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cartãp pré-pago
No dia 14Nov chegou a Lisboa uma amiga vinda de Fortaleza - Brasil, que se dirigiou a um posto da Vodafone no Aeroporto de Lisboa para comprar um cartão pré-pago por apenas 15 dias de estadia em Portugal e lhe cobraram cerca de 30,00€ como um autêntico roubo quer não posso deixar de reclamar, pois eu já lhe tinha comprado um cartão Woo pronto a utilizar por apenas 10,00 € de 40 Gb que ela não sabia e apenas queria entrar em contacto comigo e não saber como fazê-lo pelo wi-fi do eroporto que lhe daria acesso à Internet pelo WhastApp. É má imagem para nosso paíseste tipo de exploração aos cidadão de paises entrangeiros, neste caso de um país irmão, pelo que resolvi fazer esta minha relamamção. Rui M. Palmela NIF 138371415 Contacto: 917371094
Faturação indevida
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à cobrança indevida que estou a receber da Vodafone referente a supostas faturas em atraso dos meses de julho, agosto, setembro e outubro de 2025, totalizando 132,63€, referentes ao serviço de TVNETVOZ. Gostaria de reforçar que tais cobranças são completamente injustificadas e configuram, no meu entender, um ato de má fé, uma vez que: Deixei de ser cliente da Vodafone em abril de 2025, altura em que realizei a portabilidade do serviço para a NOS e solicitei o cancelamento integral de todos os serviços associados (internet, telefone fixo e TV). Desde junho de 2025, já não resido na morada onde o serviço estava instalado, facto que demonstra claramente que não houve utilização de qualquer serviço após essa data. Todas as faturas até ao momento da portabilidade foram devidamente pagas. Nunca recebi, por parte da Vodafone, qualquer comunicação de que o pedido de desativação não teria sido registado, nem recebi faturas em tempo útil para contestação. A portabilidade e o cancelamento foram realizados através da NOS, conforme o procedimento normal e obrigatório entre operadoras, e foi-me garantido que toda a gestão de desativação seria concluída entre as empresas. Recebi, no entanto, o vosso contacto indicando que não possuem registo do pedido de desativação. Esta resposta é totalmente inaceitável pois evidencia falha interna da Vodafone, e não minha, e é inadmissível que um cliente seja penalizado por um processo administrativo que deveria ser devidamente assegurado pela própria operadora. Diante do exposto, solicito: A imediata anulação de todas as faturas emitidas após abril de 2025, relativas ao serviço TVNETVOZ; A correção do vosso sistema, garantindo que o cancelamento seja reconhecido com efeitos à data da portabilidade; A cessação imediata de contactos por SMS e telefone referentes a cobranças que não me dizem respeito; Reforço que não aceitarei responsabilização por serviços que não utilizei, não solicitei, e cujo cancelamento foi devidamente efetuado à época da portabilidade. Caso a situação não seja resolvida com urgência, reservarei o direito de recorrer às entidades competentes, incluindo ANACOM, DECO e Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo, por cobrança indevida e conduta comercial inadequada. Aguardo a vossa resolução. Com os melhores cumprimentos, Rodrigo Camini
Vodafone Cancelamento de Contrato
Exmos Senhore(a)s, Celebrei um contrato de TV + Internet fixa com a Vodafone em setembro/outubro de 2024, associado à morada Rua da Ramadinha 196, 3E, Vila Nova de Gaia. Em abril de 2025, por motivos de força maior e dificuldades financeiras, foi necessário rescindir o contrato de arrendamento da habitação, deixando de residir no local. A partir desse momento tornou-se impossível manter o contrato, enquadrando-se no direito de rescisão sem penalização por alteração superveniente das circunstâncias e por impossibilidade de prestação técnica do serviço na nova morada, onde já existe outro serviço ativo. Comuniquei a situação à Vodafone em várias interações telefónicas, email e em loja, apresentando: - Prova da rescisão do contrato de arrendamento - Nova morada, onde o serviço não poderia ser instalado Em todas essas interações fui claramente informado de que o contrato seria cancelado sem custos. No entanto, apesar da documentação enviada e da garantia dada pelos operadores, a Vodafone não procedeu ao cancelamento e continuou a debitar mensalidades, mesmo sabendo que eu já não residia na morada contratada e o serviço não estava a ser utilizado. Perante esta situação, recorri ao Livro de Reclamações Online, processo nº ROR00000000045418476, no dia 12/11/2025. A resposta da Vodafone não foi só inútil como inaceitável, incorreta e contrária à informação previamente prestada, porque: - Não houve incumprimento contratual da minha parte — trata-se de alteração involuntária de morada com impossibilidade física de continuidade. - Foi-me garantido várias vezes que o serviço seria cancelado sem custos, estando documentado. - A Vodafone continua a cobrar valores indevidos por um serviço não prestado e em morada onde já não resido. - Estão a tentar responsabilizar-me por uma penalização injusta, transformando uma situação legal e legitimamente fundamentada num alegado incumprimento. A empresa ignora o direito à rescisão previsto em lei e no próprio contrato. Solicito a intervenção da DECO com o objetivo de: - Eliminação imediata da penalização de 136,91€ - Devolução integral dos valores cobrados indevidamente desde abril de 2025 - Cancelamento definitivo do contrato sem qualquer penalização - Compensação pelos danos morais e pelo transtorno gerado - Retificação da comunicação enviada à ANACOM com dados falsos/incompletos - Suspensão de cobranças e processos coercivos enquanto decorre a mediação
Reclamação relativa ao processo de garantia do equipamento Honor Magic V3
Reclamação relativa ao processo de garantia do equipamento Honor Magic V3 Referências de suporte: #6350816, #6401046, #6421917, #6474040, #6502504 Reclamação no Livro de Reclamações: ROR00000000045337158 1. Contexto e descrição da situação No dia 22 de julho de 2025, desloquei-me a uma loja Vodafone para entregar o meu telemóvel Honor Magic V3, adquirido na mesma operadora, ao abrigo da garantia, uma vez que o ecrã aberto apresentava pequenas manchas pretas visíveis no centro do ecrã aberto e apenas visíveis sobre fundos claros. Na ordem de reparação emitida em loja, ficou registado que não existiam vestígios de má utilização e que a anomalia apenas era visível com o fundo branco. 2. Ocorrência posterior e irregularidades detetadas Alguns dias depois, recebi um orçamento de 856,14€ alegando má utilização do equipamento. Esta alegação contradiz diretamente a avaliação inicial feita pela loja, que confirmou não existirem danos ou má utilização. Solicitei então provas dessa alegada má utilização. A resposta recebida incluiu fotografias com danos que não existiam no momento da entrega, nomeadamente um risco branco e extenso no ecrã — dano que nunca esteve presente quando entreguei o equipamento e que é totalmente distinto do problema inicial (pequenas manchas pretas na zona central do ecrã aberto). De imediato reclamei por escrito, esclarecendo que: - o estado do equipamento no ato da entrega não correspondia ao apresentado nas fotografias; - e que não aceitava que me fosse negado o direito à garantia com base em danos inexistentes no momento da entrega. Apesar disso, não obtive qualquer resposta à minha contestação. 3. SMS para levantamento e situação em loja física Alguns dias depois, recebi uma SMS da Vodafone a informar que o equipamento se encontrava disponível para levantamento na loja. Desloquei-me novamente ao local, mas fui informado pelos colaboradores que: - nenhuma reparação foi realizada; - e que, apesar de eu não concordar com a recusa de garantia, já não seria possível reenviar o equipamento para nova análise de garantia. Foi-me apenas indicado que a única alternativa seria não levantar o equipamento e apresentar reclamação no Livro de Reclamações, o que considerei inadmissível, tendo em conta que: - o telemóvel estava ao abrigo da garantia; - e os danos alegados não existiam aquando da entrega em loja. Em conformidade, não levantei o equipamento e apresentei reclamação no Livro de Reclamações no dia 07/08/2025, pedindo reavaliação do processo com base na ordem de reparação inicial e nas discrepâncias evidentes entre os danos inicialmente registados e os apresentados no relatório. 4. Resposta da Vodafone e contradições No dia 13/08/2025, a Vodafone respondeu, reconhecendo que houve um lapso ou falta de atenção na inspeção visual inicial. Contudo, referiu que numa segunda inspeção visual feita pela marca foram identificados os danos descritos no orçamento e que, por esse motivo, não assumiria responsabilidade. Esta resposta é contraditória e inaceitável, uma vez que: - não existiam danos no momento da entrega, conforme comprovado na ordem de reparação; - e o cliente não esteve presente na segunda inspeção visual, não podendo garantir a integridade do processo de manuseamento técnico. Respondi no dia 14/08/2025, reforçando que: - o equipamento foi entregue apenas com o defeito de ecrã (manchas pretas); - e que as imagens apresentadas mostram danos inexistentes no ato da entrega, levantando sérias dúvidas sobre o manuseamento do equipamento pela Vodafone ou pelo centro técnico. 5. Falta de acompanhamento e ausência de resolução Após esta resposta, não recebi qualquer contacto adicional. O email de resposta foi devolvido, impossibilitando comunicação direta. Face a isso, abri vários pedidos de suporte, nomeadamente: - #6350816 (18/08) – encaminhado para o Gabinete de Apoio à Qualidade; - #6401046 (15/09) – sem resposta conclusiva; - #6421917 (24/09) – sem resposta; - #6474040 (15/10) – resposta genérica a indicar que a situação estava em análise; - #6502504 (28/10 e 10/11) – sem qualquer retorno até à data. Apesar das várias tentativas de contacto, a Vodafone manteve-se em silêncio, deixando o cliente sem equipamento e sem qualquer solução, desde 22/07/2025. 6. Pedido Face ao exposto, requeiro formalmente: - A reavaliação imediata do processo de garantia, considerando a ordem de reparação inicial e o estado comprovado do equipamento na entrega; - O reconhecimento do direito à reparação ao abrigo da garantia legal; - Caso a reparação não seja possível, a substituição do equipamento ou reembolso integral; - A apresentação de resposta formal e fundamentada. 7. Conclusão O tratamento dado a este caso é inaceitável e desrespeitoso para com o consumidor. Entreguei o equipamento em perfeito estado, com um defeito de fabrico legítimo, e mais de três meses depois continuo sem o telemóvel e sem qualquer resposta efetiva. Reitero que não aceito a imputação de danos que não existiam no ato da entrega, e exijo uma resolução célere e justa, salvaguardando os meus direitos enquanto consumidor. Com os melhores cumprimentos, Tiago Peres
Ativação de Voucher Sport TV - Cobrança abusiva
Assunto: Irregularidades na ativação do voucher Sport TV No dia 9 de novembro, pelas 19:00, solicitei a ativação do voucher Sport TV F4DAMR3WN. Até à presente data (11/11/2025), o serviço continua indisponível, apesar da indicação da vossa colaboradora de que estaria ativo no prazo máximo de 24 horas. A ativação do serviço obrigou-me a contactar a linha de apoio ao cliente, com um custo elevado. Estive 30 minutos em chamada apenas para validar um simples voucher, o que resultou num custo aproximado de 10 euros (mais 28% do valor do próprio voucher). Considero esta prática abusiva e penalizadora para o consumidor, uma vez que impõe custos adicionais injustificados para a ativação de um serviço já pago. Solicito a ativação imediata do serviço. Atendendo a esta prática abusiva da vossa empresa, pondero no final da fidelização mudar de operadora. Com os melhores cumprimentos
Cobrança duplicada e abusiva
Exmos. Senhores. Venho através desta, prestar uma reclamação relacionada ao meu contrato com a operadora Vodafone. Tenho um plano de TV+Net e 2 cartões de telemóvel. A minha reclamação são de múltiplos casos. Primeiramente, eu contratei os serviços da Vodafone para a morada que vivia em Oliveira do Bairro. Foi me apresentado um valor promocional pelo plano. Durante um curto período de tempo mudei-me de morada, passando a viver em Vila Nova de Gaia. Pedi informações a Vodafone sobre a alteração de morada. Na altura fui informada sobre um custo adicional para a instalação dos serviços em minha residência. Como não tinha condições de pagar o montante, apenas fiz a cotação para saber se havia disponibilidade na minha área para a instalação do serviço. A Vodafone, sem o meu consentimento e aprovação procedeu com o agendamento para a instalação dos serviços na nova morada. Quando o técnico chegou para a instalação, eu disse que não havia pedido, entretanto ele disse que se fizesse o serviço ou não, a operadora iria debitar na mesma. Então escolhi pela instalação. O próximo caso é que pagamos com atrasos as faturas em dívidas com a Vodafone. E a fatura que veio junto com o valor emitido pelo serviço de instalação, resolvi renegociar e solicitar um plano de pagamento a prestações. Foi me concedido o plano, em 10x. No plano incluía as mensalidades dos meses de setembro e outubro junto ao valor da instalação. Feito o acordo, o prazo foi apertado para o pagamento e não consegui o fazer na data imposta pela Vodafone. Tive todos os serviços cortados até proceder o pagamento, eles garantiram um prazo de 8 dias para então suspenderem os serviços, e o suspenderam logo no dia seguinte. Efetuado o pagamento eles ativaram novamente os serviços. Porém, pouco tempo depois me enviaram um e-mail com uma nova fatura no valor de 80€ (considerado por mim excedente), fatura esta do mês de outubro (o qual já estava incluindo no acordo feito junto a Vodafone). Fui à loja física da Vodafone para resolver, o atendente me disse que só conseguiria resolver por telefone, eu liguei inúmeras vezes e só fico na espera. Gostaria de saber como podemos proceder para exercer os meus direitos de consumidor. Isto tem me afetado imenso pois tentei resolver tudo da melhor forma possível, e pelo que vi as coisas só pioraram. Aguardo uma resposta da vossa parte com as devidas recomendações para resolver este problema. Desde já muito obrigada. Atenciosamente: Sarah Martins
Vodafone emite facturas por serviço que nāo funciona à meses e encaminhou processo para a Intrum
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a Vodafone Portugal. Desde dezembro de 2024, deixei de ter acesso a dados móveis, e desde maio de 2025 fiquei também sem rede móvel. A situação foi comunicada diversas vezes à operadora, mas nunca foi resolvida. Apesar de o serviço não estar a ser prestado há vários meses, a Vodafone continua a emitir faturas e a encaminhar o caso para cobrança através da Intrum, que atualmente reclama o valor de 162,17 € (Ref. E24433429 / Entidade 21262). A empresa recusa-se a reconhecer o incumprimento contratual e continua a exigir o pagamento, mesmo sem ter restabelecido o serviço. Foi também feita reclamação no Livro de Reclamações e a resposta da Vodafone foi inconclusiva, vaga e não corresponde ao que de facto aconteceu. Irei fazer nova queixa. Assim, solicito a intervenção da DECO para que a Vodafone: 1. Reconheça o incumprimento contratual e a impossibilidade de cobrar valores relativos a períodos sem serviço; 2. Anule todas as faturas emitidas desde dezembro de 2024; 3. Cancele o contrato sem qualquer penalização; 4. Retire a minha conta de qualquer processo de cobrança externa. Agradeço desde já a vossa atenção e apoio na resolução deste caso, que considero injusto e prejudicial enquanto consumidora. Com os melhores cumprimentos, Elisabete Magalhães
Cobrança indevida
Ano passado eu fui a loja da Vodafone a solicitar o cancelamento dos serviços pois já era cliente a mais de 2 anos E a Vodafone mesmo eu levando todos os documentos possíveis que me foi solicitado me tarifou de forma a pagar a multa de quebra de contrato!! Entretanto agora estão a me cobrar um valor muito alto .. e eu não posso pagar Estou disposto a pagar as fatura de prestações do meu telemóvel que parcelei e se houver também fatura de serviços mas não sou de acordo a pagar a multa pois eu já era cliente de 24 meses! Oque me foi alegado é que na minha conta havia serviços de 3 cartões telefone e quando foi alterado e esse cartão que saiu de minha conta foi a pessoa física meu contrato foi renovado de forma automática oque não tinha conhecimento no momento que fiz o serviço deveria ser falado agora eu ter a ciência é só me deram os papéis e se fosse ler aquilo tudo não tinha assinado ! Preciso de ajuda para resolver a questão de forma amigável! Agradeço
Ex: contrato contractual vodafone
Exmos. Senhores, Em (31/10/2025) denunciei o contrato de prestação de serviços de telecomunicações com a vossa empresa com o n.º (13717737). Sucede que até hoje, passados que são (6) dias, o serviço ainda se encontra ativo, apesar do prazo (PRAZO) previamente estabelecido para procederem à denúncia contratual. Considerando o exposto, venho relembrar a denúncia do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização por via desta decisão. Cumprimentos.
Falha nos serviços de tv
Exmos. Senhores, Na qualidade de vosso cliente com o contrato de prestação de serviços de telecomunicações n.º 314126476, comunico que no período de 31/10/2025 de manhã até ao fim do dia 05/11/2025, estive com os serviços de televisão em minha casa condicionados, tendo apenas televisão na tv à qual estava a box ligada. Todas as outras televisões estavam sem serviço, no router, a luz CATV, piscava a vermelho, em sinal de serviço em baixo. Liguei duas vezes, a resposta foi sempre a mesma, estamos a resolver. Recebi três mensagens com a mesma indicação. O que é certo é que tendo em conta que o sinal chegava à box, e o problema estava entre a box e o router, é obvio que se tratava de uma avaria técnica qualquer, e não de um poste ou um problema num cabo como me foi dito ao telefone da segunda vez que liguei. Assim sendo, solicito que na próxima fatura seja feito um desconto pelos dias em que estive privado do serviço, ou que seja proposta alguma outra forma de compensação pela falha que houve, sob pena de partir para a rescisão do contrato de forma unilateral, por incumprimento da Vodafone, uma vez que não me disponibilizou por um período de 6 dias o serviço contratado. Cumprimentos.
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