto, solicito uma resolução urgente desta situação, seja através da reparação definitiva, substituição do equipamento ou devolução do valor pago. Com os melhores cumprimentos,
Falta de conformidade do equipamento
Equipamento adquirido em Janeiro de 2025, o equipamento maquina de lavar e secar candy mancha a roupa com manchas escuras. Accionei a garantia da marca, comunicando o mesmo a Jom, a garantia realizou intervenções e não é capaz de detetar a origem destas manchas. A marca e a Jom recusa-se a realizar a devolução do equipamento. O equipamento demonstra claramente uma falta de conformidade pois não cumpre a sua função.
Descriminação geográfica para os Açores
Exmos. Senhores, Venho por este meio denunciar a descriminação geográfica no envio de certos produtos para os Açores. Muitos produtos à venda na loja online da jom.pt apenas estão disponíveis para pesquisa e apresentados quando está defenida a area geografica de Portugal continental. Cumprimentos.
Venda de Colchão Incompatível com Cama Adquirida
Há algum tempo, adquirimos na loja de Viana do Castelo a Cama JOM BD235-FS, uma cama superior convertível em sofá, com cama inferior recolhível. Posteriormente, deslocámo-nos à vossa loja com o intuito de adquirir o colchão inferior, precisamente para garantir que estaríamos a comprar o modelo correto e compatível com a referida cama. A vossa colaboradora confirmou o produto e procedeu à encomenda do colchão. Contudo, após ultrapassado o prazo inicialmente acordado para a entrega, o colchão chegou e dirigimo-nos à loja para o levantar. Qual não foi a nossa surpresa, ao verificarmos, já em casa, que o colchão não era compatível com a cama, uma vez que a sua altura é bastante superior à recomendada no próprio site da vossa empresa. Ou seja, foi-nos vendido um produto incorreto por erro da vossa equipa. Poderíamos ter adquirido um colchão com as dimensões adequadas em qualquer outra loja, mas optámos por confiar na vossa marca, precisamente para evitar este tipo de situação e garantir a compatibilidade com a cama que vos comprámos. Após o atraso na entrega e todo a dificuldade associada ao transporte do colchão escadas acima, deparamo-nos com a ausência de uma solução satisfatória: Ao contactar telefonicamente a loja, fomos informados de que: - Não existe disponível o colchão recomendado, apenas um pack de dois colchões, o que nos obrigaria a adquirir um produto adicional de que não necessitamos, causando-nos prejuízo. - Não seria possível proceder ao reembolso, contrariando a informação constante no vosso próprio site, onde se lê: "Caso o produto esteja em conformidade, efetuaremos o reembolso pelas seguintes formas (...) Efetua-se o reembolso do valor do artigo pelo método de pagamento utilizado pelo cliente aquando da sua compra." Venho, por este meio, manifestar o meu desagrado e solicitar a resolução deste problema de forma célere e amigável, uma vez que me sinto, enquanto cliente, claramente lesada pela vossa loja. Aguardo uma resposta com a devida solução para este transtorno. Com os melhores cumprimentos,
Pedido de apoio para resolução de conflito com loja – recusa de devolução/troca de produto não utili
Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃOVenho por este meio solicitar o vosso apoio na resolução de um problema relacionado com uma compra efetuada numa loja [inserir nome da loja], que, a meu ver, não está a cumprir com os direitos do consumidor. Adquiri um produto que, desde a data da compra, nunca foi utilizado. Ao verificar que o mesmo apresentava problemas, dirigi-me à loja com o intuito de solicitar o reembolso ou, em alternativa, a troca por um novo produto. Ambos os pedidos foram recusados, sendo-me indicado que a única opção seria o envio do produto para garantia. Gostaria de salientar que o produto encontra-se em perfeitas condições exteriores e nunca foi usado. Além disso, a própria política de devoluções da loja, publicada no seu site oficial, refere que aceitam devoluções, o que reforça a minha surpresa com a recusa por parte da loja. Sinto-me lesado enquanto consumidor, pois considero que estou a exercer um direito legítimo, consagrado na legislação aplicável. Deste modo, venho solicitar o vosso apoio na mediação deste conflito, de forma a que me seja possibilitado o reembolso do valor pago ou, pelo menos, a substituição imediata do produto por outro novo, evitando assim o tempo de espera do processo de garantia, num caso em que o produto nem sequer foi utilizado. Agradeço desde já a vossa atenção e disponibilidade para analisar esta situação e fico ao dispor para fornecer quaisquer documentos adicionais necessários (fatura, comunicações com a loja, etc.) Cumprimentos.
Produto Defeituoso
Exmos. Senhores, Foi me enviado pela empresa em questão um sofá rasgado. Foi me avisado na entrega, que já tinha vindo rasgado da fábrica. Assinei um documento com essa informação. A questão, é que agora, segundo a loja, querem recolher o sofá para levar a fábrica para reparo (costurar a parte rasgada, e me devolverem o mesmo produto). Ficarei sem sofá segundo a empresa, no mínimo 2 semanas, até que seja reparado. Não aceito a solução dada pela empresta visto que o sofá já veio da fábrica rasgado, e exijo assim, um produto novo, no qual não querem me fornecer outra opção. Necessito de ajuda quanto a essa questão. Cumprimentos.
Falha na impermeabilização
Exmos. Senhores, Venho por este meio manifestar o meu desagrado relativamente à encomenda de cadeiras de jantar que efetuei junto da vossa empresa. Para além de a entrega ter demorado mais do que o esperado, verifiquei ainda que o serviço de impermeabilização, pelo qual paguei adicionalmente, não foi aplicado. Para agravar a situação, fui informado de que não posso utilizar as cadeiras até que seja realizada a impermeabilização, algo que em nenhum momento foi mencionado no ato da compra. Caso tivesse sido devidamente informado, teria tomado outra decisão ou pelo menos estaria preparado para esta demora adicional. Dado que esta falha não é da minha responsabilidade, exijo que a impermeabilização seja realizada com a máxima urgência. Aguardo um contacto imediato para a resolução deste problema. Fico a aguardar uma resposta célere.
Encomenda danificada
Exmos. Senhores, Há cerca de uma semana atrás adquiri seis móveis encomendados na Loja Jom Mealhada por 663.41€. A referência da encomenda é 21ENC6862124/1989. Quando recebi a encomenda, tanto as embalagens dos móveis, como os móveis que já viriam montados e envolvidos numa pelicula vinham danificados. No ato da compra avisei que não queria artigos em exposição e o Sr Ricardo Sampaio disse me que nesse caso demoraria cerca de um mês ou um mês e meio a ser entregue, condição essa que concordei com. No entanto entregaram me o móvel 1074006 já montado (suponho que tenha sido algum artigo exposto, a empresa não chegou a explicar-me o sucedido, tendo omitido o motivo sempre que questionei) e a parte de traz do móvel coluna 1094000 fora de caixas tendo sido transportado da carrinha jom até minha casa exposta à chuva. O móvel Bar Evora vinha deteriorado, com vários cantos do móvel já moído e a face direita do móvel com um buraco. Na parte de trás faltam parafusos de montagem e aparenta estar incorretamente montado, estando a base bastante instável. A parte de trás da coluna está danificada num dos cantos e para além disso ficou humedecida da chuva que apanhou no dia da entrega (anexo fotografias dos danos descritos). Já tive duas conversas telefónicas com o senhor vendedor Ricardo Sampaio ineficazes na resolução do meu problema em tempo útil. Foi me transmitido que os móveis já não se encontram em stock, pelo que não podem enviar novos para substituir os que me enviaram. Exijo que levantem a encomenda e me devolvam o dinheiro. Não existe margem para negociações diferentes desta. Pretendo organizar a minha casa o quanto antes e para tal preciso do dinheiro de volta e que me retirem estes móveis que estão a ocupar espaço necessário. Exijo celeridade na resolução desta situação que está a criar um transtorno enorme na minha vida pessoal. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Recusa de emissão de vale para compra futura
Exmos. Senhores, No dia vinte e seis de dezembro de 2024 dirigimo-nos à loja JOM em Portimão para comprar um espelho. Ao pedirmos o artigo, o funcionário disse-nos que era o último e que o ia embalar para nós. Dirigimo-nos à caixa e efetuamos o pagamento. Em momento algum fomos informados de que sendo um artigo de exposição, as condições de devolução eram específicas por não ter embalagem própria. Pagámos 109€ pelo artigo. Ao chegarmos a casa não gostámos de ver o artigo no local pretendido e ligámos logo para a loja a informar se poderíamos devolver, ao que referiram que sim. No dia seguinte, vinte e sete de dezembro, dirigimo-nos à loja na parte da manhã para efetuar a troca. Assim que referimos que queríamos trocar o espelho perguntaram logo se estava na embalagem original, referimos que não, que estava embalado manualmente tal como nos tinha sido entregue, uma vez que era um artigo de exposição. Assim que referimos essa informação a funcionária disse logo que tinha que ir informar a gerente de loja. Ao que ficámos surpreendidos uma vez que no ato da compra ninguém nos informou que sendo um artigo de exposição este não poderia ser trocado ou que exigia condições específicas. Pedimos que nos fosse passado um voucher/vale, uma vez que de momento não gostávamos de mais nenhum espelho e sendo um valor elevado, 109€ não íamos gastar aquele valor por gastar, sem precisar de mais artigos de momento. A gerente de loja dirigiu-se a nós (até ao momento tinha permanecido sempre no gabinete, andando a funcionária para dentro e para fora a perguntar-lhe como deveria agir) sublinhou o recibo onde diz “Só efetuamos trocas dos artigos nas embalagens originais no prazo de 15 dias mediante apresentação do documento”, e de forma até bastante autoritária referiu que tínhamos que escolher um artigo naquele momento e que não nos devolvia o dinheiro. Informámos a senhora que não queríamos o dinheiro, mas sim um voucher para voltar posteriormente à loja e escolher outro artigo uma vez que naquele momento não tínhamos nada para escolher no montante de 109€, por ser um valor elevado. Continuou a falar connosco de forma até insolente a referir que tinha que ser naquele momento. Referimos à senhora que sendo essa a política da loja, uma vez que em qualquer loja deste tipo nos é facultado o voucher nos deviam ter informado no ato da compra, ao que uma vez mais reportou para a frase que se encontra no talão. Dissemos-lhe que o que está no talão é o que está em qualquer talão de qualquer loja. Perante tal situação, pedimos o livro de reclamações, efetuamos a reclamação, devolvemos o artigo, abandonámos a loja sem trazer nada em troca. Consideramos esta situação inadmissível, uma vez que o que nós pretendíamos era que o valor do artigo fosse creditado na nossa conta cliente, tal como mencionado no artigo VII das condições gerais de venda, conforme descrito no site da loja. Consideramos esta situação muito desagradável e de total falta de respeito para com o consumidor, uma vez que, o rigor que é imposto ao fazer a troca não é o mesmo no ato do pagamento. Deveriam ter informado de que, como era um artigo de exposição não emitiam nota de crédito para uma compra posterior e nesse caso nem teríamos comprado Cumprimentos.
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