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As novas regras de carregamentos de passe carris
Durante anos tenho sido cliente da carris porque necessito dos transportes para me movimentar em Lisboa. Faz qualquer coisa como 4 anos em que inclusive vejo muitas pessoas a utilizar os transporte sem pagar ou passar passe. Como o dia de pagamento mensal de salário é no dia 25 do mês, todos os meses é nesse mesmo dia que carrego o passe. Dia 25 de Abril carreguei o passe já com os ajustam tos de preços e paguei 40 euros pelo meu passe. Sem qualquer aviso tomei curso no que seria mais um mês a usar os transportes agora com novos custos. Chegado dia 1 de maio tento utilizar o meu passe para ir para o trabalho e dá inválido. Abordei o segurança no metro em campo grande e este simpaticamente dá me a conhecer que existem novas regras e que agora os carregamentos têm de ser feitos no início do mês obrigatoriamente. Fui forçado a carregar o passe outra vez porque o não carregamento implicava não usar os transportes. Hoje dia 2 de Maio vou ao apoio aos clientes em campo grande, e pergunto como posso reaver o dinheiro de um passe que carreguei dia 25 e usei uma semana até ser forçado outra vez a carregar. Gastei 80 euros em passe em questão de dias e dizem me que não fazem devolução de dinheiro. Como contribuinte estou a ser roubado por um serviço que mal reporta as mudanças de regras e força às pessoas a fazerem ajustes à força. Em mês algum falhei o carregamento do passe deste meio de transportes em que as próprias condições por vezes são deploráveis nos autocarros. Estou a ser roubado! Por favor peço apoio porque acho UE e uma injustiça não reembolsado de um dinheiro que é meu! Apenas peço o reembolso dos dias em que não foi usado o carregamento. Aguardo uma resposta positiva porque tem de existir uma maneira de darem o dinheiro que me pertence, obrigado
Problema de reembolso de passe mensal de transporte da empresa Carris que não está sendo usado
Venha, por esse meio comunicar que a empresa Carris, Otlis não responde minhas reclamações. Fui na central de atendimento do Arco do Cego e já mandei diversos emails, explicando o ocorrido. Tenho o cartão do viva Lisboa desde setembro. Esse mês renovei mais um mensal do município de Lisboa de acordo com a nova mudança, 30 euros e carregar dia 1º do mês. Vi que esse mês dava para fazer o upgrade para o metropolitano de 40 euros apenas pagando a diferença (10 euros) e antes do dia 25. Fui no multibanco fazer isso, mas a diferença de 10 euros não foi o que ocorreu. Foi debitado mais 40 euros. Ou seja no mesmo cartão do viva Lisboa tenho um passe municipal pago 30 euros por ele e um passe metropolitano pago 40 euros por ele. Ou seja tive um gasto de 70 euros em apenas em passes. Me sinto lesionada por essa situação. Perguntei o que a empresa poderia fazer pelo caso. Fui já central de atendimento Carris no arco do cego e eles falaram que não poderiam fazer nada por essa situação e que deveria entrar em contato por email da empresa Otlis. Foi o que eu fiz, mas em um de várias formas que tentei me comunicar, apenas uma respondeu que não poderia fazer o upgrade, sendo que na própria website do Carris diz que pode fazer o upgrade. Estou com 2 passes e só utilizo um. Gostaria de reembolso de algum dos passes e a empresa não me respondeu. Me sinto bastante lesionada pela situação, pois apenas nesse mês tive um custo de passe mensal de transporte de 70 euros.
Atendimento Motorista Autocarro
Hoje, dia 25-01-2019 às 19:57 horas encontrava-me à espera do autocarro 706 na paragem de Santa Apolónia e quando chegou o motorista, que parou à frente da paragem e abriu as portas, tanto da frente como a da retaguarda, permitindo o desembarque dos passageiros, aguardei alguns segundos pois por norma voltam a fechar, desligam o motor e fazem uma vistoria ao espaço.Como não realizou nenhuma das acções acima mencionadas, continuando com o motor a trabalhar e com as portas abertas, embarquei. Ao realizar o embarque e ao validar o meu título de transporte eletrónico o motorista estendeu a mão com a palma na minha direção e indica de forma e tom indelicado tem de esperar!. Perante a informação recuei de imediato, saíndo da viatura e indiquei Desculpe, mas como não fechou as portas pensei que podia entrar.Para meu espanto responde novamente de forma indelicada e num tom inapropriado Tem de esperar, não disse que pode entrar, para não falar que tinha pessoas à frente!. Esperou 5 segundos e diz que posso entrar.Como a forma de se dirigir não tinha sido de todo adequada, indiquei em tom de conselho Podia ter respondido de forma mais delicada, obtendo como resposta a interjeição pff.Como a calma tem limites acabei apenas por perguntar como se chama por favor? E após alguma hesitação diz ham.. Martins.Por forma a identificar o motorista em questão anotei os seguintes dados da viatura:76-82-ZGN° frota 2270Com este tipo de atendimento, sem qualquer educação, civismo e desrespeitador acredito que quem tenha alternativas de transporte e seja sujeito a situações semelhantes deixe de usar os serviços por vós prestados.Melhores cumprimentos
Autocarro embate no meu veículo e foge
Pelas 13h do dia 14/05/2018, tinha o meu carro estacionado na Avenida Grão Vasco (Benfica, Lisboa) e um autocarro da Carris embateu no meu carro, tendo eu, de longe, visto o acidente (bem como tantas outras testemunhas). Infelizmente, não consegui ver a matrícula do autocarro, mas vi que era a carreira 729 sentido Bairro Padre Cruz - Algés e que passou na avenida supra mencionada às 12h55min. Do sinistro, resultou a destruição por completo do meu espelho retrovisor direito e do pisca-pisca desse lado.Comuniquei o sinistro à Carris (telefonicamente e via email), à minha seguradora e à seguradora da Carris. Até à data, da carris, a única resposta que obtenho é que é possível identificar o motorista e a matricula do autocarro (como é obvio) mas que ainda têm que averiguar o caso, o que pode demorar ainda mais alguns dias.Ora, passados mais de 2 dias, continuo com o carro (essencial para trabalhar) sem espelho retrovisor, entre outros danos, (estando eu sujeito a coima por circular sem espelho retrovisor).
Passe apreendido
No dia 14 de Maio de 2017 no Autocarro 758 sentido Porta de Benfica,fui interpelado por um fiscal da Carris que estava fazer o seu trabalho a fiscalizar os utentes e o meu passe que estava um pouco partido não foi possivel validar, apesar de esse problema ser só na Carris porque tenho o passe combinado CP-Carris-Metro, eu estava a usar normalmente na CP e Metro, já tinha sido fiscalizado várias vezes e nunca tive problemas, depois disso e como eu por esquecimento não tinha comigo o comprovativo do carregamento do passe fui autuado pelo Fiscal, e apreendeu-me o passe tambem por estar danificado, apesar de meus dados e foto estarem perfeitamente nítidos, apreendeu-me o passe sem dizer me uma razão apropiada, a única coisa que me disse é que era para eu ligar ao número que está na auto de notícia. O passe estava carregado até dia 04 de Junho de 2017, e como eu preciso do passe para ir todos os dias ao trabalho, fiquei sem a possibilidade de poder fazê-lo. Logo no dia seguinte 15 de Maio de 2017 liguei para o número indicado e a senhora me disse que não havia motivo nenhum do passe ser apreendido, a não ser se fosse por fraude, que não é o caso. A senhora me aconselhou a mandar um e-mail a reclamacoes@carris.pt.No mesmo dia, segunda feira 15 de maio de 2017 me dirigi ao Espaço Cliente Marquês de Pombal, onde também não me souberam explicar o porquê que meu passe tinha sido apreendido e também que não poderia fazer nada e não tinha idéia do que ia se passar com o valor que estava carregado no meu passe, apesar de ter também o comprovativo que o meu passe estava carregado. O senhor me aconselhou ir ao gabinete do cliente da Carris em Saldanha, Lisboa. No dia seguinte 16 de Maio de 2017 me dirigi ao Espaço Cliente Arco Cego Avenida Duque D´Ávila, nº 12, e o senhor também não soube me explicar o porquê o meu passe tinha sido apreendido e me disse que eu deveria pagar a coima, e sobre o valor que tinha sido carregado no passe que foi apreendido, ele não fazia idéia o que ia se passar. Disse que eu teria que fazer um cartão novo e carregá-lo novamente com os 36,20€. Desde que aconteceu esta situação, ninguém sabe me dar uma reposta sobre o porque o meu passe foi apreendido, também quanto ao valor que lá estava carregado, nenhum dos funcionários me disseram que este valor sería restituído, mas supostamente eu tenho que pagar esta coima. Desde o ocorrido eu estou todos os dias a pagar transportes no valor mínimo de 6,30€, apesar de ter um passe carregado que foi apreendido, e ainda vou ter que carregar mais logo o passe novo com 36,20€. Logo todo transtorno e dinheiro que sou forçado a gastar neste tempo que estive e estou sem passe é considerativo, sou autuado fico sem o passe e ainda tenho que andar a gastar dinheiro em bilhetes. Infelizmente não há nenhum atendimento pessoal, todos os funcionários não estão aptos a resolver este problema. Gostaria muito de saber qual foi o motivo de apreensão do meu passe, como especificado na Auto de Notícia: não faz leitua, danificado, não é motivo o suficiente para apreender o meu passe.Cumprimentos,Alexandre Bunch
Não cumprimento do horário da carreira 701 na paragem C 13602
Exmos. Senhores,Como é do vosso conhecimento, a paragem C 13602 do autocarro 701 está localizada junto das Torres de Lisboa onde trabalham milhares de pessoas. Os passageiros utilizam a carreira 701 no sentido Sete Rios-Torres de Lisboa de manhã e à tarde no sentido Torres de Lisboa – Sete Rios sendo Sete Rios, sendo Sete Rios o local onde mudam de transporte, metro ou comboio.Acontece que a paragem C 13602 está localizada actualmente num passeio muito estreito que não permite a colocação de um abrigo tal como existe no sentido contrário, nem a circulação de peões com facilidade.A partir das 17h, formam-se longas filas e as mensagens enviadas para o nº 3599 indicam quase sempre horas de passagem do autocarro com grandes intervalos de tempo entre eles e vezes demais, os autocarros previstos nem chegam a aparecer, aumentando ainda mais o tempo de espera.Devido a esta situação, os passageiros sem mobilidade reduzida optam por se deslocar para a paragem C 13618 na Estrada da Luz, que tem abrigo, onde existe possibilidade de se deslocarem no 701, 726 ou 764 consoante pretendam ir para o metro ou para o comboio.O problema principal e a razão deste e-mail está relacionada com os passageiros de mobilidade reduzida (uso de canadianas) que trabalham nas Torres de Lisboa assim como os utentes do British Hospital, do Instituto de Microcirurgia Ocular entre outros, que devido à sua dificuldade não podem optar por outra paragem que não a C 13602. Em dias de chuva, as pessoas ficam encharcadas devido às poças de água que se formam nas imediações da paragem e também por falta de cuidado dos condutores. Em dias de sol, com temperaturas altas é também muito desconfortável estar em pé (pois não havendo abrigo, não há banco) longos períodos depois de um dia de trabalho, porque os referidos atrasos são muito frequentes, logo maior sofrimento causado a estas pessoas.Já foi enviado um mail à Câmara de Lisboa para analisar a possibilidade de alterar a localização da paragem num local junto das Torres que permita a colocação de um abrigo. Vai ser enviado um mail com este texto para o provedor dos transportes.Com os melhores cumprimentos,Helena Fernandes
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