No passado dia 9 de outubro, pelas 17h49m junto ao hotel Vida Mar no Funchal ia chamar um Uber, mas como vinha um táxi na direção do Funchal, optei por chamar este. Veículo com a matrícula 87-88-VH. NIPC: 51938002.
Indiquei que pretendia seguir para a R. XXX no centro do Funchal.
Ao entrar no veículo o taxista avisou-me para fechar a porta pelo vidro da janela, meio aberto, pois a forra da porta e puxador estavam soltos. Assim fiz.
O senhor apresentava-se com barba por fazer de alguns dias e, quando virou a cara para mim, por duas vezes, pois a seguir evitei, exalava um forte hálito a álcool. Parecia whisky ingerido há pouco tempo. Não pretendo dizer que o taxista estivesse embriagado, mas também não vou jurar que estivesse sóbrio.
Ao chegar ao cruzamento que dá para a R. Imperatriz D. Amélia o taxista virou à direita e desceu essa artéria. Como o chamei à atenção pois poderia ter descido a avenida, o mesmo retorquiu que por ali era melhor. Realmente tinha razão, pois há menos trânsito e essa artéria vem dar à mesma rotunda.
No entanto, o senhor não parava de vociferar acerca do assunto: que por aqui era melhor, etc etc. Numa das vezes que virou a cara para a direita, no meu lado, foi quando notei o hálito a whisky. A primeira foi quando entrei no carro.
Ao passar o largo do XXX e ao tornejar para a R. XXX, pedi ao taxista que parasse num cantinho para me emitir a fatura. Ato imediato o dito começou a falar alto dizendo “Porque é que não disse mais cedo…” ao mesmo tempo que deu uma forte pancada no porta luvas colocado na parte superior do tablier do Dácia.
Por sorte até havia uma aberta em frente do local onde eu iria fica. Mas esmo que não houvesse nem eu iria reclamar por pagar mais alguns trocos para o senhor estacionar onde fosse mais conveniente. Acabei por pagar, sempre com o taxista a reclamar e saí do carro.
Em síntese do que reclamo é o seguinte:
Má apresentação pessoal;
Suspeitas de estar alcoolizado.
Muito mal-educado.
Veículo em mau estado de conservação para receber os clientes.