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Falta de conformidade e prejuízo por ausência de equipamento Vodafone
O meu nome é Eliza Dinah Silva dos Anjos, venho por este meio solicitar o apoio da DECO na resolução de um conflito de consumo com a empresa Vodafone Portugal, relacionado com a compra de um bem de elevado valor que me foi entregue com defeito de fabrico e cuja substituição ainda não foi realizada, estando eu desde então sem acesso ao produto adquirido nem a qualquer solução temporária por parte do fornecedor. No dia 19 de setembro de 2025, recebi em minha residência um iPhone 17 Pro Max 512 GB, adquirido na pré-venda da Vodafone. No momento da abertura da embalagem, que foi gravado em vídeo por precaução, reparei imediatamente que o equipamento apresentava um defeito visível no canto superior: um pequeno dano físico semelhante a uma batida ou falha de acabamento. Tendo em conta que se tratava de um produto novo, selado e de valor elevado, considerei inaceitável receber algo fora do padrão e entrei imediatamente em contacto telefónico com a Vodafone. A orientação que me foi dada na altura foi que não seria possível resolver por telefone e que seria necessário deslocar-me a uma loja física para tratar da substituição. Ainda na sexta-feira, dia 19, desloquei-me à loja Vodafone do Shopping Espaço Guimarães, onde fui informada de que aquela unidade não era a responsável por este tipo de procedimento, tendo sido orientada a dirigir-me à loja do centro de Guimarães. No sábado, dia 20, fui então até à loja indicada, onde me informaram que, sem apoio direto da Apple (disponível apenas durante dias úteis), não poderiam avançar com a análise ou substituição do equipamento. Como era fim de semana, fui orientada a voltar durante a semana seguinte. No dia 22 de setembro, segunda-feira, retornei à loja e, após vários minutos de espera e explicações, a colaboradora da loja conseguiu contacto com o suporte da Apple e foi acordado que o telefone seria enviado para Lisboa para análise. Voltei pra casa para me organizar, e deixei, portanto, o equipamento na loja no o dia 25 para seguirem com o processo. Durante todos esses dias entre o recebimento do equipamento (dia 19) e a entrega para análise (dia 25), continuei a usar o telefone por necessidade profissional, uma vez que trabalho exclusivamente com marketing digital, redes sociais e design, sendo o smartphone a minha principal ferramenta de trabalho. Apesar de reconhecer que tecnicamente o uso pode comprometer certas avaliações, reitero que o defeito foi imediatamente documentado em vídeo, ainda com a caixa lacrada, e que a utilização só se deu porque a Vodafone não apresentou solução rápida e não me ofereceu qualquer equipamento de substituição durante esse período, obrigando-me a continuar com a rotina profissional com o que tinha em mãos. Desde o dia 25 estou completamente sem telemóvel, pois já havia vendido o aparelho antigo antes da chegada do novo. Reforcei junto da Vodafone, tanto em loja como por telefone, a necessidade urgente de me ser disponibilizado um aparelho substituto durante o processo, mesmo que de gama inferior, tendo em conta que a ausência total do dispositivo está a causar-me prejuízos reais e diários na minha atividade profissional. A resposta foi sempre negativa, com a alegação de que, como o processo seria resolvido pela Apple e não diretamente pela assistência técnica da Vodafone, não poderiam ceder qualquer equipamento. Dias depois, entrei novamente em contacto telefónico com o apoio da Vodafone e uma nova atendente afirmou que, sim, seria responsabilidade da Vodafone fornecer um equipamento de substituição, visto que a relação de consumo é comigo e não com a Apple. Este conflito de informações, que se repetiu ao longo de diversos contactos, aumentou ainda mais a minha frustração. Registei uma reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico no dia 25 de setembro de 2025 (referência 2-2JR13295), expondo todos os pontos acima. Até a data desta mensagem, não obtive qualquer resposta formal por parte da Vodafone. Enquanto isso, já se passaram mais de duas semanas sem telemóvel, sem substituição, sem compensação e sem qualquer previsão realista de resolução. No contacto mais recente que fiz à Vodafone, fui informada de que o prazo de “7 a 10 dias úteis” inicialmente mencionado era apenas indicativo e que, na prática, o processo poderia prolongar-se por mais duas semanas ou mais, pois dependia da disponibilidade de stock do modelo junto à Apple. Durante esse período, vi-me forçada a improvisar: utilizei o telemóvel do meu marido quando possível, adiei entregas, perdi compromissos, prejudiquei a qualidade de entregas profissionais e perdi oportunidades de trabalho, além de viver o constrangimento constante de ter de explicar a situação a clientes e colegas. O desgaste emocional e logístico tem sido considerável. Ressalto que todo esse transtorno poderia ter sido evitado se a Vodafone tivesse cumprido o seu dever básico de minimizar os impactos para o consumidor, oferecendo de imediato um telemóvel substituto enquanto aguardo pela resolução. Entrei também com um processo no Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo – TRIAVE (referência 2289/2025/MB/AA). A resposta da Vodafone neste processo foi informar que pretendem proceder à substituição do equipamento, mas que não há stock disponível e que está a ser solicitada prioridade. Foi-me também dada a alternativa de cancelar a compra e receber o valor pago, opção que recusei. Reforcei que quero manter o contrato de compra e receber o produto adquirido, mesmo que em outra cor (não exijo especificamente o modelo branco). No entanto, continuo sem equipamento e sem previsão. A única coisa que sempre solicitei desde o início foi uma solução temporária viável e proporcional à gravidade da situação: um telefone substituto que me permitisse trabalhar, ainda que com limitações, ou alguma forma de compensação pelos dias sem acesso à ferramenta essencial do meu trabalho. Nada disso foi oferecido. Com base no exposto, e tendo em conta o disposto no Decreto-Lei n.º 84/2021, especialmente no artigo 15.º, que estabelece o direito do consumidor a uma reparação ou substituição num prazo razoável e sem grave inconveniente, venho solicitar o apoio da DECO para: 1. Obter uma solução célere por parte da Vodafone; 2. Garantir que me seja fornecido um equipamento de substituição, ou, em alternativa, uma compensação proporcional ao prejuízo já sofrido; 3. Avaliar a viabilidade de solicitar indemnização por danos materiais causados pela ausência de cumprimento contratual e falha na assistência ao consumidor. Agradeço desde já toda a atenção e colaboração. Estou disponível para fornecer todos os documentos que comprovam os factos relatados (vídeo da abertura do equipamento, fatura de compra, histórico de chamadas, emails, comunicações com TRIAVE e registos da reclamação). Com os melhores cumprimentos, Eliza Dinah Silva dos Anjos
Atendimento ao cliente cobrado
Todas as vezes que telefono a pedir alguma informação sobre o meu serviço cobra por tal. Não me parece justo pois pago mensalidade e atrevo-me a dizer que isto é abuso e dupla cobrança.
Retirar pessoa do meu contrato
Venho por este meio apresentar reclamação contra a Vodafone relativamente ao meu contrato n.º 314884166, associado ao meu NIF [249973065]. O contrato inclui um número utilizado pelo Sr. Fábio Araújo Neto, NIF 259865478. Pretendo que a faturação deste número passe a ser emitida em nome do referido titular, mantendo o meu contrato e restantes números inalterados. Já contactei o Apoio ao Cliente, mas apenas me foi apresentada a opção de: • Abrir um novo contrato em nome do Sr. Fábio, ou • Rescindir o meu contrato com penalização. Considero esta solução injusta, uma vez que não sou eu a utilizar o número em questão e não devo assumir custos ou penalizações por serviços que não me beneficiam. Solicito que a Vodafone proceda à alteração da faturação do número para o NIF do Sr. Fábio e confirme por escrito quais os documentos necessários para tal, garantindo que qualquer penalização resultante fique a cargo do novo titular. Aguardo resposta por escrito e resolução adequada da situação. Com os melhores cumprimentos,
Incumprimento do serviço VODAFONE
À VODAFONE A partir de 2025-08-11, a Vodafone interrompeu o fornecimento do serviço fixo (TV, internet e telefone fixo - que no meu caso era utilizado como serviço de emergência médica Linha Azul). Esta situação foi comunicada ao Apoio Técnico e solicitada diversas vezes a lojas da Vodafone e pela via TOBI mas que não adiantaram qualquer solução nem sequer uma previsão para regularizar esta falha. Perante esta situação (ausência de serviço fixo e da devida informação ao cliente) , solicitei a resolução do contrato em 2025-08-16 e efectuei a devolução dos equipamentos da Vodafone . Posteriormente, recebi as seguintes faturas: - Fat 100423400 (09 ago - 08 set) no total 75,81€ e que refere um crédito no valor de 9,85€ que presumo tratar-se de uma "compensação" pela quebra do serviço fixo iniciada a 2025-08-11. Engloba ainda o valor de 55,33€ ( "penalidade incumprimento contratual"); - Fat 101133260 (09 set - 22 set) no total de 47,24€ descrito como "penalidade incumprimento contratual", em que o período de faturação é posterior à resolução do contrato. A presente reclamação pretende evidenciar que o incumprimento contratual é iniciado quando a Vodafone quebra o fornecimento do serviço contratado e, mais grave ainda, não informa o cliente da falha existente nem aponta para uma previsão de solução da falha. António Fonseca (conta nº 309706642)
Serviço de Apoio ao Cliente
Sou cliente Vodafone, mas não tenho número de telemóvel Vodafone associado. Sempre que tento ligar para o apoio ao cliente, é-me solicitado um número Vodafone para prosseguir. Como não tenho nenhum, a chamada é automaticamente terminada com a mensagem "esta informação é apenas para clientes Vodafone". Para além de ser impossível obter apoio desta forma, estas chamadas são ainda pagas, o que agrava ainda mais a situação, pois estou a gastar dinheiro numa linha que nem sequer me dá acesso a atendimento. Esta situação é absurda e extremamente frustrante, uma vez que continuo a ser cliente (por exemplo, de serviços fixos), mas fico sem qualquer forma de obter apoio telefónico. A Vodafone deveria disponibilizar um canal de contacto telefónico alternativo e gratuito para todos os clientes, independentemente de terem ou não número móvel associado. A Vodafone devia corrigir esta falha grave no serviço de apoio ao cliente, permitindo que qualquer cliente, independentemente do tipo de contrato, consiga aceder ao apoio telefónico de forma eficaz e sem custos desnecessários.
Alteração de morada sede empresa
Exmos Srs Solicitei presencialmente, ao meu gestor, Alexandre Oliveira, Vodafone Business Colombo a alteração de contrato para nova morada da da empresa Policiano & Fonseca, Lda, da qual sou sócia gerente. Foi-me inicialmente transmitido que estava a fazer o pedido com tempo, dado que precisava da transição de serviço dentro de uma semana. Alguns dias depois o gestor comunicou-me que nao seria possível prestar o serviço na nova sede (estamos a referir uma mudança da avenida de roma para a avenida de Madrid, em Lisboa), por incapacidade da Vodafone de ligar a fibra. Nas últimas três semanas tenho falado presencialmente e por telefone com o meu gestor e também com o apoio da Vodafone empresarial on-line. O meu marido, Lino Miguel Vieira da Fonseca, também sócio-gerente, e também múltiplas vezes através do atendimento da Vodafone empresarial on-line, cujas chamadas se encontram gravadas tem tentado solucionar o problema. Foi-nos múltiplas vezes referido que a solução seria o cancelamento do contrato da parte da Vodafone por incapacidade de transitar o contrato. Já foram apresentados vários prazos para a solução, o último na 2a feira passada, dia 29 de setembro. No próprio dia 29 de setembro, o Sr Alexandre Oliveira, não obstarem desde o primeiro dia em que me desloquei, presencialmente, à Vodafone business, no Colombo, ter apresentado todos os nossos documentos: certidão permanente atual com a nova morada, para a qual pretendíamos a transição de contrato, telefonou-me a solicitar mais documentação, inclusive documentos que já possuíam. consideramos absolutamente inadmissível a falta de profissionalismo ao chegar o dia de término de resolução do ser solicitada documentação já entregue e a adicional não existir. Reforço que foi-me comunicado presencial e telefonicamente que é a Vodafone que não consegue fazer a ligação do serviço. Os meus vizinhos na atual sede, todos eram clientes da Vodafone, e têm a sua situação resolvida com cessação imediata de contratos no sentido de encontrar alternativas úteis e eficazes, dado a Vodafone não conseguir dar resposta adequada. Apelo ajuda a que esta situação seja resolvida de forma muito urgente, no sentido de ter o contrato terminado sem qualquer multa. A empresa já está há mais de 2 semanas na avenida de Madrid, sem qualquer telecomunicao, o que é um transtorno enorme. Hoje liguei novamente para a Vodafone e disseram que o processo iniciou de novo no dia 30 de setembro, com prazo de resolução de 30 dias. Não é forma de tratar os clientes. Tem sido uma ineficácia, incompetência e falta de profissionalismo na resolução de um aspeto “aparentemente” tão simples como a mudança de morada de uma empresa, tal como me foi transmitido há mais de 3 semanas, na loja do Colombo. Reitero que todos os meus vizinhos já cessaram os contratos com a Vodafone. Deste modo, não vejo nenhuma outra solução possível para o meu caso sem ser a cessação do contrato, daí não compreender esta demora na sua análise.
Reclamação sobre adesão a tarifário com fidelização não informada – Vodafone/Yorn
Exmo(a). Sr(a). da DECO, Venho por este meio solicitar apoio para resolver uma situação com a Vodafone, que considero prática comercial desleal. Resumo da situação No dia 29 Set., contactei o assistente virtual da Vodafone (TOBi) para solicitar o CVP (Código de Validação de Portabilidade), necessário para mudar de operador. Fui transferido para um colaborador comercial da Vodafone (nº 915 692 070), sem que fosse perguntado o motivo do meu pedido. Durante a chamada, o colaborador apresentou-me uma proposta de tarifário Yorn com condições supostamente vantajosas. Aceitei por parecer uma alteração normal de tarifário Yorn, como já fiz várias vezes ao longo dos últimos 20 anos. Em momento algum me foi mencionada a existência de fidelização de 24 meses, nem os riscos associados. Recebi posteriormente um SMS para confirmar a adesão, que dizia: “Para autorizar a ativação do tarifário Yorn Pós-Pago … responda SIM.” O SMS apenas remetia para um link de “resumo de contrato”, sem destacar que existia um período contratual mínimo de 24 meses. Só após responder SIM, recebi nova mensagem informando sobre o período contratual de 24 meses, que começa a contar em 01/10/2025. Acresce que o tarifário Yorn normalmente não é elegível para clientes com mais de 35 anos, o que torna a oferta ainda mais confusa e irregular. Problemas identificados Fui induzido em erro, pois o consentimento foi obtido sem que me fossem explicadas as condições essenciais do contrato. A informação sobre fidelização só foi comunicada depois da adesão, contrariando a legislação sobre transparência e prática comercial leal. A Vodafone utilizou o meu pedido de CVP como pretexto para apresentar uma campanha comercial sem a minha solicitação. Pedido Solicito o apoio da DECO para: Anular a fidelização de 24 meses, pois não foi comunicada previamente nem aceite de forma informada. Garantir que me seja restabelecido o tarifário anterior, ou outro tarifário à minha escolha sem fidelização. Ja providenciei reclamação no portal do Livro de Reclamações Eletrónico Anexo provas: SMS de ativação, SMS informando a fidelização, link de “resumo de contrato” Agradeço desde já a atenção e apoio da DECO para resolver esta situação.
Falta de Transparência nas reservas on-line Vodafone
No dia 12/09, às 13h28, finalizei a pré-encomenda de um iPhone 17 Pro Max na loja online Vodafone. O estado manteve-se “Aguarda expedição” até ao dia do lançamento (19/09), altura em que passou a “Erro”. Contactei o call center e foi-me assegurado que tinha equipamento reservado em armazém, inclusive com número de remessa (52xxxxxxxx) e, mais tarde, referência Chronopost (5009xxxxxx), ambos apresentados como prova de atribuição. Contudo, o portal continuou a indicar “Erro” e, após novo contacto a 23/09, informaram-me que afinal a encomenda “aguarda reposição de stock” com prazo de 4 a 6 semanas. Esta sucessão de informações contraditórias levanta dúvidas sobre se o equipamento existiu ou se desapareceu. Solicito, assim, esclarecimento e solução imediata, já que a informação prestada tem sido incoerente e geradora de desconfiança. Com os melhores cumprimentos,
Valor elevado
Exmos. Senhores, Sou vossa cliente a sensivelmente 20 anos pelo meu tarifário móvel, a 5 anos que tenho TV NET e voz + móvel. Já não e a primeira vez que solicito redução do valor da fatura e é me negado dizendo que não há nada a fazer. Vejo as campanhas que fazem para novos clientes que é muito inferior a minha e com as mesmas condições e dizem me que não me podem fazer esses valores. Acho inadmissível não tratarem os antigos clientes como os novos, deviam valorizar os clientes que pagam as faturas a 20 anos. Cumprimentos.
Serviços não fornecidos
Exmos. Senhores, Na qualidade de vosso cliente com o contrato de prestação de serviços de telecomunicações n.º 312868133, venho informar que desde 3 de setembro que os serviços TVNetVoz contratados não funcionam; embora tenhamos recebido inúmeros sms a comunicar que o problema técnico estava em resolução ou já resolvido, a situação manteve-se ininterruptamente durante todo este período. O técnico que se apresentou hoje fez o mesmo diagnóstico que outros técnicos tinham feito há 20 dias atrás: falta de potência de sinal que chega à caixa exterior... que problema, então, é que têm tentado resolver durante todo este tempo?? Atendendo a esta situação: 1) Exijo a resolução urgente deste problema; 2) Comunico que anulei a autorização de débito direto porque verifiquei que a fatura correspondente ao período de 16 de agosto a 15 de setembro não contemplou esta situação em que nos encontramos, cobrando a totalidade dos serviços, para além de ainda cobrarem as chamadas que fizemos para comunicar a avaria. Só após receber fatura com os valores retificados procederei ao seu pagamento. 3) Gostaria de saber de que forma a Vodafone compensa os seus clientes quando estas situações se verificam... Cumprimentos. Maria Teresa Rebelo Batista Lopes
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