Bom Dia.
Agradecia vossa ajuda no sentido de me orientar ou agir em conformidade com o que passo a relatar: Empresa Simas, empresa de águas da Amadora. A 22-06-26 recebi da câmara da Amadora uma carta de citação, processo executivo nº45737/26, ameaçando com uma cobrança coerciva de 14.76 que se tinha transformado em 35.41. Argumento, não tinha pago a fatura de dez. 2025 no valor de 14.76. Dirigi-me à loja fisica, argumentando que nunca tinha recebido nenhum mail com essa fatura e solicitando prova de que o mesmo me tinha sido enviado ou por mail ou por correio. Não tinham. Sou utilizador registado do balcão digital e também não consta qualquer aviso nesse sentido. Consta sim o valor da fatura em causa, sem imagem e que só consultando o site, alertado pela carta em questão, é que cheguei a esse facto. Consta também que após essa falta já tinha pago as 5 faturas seguintes, de valor bem superior. Estes factos, penso eu, prova "má fé" de quem iniciou o processo.
Na loja fisica, preenchi o livro de reclamações com uma reclamação resumida (falta de espaço), após os funcionários me terem dado a entender que houve falhas informáticas na empresa, nesse mês. Se repararem ouve uma fatura paga em dezembro. Estamos a falar de uma fatura parcial de 2 m3.
Na loja foi-me dito que, apesar de tudo teria que liquidar o valor em causa (agora 35.41). Tenho comprovativos possiveis comigo, estou a aguardar resposta à reclamação que fiz, mas gostaria de saber a vossa opinião, uma vez que não terei sido o primeiro e não podemos deixar passar em claro,tal procedimento abusivo, próprio de uma empresa que sabe que é única neste tipo de mercado. Antecipadamente grato, pela atenção dispensada, fico a aguardar vossas indicações.
Cumprimentos.
Mário Rui Correia subscritor nº 40176-18.
Nota: Não sei por onde anda, mas já vos fiz esta reclamação a 28-06-26 e estou a estranhar ainda não ter recebido uma resposta, da vossa parte.