Reclamações públicas

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C. A.
09/11/2017

Cobrança de portagens com tarifas da classe 2 em vez de classe 1

Entre Maio de 2016 e Agosto de 2017, a minha viatura Hyundai Tucson com matrícula 52-QV-44, nas passagens efectuadas na portagem da Ponte 25 de Abril foram efectuados débitos, umas vezes à tarifa da classe 1 e outras vezes da classe 2, apesar de utilizar sempre o mesmo identificador. Esta anomalia não se verificou em mais nenhuma portagem de auto-estradas nacionais.A Via Verde Portugal reconheceu a existência de tal anomalia em 08-09-2017, quando reclamei junto de um seu posto de atendimento, tendo na altura sido informado que a mesma se deveu ao facto de, no acto da transferência de um identificador de uma viatura anterior (classe 1) para a actual (classe 2, mas com direito por lei à classe 1, desde que utilize a via verde das portagens), a nova viatura ter sido registada com um modelo igual ou anterior ao ano de 2009. Esta anomalia foi corrigida, através da proposta de aquisição de um novo identificador, de classe 2, que de imediato eu adquiri.Posteriormente, em resposta às minhas reclamações escritas relativamente ao reembolso dos valores que considero foram cobrados em excesso resultantes de tal anomalia, a Via Verde Portugal responsabilizou-me por, no momento do registo da nova viatura, eu não ter fornecidos os dados correctos e de não ter apresentado o livrete da viatura da mesma e, como tal, não tinha o direito ao referido reembolso. Anoto que no contacto telefónico do dia 09/10/2017, a atendedora da Via Verde, Carla Ribeiro, informou-me que me iria ser feito o reembolso dos valores cobrados em excesso.A minha contestação à resposta da Via Verde Portugal baseia-se no seguinte:1º - Recorri ao Atendimento Telefónico daquela empresa para efectuar a transferência do identificador de uma viatura para outra, tendo os respectivos registos sido efectuados pelo atendedor de serviço na altura, que, telefonicamente, me solicitou o modelo da viatura (lançado em 2016) e a matricula da mesma (de Fevereiro de 2016), sem que me tivesse pedido a apresentação do livrete da mesma. Aliás, no atendimento presencial que acima referi, a atendedora referiu que o colega que tinha efectuado o registo seguiu a via mais fácil, mas errada, ou seja considerar a viatura de modelo anterior ao ano 2009.2º Confirmei que, após ter efectuado a transferência do identificador, nas primeiras passagens nas portagens, a nova viatura estava a ser debitada pela classe 1, conforme estava previsto, e que daí para a frente nunca fui alertado por avisos amarelos nas sinalizações de passagem, indicativos de eventuais anomalias, embora me lembre de que algumas vezes na portagem da Ponte 25 de Abril, se ter verificado ausência de sinalização (o sinal não acendeu), o que para mim não constituía qualquer aviso de anomalia.Face ao anteriormente referido, reitero, mais uma vez, que sou alheio aos erros que estão na base da anomalia verificada e que os mesmos são da inteira responsabilidade do serviço prestado pela Via Verde Portugal, porque os dados que eu forneci ao Atendimento Telefónico da empresa são do ano de 2016 (como prova o respectivo modelo e matrícula) e não do ano de 2009 ou anteriores e que se, se existem serviços que não devem ser prestados através do Atendimento Telefónico, os mesmos não devem estar acessíveis aos clientes, para além de que os clientes não devem acarretar com as consequências e prejuízos dos erros cometidos pelo pessoal da empresa, eventualmente resultantes da não adequação de procedimentos internos da empresa ou da má formação profissional dos seus atendedores.Mais informo que autorizei a gravação de todos os meus contactos telefónicos com a Via Verde Portugal, que poderão complementar e reafirmar o que acima referi.Com os meus melhores cumprimentos,Carlos Almeida

Encerrada
M. S.
15/06/2017

Erro de débito de portagem na Ponte 25 de Abril

1. Equipamento (lado montante) de débito de portagem tem defeito há meses e a Via Verde reconheceu-o em visita a que fui forçado.2. Ao registar dados para débito direto (94-RS-90) alguém da Via Verde, segundo a empresa, errou a matrícula coisa a que sou alheio.3. Todas as passagens de portagem eram debitadas, exceto as da Ponte, nessa cancela do lado direito.4. A Via Verde notificou-me para pagar essas passagens (que ignorava) com exorbitante coima a que chama custos administrativos.5. Tive que iràs instalações de Oeiras, perder horas, pagar portagens de acessos e gasolina, para me dizerem que era tudo falta da Via Verde e podia pagar sem coima, o que fiz. 6. Com data de 28.Abril, de novo, a Via Verde, indiferente às causas e aos prejuízos, me notificou de mais uma contravenção. Teor igual às anteriores, i.e., arrogantemente, não corrige e coloca o ônus no consumidor. Não me foi possível aceder ao pagamento que, evidentemente, deveriam ter atribuíudo ao dispositivo instalado (3698999218) que funciona em todas as restantes portagens.7. Comoda e cinicamente a Via Verde notifica-me (anexo) para pagar uma contra-ordenação com a tal (creio que ilegal) coima disfarçada no valor de 126% da portagem.

Encerrada
A. C.
31/08/2016

Bilhetes para o Parque Aquashow

O motivo da reclamação é: na compra dos bilhetes para o Aquashow pela Via Verde é dado um desconto em portagem de 25% e outros. Como é óbvio, tal como qualquer outra pessoa, aproveita que vou de férias para ir ao AquaShow e assim. aproveitar a promoção para usufruir de todos os descontos incluídos. Quando vou a marcar as datas da viagem apenas permite num intervalo de 7 dias. Então são eles que escolhem o período que vou de férias??? Quando reclamo via on-line a resposta é de todo lamentável e insinuosa: O programa em causa bilhetes para o Aquashow é um programa que inclui: entrada no parque Aquashow e associado a esta oferta, proporcionamos aos clientes desconto em gasolina e desconto em portagem.Por isso, só faz sentido existir desconto de combustível, de portagem ou outros, apenas quando associado à utilização em questão, neste caso seria o do dia da visita ao Aquashow, conforme mencionado no voucher.Compreendemos que não foi esse o seu entendimento mas estamos certos que da leitura do programa e do voucher é isto que se conclui, ou seja, o que comprou foi bilhetes para o Aquashow e que os descontos associados a este evento são para ser usufruídos nos dias em que usufruir do programa não em quaisquer outros. No entanto, e para benefício dos clientes, estamos a permitir 7 dias de intervalo entre a data de ida e volta.Embora não seja possível corresponder ao que nos solicita mas, como não queremos que deixe de ser uma cliente Viagens & Vantagens, a título excecional e se assim o desejar, caso não tenha beneficiado de nenhuma das ofertas incluídas no programa poderemos proceder à devolução da compra efetuada.Compreendemos que não foi esse o seu entendimento???Tão mas eu vou entender coisas que não estão escritas em nenhuma parte do site, tal como as fotos que envio em anexo.

Encerrada
A. C.
25/04/2016

Cancelamento de Contrato de Aluguer

Em Abril de 2015 adquiri em regime de aluguer (3 anos) o serviço de via verde. Nunca associei o cartão MB, pelo que nunca utilizei por opção minha. Tentei por diversas vezes cancelar o contrato sem nunca me ser permitido.No dia 17-04-2016(se não estou em erro) contactei mais uma vez o serviço onde me disseram para ir á loja fisica que não teria qualquer custo. Assim o fiz. No dia 18-04-2016 desloquei-me á loja do Saldanha onde me foram cobrados mais 15€ ( para além dos 7€ já cobrados aquando da subscrição do serviço).Questiono: é legal uma entidade como a via verde estar a cobrar por três anos de contrato a um cliente quando não foi utilizado uma única vez? Mais, obrigaram-me a pagar os dois anos seguintes (até 2018) mas ficaram com o objeto pelo que vão alugar a mais uma outra pessoa.Qualquer contrato é passivel de rescisão. Neste caso eu ter feito o cancelamento ou não foi exatamente o mesmo valor/custo.

Encerrada
A. C.
15/03/2016

Taxa de Portagem na A19 -Sem enviar conhecimento de infracao

Venho reclamar nao ter recebido conhecimento que tinha 10 dividas por pagar por ter entrado na via verde a entrade de A8 em S.Jorge S/N e saida na A19 em Possos. As consequencias e terem custos associados. Pois eu nunca passei por nenhuma portagem sem pagar e portanto isto nao pode acontecer. Dizem que ha portagens no ar, mas devem ser invisiveis pois eu nunca vi sinalizacao nem nenhuma indentificacaoQuando vou a Leiria vou na IC2 de rio maior e entro na A8 deliberadamente conduzido para a A19 sem me aperceber que existe alguma portagem e que estou a ser cobrado portagem sendo obrigado a utilizar esta via sem quaisquer alternativas. Se esse e o caso tem de haver alteracoes na sinalizacao e a Via Verde tem de ser obrigada a enviar uma notificacao para o endereco da pessoa para a mesma ter conhecimento, antes do prazo de 5 dias que tambem nao tinha conhecimentoEu estou a viver em LONDRES e sem receber conhecimento isto pode alastrar custos excessivos sem eu ter quaisquer conhecimentoSo quero provas de onde existe a sinalizacao e provas de que me avizaram e informaram que tinha dividas de portagem por pagar e quais os valores etc e so quero pagar as portagens e nao os custos associados porque nao tinha conhecimento que isto existia e era possivel Quero que facam alteracoes nas estradas para nao permitir que isto se volte a repetir a mim ou qualquer pessoa ou sera um fraudeCumprimentos

Encerrada
A. O.
14/11/2015

Problemas com identificadores e CGD

O meu identificador Via Verde, que já tinha há algum tempo (foi comprado e não alugado) não funcionava em nenhuma portagem, parque estacionamento ou bomba de gasolina, o que por si só já é uma grande falha no serviço. Dirigi-me à loja da Via Verde no Saldanha, no dia 29/10 para perceber o que poderia fazer. Disseram que o identificador já não fucnionava e que as minhas passagens nas portagens eram registadas através da fotografia da matrícula. Sugeriram então que adquiri-se um novo identificador. Avancei para o aluguer de um novo identificador, pelo qual paguei logo 7€ na loja, e pagarei mais 7€ / ano, durante os próximos dois anos. O problema é que o identificador novo continua com os mesmos problemas do antigo, dá amarelo em todas as portagens e não funciona em parques de estacionamento ou bombas de gasolina. Venho a saber mais tarde que existe um problema com os identificadores associados a contas bancárias da CGD, que é o meu caso. O que me leva a crer que o identificador antigo poderia estar em bom estado, e que gastei dinheiro com um novo identificador que tem os mesmo problemas.Sinto-me lesada, porque continuo com os mesmos problemas, gastei mais dinheiro, e estou a pagar por um serviço que não tenho.Acho inadmissível que a Via Verde não tenha alertado os utizadores para a falha entre os identificadores e a CGD, levando os utilizadores a pensar que o problema era dos identificadores, quando é algo entre as duas empresas.

Encerrada
J. R.
01/01/0001

Problema com renovação bateria do identificador

Na manhã do dia 13 de Outubro passado, e ainda que numa loja da Via Verde (Saldanha), onde fui pedir a substituição da pilha do identificador, fiz um um novo contrato online para? aquilo que julgava ser apenas uma substituição ?do meu identificador por outro mais moderno e mais barato. De facto, a assistente enfatizou o facto de passar a ter um identificador mais moderno e com menos avarias e ainda de que passaria a pagar cerca de 7€ em vez dos 8€ que custaria a pilha do identificador antigo (cm um bónus de só pagar 3€ na 1ª vez).Assim, não me apercebi de que passaria a pagar os cerca de 7€ por ano em vez de ser 8€ quando trocasse a pilha. Muito menos me apercebi de que isso envolveria uma fidelização de 3 anos, coisa que jamais aceitaria, quanto mais não fosse devido à idade que tenho (quase 71 anos) e também porque, não havendo concorrência na via verde, nem percebo tal fidelização (aliás, também não compreendo que exista qualquer tipo de fidelização em qualquer tipo de prestação de serviços).Ou seja, não fui devidamente esclarecido e pensei que o pagamento dos cerca de 7€ se referia apenas à troca de pilhas e não a um pagamento anual e tenho a certeza de que nunca me foi falado da fidelização de 3 anos.Em consequência, de boa fé e pensando que a informação verbal da assistente estava completa, assinei de cruz uns papéis que me foram postos à frente e, como disse, fiz o registo online com o auxílio da assistente.Pouco depois de ter saído? da loja?, encontrei-me com um amigo que me alertou para o facto d? a Via Verde estar a usar truques para conseguir que os antigos clientes substituíssem o contrato que tinham por um contrato de aluguer anual, evitando dar informação clara quanto ao facto de ser mais dispendioso do que a troca de pilhas. Com efeito, mesmo que a pilha dure só 2 anos, custar-me-ia cerca de 4€/ano e nunca os cerca de 7€. Obviamente que ninguém no seu juízo perfeito e que fosse devidamente informado faria tal troca.Voltei de imediato à loja? (talvez 20 ou 30 minutos depois)?, e visto que tinha feito o registo online, solicitei o cancelamento do novo contrato (como me é permitido até 14 dias da efectivação de contratos via internet) bem como a reposição do anterior??. Disseram-me que já não podiam fazer nada, que o sistema não deixava? (?coisa que acho estranhíssima?),?mas que podia fazer uma exposição/reclamação a solicitar aqueles cancelamento e reposição? do anterior contrato?, o que fiz (anexo). ? Foi apenas então a assistente me confirmou o que o meu amigo me tinha dito dos pagamentos anuais mas nem assim me foi dito que o novo contrato envolvia fidelização de 3 anos.? Ainda na tarde do mesmo dia 13, recebi um mail de confirmação do registo da via verde (hora do mail 1320), onde se se pede para confirmar o registo online (anexo), o que não fiz. Com data de 16 de Outubro, recebi depois uma carta (anexo) onde a Via Verde se escusa a fazer o cancelamento do contrato ?quando, de acordo com a Lei, não o podiam fazer porque o meu pedido de cancelamento foi feito no período de 14 dias previstos na Lei para os contratos online.

Encerrada
A. C.
01/01/0001

Taxação de portagens indevida

A notificação nº 3563689 e o processo 3744984 (segundo o sitio www.pagamentodeportagens.pt), descrevem quatro contraordenações indevidas ao veículo de que sou titular. Nunca o veículo e/ou a minha pessoa, se deslocaram às localidades, percorreram qualquer uma das vias mencionadas ou efetuaram qualquer contraordenação desta ou doutra natureza. Estamos perante uma situação de fraude, com recurso a matricula falsa, ou detecção errada da matricula do veículo. Não me ocorrem outras possibilidades.Dada a regularidade das ocorrências, sou levado em crer que esta situação voltará a suceder em breve, o que naturalmente me causa e causará enorme transtorno.Uma vez que não é descrito qualquer forma de reclamação na notificação ou como verificar se a identificação automática está a funcionar correctamente, apresento os dados reais do veículo ao qual pertence a matrícula, com fotos do mesmo e dos respectivos documentos, para que possam comparar com as fotografias obtidas nas portagens nos momentos das alegadas contraordenações.Em virtude desta situação será apresenta queixa junto das autoridades competentes.

Encerrada
C. G.
01/01/0001

Cobrança indevida de portagens

Venho por este meio reclamar a cobrança indevida de portagens.No passado dia 19 de Outubro recebi duas cartas da Autoridade Tributária e Aduaneira referente a dividas por passagem em portagens com as datas de 26-07-2014, 30-08-2014 e 31-08-2014. No entanto, as dividas referem-se a um automóvel com a matricula 30-57-DM que já não está em minha posse, nem em termos de registo, desde Setembro de 1999.Com este facto em mão e, sabendo que não era o responsável das dividas, contactei a Via Verde para saber o porquê de ser eu o visado, foi-me informado que o veiculo em questão tinha uma via verde activa em meu nome, facto que me surpreendeu pois pouco depois da venda do automóvel em questão desloquei-me a loja da via verde de Loures para colocar a via verde no novo automóvel que adquiri, mas como o meu novo automóvel era de classe 2 não foi possível usar o mesmo identificador, então entreguei na loja o identificador antigo do veiculo em questão e foi-me fornecido um novo identificador para o novo automovel. Com o acto de entrega do identificador não teria mais nenhum ónus e o mesmo seria consequentemente desactivado. Ao questionar de como podia resolver a questão foi-me dito que não dependia da Via Verde mas sim das Finanças. Para agravar a questão fui notificado de novo, dia 21 de Outubro, com coimas das referidas dividas. No dia 26 de Outubro desloquei-me ao departamento das Finanças de Almada para expor a situação de que estava a ser notificado e penalizado por um acto pelo qual não posso ser responsabilizado pelo simples facto de o veiculo em questão não ser meu desde 1999 e por isso não podiam estar a responsabilizar-me por algo que aconteceu em 2014. Foi então que a 25 de Novembro recebi por carta registada a resposta do serviço das Finanças a dizer que a relação foi indeferida e que teria de pagar a totalidade das coimas em questão.

Encerrada

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