Exmos. Senhores, no dia 5 de julho de 2025 adquiri na loja Feira dos Sofás de Évora um sofá modelo Bayona 2 pelo valor de 1300€. Contratei ainda um tratamento de impermeabilização no valor de 240€ e paguei 69€ pela entrega, perfazendo um total de 1609€. A fatura foi emitida em nome do meu marido. Passados alguns meses de utilização normal, as almofadas do sofá abateram de forma acentuada, sentindo-se a estrutura ao sentar, o que constitui uma anomalia evidente. Contactei a loja de Évora, que enviou um técnico ao local e confirmou o defeito. No dia 15 de junho de 2026, o sofá foi recolhido na totalidade para reparação. Ao longo do processo, fui sempre informada apenas por telefone. No dia 15 de julho, foi-me dito que o sofá já vinha da reparação e que seria entregue até ao final da semana de 24 de julho. Confiando nessa informação, aguardei. No entanto, entre os dias 27 e 28 de julho, ao voltar a contactar a loja, fui informada do contrário: afinal, o sofá nem sequer tinha saído do local de reparação. Perante esta contradição e falta de seriedade, enviei um e-mail à loja no dia28 de julho, concedendo um prazo de cinco dias úteis para apresentação de uma solução. Esse prazo terminou sem qualquer resposta concreta. A única comunicação recebida refere apenas que a situação está a ser analisada internamente, sem qualquer compromisso de prazo ou solução. À data de hoje, dia 5 de agosto de 2026, continuo sem sofá, sem previsão de entrega e sem qualquer solução séria. Esta situação é inaceitável. Tenho duas crianças pequenas, uma de cinco e outra de um ano. E estamos há semanas impossibilitados de utilizar a sala, vivendo com mantas no chão, o que causa óbvio desconforto e prejuízo significativo à vida familiar. Perdi totalmente a confiança na Feira dos Sofás. Já não aceito a reparação nem a devolução do mesmo sofá. Pretendo a resolução do contrato, a devolução integral dos montantes pagos, 1300€,240€ e 69€ e uma indemnização pelos transtornos e prejuízos causados. Caso não haja resposta imediata, reservam-nos o direito de recorrer às entidades competentes para a defesa dos nossos direitos. Solicito uma resposta célere e uma resolução definitiva desta situação.