Boa Tarde Excm. No dia 27/10/2025, celebrei contrato com a Prosegur para instalação de sistema de alarme e câmaras com vigilância 24 horas, tendo-me sido garantido um período de fidelização de apenas 2 anos, condição expressamente associada à aquisição de uma pen no valor de 1€, conforme consta claramente no contrato assinado.
No entanto, apenas duas semanas após a instalação, a empresa alterou unilateralmente o serviço contratado, deixando as câmaras de ter vigilância permanente 24h e passando apenas a funcionar por detecção de movimento, sem qualquer autorização ou consentimento da minha parte.
Posteriormente, fui informada pela empresa de que afinal o contrato teria duração de 3 anos, informação completamente contraditória com o contrato assinado e com o que me foi vendido no momento da adesão.
Mais tarde, devido à minha mudança de residência, solicitei a transferência do serviço, tendo pago o respectivo valor. Antes da alteração, uma colaboradora informou-me que, ao retirar as câmaras, o valor mensal passaria para aproximadamente 13€ ou 14€, sendo apenas necessário enviar uma carta formal a solicitar essa alteração. Cumpri exactamente o que me foi pedido.
Apesar disso:
passaram cerca de dois meses sem qualquer instalação na nova morada;
continuei a ser cobrada durante todo esse período sem usufruir do serviço;
após a instalação apenas do alarme, na qual o Técnico vinha preparado e sem qualquer equipamento de video vigilância, continuo a pagar cerca de 50€ mensais;
a empresa ignorou totalmente a informação anteriormente prestada.
Para agravar ainda mais a situação, cancelei o débito direto junto do banco e, mesmo assim, continuaram a retirar valores da minha conta bancária, situação extremamente grave e abusiva.
Esta situação arrasta-se há cerca de 6 meses, com sucessivos contactos, sem resolução efetiva por parte da Prosegur.
Considero que a empresa:
alterou unilateralmente as condições contratadas;
prestou informações enganosas e contraditórias;
efectuou cobranças indevidas;
cobrou serviços não prestados;
desrespeitou as condições de fidelização constantes no contrato;
manteve cobranças mesmo após cancelamento do débito direto.
Exijo:
revisão imediata do contrato;
reconhecimento da fidelização de 2 anos conforme documento assinado;
devolução de todos os valores cobrados indevidamente;
reembolso dos meses pagos sem prestação de serviço;
esclarecimento formal sobre todas as cobranças efectuadas.
Informo ainda que irei avançar com reclamação junto das entidades competentes de defesa do consumidor, dada a gravidade da situação e a ausência de resolução ao longo destes últimos 6 meses.