No passado dia 14/07/2017 seguia na autoestrada A1 no sentido Sul-Norte, na viatura Opel Astra 30-TD-03, sendo Duarte Miguel Antas Galego o condutor e o proprietário (e que foi a pessoa que enviou a reclamação para a Brisa). Cerca das 20:00h, ao quilómetro 101,8 surgiu um objeto na via (preto e comprido), não sendo possível desviar, ao qual resultou no rebentamento do pneu da viatura e empenamento da jante, impossibilitado a marcha.Nesse momento, telefonámos para o número de assistência da brisa ao qual enviaram um técnico da Brisa. Este procedeu à troca da roda (pela roda sobressalente). Entregou-nos em mão um formulário para preenchimento de uma reclamação para enviar para a Brisa.No dia 17/07 fomos a uma oficina pedir um orçamento para a reparação, e anexámos à reclamação que enviámos nesse dia para a Brisa.No dia 27/07 a Brisa respondeu a dizer que não tinha responsabilidade no sucedido, pois realizalvam um pratrulhamento constante das vias e nesse dia não tinham encontrado qualquer objeto na via.Não concordamos com a resposta da Brisa pelos seguintes motivos:- A situação de passar por cima de um objeto preto que surgiu na via que tinha uma considerada dimensão (era algo preto comprido, talvez do comprimento de cerca de 2 a 3 palmos) levou ao imediato rebentamento do pneu enquanto seguia na via da esquerda, tendo o condutor do veículo sido obrigado a realizar uma manobra de segurar o carro, travando o mesmo e dirigindo-o até à berma, passando por entre outros veículos, felizmente sem causar qualquer acidente- A situação em causa ocorreu exatamente no local referido tal como descrito na reclamação enviada, sendo impossível circular desde a entrada em Santarém até ao km 101,800 devido às condições referidas- Tendo adquirido o veículo em questão com a matrícula 30-TD-03 cerca de três semanas antes do sucedido dia 14, tendo vindo o veículo do stand onde foi adquirido com os pneus em perfeito estado pois veio com todas as revisões feitas em oficina, seria impossível ter existido o rebentamento espontâneo do pneu, muito menos seria possível que a jante ficasse empenada, situação comprovada por fotografia- Compreendo que realizem patrulhamento permanente das vias, contudo, será totalmente impossível conseguirem vigiar todos os quilómetros de extensão da autoestrada e em todos os minutos do dia, podendo a qualquer minuto surgir um novo objeto, mesmo que tenham acabado de patrulhar um determinado local- Mais ainda acrescento que na autoestrada A1, o elevado tráfego existente, proporciona que mais facilmente possa surgir “algo” na via, mesmo que o referido “patrulhamento permanente” seja realizado- Por último, ao ser proibido circular a pé na autoestrada, nenhum de nós poderia ir à procura do objeto que causou toda a situação desta forma, e ao ser assistido por um carro de apoio da Brisa, apoio que solicitámos por telemóvel assim que parámos na berma após o sucedido, e que procedeu à troca do pneu, no entanto esse mesmo técnico da Brisa não foi procurar o objeto que causou toda a situação, que poderia estar na via ou ter saltado para a berma.