No dia 17 de maio apresentei numa loja uma reclamação relativa a uma capa de telemóvel com defeito, solicitando a sua substituição. Em vez da substituição imediata, o artigo foi enviado para análise/reparação, tendo-me sido indicado um prazo aproximado de duas semanas.
Decorridas cerca de três semanas, fui informada de que a solução proposta seria a emissão de uma nota de crédito/vale de compras. Não concordo com esta solução.
Durante este período fiquei sem uma solução adequada para proteger o telemóvel, tendo sido obrigada a adquirir uma nova capa por minha conta. Além disso, o tempo de espera revelou-se excessivo e causou-me um inconveniente significativo.
Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, o consumidor tem direito à reposição da conformidade do bem e, quando essa solução não seja assegurada em prazo razoável ou sem grave inconveniente para o consumidor, pode exercer outros direitos legalmente previstos. Considero que, face ao tempo decorrido e aos transtornos causados, a solução apresentada não salvaguarda adequadamente os meus direitos enquanto consumidora.
Solicitei o reembolso do valor pago, mas a empresa mantém apenas a possibilidade de substituição do artigo ou emissão de vale de compras, obrigando ainda à deslocação a uma loja para levantamento do mesmo e limitando a sua utilização às lojas da marca.
No momento estão a ignorar os meus emails, como pode ver em anexo.
Solicito a intervenção desta entidade para apreciação da situação e para que seja promovida uma solução que respeite os direitos do consumidor, nomeadamente a restituição do montante pago através da mesma forma de pagamento.